<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Adventure Zone &#187; Viagem</title>
	<atom:link href="http://www.adventurezone.com.br/blog/artigos/viagem/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.adventurezone.com.br/blog</link>
	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 00:31:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>75 Horas</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/75-horas</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/75-horas#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 23:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Minimo Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional do Caparaó]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6457</guid>
		<description><![CDATA[Não me aventuro, não considero as minhas andanças pelo mundo natural como aventuras, mas como um compromisso com a vida que escolhi, um comprometimento com o que me faz sentir... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/75-horas">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Não me aventuro, não considero as minhas andanças pelo mundo natural como aventuras, mas como um compromisso com a vida que escolhi, um comprometimento com o que me faz sentir mais vivo.</p>
<p>Comprometimento que não vem somente da contemplação do mundo natural, mas da minha interação com os seus elementos. Cada planta, rocha e animal têm uma história que quando compreendida nos mostra a formação da paisagem, cada elemento é parte de uma cadeia de eventos que conta a história biológica e geológica do planeta, o que me fascina muito, buscar essa integração com o meio é uma das formas que tenho de realmente contatar e compreender a natureza.</p>
<p>Seguindo o meu caminho, dessa vez retornei ao Parque Nacional do Caparaó para cinco dias de acampamento no Terreirão, dois na companhia dos amigos Marcelo Moura e Rodrigo Valero, entre outros, e pouco mais de três sozinho, somente eu e a montanha, já que todos foram embora após o feriado.</p>
<p>Foram as minhas 75 horas de quietude e admiração</p>
<p>75 horas em que a montanha foi devolvida a seus verdadeiros donos:</p>
<p>as plantas, os bichos, o vento, a chuva, o sol e a lua</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6460" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-1.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que o vento soprava para longe a má energia de quem visita esse ambiente com uma busca utilitária que reduz a natureza a um bem de consumo, a um meio de conseguir benefícios materiais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6461" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-2.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que a chuva apaga os rastros de quem destrói seus habitantes mais frágeis, as plantas, que são pisoteadas e arrancadas quando usadas como apoio por aqueles que na vaidade de &#8220;conquistar&#8221; o cume, não medem esforços em destruir, mesmo que inconscientemente, a exuberante e delicada riqueza vegetal desse ambiente tão vulnerável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fim não justifica os meios, não só o cume interessa, todo o caminho merece respeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6462" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-3.jpg" alt="" width="458" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que as nuvens repousando calmamente em sua cama nas montanhas, separam o egoísta mundo dos homens do majestoso e nobre mundo onde o céu encontra a terra, o mundo das montanhas, dos sonhos onde os homens têm a percepção de sua insignificância diante de tanta grandeza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6464" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-4.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de admiração as maravilhas da natureza, como o formado pelo fenômeno atmosférico espectro de Brocken, que projeta uma alongada sombra no nevoeiro rodeada por um brilhante e colorido arco iris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6465" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-51.jpg" alt="" width="425" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de fuga desse tempo de tecnologia e dinheiro, de guerra e ambição, um tempo que pode ter seu encanto e grandeza, mas que com a melhor boa vontade não posso aprovar e amar, apenas tolerar do melhor modo possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6466" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-6.jpg" alt="" width="640" height="201" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas onde sentimentos comuns na caótica vida moderna que aprisiona o homem das cidades, como os de comandar, conquistar ou explorar, combater ou organizar, dão lugar aos serenos sentimentos da natureza;</p>
<p>o observar, escutar, admirar, se encantar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6467" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-7.jpg" alt="" width="640" height="340" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de adaptação as exigências de uma vida mais natural e primitiva, onde as únicas necessidades são as necessárias para a sobrevivência:</p>
<p>alimento, água e abrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6468" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-8.jpg" alt="" width="616" height="480" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas inspirado nas sábias palavras de Thoreau:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fui para os bosques viver de livre vontade,</p>
<p>Para sugar todo o tutano da vida…</p>
<p>Para aniquilar tudo o que não era vida,</p>
<p>E para, quando morrer, não descobrir que não vivi!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Flávio Varricchio</em></p>
<p>Fotógrafo</p>
<p><a href="http://photo.net/photos/FlavioVarricchio">http://photo.net/photos/FlavioVarricchio</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/">http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/flavio.varricchio">https://www.facebook.com/flavio.varricchio</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências bibliográficas</p>
<p>Hermann Hesse, Pequenas Alegrias</p>
<p><a href="http://www.blogs.elcaribe.com.do/articulistas/pedro-conde-sturla/1122-pequenas-alegrias-de-herman-hesse.html">http://www.blogs.elcaribe.com.do/articulistas/pedro-conde-sturla/1122-pequenas-alegrias-de-herman-hesse.html</a></p>
<p>Henry David Thoreau, Walden ou A vida nos bosques</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Walden">http://pt.wikipedia.org/wiki/Walden</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/75-horas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Monte Roraima é o Mundo – Parte 2</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Tarola]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Tepui]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6399</guid>
		<description><![CDATA[Lenda de Makunaíma No &#8220;tempo de origem&#8221; (os Taurepang chamam de Pia daktai) homens e animais possuíam a forma humana, pemon-pe.  Os irmãos Makunaíma – nascidos da união do sol,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p><strong>Lenda de Makunaíma</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_6410" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6410" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/4-9"><img class="size-full wp-image-6410" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/4-e1333632734536.jpg" alt="" width="640" height="493" /></a><p class="wp-caption-text">Vale das Catedrais</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No &#8220;tempo de origem&#8221; (os Taurepang chamam de Pia daktai) homens e animais possuíam a forma humana, pemon-pe.  Os irmãos Makunaíma – nascidos da união do sol, Wei, com uma mulher feita de barro – perambulavam à procura do pai, que havia sido raptado pelos Mawari, espíritos maus que habitam o interior das serras. Na região do Monte Roraima encontram novamente o pai cativo, que, uma vez livre de seus raptores, sobe ao céu, abandonando seus filhos na terra.</p>
