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MEU PRIMEIRO CUME COM MEU FILHO

Mais uma vez estou escrevendo um post sobre uma aventura que fiz, ao invés de falar sobre treinamento, o motivo é muito simples: Meu filho.

Vocês lembram do que escrevi no último parágrafo do post sobre a trip no escalavrado em Setembro de 2009? Ao mostrar as fotos para ele, seus olhinhos brilharam e ele me perguntou: “Pai, quero ir lá, você me leva?” Eu respondi: “Claro que levo”.

Pois é, no feriado do dia 21 de Abril combinamos eu, Antonio (Tonton), Ricardo e Sonia e é claro meu filho Caio.


Postado por andre em 18 de maio de 2010
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Escalavrado – Serra dos Orgãos, RJ

Galera, nesse post vou fugir um pouco do que me preponho a falar aqui, que é sobre Treinamento. Vou relatar uma trip interessante que fiz com alguns amigos.

Numa tarde de meio de semana recebi a visita de um amigo, o Ivo Jr. Entre um papo e outro, lembramos que a última vez que fizemos uma trip juntos foi em 2006, quando subimos o Dedo de Deus, na ocasião foi minha 1ª ida ao Dedo.

EscalavradoVista do Escalavrado


Postado por andre em 1 de janeiro de 2010
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Treinamento Indoor X Escalada em Rocha

Até que ponto o treinamento em muro indoor ajuda no bom desempenho da escalada emrocha?

Particularmente acredito que todo treinamento feito corretamente é benéfico e auxilia na evoluçãodo escalador, porém existem algumas modalidades de escalada e para cada uma dessas otreinamento tem que ser diferenciado.

Postado por andre em 18 de julho de 2009
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A Barreira do XIº Grau

Porque está sendo tão difícil quebrar a barreira do XIº grau? Temos um potencial enorme no Brasil com paredes que talvez tenham até XIIº grau, mas porque os escaladores brasileiros estão tão longe de conseguir chegar a esse grau, já que em outros países temos vários XIº?
Chris Sharma acabou de mandar um 5.15b ou XIIb brasileiro e Adam Ondra de apenas 15 anos fez a repetição de uma via de 5.14d / 15a ou XIIa brasileiro.

Porque está sendo tão difícil quebrar a barreira do XIº grau? Temos um potencial enorme no Brasil com paredes que talvez tenham até XIIº grau, mas porque os escaladores brasileiros estão tão longe de conseguir chegar a esse grau, já que em outros países temos vários XIº?

Chris Sharma acabou de mandar um 5.15b ou XIIb brasileiro e Adam Ondra de apenas 15 anos fez a repetição de uma via de 5.14d / 15a ou XIIa brasileiro.

Adam Ondra - 15 anos - Foto: Petr Piechowicz


Postado por andre em 9 de maio de 2009
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Energia na Escalada

Qualquer movimento realizado, seja ele se exercitando ou no dia-a-dia, envolve gasto de energia. O ser humano consegue energia através dos alimentos, após ingeridos os alimentos precisam sofrer algumas reações químicas para que se transformem em energia química afim de ser usada como combustível para o corpo.
A principal fonte de energia encontra-se nos carboidratos, a sua composição é simples, o que facilita a degradação e a rápida absorção pelo organismo. Os alimentos que proporcionam energia de maneira imediata são encontrados na forma natural, frutas, mel, leite entre outros. Hoje já encontramos no mercado diversos suplementos alimentares, entre eles podemos destacar o gel de carboidrato, muito usado em atividades de longa duração para repor os estoques de energia.
O que vai ditar o quanto de energia se precisa, será a intensidade da atividade, ou seja, dependendo da atividade realizada iremos retirar energia dos estoques armazenados no organismo e se a atividade se prolongar ou ficar mais intensa, haverá a necessidade de produzir mais energia para que o exercício se estenda.
Todo alimento ingerido será metabolizado, transformado em um composto chamado ATP (trifosfato de adenosina) e armazenado no organismo. Podemos processar 3 tipos diferentes de sistemas para produção de energia:
1) ATP-CP: esse sistema providencia energia para contração muscular nos primeiros segundos do exercício (durante aproximadamente 5 segundos), necessita de poucas reações químicas e não requer oxigênio, mais presente nos exercícios de curta duração e com intensidade alta. Por durarem apenas alguns segundos, necessitam de um suprimento rápido de ATP que estão armazenados nos músculos. A sua ressíntese é realizada durante a recuperação do exercício. Na escalada, podemos encontrar o uso desse sistema na modalidade Bouldering, quando a quantidade de movimentos de um “problema” são pequenos e com lances explosivos como os “botes”, por exemplo.

