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	<title>Adventure Zone &#187; Viagem</title>
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Downhill na Estrada da Morte &#8211; Bolívia</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
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<p>O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas mais perigosas do mundo. Essa é a Yungas Road, que liga La Paz a Coroico, também conhecida como Estrada da Morte ou Carretera de la Muerte.</p>
<p>Em 1996 foi inaugurada uma nova estrada, mais segura e ampla. Por essa nova estrada passam a grande parte do tráfego boliviano, porém a estrada da morte é muito usada na época da colheita e escoamento da plantação de coca, em sua grande maioria feitas naquela região. Em boa parte do ano  a &#8220;carretera de la muerte&#8221; é amplamente usada pelos bikers e viajantes aventureiros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5690" title="estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0470.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Downhill significa descida, ou seja, downhill de bike na estrada da morte, é descer uma das estradas mais perigosas do mundo em alta velocidade!! Adrenalina pura!!<br />
Esse passeio é um clássico para quem vai a La Paz. O trecho começa em La Cumbre (4.700m) e termina em Yolosa (1.185m). A empresa mais conhecida e recomendada em La Paz para esse passeio é a <a href="http://www.thedeathroad.com"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">El Solario</a> &#8211; Calle Murillo 776, centro, La Paz &#8211; são dados 3 opções de bikes, simples, médias e profissionais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5694" title="downhill" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0460.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Eu fiz a descida de carro, pois não sei andar de bicicleta (revelando segredos&#8230;kkkk)<br />
A descida divide-se em duas parte: uma no asfalto e a outra na parte antiga da estrada da morte de terra. A logística de apoio é muito boa: bicicletas reserva e até algumas peças simples.<br />
São em média 3 carros de apoio e 4 guias treinados que acompanham o grupo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5695" title="primeira parte estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0452.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0467.jpg" alt="" title="segunda parte estrada da morte" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5699" /></p>
<p>A adrenalina, mesmo estando de carro, é incrível. Passar tão rente a um precipício, que não se vê o fundo, torcendo para que não venha um outro veículo em direção contrária.</p>
<p>São feitas várias paradas para fotos e explicações, pois cada trecho tem sua particularidade e o modo de pilotar a bike muda um pouco. </p>
<p>A mudança climática é impressionante, pois saímos no frio e ar rarefeito dos 4700m de atitude e terminamos no calor e altitude de 1.182m. Não damos valor ao ar que respiramos até ser muito difícil de tê-lo. Em La Paz até o fato de subir uma simples ladeira termina o fôlego e em Yolosa  parece nossa casa!</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0482.jpg" alt="" title="downhill" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5703" /></p>
<p>A Estrada da Morte é diferente, surpreendente e recarrega o nível de adrenalina. Quem faz o downhill com o El Solario ainda ganha uma camiseta que diz: &#8220;eu fiz isso e ainda estou vivo&#8221;.<br />
Mesmo tendo feito de carro dá para tirar onda! Eu indico que todos que forem a La Paz, façam o downhill da estrada da morte.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0531.jpg" alt="" title="camiseta el solario" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5704" /></p>
<p>Um pequeno vídeo feito de dentro do carro de apoio que acompanha as bikes.</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IwNs-sMN4TM"frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>1º etapa de expedição na Ruta 40</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 08:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
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		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cerro Penitentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ruta 40]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus.... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus. A travessia concluída no último dia , porém, representa &#8216;apenas&#8217; um terço do objetivo traçado pelo ciclista e montanhista <strong>Jorge Kaiser Junior</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6133" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-4.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O expedicionário pretende concluir, em mais duas expedições, o percurso completo da <strong>Ruta 40</strong> na Argentina &#8211; missão esta nunca antes realizada por um brasileiro. A mítica rodovia tem 5200km e cruza o pais entre La Quiaca e Cabo Virgens. Acompanhado somente de sua mountain bike com rodas 29 polegadas, Kaiser carregou cerca de 35kg de equipamentos, como barraca , fogareiro, acessórios de montanhismo, comida desidratada, etc. Além do planejamento e condicionamento físico em  dia, o atleta cita como fundamental. &#8220;<em>Tem que estar focado e saber lidar com a situação</em>&#8220;. afirma, lembrando que passou dias sem encontrar ninguém pelo caminho. O inesperado calor e vento forte surpreederam, mas nada se comparou aos transtornos causados pelos trechos da estrada onde era cascalhos &#8220;<em>Tive quatro pneus furados em um mesmo dia e meus bagageiros quebraram</em>&#8221; , observa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6134" title="1º etapa de expedição na Ruta 40" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-401.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tempestade impede a escalada do Lanin</strong></em></p>
<p>Logo na chegada  Mendoza, <strong>Jorge Kaiser</strong> realizou um trekking de aclimatação e escalou o Cerro Penitentes, que fica quase em frente ao Aconcágua e tem 4351m. No primeiro trecho de pedalad até San Carlos, encontrou dois americanos e um alemão, com quem seguiu durante os primeiros dias. Cerca de 700km depois, Kaiser alcançou Chos Malal, onde escalou o Cerro de la Virgen. Apos outros quatro dias de paisagens exuberantes, chegou a Junin de Los Andes para enfrentar o Vulcão Lanin. A montanha fica na divisa da Argentina com o Chile e possui 3776m.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6135" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-2.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6136" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6137" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>&#8221; P<em>eguei uma tempestade e fui obrigado a parar de subir com 2600m</em>&#8221; , conta. &#8220;<em>Correu tudo como planejado e agora é só preparar a próxima expedição</em>&#8221; , conclui.</p>
<p>Mais detalhes: <a href="http://ruta40debicleta.blogspot.com" target="_blank">ruta40debicleta.blogspot.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 09:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !! Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !!</p>
<h2>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP<br />
Por Piá Ventura | Publicado:9 de junho de 2010</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8221; @renancavichi:<br />
A Expedição para a Pedra do Baú quebrou todos os recordes de emails trocados para organização e data da expedição, foram mais de 170 emails (contando as piadas) até a data de 22 de maio de 2010 quando reunimos os amigos: Carol Emboava de Taubaté, Jeff de Mogi das Cruzes, Laura de Jundiaí, Marcelo de Lorena, Mariana Ricatieri e eu (Renan Cavichi) de Caraguatatuba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3346" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/liofoods-%e2%80%93-trilheiros-do-sul/nova-geracao"><img class="aligncenter size-large wp-image-3346" title="pedra-do-bau-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@mari_ricatieri:<br />
Laura e Marcelo vieram até Caraguatatuba e daqui partimos para Taubaté onde encontramos Jeff e Carol. Tomamos um café com pão de queijo e nos dividimos em dois carros rumo à São Bento do Sapucaí.</p>
<p>http://www.piaventura.com.br/tracklogs/tracklog-pedra-do-bau.kml</p>
<p>Exibir mapa ampliado</p>
<p>Em Santo Antônio do Pinhal paramos na Estação de Bondinho Eugênio Lefreve para curtir o visual do Vale do Paraíba e depois de algumas fotos retomamos a rota para a Pedra do Baú.</p>
<p>@jeffsupertramp:<br />
Ao longo do percurso (de carro) já é possível ficar “namorando” o destino – as majestosas Ana Chata, Baú e Bauzinho olham imponentes para os pobres mortais que, falsamente, por vezes se acham prontos para encará-las.</p>
<p>@renancavichi:<br />
Dica: A estrada que sai de São Bento do Sapucaí até o estacionamento tem trechos bem íngremes, carros com motor fraco e com muito peso podem não aguentar a subida.</p>
<p>Chegando ao estacionamento, onde já temos uma bela vista das montanhas do sul de minas, ajustamos os últimos detalhes da mochila e começamos a subida.</p>
<p>O ínicio da trilha passa por dentro de uma fazenda, e para esquentar o corpo, já subimos um trecho bem íngreme beirando a cerca por entre alguns eucaliptos, mas logo a trilha volta a ficar plana e alguns minutos depois, saímos da área descampada e entramos na mata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3366" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/programa-adrenalina-estreia-nova-temporada-no-canal-futura-e-tv-unisinos-dia-18-de-agosto/ana-karina-belegantt-na-sobrevivencia-amazonia-fotos-joao-paulo-lucena-4061-l"><img class="aligncenter size-full wp-image-3366" title="pedra-do-bau-10-242x181" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-10-242x1811.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>A trilha é marcada por várias araucárias (árvores de pinhão, para os leigos) e alguns trechos por uma planta que fica aguardando suas vítimas com “carrapichos” na altura da cabeça, não muito agradável para quem tem cabelo comprido! rsrs</p>
