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Dificuldades do Caminho Francês – Parte II

Descidas Íngremes


1. Alto do Erro – 100 m a Zubiri – 495 m

A diferença de altitude não é muito grande, mas a descida é longa e contínua, por mais de 5 km, acentuada pelo solo coberto de pedras que formam finas laminas dispostas perpendicularmente. As panturrilhas sentem o esforço contínuo e a chegada a Zubiri é um alívio.


Um dos raros trechos sem pedras no Alto do Erro


2. Monte do Perdão – 734 m a 495 m em Uterga

A descida não é muito longa nem muito abrupta, mas o solo, coberto por pedras que conhecemos como seixos de rio, pedras redondas e lisas, que resvalam quando se pisa, exige uma descida extremamente cautelosa, com o apoio firme do cajado.

A descida do Perdão é muito pior que a subida.


A descida do Monte do Perdão


3. Manjarin – 1 460m a El Acebo – 1 150 m

O último trecho, ao chegar a El Acebo, é muito abrupto e perigoso.

No Ano Santo de 2004 foi construído um novo acesso, mais longo, mas muito mais tranqüilo. O perigo da descida a El Acebo, hoje, é só história.


A descida para El Acebo


4. Riego de Ambrós – 920 m a Molinaseca – 590 m

Para mim, a pior descida do Caminho.

O solo, todo em pedra lisa, deve ser muito perigoso quando chove.

Não é uma descida muito muito longa, mas é bastante escorregadia.


Descida após Riego de Ambrós


5. Rozas – 659 m a Portomarin – 350 m

Por 6,8 km, se estende a descida, que se torna mais acentuada no ultimo trecho, chegando à ponte sobre o rio Miño.


Início da descida para Portomarin

Clinete Lacativa

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