Qualquer movimento realizado, seja ele se exercitando ou no dia-a-dia, envolve gasto de energia. O ser humano consegue energia através dos alimentos, após ingeridos os alimentos precisam sofrer algumas reações químicas para que se transformem em energia química afim de ser usada como combustível para o corpo.

A principal fonte de energia encontra-se nos carboidratos, a sua composição é simples, o que facilita a degradação e a rápida absorção pelo organismo. Os alimentos que proporcionam energia de maneira imediata são encontrados na forma natural, frutas, mel, leite entre outros. Hoje já encontramos no mercado diversos suplementos alimentares, entre eles podemos destacar o gel de carboidrato, muito usado em atividades de longa duração para repor os estoques de energia.

O que vai ditar o quanto de energia se precisa, será a intensidade da atividade, ou seja, dependendo da atividade realizada iremos retirar energia dos estoques armazenados no organismo e se a atividade se prolongar ou ficar mais intensa, haverá a necessidade de produzir mais energia para que o exercício se estenda.

Todo alimento ingerido será metabolizado, transformado em um composto chamado ATP (trifosfato de adenosina) e armazenado no organismo. Podemos processar 3 tipos diferentes de sistemas para produção de energia:

1) ATP-CP: esse sistema providencia energia para contração muscular nos primeiros segundos do exercício (durante aproximadamente 5 segundos), necessita de poucas reações químicas e não requer oxigênio, mais presente nos exercícios de curta duração e com intensidade alta. Por durarem apenas alguns segundos, necessitam de um suprimento rápido de ATP que estão armazenados nos músculos. A sua ressíntese é realizada durante a recuperação do exercício. Na escalada, podemos encontrar o uso desse sistema na modalidade Bouldering, quando a quantidade de movimentos de um “problema” são pequenos e com lances explosivos como os “botes”, por exemplo.

Escalada em Boulder

2) Glicólise Anaeróbia ou Glicolítico: é um sistema de produção de energia intermediário, comduração entre 1 a 3 minutos. A quebra da molécula de ATP da origem ao piruvato que por sua vezquando degradado produz energia, porém o piruvato não convertido dará origem ao ácido lácticoem forma de lactato que ficam armazenados no sangue e nos músculos, podemos conseguirenergia a partir do lactato, porém quando suas concentrações se elevam, atingem asterminações nervosas, inviabilizando as contrações musculares e a continuidade do exercício. Acredita-se que seja esse o principal sistema responsável para a produção de energia na maioriadas vias de escalada esportiva (dependendo da duração da via), pois o tempo de duração égeralmente o mesmo de uma via esportiva com intensidade alta, por isso a preocupação com aquantidade de lactato sangüíneo.

Escalada em Falésia

3) Oxidativo ou Aeróbio: Basicamente é a produção de energia com a utilização de oxigênio.Por ordem, é a 3ª via energética e entrar em trabalho, geralmente a partir dos 3 minutos, antesdisso as outras vias metabólicas estão sendo utilizadas. Também por ordem, nesse sistemaenergético os carboidratos são metabolizados primeiros, após as reservas de carboidratos se esgotarem, só então as gorduras são degradadas. As proteínas a princípio não são degradadas,porém após um longo período de jejum em exercícios prolongados e ao final das reservas degorduras serem metabolizadas, as proteínas podem também entrar no processo metabólico. Diferente do sistema energético anterior (Glicólise Anaeróbia), o piruvato não é transformado emácido láctico. Muitos autores na área de treinamento em escalada não dão importância aotreinamento cardiorrespiratório e por isso essa última via metabólica não é levada emconsideração na montagem dos treinamentos, porém se levarmos em conta vias de escaladaque tenham longas caminhadas, tanto esportivas quanto tradicionais, esse sistema energético é importantíssimo e conseqüentemente o treinamento cardiorrespiratório.