<p>Com várias bifurcações pela trilha, um GPS com tracklog é fundamental (arrependimento), por sorte a nossa guia Carol conhecia a região como a palma da mão… Mas como estava usando luvas,  nos perdemos por um trecho curto, mas logo retomamos a trilha normalmente! (just kidding Carol rsrs)</p>
<p>Depois de caminharmos 1:30h aproximadamente chegamos à bifurcação que leva às duas faces da Pedra do Baú (norte e sul). Descendo alguns metros fora da trilha temos um ponto de água muito importante pois é o último no qual podemos pegar toda água possível para continuar a trilha e utilizar no acampamento no cume.</p>
<p>Rumo a face sul, retomamos a trilha. A cada passo a Pedra do Baú se mostra mais imponente e não muito longe conseguimos avistar a pedra da Ana Chata.</p>
<p>Logo chegamos ao início das escadas onde encontramos um casal de velhinhos que estavam voltando da trilha, com disposição de fazer inveja, uma grande motivação para encarar a escalada.</p>
<p>Escalar as escadas requer muita atenção, é uma subida muito perigosa e longa, qualquer deslize pode ser fatal, em alguns trechos as meninas que estavam subindo pela primeira vez não levaram mochilas, para isso contamos com a cooperação dos amigos com mais experiência e preparo para retornar e resgatar as mochilas.</p>
<p>Dica: Para aventureiros de primeira viagem um cinto de segurança de escalada é a melhor opção para não se arriscar.<br />
Durante a subida, apesar de todo perrengue, é possível curtir um visual fantástico de parte do vale do paraíba e Campos do Jordão.</p>
<p>Finalmente, depois de aproximadamente 4 horas, chegamos ao cume, uma sensação indescritível. Poder enxergar o horizonte em 360º é como estar no topo do mundo. Espetacular!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3385" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/isis-2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3385" title="pedra-do-bau-23-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-23-525x3931-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Ainda tivemos tempo de levantar acampamento e curtir o pôr do sol, que também rendeu fotos bem legais, mas como a luz, o sol também levou o calor, e a temperatura começou a cair.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3390" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/3378-autosave"><img class="aligncenter size-large wp-image-3390" title="por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x3933-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Logo que o sol se pôs começamos a preparar nosso jantar. Renan atacou de frango indiano (salvem o curry!). E já trouxe a receita meio preparada de casa, finalizando na espiriteira. Eu pilotei o fogareiro e fui de arroz de coco. Acompanhamos o prato de batata palha. Tudo delicioso!</p>
<p>Laura e Mari já se recolheram nas suas barracas e nós fomos até a ponta do Baú tomar capuccino, chá quentinho, bater papo e tirar algumas fotos.</p>
<p>De madrugada o frio pegou! Na última olhada no termômetro registramos 5.4ºC.</p>
<p>@renancavichi:<br />
No domingo acordamos por volta das 5:30am e fomos para a ponta da Pedra do Baú, o mais próximo do Bauzinho onde conseguimos presenciar um belissimo nascer do sol. Depois de algumas fotos, voltamos para começar a preparar o café da manhã.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3396" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/van-gogh"><img class="aligncenter size-large wp-image-3396" title="pedra-do-bau-31-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-31-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Hora de pilotar novamente o fogareiro e dessa fez tivemos pão de queijo quentinho pra acompanhar o capuccino. </p>
<p>@renancavichi:<br />
Enquanto os equipamentos e barracas secavam fomos visitar a ponta oposta da pedra, que fica de frente com a pedra Ana Chata, lá encontramos o aventureiro Ulisses em sua expedição solo, um cara muito legal e conhecedor da região, nos deu várias orientações de picos que podemos avistar de lá como: Pico dos Marins, X e Y, e depois de um bom papo, voltamos para terminar de fechar as mochilas para iniciar a descida.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3401" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/arvore2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3401" title="pedra-do-bau-40-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-40-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Fizemos a decida pelas escadas da face norte, o começo é bem assustador e osprimeiros degraus dão a impressão de estar em graus negativos, mas logo o susto inicial passa e podemos curtir toda a vista das montanhas e da pedra Ana Chata.</p>
<p>A Pedra do Baú é bem frequentada por aventureiros, cruzamos com alguns deles, inclusive um grupo de escoteiros que iniciavam a subida.</p>
<p>Também encontramos com Ulisses novamente que iniciava sua descida e nos deu uma grande ajuda com as meninas que estavam bastante tensas e preocupadas.</p>
<p>Na metade do trecho chegamos na “Parada dos Medrosos”, uma parte longa de escadas que faz uma curva na pedra, e assusta muita gente! Claro que aproveitamos para tirar algumas fotos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3403" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/?attachment_id=3403"><img class="aligncenter size-large wp-image-3403" title="parada-dos-medrosos-pedra-d" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/parada-dos-medrosos-pedra-d-292x390.jpg" alt="" width="292" height="390" /></a><br />
Mais algumas escadas abaixo e chegamos ao fim da face norte, retomamos a trilha e algumas horas depois estávamos de volta ao estacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>@carolemboava:<br />
Chegamos no carro e seguimos direto para o Restaurante Pedra do Baú (dica quente do Ulisses). Comida deliciosa acompanhada de um suco de limão cravo, hmmmm, pra fechar a trip com chave de ouro!</p>
<p>Valeu galera,<br />
Até a próxima! &#8221;</p>
<p>Acessem e conheçam o <a href="http://www.piaaventura.com.br">Piá Aventura</a> <a href="http://www.piaaventura.com.br"></a><a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.piaaventura.com.br/" target="_blank"></a></p>
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		<title>Rua das Bruxas &#8211; La Paz (Bolívia)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou descrever uma rua muito peculiar no centro de La Paz, na Bolívia: a Calle de las Brujas, ou, o nome formal Calle Jose M. Linares. O que tem de... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/rua-das-bruxas-la-paz-bolivia">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>Vou descrever uma rua muito peculiar no centro de La Paz, na Bolívia: a Calle de las Brujas, ou, o nome formal Calle Jose M. Linares.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5551" title="calle de las brujas" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_06163.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O que tem de tão especial nessa rua para ganhar um post? Além das lojas de lembranças e artesanatos, o grande diferencial dessa rua são as lojas de artigos &#8220;religiosos&#8221;. Pus religiosos entre aspas, pois o tipo de religião na Bolívia é muito diferente da nossa. Essas &#8220;tiendas&#8221; tem o quase o mesmo propósito das nossas lojas de produtos de umbanda e candomblé: vender oferendas, poções, chás, amuletos, incensos, velas, defumadores e etc. Até o cheiro delas é muito semelhante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5554" title="rua das bruxas" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_06231.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O que nos diferencia em termos religiosos é que nos países de origem Maia e Inca não se usam imagens para os santos ou entidades. Para esses povos tudo na natureza é um deus, desde o sol até o subterrâneo das montanhas. Pachamama é uma das principais deidades. É a mãe terra, a deusa da fertilidade, para ela são feitas oferendas com fetos (abortados) de lhama pedindo fartura.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5560" title="feto de lhama" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0619.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Nessas lojas tem chá de coca, bala de coca, chás para curar várias doenças, infusões e banhos para abrir caminhos, totens de pedra e madeira, amuletos para tudo e muito mais. O que me chamou atenção foi não ter nada para se fazer o mal ao próximo. Por curiosidade perguntei a uma vendedora e ela disse que não se vende esse tipo de coisa. Uma outra coisa muito, mas muito, diferente mesmo é a venda de produtos que aqui e, na grande maioria, dos outros do mundo é proibido.<br />
A folha de coca é a principal, mas é algo que faz parte da cultura deles, e não devemos confundir coca com cocaína. Coca não é droga. Mas agora o Ayahuasca, conhecido entre nós, como chá do Santo Daime, é um tipo de alucinógeno e é vendido nessas lojas sem problema algum. Podemos achá-lo em natura (cacto da onde é extraído) ou já processado em forma de pó.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0622.jpg" alt="" title="ayahuasca" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5569" /></p>
<p>Quem for a La Paz separe um tempinho para conhecer a Rua das Bruxas, vale a pena. Ela fica duas ruas atrás da Igreja de São Francisco, no coração de cidade.</p>