<p>Os irmãos Makunaíma permanecem na região do Monte Roraima a vagar, seguindo alguns animais – entre os quais a cotia, akuri – a procura de comida. São esses animais que indicam ao herói a “árvore do mundo”, o wadaka, de onde retiravam todos os frutos comestíveis. Extasiado com a abundância dessa árvore, Makunaíma, em um ato de avidez desmedida, a derruba. Do que restou do tronco jorrou muita água, o que veio a provocar uma grande inundação; ao dilúvio, sucede-se um grande incêndio, que destrói os homens e os animais. Após este cataclisma, Makunaíma faz novos homens e novos animais com barro, dando-lhes vida. O monte Roraima, contam os Taurepang, seria a raiz desta árvore que permaneceu após a grande inundação, apontando para sua forma, apesar das grandes proporções, semelhante a um tronco partido.</p>
<p>Este é o episódio mais comumente apontado entre as façanhas de Makunaíma. Em diversas outras, o herói transforma os vários seres com que se depara em rochas.</p>
<p>Ao final, Makunaíma parte em direção a leste, para o outro lado do monte Roraima, deixando para trás um mundo onde permanecem cristalizadas, principalmente nas formações rochosas do território taurepang, diversos de seus feitos.</p>
<p>Depois disso Makunaíma não mais intervém entre os homens, deixando-lhes, porém, uma triste herança: o mundo a que ficam relegados já não possui a mesma natureza daquele em que se vivia antes do corte da grande árvore; os seres de “agora”, sereware, perderam a identidade que outrora possuíam, já não são todos Pemon.</p>
<div id="attachment_6401" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6401" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-foto-flavio-varrichio"><img class="size-full wp-image-6401" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">floresta, com destaque para as árvores de tacamajaca (Protium sp), cuja resina além do aroma agradável, é tradicionalmente usada para tochas (pela fácil combustão) e para reparo das canoas (curiaras) e ao fundo o monte kukenan ou matawi.</p></div>
<p>Como não se deixar levar por essas histórias, como não se sentir fazendo parte de algo mágico, misterioso e sublime como os feitos de Makunaima, como observar as inúmeras formações rochosas do cume e não perceber nelas as formas dos seres petrificados.</p>
<div id="attachment_6411" class="wp-caption alignnone" style="width: 464px"><a rel="attachment wp-att-6411" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/5-7"><img class="size-full wp-image-6411" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/5-e1333632274604.jpg" alt="" width="454" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Formação rochosa do cume</p></div>
<p>É impossível não se deixar seduzir pelos mistérios do Roraima, a sensação é de estar sendo observado, de ter os passos vigiados pelos seus guardiões, que como um professor disciplinador, não perdoa erros, mas os provocam como forma de aprendizado e respeito.</p>
<div id="attachment_6409" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6409" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/11-4"><img class="size-full wp-image-6409" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/11-e1333632764706.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Formação rochosa do cume</p></div>
<p><strong>Uma experiência enriquecedora</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_6416" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6416" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/1-10"><img class="size-full wp-image-6416" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/1-e1333632795739.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Eduardo descansando antes da travessia do Rio Kukenan, Monte Roraima ao fundo.</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Viagens devem resultar sempre na vivência de experiências e experiências valiosas só podem ser alcançadas em ambientes a que nos ligam laços espirituais.</p>
<p>Experiência de vida, isso é o que de mais importante trazemos de uma viagem.</p>
<p>Não são bens materiais, não são fotos e vídeos, o que de mais valioso uma viagem resulta, mas de experiências como as vivenciadas em locais que amamos que nos enriquecem e que alimentam a alma.</p>
<p>Viajar é a arte da admiração e do aprendizado, é alegria e percepção, é sentimento e dedicação.</p>
<p>O Roraima me mostrou como admirá-lo, se revelou a minha curiosidade e me ensinou parte de seus mistérios, o Roraima me trouxe a alegria de estar seguindo o caminho dos meus sonhos, o Roraima é a percepção que a montanha vive, o Roraima é o sentimento da descoberta através da dedicação em querer saber mais sobre seus encantos, encantos que estão em toda parte, nas rochas, nas plantas, nas pessoas, nos animais, na água, sol e terra, encantos que Guimarães Rosa em uma frase, traduziu:</p>
<p>&#8220;O mundo é mágico, as pessoas não morrem, ficam encantadas”.</p>
<div id="attachment_6400" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6400" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-2-foto-flavio-varrichio"><img class="size-full wp-image-6400" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-2-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="467" /></a><p class="wp-caption-text">Vale dos Cristais</p></div>
<p>Flávio Varricchio</p>
<p>Fotógrafo</p>
<p><a href="http://photo.net/photos/FlavioVarricchio">http://photo.net/photos/FlavioVarricchio</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/">http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/flavio.varricchio">https://www.facebook.com/flavio.varricchio</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes</strong></p>
<p>Grande Sertão Veredas, Guimarães Rosa</p>
<p><a href="http://www.releituras.com/guimarosa_bio.asp">http://www.releituras.com/guimarosa_bio.asp</a></p>
<p>Taurepang, Geraldo Andrello, Antropólogo</p>
<p><a href="http://pib.socioambiental.org/pt/povo/taurepang/print">http://pib.socioambiental.org/pt/povo/taurepang/print</a></p>
<p>Hermann Hesse, A Arte dos Ociosos</p>
<p><a href="http://mtv.uol.com.br/vivendodoocio/blog/vivendo-do-%C3%B3cio-arte-dos-ociosos-hermann-hesse">http://mtv.uol.com.br/vivendodoocio/blog/vivendo-do-%C3%B3cio-arte-dos-ociosos-hermann-hesse</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p>A Magno Souza, Lena Matos, e toda equipe da Roraima Adventures, pelo profissionalismo, simplicidade e excelente estrutura e atendimento.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-6405" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-4-foto-flavio-varrichio"><img class="alignnone size-full wp-image-6405" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-4-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="403" /></a></p>
<p><a href="http://www.roraima-brasil.com.br/pt/">http://www.roraima-brasil.com.br/pt/</a></p>
<p><strong>Aos guias</strong></p>
<p>Leo Tarola, pelo excelente trabalho e por todos os ensinamentos e amizade e Everaldo &#8220;Borracha&#8221; também pelo excelente trabalho e bom humor, sua alegria contagiou a todos.</p>
<div id="attachment_6403" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a rel="attachment wp-att-6403" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-5-foto-flavio-varrichio"><img class="size-full wp-image-6403" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-5-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="480" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Leo Tarola</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_6402" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-6402" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-6-foto-flavio-varrichio"><img class="size-full wp-image-6402" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-6-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Everaldo ao centro, de jaqueta verde</p></div>
<h3><strong>Aos carregadores</strong></h3>
<p>Eduardo, pela seriedade, paciência e muito boa comida, cozinheiro dos bons</p>
