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Cicloturismo – Rio x Conservatória
Tais como crianças com brinquedos novos, tudo o que precisávamos era de uma viagem para estrearmos nossos novos alforjes. Não deu outra! Seria nesse feriado mesmo!
Conservatória, terra das Serestas. Foto: Gledson Silva
Pesquisa daqui, pesquisa dali… busca no Google, Google Maps, Bikely, Map My Ride… até que decidimos. Conservatória! A Cidade das Serestas!
A semana que antecede a viagem sempre é voltada para a preparação logística. Revisão nas bicicletas, vestuário, alimentação. Reduzir volume e peso é essencial. E realmente precisávamos reduzir, pois pela primeira vez estariamos levando uma barraca de camping. Seria também a primeira vez que estariamos com um kit de primeiros socorros. Finalmente tomamos vergonha na cara e montamos um, já que nas outras viagens não levamos nada. Tudo pronto, era só esperar o dia da viagem. 
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Chalten 2010: Uma temporada fria, dura e que exigiu muita paciência
Foto: Gabriel Sanchez Ramirez
Faz um bom tempo que teve inicio essa historia. Já não lembro muito bem das datas, mas certamente lembro a ordem dos fatos e vou tentar contar em alguns capítulos nossa temporada de 2010 na Patagônia. Quando falo nossa temporada é porque realmente foi a temporada dos Brasileiros em Chalten, esse ano foram mais de 30 e não vou nem tentar citar os nomes pra não passar vergonha ao esquecer um deles.
A temporada teve inicio mais ou menos no dia 10 de dezembro ainda no ano de 2009, foram duas semanas de tempo lindo, muito sol e nada de vento, varias cordadas fizeram o Fitz e muitas outras se espalharam pelos cordões da região.
Eu chegava na cidade dia 22, ou seja, justamente quando as “ventanas” se fechavam e daí pra diante foram quase duas semanas de chuva e tempo ruim. Quando cheguei na cidade já estavam Kika, Bernardo, Serginho e Gabriel (que seria meu parceiro até o Felipe chegar), e pra minha surpresa o Neto, Álvaro e Nicolau já estavam batendo o cartão na cidade. 
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Preços no Caminho Francês – Dificuldades do Caminho parte VI
- ALOJAMENTO
Albergue Divina Pastora Burgos
Albergues
Xunta da Galicia 3 E
Igreja donativo / ajuda ao peregrino
Municipais 3 a 5 E
Privados donativo / 5 a 12 E
Pensão 30 E
Hostal 30 – 40 E
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BASE & CLIMB EUA 2009 (Twin Falls – Moab)
Perrine Bridge – Twin Falls, ID. Foto: Gustavo Britto
Twin Falls, Idaho – E.U.A. é a cidade da única ponte onde o BASE jump é legalizado o ano inteiro, 24 horas por dia, nos Estados Unidos. Mais do que isso, é a cidade onde o praticante do esporte é realmente bem vindo. A Perrine Bridge está a 148 metros acima do Snake River, ligando os 457 metros entre as paredes do canyon. Ao chegar à cidade, a primeira coisa que se vê é a ponte, sendo necessário cruzá-la para entrar na cidade. Logo na primeira esquina, fica um grande estacionamento para os visitantes que vai até a borda do canyon. De lá é possível ver o Visitor Center que oferece uma série de serviços ao visitante (Informações, Café e Internet Wi-fi grátis, lembraças e etc.), sob o comando de delicadas senhoras voluntárias, moradoras da cidade. 
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Caminho Francês – Dificuldades no Caminho de Santiago – 5
e) Sinalização Deficiente
1. Pireneus
Este é um trecho em que a sinalização é mais deficiente.
Como é feita principalmente com setas pintadas no chão, no período de inverno pode estar totalmente oculta pela neve, ou, mesmo no verão, não poder ser vista porque a tinta das setas desbotou.
A Oficina de Peregrinos em Saint Jean Pied-de-Port distribui um mapa e orientações, especialmente para o trecho que se inicia 2 km depois da imagem da Virgem de Biakorre, quando se deixa a pequena estrada da montanha e se caminha por uma trilha que vai ladeando o Monte Leizar Atheka. Há hoje, neste trecho, uma tosca cruz com muitas fitas penduradas, mostrando o lugar da saída da estrada e a entrada na trilha. 
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Liofoods na Expedição Monte Roraima
Confira o depoimento de Eliseu Frechou, a respeito da logística de alimentação na recente expedição brasileira ao Monte Roraima:
“Nessa empreitada, pela primeira vez levamos somente alimentos liofilizados. Após experimentarmos os produtos da Liofoods, optamos unanimemente pela marca, e nossa opção se deu devido ao alto valor nutritivo aliado à praticidade de preparo e pouco peso em relação a outros tipo de alimentação. Nada mais importante do que ter uma boa alimentação num ambiente tão hostil, onde um organismo debilitado pode facilmente evoluir para uma doença ou retirar qualquer um de nós de atividade.
Preparando a refeição acampados na parede do Monte Roraima
Levamos refeições variadas e almoçávamos todas as manhãs. O que seria nosso café da manhã, se transformou em almoço, pois era justamente nesse momento que estávamos em atividade. Outra refeição no final da tarde e uma ceia completaram nosso cardápio, mantendo todos com saúde e mais do que satisfeitos.
Para quem desejar sugestões, recomendo as refeições com arroz, macarrão, picadinho e frango são excelentes. Gostei demais do açai e dos sorvetes. Aliás, de todas as sobremesas!
É muito bom saber que agora temos uma opção de qualidade no mercado nacional para nos suprir de energia nas aventuras.”
Leia mais em:
Blog do Eliseu Frechou – Equipamentos (Monte Roraima)
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Vídeo: Expedição Qhapaq-Ñan III
Assista ao vídeo da última expedição em Qhapaq-Ñan, Bolívia:
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Expedição Mediterrânea – Sabores da Turquia
Na Expedição Mediterrânea, descobri que a gastronomia turca é simplesmente deliciosa.
Uma incrível diversidade de sabores e aromas, em pratos preparados com ingredientes básicos, legumes frescos, frutas, azeite de oliva, carnes, pescados e molhos excelentes. Como primeiro prato, podemos degustar diversos aperitivos a base de frios como os salsichões, além de saladas, pães e sopas. Falando em sopas, vale à pena provar a iskembe corbasi, feita com tripas, farinha e molho de vinagre, ou a deliciosa yayla corbasi, cozida com iogurte, farinha e tomate vermelho.
Doces Turcos
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Dificuldades no Caminho de Santiago – parte 4
Escassez de água
1. Pireneus - 10 km
2 km depois da imagem da Virgem de Biakorre, se abandona a estrada e se entra por uma trilha à direita, que vai margeando o Monte Leizar Atheka. Logo a seguir encontramos a Fonte de Roldán, o cavalheiro, sobrinho de Carlos Magno que morreu emboscado na batalha de Roncesvalles, originando o fato a famosa gesta medieval, La Chanson de Roland. É a última fonte até Roncesvalles.

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Expedição Mediterrânea – Turquia
Bodrum

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