<p><strong>Uma dica muito importante em qualquer viagem. Sempre que nos depararmos com uma cultura diferente da nossa, nunca devemos julgar, mas sim respeitar e com isso aprenderemos cada vez mais sobre o vasto mundo que nos cerca.</strong></p>
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		<title>Viagem ao Monte Roraima &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 01:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[fauna monte roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

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		<description><![CDATA[Flora do Monte Roraima As plantas do cume do Monte Roraima crescem nas fendas e fissuras erodidas da superfície das rochas ou onde o pouco solo que existe pode escapar... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<h2><strong></p>
<div>
<div id="attachment_5837" class="wp-caption alignnone" style="width: 662px"><a rel="attachment wp-att-5837" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2/10736963-lg"><img class="size-full wp-image-5837" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/10736963-lg.jpg" alt="Monte Roraima" width="652" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Monte Roraima visto do acampamento base, essa face tem 6.4km</p></div>
</div>
<div>Flora do Monte Roraima</div>
<p></strong></h2>
<div>
<div>As plantas do cume do Monte Roraima crescem nas fendas e fissuras erodidas da superfície das rochas ou onde o pouco solo que existe pode escapar de ser lavado pelas fortes chuvas. Em áreas expostas, pequenas concentrações de plantas endêmicas crescem juntas, parecendo miniaturas de jardins japoneses. Quase todas elas são únicas dos Tepuis, sendo que metade somente existe no Monte Roraima.</div>
<div><img class="size-full wp-image-5797" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/10.jpg" alt="monte roraima" width="400" height="602" /></div>
<h2><strong>Endemismos</strong></h2>
<div>O cume do Monte Roraima é um ambiente difícil para qualquer organismo vivo.<br />
As rochas são pobres em minerais assim como o solo é pobre em nutrientes (especialmente cálcio, fósforo e nitrogênio). A turfa é altamente ácida, consistindo principalmente de matéria em decomposição que se espalha diretamente no substrato rochoso do cume.<br />
Com as chuvas todos os nutrientes são filtrados pela água e o solo é continuamente erodido por enchentes repentinas. Com isso algumas plantas têm que descobrir uma forma de suplementar sua dieta – apanhando e digerindo pequenos animais &#8211; assim como desenvolver estratégias para evitar a perda de água e se ancorar efetivamente no pouco substrato existente no cume.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5798" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/11.jpg" alt="monte roraima" width="580" height="534" /></div>
<div>Já os animais devem sobreviver em um ambiente com pouca comida e superar condições extremas de radiação e temperatura.</div>
<div>
<div id="attachment_5799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5799" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/12.jpg" alt="Monte Kukenan" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Por da lua cheia no Monte Kukenan</p></div>
</div>
<h2><strong>Plantas primitivas</strong></h2>
<div>Samambaias são as mais antigas das plantas da terra, tendo origem há cerca de 400 milhões de anos. Nos profundos vales do Roraima se acumulam terra e rochas suficientes para sustentar densas florestas pré-históricas de samambaias, Cyathea sp (Cyatheaceae) que atingem 4 metros. Junto com as samambaias crescem muitas outras plantas primitivas, como Cycads, Lomaria sp, plantas em forma de cone originárias a 120 milhões de anos.</div>
<div id="attachment_5800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5800" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/13.jpg" alt="Samambaias" width="580" height="414" /><p class="wp-caption-text">Samambaias no Hotel Coati, um dos, senão o maior “hotel” do monte. Hotel é como são chamadas as cavernas onde são feitos os acampamentos.</p></div>
<div>Características de algumas das plantas que ocorrem no cume que foram fotografadas:</div>
<div><strong>Heliamphora nutens (Sarraceniaceae)</strong> – Planta carnívora endêmica dos Tepuis. Cresce em grandes aglomerações e em lugares úmidos. Suas folhas em forma de jarro coletam a água da chuva que aprisiona os insetos que se afogam e são digeridos.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5803" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/14.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Brochinnia reducta (Bromeliaceae) </strong>– Bromélia carnívora facilmente reconhecida pelas folhas que formam um longo tubo que coleta água. Sua brilhante cor verde amarelada atrai os insetos que caem no tubo e são digeridos por células especiais do revestimento das folhas.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5804" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/15.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Stegolepis guianensis (Rapataceae)</strong> – Gênero endêmico dos Tepuis com várias espécies, esta família é também representada na África, sugerindo uma ligação antiga com o mega continente de Gondwana. Uma planta reconhecida por suas folhas brilhantes e um longo caule que sustenta uma pontiaguda flor amarela.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5805" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/16.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Orectanthe sceptrum (Xyridaceae) </strong>– Essa planta é abundante no cume, e pelo que se sabe existe somente no Planalto das Guianas. Reconhecida por suas folhas duras e acinzentadas em forma de roseta que lembram um abacaxi, e um caule pequeno que sustenta uma flor amarela.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5806" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/17.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div><strong>Drosera roraimae (Droseraceae) </strong>– Planta carnívora de vermelho brilhante e de tamanho minúsculo que cresce em áreas úmidas. Suas folhas crescem acima do nível d’água e possuem tentáculos que aprisionam pequenos insetos.<br />
Existem centenas de espécies de Droseras pelo mundo, sendo que 7 somente nos Tepuis.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5807" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/18.jpg" alt="" width="580" height="386" /></div>
<h2><strong>Os Índios, suas lendas e costumes</strong></h2>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5808" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/19.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div>A caminhada para o monte começa na aldeia Paraytepui, habitada pelos índios Pémons que dependem do trabalho como guias e carregadores para subsistência.</div>
<div>Possuem uma relação de profundo respeito pela montanha, morada de seus deuses e guardiões, não permitindo ou ficando bastante incomodados caso os visitantes gritem ou joguem pedras pelas encostas ou nos lagos, cursos d’água do Monte.</div>
<div>Segundo suas tradições (o Monte é onde repousam os espíritos dos pajés que quando morrem penetram na terra se transformando em cristais) esse comportamento provoca a sua ira que em troca enviam a chuva.</div>
<div id="attachment_5809" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5809" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/20.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Vale dos Cristais, descoberto em 1976 pelo explorador venezuelano Charles Brewer Carias  http://www.charlesbrewercarias.com/</p></div>
<div>Pude presenciar essa relação deles com o monte pelo índio que me guiou até o Lago Gladys (que tem esse nome em homenagem a um lago citado no livro o Mundo Perdido) e as proximidades da Proa, o Bráulio, que em toda a caminhada se manteve em silêncio, e ao chegar ao lago, me deixou com o guia da agência no local e sumiu em meio à neblina como uma das entidades que habitam o monte, de forma silenciosa e misteriosa.</div>
<div id="attachment_5810" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5810" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/21.jpg" alt="" width="580" height="429" /><p class="wp-caption-text">Lago Gladys, ao fundo está os labirintos, uma das áreas mais inexploradas do Monte e onde estão as maiores formações rochosas do cume, alcançando a altura de 45m. Segundo o Bráulio, são necessárias 9 horas de caminhada para atravessá-los.</p></div>
<div>Tornou a aparecer quando o guia o chamou, surgindo entre a neblina, calado, cabisbaixo, e nos levou até as proximidades da Proa, que não alcançamos pelas condições climáticas – um denso nevoeiro que reduzia a visibilidade a poucos metros.</div>
<div id="attachment_5811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5811" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/22.jpg" alt="" width="580" height="429" /><p class="wp-caption-text">O Monte tem uma área de 34km², a sua travessia no sentido sul/norte é uma caminhada de 14 km.</p></div>
<div>Além do clima resolvemos não arriscar também por segurança, teríamos que ultrapassar um pequeno lance, uns 4 metros, onde era necessário escalar, mas que estava extremamente escorregadio pela alta umidade nessa face do monte que por estar ao norte, recebe a umidade do mar e da floresta, condição que a deixa praticamente encoberta<br />
durante todo o ano.</div>
<div id="attachment_5813" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5813" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/23.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Proa vista do mirante La Ventana</p></div>
