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Viagem

Preços no Caminho Francês – Dificuldades do Caminho parte VI

- ALOJAMENTO

Albergue Divina Pastora Burgos

 

Albergues
Xunta da Galicia      3 E
Igreja                         donativo / ajuda ao peregrino
Municipais                3 a 5 E
Privados                    donativo / 5 a 12 E
Pensão                      30 E
Hostal                        30 –  40 E
    


Postado por Coluna do Peregrino em 10 de março de 2010
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BASE & CLIMB EUA 2009 (Twin Falls – Moab)

Perrine Bridge – Twin Falls, ID. Foto: Gustavo Britto

Twin Falls, Idaho – E.U.A. é a cidade da única ponte onde o BASE jump é legalizado o ano inteiro, 24 horas por dia, nos Estados Unidos. Mais do que isso, é a cidade onde o praticante do esporte é realmente bem vindo. A Perrine Bridge está a 148 metros acima do Snake River, ligando os 457 metros entre as paredes do canyon. Ao chegar à cidade, a primeira coisa que se vê é a ponte, sendo necessário cruzá-la para entrar na cidade. Logo na primeira esquina, fica um grande estacionamento para os visitantes que vai até a borda do canyon. De lá é possível ver o Visitor Center que oferece uma série de serviços ao visitante (Informações, Café e Internet Wi-fi grátis, lembraças e etc.), sob o comando de delicadas senhoras voluntárias, moradoras da cidade.


Postado por Administrador em 5 de março de 2010
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Caminho Francês – Dificuldades no Caminho de Santiago – 5

e) Sinalização Deficiente

1. Pireneus

Este é um trecho em que a sinalização é mais deficiente.

Como é feita principalmente com setas pintadas no chão, no período de inverno pode estar totalmente oculta pela neve, ou, mesmo no verão, não poder ser vista porque a tinta das setas desbotou.

A Oficina de Peregrinos em Saint Jean Pied-de-Port distribui um mapa e orientações, especialmente para o trecho que se inicia 2 km depois da imagem da Virgem de Biakorre, quando se deixa a pequena estrada da montanha e se caminha por uma trilha que vai ladeando o Monte Leizar Atheka. Há hoje, neste trecho, uma tosca cruz com muitas fitas penduradas, mostrando o lugar da saída da estrada e a entrada na trilha.


Postado por Coluna do Peregrino em 2 de março de 2010
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Liofoods na Expedição Monte Roraima

Confira o depoimento de Eliseu Frechou, a respeito da logística de alimentação na recente expedição brasileira ao Monte Roraima:

Nessa empreitada, pela primeira vez levamos somente alimentos liofilizados. Após experimentarmos os produtos da Liofoods, optamos unanimemente pela marca, e nossa opção se deu devido ao alto valor nutritivo aliado à praticidade de preparo e pouco peso em relação a outros tipo de alimentação. Nada mais importante do que ter uma boa alimentação num ambiente tão hostil, onde um organismo debilitado pode facilmente evoluir para uma doença ou retirar qualquer um de nós de atividade.

Preparando a refeição acampados na parede do Monte Roraima


Levamos refeições variadas e almoçávamos todas as manhãs. O que seria nosso café da manhã, se transformou em almoço, pois era justamente nesse momento que estávamos em atividade. Outra refeição no final da tarde e uma ceia completaram nosso cardápio, mantendo todos com saúde e mais do que satisfeitos.

Para quem desejar sugestões, recomendo as refeições com arroz, macarrão, picadinho e frango são excelentes. Gostei demais do açai e dos sorvetes. Aliás, de todas as sobremesas!

É muito bom saber que agora temos uma opção de qualidade no mercado nacional para nos suprir de energia nas aventuras.

Leia mais em:

Blog do Eliseu Frechou – Equipamentos (Monte Roraima)


Postado por Administrador em 18 de fevereiro de 2010
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Vídeo: Expedição Qhapaq-Ñan III

Assista ao vídeo da última expedição em Qhapaq-Ñan, Bolívia:


Postado por Administrador em 17 de fevereiro de 2010
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Expedição Mediterrânea – Sabores da Turquia

Na Expedição Mediterrânea, descobri que a gastronomia turca é simplesmente deliciosa.

Uma incrível diversidade de sabores e aromas, em pratos preparados com ingredientes básicos, legumes frescos, frutas, azeite de oliva, carnes, pescados e molhos excelentes. Como primeiro prato, podemos degustar diversos aperitivos a base de frios como os salsichões, além de saladas, pães e sopas. Falando em sopas, vale à pena provar a iskembe corbasi, feita com tripas, farinha e molho de vinagre, ou a deliciosa yayla corbasi, cozida com iogurte, farinha e tomate vermelho.

Doces Turcos


Postado por valeria em 25 de janeiro de 2010
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Dificuldades no Caminho de Santiago – parte 4

Escassez de água


1. Pireneus - 10 km


2 km depois da imagem da Virgem de Biakorre, se abandona a estrada e se entra por uma trilha à direita, que vai margeando o Monte Leizar Atheka. Logo a seguir encontramos a Fonte de Roldán, o cavalheiro, sobrinho de Carlos Magno que morreu emboscado na batalha de Roncesvalles, originando o fato a famosa gesta medieval, La Chanson de Roland. É a última fonte até Roncesvalles.


Não há uma única casa no trajeto, só bosque, e o que se encontra são alguns rebanhos, de ovelhas ou gado. Nunca encontrei um carro, na pequena estrada, nem pastores, nem moradores. Só o silêncio, algum som de chocalho e as nuvens que rodeiam o peregrino.

A última fonte, cerca de 17 km antes de Roncesvalles


Postado por Coluna do Peregrino em 21 de janeiro de 2010
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Expedição Mediterrânea – Turquia

Bodrum


Eu e Priscila acordamos cedo, arrumamos uma mochilinha para dois dias e encontramos Vagelous e George para seguirmos para Bodrum, na Turquia.
Após um café rápido e gelado, fomos a agencia comprar nossos tickets de barco. Ao chegarmos la, descobrimos que nossos amigos gregos não poderiam nos acompanhar. Estavam sem passaporte e suas identidades eram antigas demais. Que pena! Teremos que pisar em terras muçulmanas sozinhas.

Luminárias Turcas


Postado por valeria em 19 de janeiro de 2010
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Dificuldades no Caminho de Santiago – parte 3

Subidas e Descidas


1. Torres del Rio – Viana - 10,9 km

Este é um trecho cansativo pelas subidas e descidas, ausência de pueblos e a visão de Viana, que parece estar chegando e depois se vê que continua distante… para depois parecer próxima de novo… e mais uma vez, sumir… As descidas não são muito íngremes, mas o solo, de pedras redondas, lisas e soltas, faz com que sejam como várias pequenas descidas do Monte Perdão, exigindo atenção e cuidado.

Chegando a Sansol


Postado por Coluna do Peregrino em 16 de janeiro de 2010
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Dificuldades do Caminho Francês – Parte II

Descidas Íngremes


1. Alto do Erro - 100 m a Zubiri - 495 m

A diferença de altitude não é muito grande, mas a descida é longa e contínua, por mais de 5 km, acentuada pelo solo coberto de pedras que formam finas laminas dispostas perpendicularmente. As panturrilhas sentem o esforço contínuo e a chegada a Zubiri é um alívio.


Um dos raros trechos sem pedras no Alto do Erro


Postado por Coluna do Peregrino em 22 de dezembro de 2009
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