Escalada em Via Longa

Fontes: FLECK & KRAEMER, 2006; PADRENOSSO, 2007; POWERS & HOWLEY, 2000.

André L. Padrenosso.

Graduado em Educação Física e Pós-graduado em Treinamento Desportivo.

Contato: padrenosso@hotmail.com


Postado por andre em 30 de janeiro de 2009
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Perfil de Aptidão Física do Praticante de Escalada – Resumo

É com grande satisfação que comunico que meu artigo sobre Perfil Morfo-funcional do Praticante de Escalada em Rocha, foi publicado na comunidade européia, espero que este trabalho possa ajudar a todos.

Esse artigo começou como minha monografia de graduação e por se tratar de assunto pouco abordado no Brasil, tornou-se um artigo internacional, acredito que ainda há muito espaço para pesquisas em Escalada em Rocha, já que a maioria dos artigos abordam a escalada indoor.


Postado por andre em 18 de novembro de 2008
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Princípios do Treinamento Desportivo

O objetivo desta coluna é mostrar a parte técnica do treinamento dentro da escalada e fazer com que por meio do treinamento desportivo, haja uma evolução.

Quando falamos em treinamento, seja ele qual for, temos que trabalhar dentro dos princípios do treinamento desportivo, pois cada indivíduo é diferente do outro e cada esporte tem suas características.

Até pouco tempo atrás, acreditava-se que os escaladores deviam fazer o mesmo tipo de treinamento que outros esportes faziam, mas hoje existem treinamentos específicos para o nosso esporte.

As literaturas abordam 6 princípios:

Princípio da Individualidade Biológica è O Indivíduo deve ser considerado pela junção:
GENÓTIPO + FENÓTIPO = INDIVÍDUO
Onde o GENÓTIPO é a carga genética hereditária e FENÓTIPO é ação do meio ambiente sobre os seres humanos, tudo que é acrescido ou somado ao indivíduo a partir do nascimento, ou seja, dois indivíduos teoricamente parecidos irão ter performances diferentes, esse princípio é o exemplo mais claro de que para cada pessoa existe um treinamento diferente e mais, mesmo que dois irmãos aparentemente semelhantes façam o mesmo treinamento, sempre haverá diferença no desempenho dos dois;

Princípio da Especificidade è O princípio da especificidade é aquele que impõe, como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos específicos da performance esportiva em termos de capacidade física interveniente, sistema energético predominante, segmento do corpo e a coordenação motora ( técnicas ) requisitadas. Assim devemos verificar qual capacidade física é mais utilizada no esporte escolhido e treiná-la;
Princípio da Sobrecarga è Após a aplicação de uma carga de trabalho há uma recuperação do organismo, visando a restabelecer a homeostase (equilíbrio). O tempo de recuperação é proporcional a carga, e o organismo se prepara para sofrer novo stress assimilando um excedente de capacidade;
Princípio da Continuidade è Baseia-se na aplicação de cargas crescentes, progressivamente assimiladas pelo organismo. Assim, o fator que assegura essa melhora de rendimento é a continuidade do processo de treinamento, caracterizado pela alternância entre os estímulos e os períodos de recuperação.
Princípio da Adaptação è São estímulosfortes capazes de causar stress e adaptação ao organismo.Diz respeito ao nível de estímulos aplicados ao organismo durante o treinamento e o mesmo adota medidas para recuperar a homeostase, que é chamado Síndrome da Adaptação Geral (SAG) que se divide em 3 fases:
Ø Fase de excitação;
Ø Fase de Resistência;
Ø Fase de exaustão.

Princípio da Interdependência volume x intensidade è Para que ocorra aumento no desempenho do indivíduo, deve-se elevar a sobrecarga imposta ao treino, que pode ser tanto na intensidade quanto no volume e isso vai depender do tipo de treinamento que irá fazer.

André L. Padrenosso
padrenosso@hotmail.com – Graduado em Educação Física, Pós-graduado em Treinamento Desportivo, Montanhista e escalador, Preparador Físico de atletas de escalada indoor e rocha.

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Postado por andre em 6 de novembro de 2008
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