<div>Nenhuma vida vale a vaidade de se chegar a um determinado local, e além das condições citadas acima, uma das únicas frases que o Bráulio disse durante a caminhada me marcou e fez desistir de ir até a proa, mesmo com o guia querendo ir até lá de qualquer jeito, ele disse com os olhos tristes e a voz baixa:</div>
<div>No quiero, tengo miedo!</div>
<div>Após ouvir e sentir toda a emoção que essa frase carregava, peguei minha mochila, e comuniquei aos dois que a melhor coisa que devíamos fazer era voltar para o acampamento.</div>
<div>Por respeito à vida e as tradições não deveríamos prosseguir, os deuses não nos queriam ali nesse momento.</div>
<div>Os índios conhecem o Monte também como a “Mãe das Águas”, lugar de nascentes de rios e grandes cachoeiras. Para eles, se a água é o sangue do planeta, então o Monte Roraima é o coração.</div>
<div id="attachment_5815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5815" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/24.jpg" alt="Rio Tok e Monte Kukenan" width="400" height="602" /><p class="wp-caption-text">Rio Tok e Monte Kukenan</p></div>
<div id="attachment_5816" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5816" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/25.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Os carregadores têm um limite de 15 kg de carga, sendo que alguns para ganhar mais, chegam a levar o dobro disso. Nesse caso, Bráulio e Antônio estavam levando material de acampamento e suprimentos para 8 pessoas (incluindo eles) que iriam ficar de 5 a 8 dias no Monte. </p></div>
<div id="attachment_5817" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5817" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/26.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Bráulio na volta do Monte, já no 7º dia da excursão, com seus pertences pessoais </p></div>
<div>Por outro lado eles têm o costume de colocar fogo na savana na época seca. Originalmente esse costume era uma forma de celebração após uma caçada bem sucedida, assim como também usado como método de “controle ambiental” – como forma de preparar o solo para a plantação de batata, feijão, mandioca e para matar as cascavéis que tem a savana como habitat.</div>
<div id="attachment_5818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5818" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/27.jpg" alt="" width="580" height="204" /><p class="wp-caption-text">Ermita de Santa Maria de Tokwono e Montes Kukenan e Roraima</p></div>
<div>Infelizmente essas queimadas quando fora de controle causam a destruição de grandes áreas, como a que em 1925 chegou às encostas do monte alcançando as proximidades da rampa que dá acesso ao cume.</div>
<div>Esqueletos de algumas árvores que existiam antes desse grande incêndio podem ser vistas na trilha em muitas áreas.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5819" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/28.jpg" alt="" width="580" height="360" /></div>
<div id="attachment_5820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5820" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/29.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Marco Tríplice, que define a fronteira entre o Brasil, Venezuela e Guiana.  Aproximadamente 80% da área do Monte está na Venezuela, cabendo ao Brasil e a Guiana cerca de 10% cada um, sendo que a Venezuela não reconhece a fronteira com a Guiana,reclamando uma revisão dos limites. Devido a essa questão, as inscrições no lado guianense do marco foram retiradas, só restando a do lado brasileiro e venezuelano. </p></div>
<div>O Monte Roraima que se tornou conhecido do mundo somente no final do século XIX pelas palavras do escritor inglês Arthur Conan Doyle no livro O Mundo Perdido, é um lugar mágico, sagrado para os índios que tem uma relação de profundo respeito pela montanha e fascinante para todos que o visitam, que ficam enfeitiçados pelas histórias contadas pelos indígenas e principalmente pelas belezas que a natureza com seu infinito poder de transformação pode criar.</div>
<div id="attachment_5821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5821" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/30.jpg" alt="Nascer do sol no Monte Kukenan" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Nascer do sol no Monte Kukenan</p></div>
<div>Assim como o personagem do livro o Mundo Perdido que citei no texto que dá início a esse relato, que jurou registrar suas impressões em tinta e papel da sua visita ao Monte fica aqui o meu registro em tinta, papel, alma e coração da visita a um dos locais mais espetaculares do planeta, o Monte Roraima.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5822" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/31.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div><strong>Flávio Varricchio<br />
Fotógrafo</strong></div>
<div><a title="este link abre uma nova janela" href="http://photo.net/photos/FlavioVarricchio" target="_blank">http://photo.net/photos/FlavioVarricchio</a><br />
<a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/</a><br />
<a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.facebook.com/flavio.varricchio" target="_blank">http://www.facebook.com/flavio.varricchio</a></div>
<div><strong>Referências bibliográficas</strong></div>
<div>Map of Mount Roraima by Emilio Pérez &amp; Adrian Warren<br />
O Mundo Perdido, Arthur Conan Doyle, Editora Nova Alexandria Ltda., página 123<br />
Revista Os Caminhos da Terra, Editora Azul, página 43, Edição 39, julho de 1995</div>
<div><strong>Agradecimentos</strong></div>
<div>A agência de ecoturismo New Frontiers Adventure pela excelente estrutura, representada nessa foto pelo guia Luiz Hernandez</div>
<div id="attachment_5823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5823" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/32.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Luiz Hernandez no ponto mais alto do Monte Roraima, conhecido como El Carro ou Maverick</p></div>
<div><a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.newfrontiersadventures.com/" target="_blank">http://www.newfrontiersadventures.com/</a></div>
<div>Ao carregador Bráulio pela ajuda e estórias, a Carla Dadda Roque pela companhia e superação e a todos que contribuíram na realização de mais esse sonho, deixo o meu muito obrigado e um até breve&#8230;</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Machu Picchu: 100 anos da redescoberta</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/machu-picchu-100-anos-da-redescoberta</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/machu-picchu-100-anos-da-redescoberta#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>História do Montanhismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[história de Machu Picchu]]></category>
		<category><![CDATA[Machu Picchu]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 24 de Julho foi comemorado o 100º aniversário da redescoberta de Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas localizada no Peru. O redescobrimento da região, em 24 de julho... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/machu-picchu-100-anos-da-redescoberta">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Em 24 de Julho foi comemorado o 100º aniversário da redescoberta de Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas localizada no Peru. </p>
<p>O redescobrimento da região, em 24 de julho de 1911, foi resultado de uma expedição da Universidade de Yale, sob responsabilidade do professor norte-americano Hiram Bingham. Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO.</p>
<p>Machu Picchu, que na língua quechua (Machu Pikchu) significa &#8220;velha montanha&#8221;, também é conhecida como a &#8220;cidade perdida dos Incas&#8221;. Trata-se de uma cidade pré-colombiana que se manteve bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2.438 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, na província de Urubamba, no Departamento de Cusco, no Peru. A cidade importante mais próxima é Cusco, que é a capital regional atual e antiga capital dos incas, a aproximadamente 130 quilômetros de distância.</p>
<p>De acordo com levantamentos científicos e históricos, a cidade foi construída por volta do século XV, sob as ordens de Pachacuti, o quarto governante da dinastia Hanan Cusco, que foi o mais importante dos governantes cusquenhos e o fundador do Império Inca. </p>
<p>O local é considerado por muitos o símbolo mais típico do Império Inca, seja devido à suas características geológicas e localização original, seja devido à sua descoberta somente em 1911. Somente 30% da cidade atual resulta de sua construção original, todo o restante foi reconstruído. Tais áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras, pois se observadas bem de perto, as pedras da construção original são bem maiores, e possuem encaixes com pouca folga entre as elas, quase perfeitos.</p>
<p>As duas montanhas icônicas que ficam junto à cidade, Machu Picchu e Huayna Picchu, fazem parte de uma grande formação conhecida como Batolito de Vilcabamba, da Cordilheira Central dos Andes peruanos. Se localizam na margem esquerda do chamado Canyon do Urubamba, conhecido antigamente como Quebrada de Picchu. As ruínas incas se encontram entre os picos das duas montanha, a 450 metros acima do nível do vale e a 2.438 metros acima do nível do mar. A superfície edificada da cidade possui aproximadamente 530 metros de comprimento e 200 de largura, e contendo 172 edifícios.</p>
<h2>O Redescobrimento de Machu Picchu</h2>
<p></p>
