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Tudo o que podemos fazer em Amsterdam em 24 horas

O despertador tocou as oito em ponto no beliche abaixo do meu, no caso, no celular da Isis.

Nós

 

Apesar de eu estar super aconchegada no meu saco de dormir, pulei da cama e fui olhar pela janela. Ainda está meio escuro ou será que hoje nem vai clarear? – pensei. O inverno europeu é realmente cinza, preto, marrom e o eventual branquinho do gelo.

Temos que buscar a Hannah na Central Station as 9:25, no trem que vem de Cologne (Alemanha). Corremos pro café mirrado do albergue: duas torradas com creme de amendoim e uma xícara de café com leite e então vamos para a rua enfrentar o “freezer do mundo”!

 

Hannah é alemã e nos tornarmos amigas na Grécia na Expedição Mediterrânea (que você pode visitar no blog da Léla). Meses depois, ela foi me visitar no Brasil e la ficou por dois meses. Agora está sendo minha vez de visitá-la. Vamos nos encontrar por um dia e uma noite aqui em Amsterdam e então, no fim da Expedição Indochina, nos encontraremos em Berlim e Cologne (Alemanha)

Hannah

 

Na Grécia, decidimos ter uma noite “típica grega”. Fomos a um restaurante grego, provamos comidas e bebidas típicas. No Brasil fizemos o mesmo indo ao ensaio da escola de samba Tom Maior, comendo cachorro quente na rua… RSS. Aqui, decidimos lançar uma brincadeira: Tentaremos ficar 24 horas sem dormir, fazendo tudo de melhor (e típico) que a cidade pode nos oferecer!

 

Desafio numero 1: achá-la na Central Station – cumprido após uma hora de atraso na porta da estação de trem.

Aliás, todas as vezes que venho à Amsterdam me emociono ao olhar de frente a Central Station. Saber da dor e tristeza dos milhões de judeus que embarcaram ali pra Auschwitz e pra tantos outros caminhos da morte. Sinto minha nuca arrepiar.

 

Decidimos visitar A Casa de Anne Frank, garota-símbolo do que os judeus sofreram no Holocausto. Tendo a questão em paralelo de a Hannah ser alemã e ter talvez, outro ponto de vista a respeito do assunto.

 

Fechado! Anne Frank, vamos nós! Saímos caminhando abraçadas por causa do frio que congela a ponta do meu nariz e o deixa, assim como minha bochecha, rosa pink! É engraçado demais andar por Amsterdam já que nos perdemos a cada esquina. Sempre. Mas a idéia é desfrutar a paisagem, a tranqüilidade, o silencio e o frio das ruas holandesas. E por falar em frio novamente: 6 graus com sensação térmica de -1.

93% de umidade!

 

Caminhamos assim, de braços dados, saltitantes, sorridentes. Felizes demais com o nosso tão combinado e recombinado encontro nas ruas de Amsterdam. Aproveito pra fotografar a arquitetura os grafites, as bicicletas e lhes mostro algumas aqui.

 

Volto amanhã pra te contar como seguiu nossa saga: 24 horas em Amsterdam!

Anne Frank, até já!

por Valeria Zoppello

Arquivado em: Viagem

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