<div id="attachment_6412" class="wp-caption alignnone" style="width: 535px"><a rel="attachment wp-att-6412" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/18-2"><img class="size-full wp-image-6412" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/18-e1333631046293.jpg" alt="" width="525" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Eduardo</p></div>
<p>Ronaldo, o mais jovem dos carregadores com 13 anos, de jeito tímido, de poucas palavras mais muita disposição</p>
<div id="attachment_6413" class="wp-caption alignnone" style="width: 535px"><a rel="attachment wp-att-6413" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/19-2"><img class="size-full wp-image-6413" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/19.jpg" alt="" width="525" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Ronaldo</p></div>
<p>Horácio, sempre sorrindo e disposto a ajudar, aqui preparando donplin, um pão frito muito saboroso</p>
<div id="attachment_6414" class="wp-caption alignnone" style="width: 535px"><a rel="attachment wp-att-6414" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/20-2"><img class="size-full wp-image-6414" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/20-e1333631258703.jpg" alt="" width="525" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Horácio</p></div>
<p>Pablo, o mais velho entre os carregadores com 47 anos, sempre sorrindo e que pelo lento caminhar e olhar atento parecia curtir muito o caminho e aos demais carregadores, que infelizmente não lembro o nome por não terem nos acompanhado até o final</p>
<div id="attachment_6408" class="wp-caption alignnone" style="width: 535px"><a rel="attachment wp-att-6408" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/21-2"><img class="size-full wp-image-6408" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/21.jpg" alt="" width="525" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Pablo</p></div>
<p>E a todos os integrantes do grupo: Alex Uchoa, Alexandre Pereira, Avelino Martins, Eduardo Gelli, Gisele Rossignoli, Leonardo Azevedo, Marcelo Martins, Monique Lellis, Waldyr Neto</p>
<p><a rel="attachment wp-att-6404" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/monte-roraima-9-foto-flavio-varrichio"><img class="alignnone size-full wp-image-6404" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Monte-Roraima-9-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Deixo o meu muito obrigado e até a próxima viagem, quem sabe em terras de Makunaíma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-%e2%80%93-parte-2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Monte Roraima é o Mundo &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Tarola]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Tepui]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6348</guid>
		<description><![CDATA[O escritor mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) em um dos mais importantes romances da literatura brasileira, &#8220;Grande Sertão Veredas&#8221;, diz que o sertão é do tamanho do mundo. Retornando ao... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>O escritor mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) em um dos mais importantes romances da literatura brasileira, &#8220;Grande Sertão Veredas&#8221;, diz que o sertão é do tamanho do mundo.</p>
<p>Retornando ao Monte Roraima no inicio do ano, uso dessa frase emblemática, para relatar a minha experiência nas terras de Makunaima:</p>
<p>o Monte Roraima é o mundo!</p>
<p>O mundo não só pela sua grandiosidade  - o Monte tem área de 34km² &#8211; mas por um sentimento que não vivenciei em nenhuma outra montanha que é o de estar em um organismo vivo, um organismo que se e nos transforma todo o tempo, um organismo que como também dizia Guimarães Rosa sobre o sertão, está dentro da gente, mas que não se revela a primeira vista, se esconde e acena e para ser compreendido, convida a contemplação e ao silêncio.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-6385" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Monte-Roraima-3-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="415" /><br />
</em></strong></span></p>
<p>A vida das águas, águas que ditaram o ritmo dessa viagem.  Ao contrário da viagem que fiz em 2010 ao Monte, onde o clima foi seco em boa parte dos dias , nessa as águas que brotavam da densa e rica floresta que envolve grande parte do Tepui e que são trazidas pelo vento do oceano distante algumas centenas de quilômetros dali, foram generosas.  A Mãe das Águas, como é também conhecido o Monte pelos indígenas, nos recebeu chorando; choro que não cessou por longos e reflexivos dois dias inteiros, choro, que a Grande Mãe nos ofereceu, não por estar triste com a nossa presença, mas por que queria nos mostrar algo, queria nos apresentar a sua morada, seus mistérios, seus encantos, sua vida.</p>
<p>Dias de chuva que trouxeram sentimentos de frustração e esperança, dias de chuva que uniu ainda mais o grupo nas conversas sobre o lugar, dias de chuva onde aparentemente nada acontece, mas que trazem um grande milagre que podemos não ver se estivermos perdidos com pensamentos diversos ao ambiente<em>.</em></p>
<h3><em><img class="aligncenter size-full wp-image-6386" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Monte-Roraima-10-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="602" height="480" /></em><em> </em></h3>
<p>Uma das lições ensinadas nesses dias de chuva foi a da paciência, e a da percepção sobre como esse organismo vivo que é o Monte Roraima, se transforma dia após dia.  Onde a água e o vento abraçam as rochas as moldando com formas sobrenaturais que povoam nosso imaginário e onde as lendas indígenas deixam o lado da fantasia e se tornam realidade.  O Monte nos mostra como vive, seus deuses se revelam, suas lições invadem nossas mentes como um mantra que é ditado por Makunaima.</p>
<p>Makunaíma (Macunaíma com c, é o personagem do livro criado por Mário de Andrade, Makunaíma com “k” é um mito indígena), assim como a Mãe das Águas, está em todo o lugar.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p>Makunaíma que nos foi apresentado por um dos filhos do Tepui, o guia venezuelano Leo Tarola, que nas rodas de conversa no acampamento e durante as caminhadas se mostrava como um xamã &#8211; eu silenciosamente o chamava de grande alma e coração &#8211; um mensageiro que aprende e compartilha o conhecimento.</p>
<div id="attachment_6391" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6391 " src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Guia-Leo-Torola.jpg" alt="" width="640" height="426" /><p class="wp-caption-text">O guia Leo Tarola</p></div>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Leo nos contava sobre Makunaíma, contava como um velho índio que transmite oralmente as tradições dos seus ancestrais para os mais jovens, como a Pandon &#8211; termo traduzido pelos Taurepang como “histórias” &#8211; que versa sobre a sua origem que ora é referida como a de um só personagem, ora como um grupo de irmãos.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px">Continua&#8230;</span></p>
<p><em>Flavio Varricchio</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1ª Expedição do Projeto Travessia de Bicicleta Ruta 40 &#8211; DVD Lançado!</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%aa-expedicao-do-projeto-travessia-de-bicicleta-ruta-40-dvd-lancado</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%aa-expedicao-do-projeto-travessia-de-bicicleta-ruta-40-dvd-lancado#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 11:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Andes]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Ruta 40]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6337</guid>