<p>Depois da conquista do Peru pelos espanhóis, o rebelde Inca Manco Capac II, secretamente fugiu de Cusco à noite e retirou-se a noroeste além de Ollantaytambo e nas profundezas da selva, onde estabeleceu uma cidade chamada Vilcabamba. Foi a partir dessa base que os últimos dos Incas atacaram os espanhóis em Cusco durante os próximos 36 anos. Em 1572 os espanhóis perderam a paciência e montaram uma invasão brutal contra a resistência Inca. Eles atacaram Vilcabamba e finalmente trouxeram o último Inca Tupac Amaru (herdeiro de Manco e meio-irmão) de volta para Cusco, onde permaneceu na cadeia, sendo depois executado na Praça de Armas. Muitos de seus herdeiros e familiares foram executados ou acabaram dispersos, fazendo com que desaparecesse a dinastia Inca. Com o tempo a localização da cidade abandonada de Vilcabamba tornou-se esquecida por todos, mas restaram alguns mapas antigos e pistas deixadas por alguns cronistas espanhóis.</p>
<p>Hiram Bingham, um doutor em filosofia e história da Universidade de Yale, ficou fascinado com a arqueologia Inca e histórias de cidades perdidas quando ele esteve visitando o Peru em 1909, enquanto refazia os passos de Simon Bolivar, o grande libertador da América do Sul. Então ele voltou ao Peru em 1911 com uma expedição de sete homens, e patrocinada pela Universidade de Yale e pela National Geographic Society.</p>
<p>Na época, a principal meta de Bingham era encontrar a lendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, que foi tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre os anos de 1536 e 1572. </p>
<p>Deixando Cusco em julho de 1911, Bingham e sua equipe seguiram em direção a selva, descendo o Vale do Urubamba. Bingham já tinha passado algum tempo em Lima, onde tinha feito a leitura de muitos manuscritos espanhol. Ele estava convencido de que as cidades perdidas, ruínas incas, e possivelmente, tesouros imensuráveis estavam em algum lugar nesta parte do Peru. Quase imediatamente, o grupo descobriu um dos principais sítios arqueológicos Inca, ao qual deram o nome de Patallacta (também chamado de Llactapata). Esta ruína pode ser encontrada no início da Trilha Inca, na junção do rio Vilcanota e Cusichaca. Bingham e seus companheiros continuaram sua viagem.</p>
<p>Em 23 de Julho de 1911, apenas uma semana após o início da expedição, o grupo acampou em Mandorpampa, a alguns quilômetros mais adentro do Vale di rio Vilcanota, aonde hoje se encontra a vila de Aguas Calientes. Ali eles começaram a falar com Melchor Artega, o proprietário de uma fazenda local. Bingham foi informado de algumas ruínas bem no alto das colinas, do outro lado do rio e Artega estava disposto a levá-los lá. No dia seguinte choveu e apenas Bingham tinha o entusiasmo para escalar o lado íngreme da montanha, acompanhado por Artega.</p>
<p>Ao subir, para sua surpresa, na parte superior ele foi recebido por dois habitantes locais, Toribio Richarte e Anacleto Alvarez, que viviam na encosta da montanha a alguns anos para evitar a polícia e os coletores de impostos. Após um breve descanso, os homens levaram Bingham às ruínas. Quando o professor Bingham chegou à cidade pela primeira vez, a encontrou coberta pela vegetação nativa e árvores, além de também estar infestada de víboras. Bingham também observou as imponentes construções arqueológicas cobertas pela vegetação tropical e aparentando há muitos séculos em evidente estado de abandono.</p>
<p>Durante suas inspeções nas ruínas, ainda sem acreditar, Bingham anotou em seu diário: &#8220;Would anyone believe what I have found?&#8221; (Alguém acreditará no que encontrei?)</p>
<p>&#8220;Eu logo me encontrei em frente das paredes em ruínas de edifícios construídos com alguns dos melhores trabalhos em pedra dos Incas. Foi difícil vê-los, pois eles foram parcialmente encobertos por árvores e musgos, crescendo durante séculos; mas na densa sombra, escondido em moitas de bambu alternado por videiras, podia ser visto, aqui e ali paredes de de granito branco cuidadosamente cortadas e encaixadas perfeitamente (&#8230;). Fiquei realmente sem fôlego.&#8221; Extraído de &#8220;A Cidade Perdida dos Incas&#8221;, por Hiram Bingham.</p>
<p>O professor Bingham foi quem criou o nome de &#8220;Cidade Perdida dos Incas&#8221;, por meio de seu primeiro livro, &#8220;Lost City of the Incas&#8221;.</p>
<p>Bingham acreditava que se tratava da última fortificação Inca e que Vilcabamba tinha sido finalmente encontrada. Esta &#8220;descoberta&#8221; ficou sem contestação durante os próximos 50 anos, até que o erro de Bingham foi afirmado por Gene Savoy, em 1964, quando ele descobriu que a maioria das pessoas concordava que as ruínas da verdadeira Vilcabamba se localizavam no Espiritu Pampa, ainda a 4 ou 5 dias de caminhada difícil pela a selva. Ironicamente Hiram Bingham encontrou realmente parte dessas ruínas durante sua expedição de 1909, mas considerou-as sem importância.</p>
<p>Após ter conseguido levantar patrocínio suficiente, Bingham voltou a Machu Picchu, no ano seguinte para começar a enorme tarefa de limpar as ruínas de vegetação, um trabalho que levou 3 anos. Durante este tempo muitas cerâmicas, objetos de pedra e ossos foram encontrados e levados de volta para os Estados Unidos. A construção de uma ferrovia começou em 1913, finalmente alcançando Aguas Calientes, em 1928. O caminho até as ruínas foi concluído em 1948 e inaugurado pelo próprio Bingham. </p>
<p>As escavações realizadas em diversos lugares da cidade de Machu Picchu, permitiram encontrar 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra, entre muitos outros materiais. A cerâmica encontrada mostra expressões da arte inca, assim como acontece com as peças de metal, que se traduziam em brincos, prendedores decorados, braceletes, além de facas e machados. Mesmo não encontrando objetos confeccionados de ouro, todo o material arqueológico localizado por Bingham já se tornava suficiente para demonstrar que a cidade de Machu Picchu simbolizava os tempos de esplendor do império inca, algo já evidenciado pelo próprio estilo arquitetônico utilizado na cidade.</p>
<p>O professor Bingham encontrou também muitos outros grupos arqueológicos importantes nas imediações de Machu Picchu: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e extensos trechos de caminhos, sendo o mais conhecido o Caminho Inca, e todos simbolizam importantes exemplos da arquitetura do império inca. De acordo com os pesquisadores, através das evidências arquitetônicas encontradas, a cidade de Machu Picchu teve sua construção finalizada entre o fim do século XV e início do século XVI.</p>
<p>A expedição de Hiram Bingham, recebeu uma edição especial da revista National Geographic Society, que foi publicada em Abril de 1913, que com o total de 186 páginas, incluia centenas de fotografias de Machu Picchu, a &#8220;Cidade Perdida dos Incas&#8221;.</p>
<p>Em 1981 uma área de 325 km quadrados em torno de Machu Picchu foi declarada Santuário Histórico pelo Governo peruano. Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu foi considerada Património Mundial pela UNESCO em 1983.</p>
<p>Para mais informações visite a página oficial de &#8220;Machu Picchu 100 anos&#8221; (em inglês): <a href="http://www.machupicchu100.org.pe/en" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.machupicchu100.org.pe/en</a></p>
<p><strong>Por Beto Joly</strong> com informações de National Geographic, Portal del Estado Peruano, <a href="www.machupicchumystery.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">www.machupicchumystery.com</a>, <a href="www.machupicchu100.org.pe" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">www.machupicchu100.org.pe</a>, <a href="www.nytimes.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">www.nytimes.com</a></p>
<h2>Fotos:</h2>
<p></p>
<div id="attachment_5432" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/21.jpg" alt="Machu Picchu em 1911, foto de Hiran Binghan" title="Machu Picchu em 1911, foto de Hiran Binghan" width="600" height="378" class="size-full wp-image-5432" /><p class="wp-caption-text">Vista da cidade de Machu Picchu em 1911. Bingham, photo 1911. Wikimedia Commons</p></div>
<div id="attachment_5436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 602px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/3.jpg" alt="Mapa de localização de Machu Picchu" title="Mapa de localização de Machu Picchu" width="592" height="560" class="size-full wp-image-5436" /><p class="wp-caption-text">Localização das ruínas de Machu Picchu, no Cânion do Urubamba. Observe a curva que o rio descreve em torno das montanhas Machu Picchu e Huayna Picchu. Wikimedia Commons</p></div>
<div id="attachment_5437" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/4.jpg" alt="Mapa urbano da cidade Machu Picchu" title="Mapa urbano da cidade Machu Picchu" width="600" height="392" class="size-full wp-image-5437" /><p class="wp-caption-text">Mapa urbano da cidade Machu Picchu. Wikimedia Commons</p></div>
<div id="attachment_5438" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/6.jpg" alt="As ruínas de Machu Picchu" title="As ruínas de Machu Picchu" width="600" height="403" class="size-full wp-image-5438" /><p class="wp-caption-text">As ruínas de Machu Picchu. Foto www.machupicchu100.org.pe</p></div>
<div id="attachment_5439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/7.jpg" alt="Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas e Huayna Picchu" title="Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas e Huayna Picchu" width="600" height="400" class="size-full wp-image-5439" /><p class="wp-caption-text">Machu Picchu, a &quot;Cidade Perdida dos Incas&quot;, e Huayna Picchu, a montanha maior, atrás da cidade. Foto www.machupicchu100.org.pe</p></div>
<div id="attachment_5440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/91.jpg" alt="Capa da National Geographic de 1913 falando de Machu Picchu" title="Capa da National Geographic de 1913 falando de Machu Picchu" width="400" height="600" class="size-full wp-image-5440" /><p class="wp-caption-text">Capa da edição especial, de Abril de 1913, da revista National Geographic, sobre Machu Picchu. Imagem www.machupicchumystery.com</p></div>
<div id="attachment_5443" class="wp-caption aligncenter" style="width: 395px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/10.jpg" alt="Hiran Binghan, o descobridor de Machu Picchu" title="Hiran Binghan, o descobridor de Machu Picchu" width="385" height="600" class="size-full wp-image-5443" /><p class="wp-caption-text">Hiram Bingham III, na sua barraca em 1912 após completar uma escavação. Imagem Hiram Bingham, National Geographic / www.nytimes.com</p></div>
<div id="attachment_5444" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/11.jpg" alt="Foto de Machu Picchu colorida a mão feita em 1911" title="Foto de Machu Picchu colorida a mão feita em 1911" width="600" height="358" class="size-full wp-image-5444" /><p class="wp-caption-text">A hand-colored 1911 photograph of Machu Picchu, the wintertime retreat of the Inca ruler Pachacuti Yupanqui. Imagem Yale University Library / www.nytimes.com</p></div>
<div id="attachment_5445" class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/121.jpg" alt="Vista de Machu Picchu quando foi descoberta em 1911" title="Vista de Machu Picchu quando foi descoberta em 1911" width="432" height="393" class="size-full wp-image-5445" /><p class="wp-caption-text">Vista de Machu Picchu quando foi descoberta, em 1911, antes de ser retirada a vegetação. Imagem Hiram Bingham, National Geographic</p></div>
<div id="attachment_5446" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/13.jpg" alt="A escavação do Templo Principal de Machu Picchu." title="A escavação do Templo Principal de Machu Picchu." width="600" height="415" class="size-full wp-image-5446" /><p class="wp-caption-text">A escavação do Templo Principal de Machu Picchu. Imagem Hiram Bingham, National Geographic / www.nytimes.com</p></div>
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		<title>Viagem ao Monte Roraima &#8211; parte 1</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/monte-roraima</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 12:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>

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		<description><![CDATA[Hei de descrever tudo isso com vagar e, sobretudo pintar com ternura as noites deliciosas, quando, após a fadiga de dias laboriosos, deitávamos no alto capim vizinho à floresta, admirando,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/monte-roraima">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<div><em> </em></div>
<div><em> </em></div>
<div><em> </em></div>
<div><em> </em></div>
<p><em></p>
<div>Hei de descrever tudo isso com vagar e, sobretudo pintar com ternura as noites deliciosas, quando, após a fadiga de dias laboriosos, deitávamos no alto capim vizinho à floresta, admirando, deslumbrados, as aves estranhas e os animais desconhecidos que saíam sorrateiramente de suas tocas para observar-nos ao mesmo tempo em que, olhando para os céus e contemplando sua abóboda profundamente azul, víamos também os galhos das árvores e, entre eles, apetitosos frutos e lindas, lindas flores exóticas.</div>
<p></em></p>
<div id="attachment_5341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><br />
<img class="size-full wp-image-5342" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/o-Monte-Roraima.jpg" alt="" width="640" height="209" /><p class="wp-caption-text">Monte Roraima</p></div>
<div><em>Queira Deus que eu possa, igualmente, falar das noites, prolongadas noites em que nos deitávamos em barcaças deslizando no lago com os olhos fixos naquelas águas mágicas, vislumbrando em seus reflexos o súbito mergulho de um monstro fantástico ou o súbito brilho verde-lume que ao longe, em meio à escuridão, era emitido por alguma criatura. Não, jamais esquecerei essas cenas maravilhosas, que um dia registrarei com tinta e papel.</em></div>
<div><em> O Mundo Perdido, <strong>Arthur Conan Doyle</strong></em></div>
<div>As montanhas localizadas ao norte da América do Sul conhecidas pelos índios locais de etnia Pémon como Tepuis, são as mais antigas do planeta. Começaram a surgir a 1.8 bilhões de anos em um processo sedimentar que foi alimentado por várias camadas de areia que foram comprimidas e cimentadas durante sucessivas mudanças climáticas, formando um imenso platô que alcançava 3 km de espessura.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5344" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/foto-2.jpg" alt="" width="572" height="480" /></div>
<div id="attachment_5345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5345" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Amanhecer-no-Rio-Kukenan-.jpg" alt="" width="640" height="360" /><p class="wp-caption-text">Amanhecer no Rio Kukenan e Montes Kukenan e Roraima</p></div>
<div>Com a separação do megacontinente <strong><em>Gondwana</em></strong> causada por forças tectônicas o platô se quebrou em diversos lugares, formando centenas de platôs menores, que com a influência de milhões de anos de erosão ficaram distantes uns dos outros, sendo que o mais conhecido e de maior altitude é o <strong>Monte Roraima</strong>, local que tive a oportunidade de conhecer no início de 2010, como premiação a um concurso fotográfico ao qual me sai vencedor.</div>
<div id="attachment_5383" class="wp-caption alignnone" style="width: 612px"><a rel="attachment wp-att-5383" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/monte-roraima/dispersion"><img class="size-full wp-image-5383" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/dispersion.gif" alt="" width="602" height="494" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa de Gondwana</p></div>
<div>A evidência mais contundente da teoria de <strong>Gondwana</strong> é a composição mineral idêntica em rochas do Saara Ocidental e do <strong>Monte Roraima</strong>.</div>
<div><strong><a href="http://www.searchanddiscovery.com/documents/97019/index.htm">http://www.searchanddiscovery.com/documents/97019/index.htm</a></strong></div>
<div id="attachment_5346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5346" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/São-8-os-Tepuis-.jpg" alt="" width="640" height="196" /><p class="wp-caption-text">São 8 os Tepuis</p></div>
<div>São 9 os Tepuis localizados a sudeste do <strong>Parque Nacional Canaíma na Grande Savana</strong>,cordilheira que se extende por 50 km no sentido oeste/leste e mais de 70 km no sentido norte/sul acompanhando a fronteira da Venezuela com a Guiana, são os mais altos da região e fazem parte do Grupo Roraima. São eles:</div>
<div><strong>Ilú </strong>e<strong> Tramen </strong>ambos com 2700m, <strong>Karaurin </strong>com 2500m, <strong>Wadakapiopué</strong> -2000m, <strong>Yuruani</strong> ou<strong> Iwarkarima</strong> -2400m, <strong>Kukenan</strong> ou <strong>Matawi</strong>, 2650m, <strong>Roraima </strong>com 2735m &#8211; altitude do Marco Tríplice e <strong>Uei </strong>com 2150m localizado a 25 km ao sul do Monte Roraima.</div>
<div>O 9º Tepui (<strong>Wei Assipu</strong> também conhecido como <strong>Roraiminha </strong>com 1972m) está ao leste, bem ao lado do Monte Roraima,já no território da Guiana.</div>
<div>É um lugar especial, diferente de tudo que tinha visto em outras montanhas. No cume, milhões de anos de erosão causados pela chuva e vento, criaram formações rochosas curiosas que lembram seres pré-históricos e que mexem com a imaginação de todos que visitam esse fantástico lugar.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5348" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/foto-6.jpg" alt="" width="640" height="425" /></div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5349" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/foto-7.jpg" alt="" width="425" height="640" /></div>
<div>Formações que via como se fossem guardiões de um tesouro, tesouro esse que são os milhares de espécies de plantas, algumas originadas a 140 milhões de anos, que só existem nos Tepuis.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5350" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/foto-8.jpg" alt="" width="425" height="640" /></div>
<div id="attachment_5351" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5351" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/jacuzzis.jpg" alt="" width="640" height="388" /><p class="wp-caption-text">&quot;Jacuzzis&quot;, piscinas naturais com fundo de cristais de quartzo</p></div>
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		<title>Mochilão Bolívia</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/mochilao-bolivia</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 14:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[alta montanha]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[bolivia]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[trekking montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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<p>Em julho de 2011 fiz um mochilão pela Bolívia, com meu amigo e sócio <strong>Mario Nery</strong>.</p>
<p>Nas aulas de geografia sempre nos disseram que La Paz era a capital da Bolívia, mas na Bolívia todos dizem que a capital é Sucre. Todos os prédios administrativos se encontram lá. Em La Paz apenas está a sede do governo. Sempre ouvimos que ela era um dos nossos vizinhos mais pobres e tudo mais. Não foi essa a impressão que tive. A pobreza existe, é claro, mas dá mesma forma da nossa: crianças nas ruas, pessoas pedindo dinheiro, nada de absurdo. A criminalidade, mostrada nos meios de comunicação, é muito menor que a nossa !! O presidente Evo Morales mudou várias coisas no país, inclusive o nome. A República da Bolívia agora se chama Estado Plurinacional de Bolívia. A valorização dos povos do Altiplano é o que se destaca no governo. Vamos deixar a política de lado e ir ao que interessa: aventura e cultura !!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5213" title="mapa bolívia" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/untitled.bmp" alt="" /></p>