		<description><![CDATA[Lançado o DVD da 1ª Expedição do Projeto Travessia de Bicicleta Ruta 40, é um video de cerca de 55 minutos, onde o ciclista e montanhista Jorge Kaiser relata o dia... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%aa-expedicao-do-projeto-travessia-de-bicicleta-ruta-40-dvd-lancado">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Lançado o DVD da <strong>1ª Expedição do Projeto Travessia de Bicicleta Ruta 40</strong>, é um video de cerca de 55 minutos, onde o ciclista e montanhista <strong><a href="travessia.expedicoes@gmail.com" target="_blank">Jorge Kaiser</a></strong> relata o dia a dia dos 23 dias de expedição em plena Cordilheira dos Andes em novembro e dezembro de 2011. <strong>Jorge Kaiser</strong> percorreu aproximadamente 1200 km de bicicleta por toda a região central da<strong> Ruta 40</strong> de Mendoza a Junin de los Andes e ainda escalou três montanhas andinas.</p>
<div id="attachment_6340" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6340" title="1 expedição Ruta 40" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/1-expedição-Ruta-40.jpg" alt="" width="480" height="621" /><p class="wp-caption-text">DVD Travessia de Bicicleta Ruta 40 - por Jorge Kaiser</p></div>
<p>&#8220;<em>Foram dias incríveis de muito asfalto, rípio, temperaturas extremas, ventos </em><em>violentíssimos em um cenário simplesmente espetacular</em>&#8220;, relata<strong> Kaiser</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para quem quiser adquirir um DVD da <strong>1ª Expedição do Projeto Travessia de Bicicleta Ruta 40</strong> é só entrar em contato poremail <a href="mailto:travessia.expedicoes@gmail.com">travessia.expedicoes@gmail.com</a>, com a venda destes DVDs <strong>Kaiser</strong> pretende financiar parte da 2ª expedição do projeto que será realizada em setembro deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jorge Kaiser</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%aa-expedicao-do-projeto-travessia-de-bicicleta-ruta-40-dvd-lancado/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ganhe uma Relay da Deuter &#8211; Concurso do blog De Turista a Viajante</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/ganha-uma-relay-da-deuter-concurso-do-blog-de-turista-a-viajante</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/ganha-uma-relay-da-deuter-concurso-do-blog-de-turista-a-viajante#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[De Turista a Viajante]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Relay]]></category>
		<category><![CDATA[Sorteio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6310</guid>
		<description><![CDATA[Que tal ganhar uma duffle bag da Deuter? Ainda mais que se trata de um modelo exclusivo que não é comercializado no Brasil&#8230; Simples, acesse o blog De Turista a... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/ganha-uma-relay-da-deuter-concurso-do-blog-de-turista-a-viajante">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Que tal ganhar uma duffle bag da Deuter? Ainda mais que se trata de um modelo exclusivo que não é comercializado no Brasil&#8230; Simples, acesse o blog<a href="http://www.deturistaaviajante.com/2012/02/sorteio-cultural-de-2-bolsas-da-deuter.html"> De Turista a Viajante </a>e participe do concurso cultural!!!</p>
<div id="attachment_6311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6311" title="blog de turista a viajante 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/blog-de-turista-a-viajante-1.jpg" alt="" width="640" height="266" /><p class="wp-caption-text">Blog De Turista a Viajante</p></div>
<div id="attachment_6312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><img class="size-full wp-image-6312" title="de turista a viajante 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/de-turista-a-viajante-2.jpg" alt="" width="599" height="480" /><p class="wp-caption-text">Duas Relays da Deuter serão sorteadas!</p></div>
<p>Boa sorte!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="sac@deuter.com.br">Equipe Deuter Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/ganha-uma-relay-da-deuter-concurso-do-blog-de-turista-a-viajante/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Downhill na Estrada da Morte &#8211; Bolívia</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bolivia]]></category>
		<category><![CDATA[carretera de la muerte]]></category>
		<category><![CDATA[donwhill]]></category>
		<category><![CDATA[estrada da morte]]></category>
		<category><![CDATA[la paz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=5687</guid>
		<description><![CDATA[O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas mais perigosas do mundo. Essa é a Yungas Road, que liga La Paz a Coroico, também conhecida como Estrada da Morte ou Carretera de la Muerte.</p>
<p>Em 1996 foi inaugurada uma nova estrada, mais segura e ampla. Por essa nova estrada passam a grande parte do tráfego boliviano, porém a estrada da morte é muito usada na época da colheita e escoamento da plantação de coca, em sua grande maioria feitas naquela região. Em boa parte do ano  a &#8220;carretera de la muerte&#8221; é amplamente usada pelos bikers e viajantes aventureiros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5690" title="estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0470.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Downhill significa descida, ou seja, downhill de bike na estrada da morte, é descer uma das estradas mais perigosas do mundo em alta velocidade!! Adrenalina pura!!<br />
Esse passeio é um clássico para quem vai a La Paz. O trecho começa em La Cumbre (4.700m) e termina em Yolosa (1.185m). A empresa mais conhecida e recomendada em La Paz para esse passeio é a <a href="http://www.thedeathroad.com"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">El Solario</a> &#8211; Calle Murillo 776, centro, La Paz &#8211; são dados 3 opções de bikes, simples, médias e profissionais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5694" title="downhill" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0460.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Eu fiz a descida de carro, pois não sei andar de bicicleta (revelando segredos&#8230;kkkk)<br />
A descida divide-se em duas parte: uma no asfalto e a outra na parte antiga da estrada da morte de terra. A logística de apoio é muito boa: bicicletas reserva e até algumas peças simples.<br />
São em média 3 carros de apoio e 4 guias treinados que acompanham o grupo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5695" title="primeira parte estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0452.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0467.jpg" alt="" title="segunda parte estrada da morte" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5699" /></p>
<p>A adrenalina, mesmo estando de carro, é incrível. Passar tão rente a um precipício, que não se vê o fundo, torcendo para que não venha um outro veículo em direção contrária.</p>
<p>São feitas várias paradas para fotos e explicações, pois cada trecho tem sua particularidade e o modo de pilotar a bike muda um pouco. </p>
<p>A mudança climática é impressionante, pois saímos no frio e ar rarefeito dos 4700m de atitude e terminamos no calor e altitude de 1.182m. Não damos valor ao ar que respiramos até ser muito difícil de tê-lo. Em La Paz até o fato de subir uma simples ladeira termina o fôlego e em Yolosa  parece nossa casa!</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0482.jpg" alt="" title="downhill" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5703" /></p>
<p>A Estrada da Morte é diferente, surpreendente e recarrega o nível de adrenalina. Quem faz o downhill com o El Solario ainda ganha uma camiseta que diz: &#8220;eu fiz isso e ainda estou vivo&#8221;.<br />
Mesmo tendo feito de carro dá para tirar onda! Eu indico que todos que forem a La Paz, façam o downhill da estrada da morte.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0531.jpg" alt="" title="camiseta el solario" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5704" /></p>
<p>Um pequeno vídeo feito de dentro do carro de apoio que acompanha as bikes.</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IwNs-sMN4TM"frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º etapa de expedição na Ruta 40</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 08:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cerro Penitentes]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ruta 40]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6131</guid>