<p>Saímos, dia 03/07, do Rio de Janeiro para Santa Cruz de la Sierra (via São Paulo e com uma parada em Campo Grande).</p>
<p><strong>Santa Cruz</strong> é uma cidade a parte da Bolívia, pois é nela que se encontram as grandes indústrias e fábricas do país. O povo de lá olha para o resto do país como sendo o &#8220;primo pobre&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5220" title="Santa Cruz de la Sierra" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0029.jpg" alt="" width="448" height="336" /> Igreja no centro de Santa Cruz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De lá voamos para <strong>Sucre</strong>, também conhecida como cidade branca.  Uma cidade muito calma e limpa. Uma observação: limpeza é um ponto chave das cidades bolivianas, sempre existe algum funcionário limpando as &#8220;calles&#8217;. O Mercado Central de Sucre merece uma visita, se você tiver estômago forte e não se impressionar facilmente.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5225" title="Sucre" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0052.jpg" alt="" width="448" height="336" /></p>
<p style="text-align: center;">Prédio administrativo &#8211; centro de Sucre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5226" title="Mercado Sucre" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0056.jpg" alt="" width="314" height="235" /><img class="aligncenter size-full wp-image-5227" title="mercado central sucre" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0058.jpg" alt="" width="314" height="235" /><img class="aligncenter size-full wp-image-5231" title="mercado municipal sucre" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_00591.jpg" alt="" width="314" height="235" /></p>
<p style="text-align: center;">Mercado Central de Sucre</p>
<p style="text-align: justify;">Depois partimos para <strong>Potosí</strong>. Ela é considerada uma das cidades mais altas do mundo, estando a, mais ou menos, 4.070m acima do nível do mar. Os atrativos principais são os passeios as minas de prata, as lagunas artificiais e os banhos termais. Uma curiosidade sobre as minas, é que se pode comprar uma banana de dinamite e usá-la nas minhas (dando uns regalos aos mineiros antes).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5237" title="cholas" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_00651.jpg" alt="" width="448" height="336" />Cholas (bolivianas típicas) na rodoviária de Potosí</p>
<p style="text-align: justify;">De Potosí fomos para <strong>Uyuni</strong>, aonde fica o famoso e incrível salar. A cidade é simples, acolhedora e muito fria no inverno, mas de uma beleza ímpar. Tem duas atrações: o cemitério de trens (os primeiros trens que chegaram a Bolívia) e o salar. O deserto de sal é surreal. Nós o vimos alagado, o que o tornou um grande espelho. No salar está também a ilha do pescado, que é uma grande ilha de corais com cactos milenares no meio do deserto de sal.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5241" title="centro uyuni" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0136.jpg" alt="" width="448" height="336" />Centro Uyuni</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5242" title="cemiterio de trens" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0141.jpg" alt="" width="448" height="336" />Cemitério de Trens</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5243" title="salar uyuni" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0200.jpg" alt="" width="448" height="336" />Deserto de Sal</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Uyuni nós fomos para <strong>La Paz</strong>. A cidade com o trânsito mais confuso, o ar mais seco e o mais lindo céu azul que eu já conheci. Lá está a cordilheira real. Um conjunto de montanhas nevadas, em sua grande maioria, que adornam a cidade. Estando em La Paz, fomos a Copacabana conhecer o famoso lago Titicaca, depois ao parque arqueológico de  Tiwuanaco, o vale da lua, a estrada da morte e a duas montanhas da cordilheira real: chacaltaya e huyana potosi.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5265" title="centro de la paz" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0640.jpg" alt="" width="448" height="336" />Centro de La Paz &#8211; trânsito de sábado</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5268" title="copacabana bolivia" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0301.jpg" alt="" width="448" height="336" />Cidade de Copacabana com o lago Titicaca ao fundo</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5269" title="tiwanacu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0607.jpg" alt="" width="448" height="336" />Portal do Sol &#8211; Tiwuanaco</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5270" title="vale da lua" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0368.jpg" alt="" width="448" height="336" />Vale da Lua</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5271" title="estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0482.jpg" alt="" width="448" height="336" />Down Hill na estrada da morte</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5272" title="chacaltaya" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0336.jpg" alt="" width="448" height="336" />Chacaltaya</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5273" title="Huyana Potosi" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/IMG_0445.jpg" alt="" width="448" height="336" />Huyana Potosi</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se vê e se sente te tudo na Bolívia: lhamas, falta de ar, perros-lhamas (cachorros muito peludos), todo tipo de comida servida na rua com zero de higiene, o Presidente andando nas ruas, pessoas que mantem sua cultura e costumes, todo tipo de aventureiro, dor de cabeça, hippies, fetos de lhamas, fósseis vendidos nas esquinas, montanhas majestosas, escavações de mais 3 mil anos, deserto de sal, neve e gelo, cactos, coca, inca cola (o melhor refrigerante) e, acima de tudo, admiração e respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo me surpreendeu mais que tudo: luta livre de cholitas (as bolivianas típicas) !! Os caras do UFC são fichinhas perto delas &#8230; kkkkkk</p>
<p> Segue um vídeo da luta livre de cholitas</p>
<p>Lucha Libre de Cholitas</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/FeFr9raTV8M" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova Zelândia – Rotorua – 2011</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-%e2%80%93-rotorua-%e2%80%93-2011</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-%e2%80%93-rotorua-%e2%80%93-2011#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 00:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Britto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo britto]]></category>
		<category><![CDATA[nova zelândia]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois das caminhadas em Orokawa e Maunganui seguimos para Rotorua, que em Maori significa “dois lagos”. Apesar de ter este nome, a região abriga mais de quatorze lagos e preserva... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-%e2%80%93-rotorua-%e2%80%93-2011">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Depois das caminhadas em Orokawa e Maunganui seguimos para Rotorua, que em Maori significa “dois lagos”. Apesar de ter este nome, a região abriga mais de quatorze lagos e preserva uma das maiores áreas de mata nativa neo zelandesa. Depois de jantar na cidade, fomos descansar para a longa caminhada do dia seguinte.</p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_11.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5093" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_11.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Portal que marca o início das trilhas do lago Okataina.<br />
</strong><strong>Foto: Layla Barros de Carvalho.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para conhecer melhor a flora da ilha norte, fizemos uma caminhada de 20 km ao redor de um dos maiores lagos da região, o Okataina. Suas margens são cobertas por densas florestas  de <em>Silver</em> <em>Fern, </em>símbolo do país e da seleção nacional de <em>rugby</em> (esporte número 1 da Nova Zelândia). O <em>Silver Fern </em>é uma espécie de samambaia que era utilizada para marcar as trilhas dos guerreiros Maoris em noites de lua cheia. Isso é possível, pois o lado debaixo de suas folhas tem uma cor esbranquiçada que reflete parte da luz.</p>
<p><span id="more-5091"></span></p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_2-2.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5094" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_2-2.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Um exemplar de <em>Silver Fern</em>, com um de seus “galhos” ainda nascendo.<br />
</strong><strong>Foto: Gustavo Britto.</strong></p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_33.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5095" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_33.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>O <em>Silver Fern </em>(Cyathea dealbata), pode atingir até 10 metros de altura.<br />
</strong><strong>Foto: Layla Barros de Carvalho.</strong></p>
<p>Apesar de longa, a caminhada é bem leve e em sua maior parte plana. Ao longo de todo o percurso a paisagem vai se revesando entre uma floresta densa e pequenas praias. Um fato curioso sobre o lago Okataina é que todo o seu fundo é coberto pelas mesmas árvores e plantas de suas margens. Como suas águas são cristalinas é possível ver detalhes das plantas quando se mergulha no lago.</p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_44.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5096" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_44.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Início da trilha visto da praia principal do Okataina.<br />
</strong><strong>Foto: Gustavo Britto.</strong></p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_55.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5097" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_55.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Minha companheira de viagens, repousando nas praias do Okaitana.<br />
</strong><strong>Foto: Gustavo Britto.</strong></p>
<p style="text-align: justify">Depois de tanto exercício, Layla e eu fomos repor nossas energias. Porém, o jantar daquela noite fazia parte na nossa agenda cultural. O hangi é uma típica refeição Maori, preparada embaixo da terra com o calor de pedras vulcânicas. Enquanto aguardávamos o preparo de nosso jantar, visitamos as terras dos descendentes da tribo Ngati Rongomai e assistimos a um espetáculo de danças típicas das diferentes tribos da ilha norte.</p>
<p><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_66.jpg" rel="lightbox[5091]"><img class="aligncenter size-full wp-image-5098" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Foto_66.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Preparos de um verdadeiro banquete Maori.<br />
</strong><strong>Foto: Gustavo Britto.</strong></p>
<p>Bom, espero que vocês tenha gostado de mais este pedaço de nossa viagem. Para mais informações consulte os links abaixo ou deixe um comentário com sua dúvida. Para não quebramos nossa tradição, curta mais um vídeo sobre este dia em Rotorua:</p>
<p style="text-align: center"><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EXP74qLUT_s?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EXP74qLUT_s?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left"><strong>Quer saber mais sobre a Nova Zelândia?</strong><br />
<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-auckland-2011/">http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-auckland-2011/<br />
</a><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-orokawa-e-maunganui-2011">http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-orokawa-e-maunganui-2011</a><br />
<strong>Quer saber mais sobre outras viagens?</strong><br />
<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/base-climb-eua-2009-twin-falls-moab">http://www.adventurezone.com.br/blog/base-climb-eua-2009-twin-falls-moab<br />
</a><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/11/wingbase-europa-2010-italia/">http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/11/wingbase-europa-2010-italia/</a></p>
<p><strong>Quer outras dicas de viagens pela Oceania?</strong><br />
<a href="http://www.portaloceania.com/index.htm">http://www.portaloceania.com/index.htm</a></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><em><strong>por Gustavo Britto</strong></em></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova Zelândia &#8211; Orokawa e Maunganui &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-orokawa-e-maunganui-2011</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-orokawa-e-maunganui-2011#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 02:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Britto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[nova zelândia]]></category>

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		<description><![CDATA[Auckland foi um excelente ponto de partida, mas depois de algumas viagens internacionais você começa a perceber os efeitos da globalização, que faz com que boa parte das grandes cidades... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-orokawa-e-maunganui-2011">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Auckland foi um excelente ponto de partida, mas depois de algumas viagens internacionais você começa a perceber os efeitos da globalização, que faz com que boa parte das grandes cidades seja muito parecida. Por isso, ainda no Rio de Janeiro quando estávamos planejando a viagem, optamos por mudar radicalmente o nosso roteiro.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Foto_Capa.jpg" alt="Vista do monte Maunganui - Nova Zelândia" title="Vista do monte Maunganui - Nova Zelândia" width="550" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-4829" /><br />
Vista do monte Maunganui, uma das várias surpresas agradáveis do nosso roteiro “alternativo”. Foto: Layla Barros de Carvalho.</p>
<p>Inicialmente pensávamos em conhecer os lugares mais “óbvios” da Nova Zelândia como Auckland, Christchurch e Queenstown. Mas, na hora de começar a organizar as atividades que poderíamos fazer em cada uma destas 3 cidades, comecei a perceber que esta não seria uma boa opção.</p>
<p>Sendo assim, decidimos nos afastar dos grandes centros urbanos do país e conhecer a Nova Zelândia por dentro. Porém, esta opção apresentava uma série de desafios. O que fazer? Para onde ir? Como ir?</p>
<p>Após algum tempo de pesquisa na internet, decidi investigar algumas das inúmeras empresas de turismo de aventura da Nova Zelândia para buscar sugestões de locais interessantes para visitar e logo percebi que o turismo no país era um pouco diferente do que se vê pelo resto do mundo.</p>
<p>Aos poucos começamos a perceber que algumas destas empresas ofereciam uma forma de viajar bem interessante, a maioria delas fornece apenas o apoio logístico para o “roteiro” escolhido para tentar manter a flexibilidade de uma viagem estilo backpacker. Então, dentre todas as opções disponíveis acabamos escolhendo um “pacote” de 5 dias chamado Kauri Trip com uma empresa chamada Active New Zealand.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Foto_1.jpg" alt="Paeroa" title="Paeroa" width="450" height="599" class="aligncenter size-full wp-image-4831" /><br />
Eu e Layla na cidadezinha de Paeroa que tem inúmeras fontes de água mineral, sobre a qual os locais se orgulham em dizer que seu leve “sabor” único é o principal ingrediente do refrigerante favorito das crianças neozelandesas, o L&#038;P.</p>
<p>Assim, no dia 5 de janeiro de 2011 embarcamos no ônibus que seria o nosso “lar” pelos próximos 5 dias e partimos para estrada em direção ao centro da ilha norte para a nossa primeira parada, Orokawa.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Foto_2.jpg" alt="Orokawa" title="Orokawa" width="550" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-4832" /><br />
A praia principal de Orokawa, vista da trilha que leva a outras enseadas da região. Foto: Layla Barros de Carvalho.</p>
<p>Orokawa é um pequeno conjunto de praias e falésias na costa lesta da ilha norte, coberta pela bela vegetação costeira da Nova Zelândia. Lá aproveitamos a manhã para fazer uma pequena caminhada até a primeira enseada para dar um mergulho no mar e vermos de perto a Pohutukawa tree.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Foto_3.jpg" alt="pohutukawa tree  christmas tree" title="pohutukawa tree  christmas tree" width="400" height="268" class="aligncenter size-full wp-image-4833" /><br />
A pohutukawa tree ou christmas tree, como é conhecida pelos neozelandeses. Fonte: www.123rf.com.</p>
<p>A árvore de Pohutukawa é típica da região costeira da  ilha norte, pois precisa de calor e sal para se desenvolver. Suas flores vermelhas que se abrem entre dezembro e fevereiro lhe renderam o apelido de “árvore de natal neozelandesa”.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Foto_4.jpg" alt="surf hostels de Orokawa" title="surf hostels de Orokawa" width="550" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-4834" /><br />
Um rápido lanche nos gramados dos surf hostels de Orokawa, antes de seguirmos para Maunganui. Foto: Gustavo Britto.</p>
<p>Reabastecidos, seguimos com nosso ônibus para a baía de Plenty para caminhar até o cume do monte Maunganui, que fica na extrema ponta da baia, para curtirmos a vista e o pôr do sol. Ainda na noite do dia 05 seguimos na estrada em direção a Rotorua, o coração da cultura Maori no país, mas isso é papo para o próximo post. Fiquem ligados!</p>
<p><strong>Informações extras</strong></p>
<p><strong>Se você quer curtir outras viagens, leia também:</strong><br />
	<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-auckland-2011/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.adventurezone.com.br/blog/nova-zelandia-auckland-2011/</a><br />
	<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/base-e-climb-2009/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.adventurezone.com.br/blog/base-e-climb-2009/</a><br />
	<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/11/wingbase-europa-2010-italia/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/11/wingbase-europa-2010-italia/</a></p>
<p><strong>Backpacker Tours:</strong><br />
	<a href="http://activenewzealand.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://activenewzealand.com/</a><br />
	<a href="http://www.magicbus.co.nz/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.magicbus.co.nz/</a><br />
	<a href="http://www.straytravel.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.straytravel.com/</a></p>
<p><strong>Site de dicas de viagens pela Oceania:</strong><br />
	<a href="http://www.portaloceania.com/index.htm" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.portaloceania.com/index.htm</a></p>
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	</channel>
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