		<description><![CDATA[Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus.... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus. A travessia concluída no último dia , porém, representa &#8216;apenas&#8217; um terço do objetivo traçado pelo ciclista e montanhista <strong>Jorge Kaiser Junior</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6133" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-4.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O expedicionário pretende concluir, em mais duas expedições, o percurso completo da <strong>Ruta 40</strong> na Argentina &#8211; missão esta nunca antes realizada por um brasileiro. A mítica rodovia tem 5200km e cruza o pais entre La Quiaca e Cabo Virgens. Acompanhado somente de sua mountain bike com rodas 29 polegadas, Kaiser carregou cerca de 35kg de equipamentos, como barraca , fogareiro, acessórios de montanhismo, comida desidratada, etc. Além do planejamento e condicionamento físico em  dia, o atleta cita como fundamental. &#8220;<em>Tem que estar focado e saber lidar com a situação</em>&#8220;. afirma, lembrando que passou dias sem encontrar ninguém pelo caminho. O inesperado calor e vento forte surpreederam, mas nada se comparou aos transtornos causados pelos trechos da estrada onde era cascalhos &#8220;<em>Tive quatro pneus furados em um mesmo dia e meus bagageiros quebraram</em>&#8221; , observa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6134" title="1º etapa de expedição na Ruta 40" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-401.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tempestade impede a escalada do Lanin</strong></em></p>
<p>Logo na chegada  Mendoza, <strong>Jorge Kaiser</strong> realizou um trekking de aclimatação e escalou o Cerro Penitentes, que fica quase em frente ao Aconcágua e tem 4351m. No primeiro trecho de pedalad até San Carlos, encontrou dois americanos e um alemão, com quem seguiu durante os primeiros dias. Cerca de 700km depois, Kaiser alcançou Chos Malal, onde escalou o Cerro de la Virgen. Apos outros quatro dias de paisagens exuberantes, chegou a Junin de Los Andes para enfrentar o Vulcão Lanin. A montanha fica na divisa da Argentina com o Chile e possui 3776m.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6135" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-2.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6136" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6137" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>&#8221; P<em>eguei uma tempestade e fui obrigado a parar de subir com 2600m</em>&#8221; , conta. &#8220;<em>Correu tudo como planejado e agora é só preparar a próxima expedição</em>&#8221; , conclui.</p>
<p>Mais detalhes: <a href="http://ruta40debicleta.blogspot.com" target="_blank">ruta40debicleta.blogspot.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 09:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[pedra do baú]]></category>
		<category><![CDATA[piá aventura]]></category>
		<category><![CDATA[São Bento do Sapucaí]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6020</guid>
		<description><![CDATA[Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !! Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !!</p>
<h2>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP<br />
Por Piá Ventura | Publicado:9 de junho de 2010</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8221; @renancavichi:<br />
A Expedição para a Pedra do Baú quebrou todos os recordes de emails trocados para organização e data da expedição, foram mais de 170 emails (contando as piadas) até a data de 22 de maio de 2010 quando reunimos os amigos: Carol Emboava de Taubaté, Jeff de Mogi das Cruzes, Laura de Jundiaí, Marcelo de Lorena, Mariana Ricatieri e eu (Renan Cavichi) de Caraguatatuba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3346" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/liofoods-%e2%80%93-trilheiros-do-sul/nova-geracao"><img class="aligncenter size-large wp-image-3346" title="pedra-do-bau-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@mari_ricatieri:<br />
Laura e Marcelo vieram até Caraguatatuba e daqui partimos para Taubaté onde encontramos Jeff e Carol. Tomamos um café com pão de queijo e nos dividimos em dois carros rumo à São Bento do Sapucaí.</p>
<p>http://www.piaventura.com.br/tracklogs/tracklog-pedra-do-bau.kml</p>
<p>Exibir mapa ampliado</p>
<p>Em Santo Antônio do Pinhal paramos na Estação de Bondinho Eugênio Lefreve para curtir o visual do Vale do Paraíba e depois de algumas fotos retomamos a rota para a Pedra do Baú.</p>
<p>@jeffsupertramp:<br />
Ao longo do percurso (de carro) já é possível ficar “namorando” o destino – as majestosas Ana Chata, Baú e Bauzinho olham imponentes para os pobres mortais que, falsamente, por vezes se acham prontos para encará-las.</p>
<p>@renancavichi:<br />
Dica: A estrada que sai de São Bento do Sapucaí até o estacionamento tem trechos bem íngremes, carros com motor fraco e com muito peso podem não aguentar a subida.</p>
<p>Chegando ao estacionamento, onde já temos uma bela vista das montanhas do sul de minas, ajustamos os últimos detalhes da mochila e começamos a subida.</p>
<p>O ínicio da trilha passa por dentro de uma fazenda, e para esquentar o corpo, já subimos um trecho bem íngreme beirando a cerca por entre alguns eucaliptos, mas logo a trilha volta a ficar plana e alguns minutos depois, saímos da área descampada e entramos na mata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3366" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/programa-adrenalina-estreia-nova-temporada-no-canal-futura-e-tv-unisinos-dia-18-de-agosto/ana-karina-belegantt-na-sobrevivencia-amazonia-fotos-joao-paulo-lucena-4061-l"><img class="aligncenter size-full wp-image-3366" title="pedra-do-bau-10-242x181" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-10-242x1811.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>A trilha é marcada por várias araucárias (árvores de pinhão, para os leigos) e alguns trechos por uma planta que fica aguardando suas vítimas com “carrapichos” na altura da cabeça, não muito agradável para quem tem cabelo comprido! rsrs</p>
<p>Com várias bifurcações pela trilha, um GPS com tracklog é fundamental (arrependimento), por sorte a nossa guia Carol conhecia a região como a palma da mão… Mas como estava usando luvas,  nos perdemos por um trecho curto, mas logo retomamos a trilha normalmente! (just kidding Carol rsrs)</p>
<p>Depois de caminharmos 1:30h aproximadamente chegamos à bifurcação que leva às duas faces da Pedra do Baú (norte e sul). Descendo alguns metros fora da trilha temos um ponto de água muito importante pois é o último no qual podemos pegar toda água possível para continuar a trilha e utilizar no acampamento no cume.</p>
<p>Rumo a face sul, retomamos a trilha. A cada passo a Pedra do Baú se mostra mais imponente e não muito longe conseguimos avistar a pedra da Ana Chata.</p>
<p>Logo chegamos ao início das escadas onde encontramos um casal de velhinhos que estavam voltando da trilha, com disposição de fazer inveja, uma grande motivação para encarar a escalada.</p>
<p>Escalar as escadas requer muita atenção, é uma subida muito perigosa e longa, qualquer deslize pode ser fatal, em alguns trechos as meninas que estavam subindo pela primeira vez não levaram mochilas, para isso contamos com a cooperação dos amigos com mais experiência e preparo para retornar e resgatar as mochilas.</p>
<p>Dica: Para aventureiros de primeira viagem um cinto de segurança de escalada é a melhor opção para não se arriscar.<br />
Durante a subida, apesar de todo perrengue, é possível curtir um visual fantástico de parte do vale do paraíba e Campos do Jordão.</p>
<p>Finalmente, depois de aproximadamente 4 horas, chegamos ao cume, uma sensação indescritível. Poder enxergar o horizonte em 360º é como estar no topo do mundo. Espetacular!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3385" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/isis-2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3385" title="pedra-do-bau-23-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-23-525x3931-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Ainda tivemos tempo de levantar acampamento e curtir o pôr do sol, que também rendeu fotos bem legais, mas como a luz, o sol também levou o calor, e a temperatura começou a cair.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3390" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/3378-autosave"><img class="aligncenter size-large wp-image-3390" title="por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x3933-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Logo que o sol se pôs começamos a preparar nosso jantar. Renan atacou de frango indiano (salvem o curry!). E já trouxe a receita meio preparada de casa, finalizando na espiriteira. Eu pilotei o fogareiro e fui de arroz de coco. Acompanhamos o prato de batata palha. Tudo delicioso!</p>
<p>Laura e Mari já se recolheram nas suas barracas e nós fomos até a ponta do Baú tomar capuccino, chá quentinho, bater papo e tirar algumas fotos.</p>
<p>De madrugada o frio pegou! Na última olhada no termômetro registramos 5.4ºC.</p>
<p>@renancavichi:<br />
No domingo acordamos por volta das 5:30am e fomos para a ponta da Pedra do Baú, o mais próximo do Bauzinho onde conseguimos presenciar um belissimo nascer do sol. Depois de algumas fotos, voltamos para começar a preparar o café da manhã.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3396" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/van-gogh"><img class="aligncenter size-large wp-image-3396" title="pedra-do-bau-31-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-31-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Hora de pilotar novamente o fogareiro e dessa fez tivemos pão de queijo quentinho pra acompanhar o capuccino. </p>
<p>@renancavichi:<br />
Enquanto os equipamentos e barracas secavam fomos visitar a ponta oposta da pedra, que fica de frente com a pedra Ana Chata, lá encontramos o aventureiro Ulisses em sua expedição solo, um cara muito legal e conhecedor da região, nos deu várias orientações de picos que podemos avistar de lá como: Pico dos Marins, X e Y, e depois de um bom papo, voltamos para terminar de fechar as mochilas para iniciar a descida.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3401" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/arvore2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3401" title="pedra-do-bau-40-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-40-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Fizemos a decida pelas escadas da face norte, o começo é bem assustador e osprimeiros degraus dão a impressão de estar em graus negativos, mas logo o susto inicial passa e podemos curtir toda a vista das montanhas e da pedra Ana Chata.</p>
<p>A Pedra do Baú é bem frequentada por aventureiros, cruzamos com alguns deles, inclusive um grupo de escoteiros que iniciavam a subida.</p>
<p>Também encontramos com Ulisses novamente que iniciava sua descida e nos deu uma grande ajuda com as meninas que estavam bastante tensas e preocupadas.</p>
<p>Na metade do trecho chegamos na “Parada dos Medrosos”, uma parte longa de escadas que faz uma curva na pedra, e assusta muita gente! Claro que aproveitamos para tirar algumas fotos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3403" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/?attachment_id=3403"><img class="aligncenter size-large wp-image-3403" title="parada-dos-medrosos-pedra-d" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/parada-dos-medrosos-pedra-d-292x390.jpg" alt="" width="292" height="390" /></a><br />
Mais algumas escadas abaixo e chegamos ao fim da face norte, retomamos a trilha e algumas horas depois estávamos de volta ao estacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>@carolemboava:<br />
Chegamos no carro e seguimos direto para o Restaurante Pedra do Baú (dica quente do Ulisses). Comida deliciosa acompanhada de um suco de limão cravo, hmmmm, pra fechar a trip com chave de ouro!</p>
<p>Valeu galera,<br />
Até a próxima! &#8221;</p>
<p>Acessem e conheçam o <a href="http://www.piaaventura.com.br">Piá Aventura</a> <a href="http://www.piaaventura.com.br"></a><a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.piaaventura.com.br/" target="_blank"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rua das Bruxas &#8211; La Paz (Bolívia)</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/rua-das-bruxas-la-paz-bolivia</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/rua-das-bruxas-la-paz-bolivia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bolivia]]></category>
		<category><![CDATA[calle de las brujas]]></category>
		<category><![CDATA[la paz]]></category>
		<category><![CDATA[rua das bruxas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=5536</guid>
		<description><![CDATA[Vou descrever uma rua muito peculiar no centro de La Paz, na Bolívia: a Calle de las Brujas, ou, o nome formal Calle Jose M. Linares. O que tem de... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/rua-das-bruxas-la-paz-bolivia">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<p>Vou descrever uma rua muito peculiar no centro de La Paz, na Bolívia: a Calle de las Brujas, ou, o nome formal Calle Jose M. Linares.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5551" title="calle de las brujas" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_06163.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O que tem de tão especial nessa rua para ganhar um post? Além das lojas de lembranças e artesanatos, o grande diferencial dessa rua são as lojas de artigos &#8220;religiosos&#8221;. Pus religiosos entre aspas, pois o tipo de religião na Bolívia é muito diferente da nossa. Essas &#8220;tiendas&#8221; tem o quase o mesmo propósito das nossas lojas de produtos de umbanda e candomblé: vender oferendas, poções, chás, amuletos, incensos, velas, defumadores e etc. Até o cheiro delas é muito semelhante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5554" title="rua das bruxas" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_06231.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O que nos diferencia em termos religiosos é que nos países de origem Maia e Inca não se usam imagens para os santos ou entidades. Para esses povos tudo na natureza é um deus, desde o sol até o subterrâneo das montanhas. Pachamama é uma das principais deidades. É a mãe terra, a deusa da fertilidade, para ela são feitas oferendas com fetos (abortados) de lhama pedindo fartura.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5560" title="feto de lhama" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0619.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Nessas lojas tem chá de coca, bala de coca, chás para curar várias doenças, infusões e banhos para abrir caminhos, totens de pedra e madeira, amuletos para tudo e muito mais. O que me chamou atenção foi não ter nada para se fazer o mal ao próximo. Por curiosidade perguntei a uma vendedora e ela disse que não se vende esse tipo de coisa. Uma outra coisa muito, mas muito, diferente mesmo é a venda de produtos que aqui e, na grande maioria, dos outros do mundo é proibido.<br />
A folha de coca é a principal, mas é algo que faz parte da cultura deles, e não devemos confundir coca com cocaína. Coca não é droga. Mas agora o Ayahuasca, conhecido entre nós, como chá do Santo Daime, é um tipo de alucinógeno e é vendido nessas lojas sem problema algum. Podemos achá-lo em natura (cacto da onde é extraído) ou já processado em forma de pó.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0622.jpg" alt="" title="ayahuasca" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5569" /></p>
<p>Quem for a La Paz separe um tempinho para conhecer a Rua das Bruxas, vale a pena. Ela fica duas ruas atrás da Igreja de São Francisco, no coração de cidade.</p>
<p><strong>Uma dica muito importante em qualquer viagem. Sempre que nos depararmos com uma cultura diferente da nossa, nunca devemos julgar, mas sim respeitar e com isso aprenderemos cada vez mais sobre o vasto mundo que nos cerca.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/rua-das-bruxas-la-paz-bolivia/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Viagem ao Monte Roraima &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 01:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[fauna monte roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=5795</guid>
		<description><![CDATA[Flora do Monte Roraima As plantas do cume do Monte Roraima crescem nas fendas e fissuras erodidas da superfície das rochas ou onde o pouco solo que existe pode escapar... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- wp-jquery-lightbox, a WordPress plugin by ulfben --> 
<h2><strong></p>
<div>
<div id="attachment_5837" class="wp-caption alignnone" style="width: 662px"><a rel="attachment wp-att-5837" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2/10736963-lg"><img class="size-full wp-image-5837" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/10736963-lg.jpg" alt="Monte Roraima" width="652" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Monte Roraima visto do acampamento base, essa face tem 6.4km</p></div>
</div>
<div>Flora do Monte Roraima</div>
<p></strong></h2>
<div>
<div>As plantas do cume do Monte Roraima crescem nas fendas e fissuras erodidas da superfície das rochas ou onde o pouco solo que existe pode escapar de ser lavado pelas fortes chuvas. Em áreas expostas, pequenas concentrações de plantas endêmicas crescem juntas, parecendo miniaturas de jardins japoneses. Quase todas elas são únicas dos Tepuis, sendo que metade somente existe no Monte Roraima.</div>
<div><img class="size-full wp-image-5797" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/10.jpg" alt="monte roraima" width="400" height="602" /></div>
<h2><strong>Endemismos</strong></h2>
<div>O cume do Monte Roraima é um ambiente difícil para qualquer organismo vivo.<br />
As rochas são pobres em minerais assim como o solo é pobre em nutrientes (especialmente cálcio, fósforo e nitrogênio). A turfa é altamente ácida, consistindo principalmente de matéria em decomposição que se espalha diretamente no substrato rochoso do cume.<br />
Com as chuvas todos os nutrientes são filtrados pela água e o solo é continuamente erodido por enchentes repentinas. Com isso algumas plantas têm que descobrir uma forma de suplementar sua dieta – apanhando e digerindo pequenos animais &#8211; assim como desenvolver estratégias para evitar a perda de água e se ancorar efetivamente no pouco substrato existente no cume.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5798" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/11.jpg" alt="monte roraima" width="580" height="534" /></div>
<div>Já os animais devem sobreviver em um ambiente com pouca comida e superar condições extremas de radiação e temperatura.</div>
<div>
<div id="attachment_5799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5799" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/12.jpg" alt="Monte Kukenan" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Por da lua cheia no Monte Kukenan</p></div>
</div>
<h2><strong>Plantas primitivas</strong></h2>
<div>Samambaias são as mais antigas das plantas da terra, tendo origem há cerca de 400 milhões de anos. Nos profundos vales do Roraima se acumulam terra e rochas suficientes para sustentar densas florestas pré-históricas de samambaias, Cyathea sp (Cyatheaceae) que atingem 4 metros. Junto com as samambaias crescem muitas outras plantas primitivas, como Cycads, Lomaria sp, plantas em forma de cone originárias a 120 milhões de anos.</div>
<div id="attachment_5800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5800" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/13.jpg" alt="Samambaias" width="580" height="414" /><p class="wp-caption-text">Samambaias no Hotel Coati, um dos, senão o maior “hotel” do monte. Hotel é como são chamadas as cavernas onde são feitos os acampamentos.</p></div>
<div>Características de algumas das plantas que ocorrem no cume que foram fotografadas:</div>
<div><strong>Heliamphora nutens (Sarraceniaceae)</strong> – Planta carnívora endêmica dos Tepuis. Cresce em grandes aglomerações e em lugares úmidos. Suas folhas em forma de jarro coletam a água da chuva que aprisiona os insetos que se afogam e são digeridos.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5803" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/14.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Brochinnia reducta (Bromeliaceae) </strong>– Bromélia carnívora facilmente reconhecida pelas folhas que formam um longo tubo que coleta água. Sua brilhante cor verde amarelada atrai os insetos que caem no tubo e são digeridos por células especiais do revestimento das folhas.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5804" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/15.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Stegolepis guianensis (Rapataceae)</strong> – Gênero endêmico dos Tepuis com várias espécies, esta família é também representada na África, sugerindo uma ligação antiga com o mega continente de Gondwana. Uma planta reconhecida por suas folhas brilhantes e um longo caule que sustenta uma pontiaguda flor amarela.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5805" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/16.jpg" alt="" width="400" height="602" /></div>
<div><strong>Orectanthe sceptrum (Xyridaceae) </strong>– Essa planta é abundante no cume, e pelo que se sabe existe somente no Planalto das Guianas. Reconhecida por suas folhas duras e acinzentadas em forma de roseta que lembram um abacaxi, e um caule pequeno que sustenta uma flor amarela.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5806" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/17.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div><strong>Drosera roraimae (Droseraceae) </strong>– Planta carnívora de vermelho brilhante e de tamanho minúsculo que cresce em áreas úmidas. Suas folhas crescem acima do nível d’água e possuem tentáculos que aprisionam pequenos insetos.<br />
Existem centenas de espécies de Droseras pelo mundo, sendo que 7 somente nos Tepuis.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5807" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/18.jpg" alt="" width="580" height="386" /></div>
<h2><strong>Os Índios, suas lendas e costumes</strong></h2>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5808" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/19.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div>A caminhada para o monte começa na aldeia Paraytepui, habitada pelos índios Pémons que dependem do trabalho como guias e carregadores para subsistência.</div>
<div>Possuem uma relação de profundo respeito pela montanha, morada de seus deuses e guardiões, não permitindo ou ficando bastante incomodados caso os visitantes gritem ou joguem pedras pelas encostas ou nos lagos, cursos d’água do Monte.</div>
<div>Segundo suas tradições (o Monte é onde repousam os espíritos dos pajés que quando morrem penetram na terra se transformando em cristais) esse comportamento provoca a sua ira que em troca enviam a chuva.</div>
<div id="attachment_5809" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5809" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/20.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Vale dos Cristais, descoberto em 1976 pelo explorador venezuelano Charles Brewer Carias  http://www.charlesbrewercarias.com/</p></div>
<div>Pude presenciar essa relação deles com o monte pelo índio que me guiou até o Lago Gladys (que tem esse nome em homenagem a um lago citado no livro o Mundo Perdido) e as proximidades da Proa, o Bráulio, que em toda a caminhada se manteve em silêncio, e ao chegar ao lago, me deixou com o guia da agência no local e sumiu em meio à neblina como uma das entidades que habitam o monte, de forma silenciosa e misteriosa.</div>
<div id="attachment_5810" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5810" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/21.jpg" alt="" width="580" height="429" /><p class="wp-caption-text">Lago Gladys, ao fundo está os labirintos, uma das áreas mais inexploradas do Monte e onde estão as maiores formações rochosas do cume, alcançando a altura de 45m. Segundo o Bráulio, são necessárias 9 horas de caminhada para atravessá-los.</p></div>
<div>Tornou a aparecer quando o guia o chamou, surgindo entre a neblina, calado, cabisbaixo, e nos levou até as proximidades da Proa, que não alcançamos pelas condições climáticas – um denso nevoeiro que reduzia a visibilidade a poucos metros.</div>
<div id="attachment_5811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5811" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/22.jpg" alt="" width="580" height="429" /><p class="wp-caption-text">O Monte tem uma área de 34km², a sua travessia no sentido sul/norte é uma caminhada de 14 km.</p></div>
<div>Além do clima resolvemos não arriscar também por segurança, teríamos que ultrapassar um pequeno lance, uns 4 metros, onde era necessário escalar, mas que estava extremamente escorregadio pela alta umidade nessa face do monte que por estar ao norte, recebe a umidade do mar e da floresta, condição que a deixa praticamente encoberta<br />
durante todo o ano.</div>
<div id="attachment_5813" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5813" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/23.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Proa vista do mirante La Ventana</p></div>
<div>Nenhuma vida vale a vaidade de se chegar a um determinado local, e além das condições citadas acima, uma das únicas frases que o Bráulio disse durante a caminhada me marcou e fez desistir de ir até a proa, mesmo com o guia querendo ir até lá de qualquer jeito, ele disse com os olhos tristes e a voz baixa:</div>
<div>No quiero, tengo miedo!</div>
<div>Após ouvir e sentir toda a emoção que essa frase carregava, peguei minha mochila, e comuniquei aos dois que a melhor coisa que devíamos fazer era voltar para o acampamento.</div>
<div>Por respeito à vida e as tradições não deveríamos prosseguir, os deuses não nos queriam ali nesse momento.</div>
<div>Os índios conhecem o Monte também como a “Mãe das Águas”, lugar de nascentes de rios e grandes cachoeiras. Para eles, se a água é o sangue do planeta, então o Monte Roraima é o coração.</div>
<div id="attachment_5815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5815" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/24.jpg" alt="Rio Tok e Monte Kukenan" width="400" height="602" /><p class="wp-caption-text">Rio Tok e Monte Kukenan</p></div>
<div id="attachment_5816" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5816" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/25.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Os carregadores têm um limite de 15 kg de carga, sendo que alguns para ganhar mais, chegam a levar o dobro disso. Nesse caso, Bráulio e Antônio estavam levando material de acampamento e suprimentos para 8 pessoas (incluindo eles) que iriam ficar de 5 a 8 dias no Monte. </p></div>
<div id="attachment_5817" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5817" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/26.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Bráulio na volta do Monte, já no 7º dia da excursão, com seus pertences pessoais </p></div>
<div>Por outro lado eles têm o costume de colocar fogo na savana na época seca. Originalmente esse costume era uma forma de celebração após uma caçada bem sucedida, assim como também usado como método de “controle ambiental” – como forma de preparar o solo para a plantação de batata, feijão, mandioca e para matar as cascavéis que tem a savana como habitat.</div>
<div id="attachment_5818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5818" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/27.jpg" alt="" width="580" height="204" /><p class="wp-caption-text">Ermita de Santa Maria de Tokwono e Montes Kukenan e Roraima</p></div>
<div>Infelizmente essas queimadas quando fora de controle causam a destruição de grandes áreas, como a que em 1925 chegou às encostas do monte alcançando as proximidades da rampa que dá acesso ao cume.</div>
<div>Esqueletos de algumas árvores que existiam antes desse grande incêndio podem ser vistas na trilha em muitas áreas.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5819" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/28.jpg" alt="" width="580" height="360" /></div>
<div id="attachment_5820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5820" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/29.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Marco Tríplice, que define a fronteira entre o Brasil, Venezuela e Guiana.  Aproximadamente 80% da área do Monte está na Venezuela, cabendo ao Brasil e a Guiana cerca de 10% cada um, sendo que a Venezuela não reconhece a fronteira com a Guiana,reclamando uma revisão dos limites. Devido a essa questão, as inscrições no lado guianense do marco foram retiradas, só restando a do lado brasileiro e venezuelano. </p></div>
<div>O Monte Roraima que se tornou conhecido do mundo somente no final do século XIX pelas palavras do escritor inglês Arthur Conan Doyle no livro O Mundo Perdido, é um lugar mágico, sagrado para os índios que tem uma relação de profundo respeito pela montanha e fascinante para todos que o visitam, que ficam enfeitiçados pelas histórias contadas pelos indígenas e principalmente pelas belezas que a natureza com seu infinito poder de transformação pode criar.</div>
<div id="attachment_5821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5821" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/30.jpg" alt="Nascer do sol no Monte Kukenan" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Nascer do sol no Monte Kukenan</p></div>
<div>Assim como o personagem do livro o Mundo Perdido que citei no texto que dá início a esse relato, que jurou registrar suas impressões em tinta e papel da sua visita ao Monte fica aqui o meu registro em tinta, papel, alma e coração da visita a um dos locais mais espetaculares do planeta, o Monte Roraima.</div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-5822" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/31.jpg" alt="" width="580" height="385" /></div>
<div><strong>Flávio Varricchio<br />
Fotógrafo</strong></div>
<div><a title="este link abre uma nova janela" href="http://photo.net/photos/FlavioVarricchio" target="_blank">http://photo.net/photos/FlavioVarricchio</a><br />
<a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/</a><br />
<a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.facebook.com/flavio.varricchio" target="_blank">http://www.facebook.com/flavio.varricchio</a></div>
<div><strong>Referências bibliográficas</strong></div>
<div>Map of Mount Roraima by Emilio Pérez &amp; Adrian Warren<br />
O Mundo Perdido, Arthur Conan Doyle, Editora Nova Alexandria Ltda., página 123<br />
Revista Os Caminhos da Terra, Editora Azul, página 43, Edição 39, julho de 1995</div>
<div><strong>Agradecimentos</strong></div>
<div>A agência de ecoturismo New Frontiers Adventure pela excelente estrutura, representada nessa foto pelo guia Luiz Hernandez</div>
<div id="attachment_5823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-5823" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/32.jpg" alt="" width="580" height="385" /><p class="wp-caption-text">Luiz Hernandez no ponto mais alto do Monte Roraima, conhecido como El Carro ou Maverick</p></div>
<div><a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.newfrontiersadventures.com/" target="_blank">http://www.newfrontiersadventures.com/</a></div>
<div>Ao carregador Bráulio pela ajuda e estórias, a Carla Dadda Roque pela companhia e superação e a todos que contribuíram na realização de mais esse sonho, deixo o meu muito obrigado e um até breve&#8230;</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adventurezone.com.br/blog/viagem-ao-monte-roraima-parte-2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

