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	<title>Adventure Zone &#187; Trekking</title>
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Cerro Aconcágua &#8211; Projeto 7 cumes &#8211; Ayesha Zangaro &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 00:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>&nbsp;</p>
<p>É difícil lembrar os perrengues da montanha quando ainda estamos arrumando as malas para sair, no conforto de casa. Check list feito: três malas e três mochilas cheias, muitas blusas dry-fit, calças de trekking, meias e luvas finas e grossas, as camadas corta vento, os casacos de pluma, botas e os sleeping bags, com uma camada de embalagens de comida liofilizada cobrindo tudo isso. A caminho do aeroporto ainda não tinha caído a ficha que eu estava indo para outra expedição.</p>
<p>No fim do dia 3 de Fevereiro chegamos a Mendoza, a capital dos vinhos na Argentina. Depois de colocar as bagagens em dois taxis, fomos para o hotel NH Cordillera, no centro da cidade. Fomos super bem recebidos pelo pessoal do hotel e depois de deixar tudo no quarto descemos para encontrar com os guias, o Carlos e o Eduardo.</p>
<p>Dia 4 acordamos relativamente cedo para ir tirar os permits para entrar no Parque Provincial do Aconcágua e depois alugar as botas duplas e comprar os isolantes térmicos para colocar embaixo dos sleeping bags. Os dois próximos dias foram para checar se estava tudo lá, conhecer os companheiros de viagem, comer bem e tomar muito helado.</p>
<p>Na segunda-feira, dia 7, saímos depois do almoço para Puente Del Inca, à 2800m. Foram três horas de van até o pequeno povoado andino, mundialmente conhecido pela sua formação natural sobre o rio das Vacas no nordeste da província. Esse povoado é visitado principalmente no inverno, onde as hospedagens recebem esquiadores de todo o mundo. Ficamos inclusive em uma dessas hospedagens, com quartos coletivos. Foram os primeiros ares de montanha que respiramos.</p>
<p>Aproveitei o fim de tarde para tirar foto com os logos dos patrocinadores, rearrumar minha mochila, conhecer o povoadinho e tomar meu último banho decente. De noite jantamos juntos e jogamos um pouco de pebolim antes de dormir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6509" title="ayesha aconcagua 2012 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-6.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><strong>CONFLUÊNCIA E PLAZA DE MULAS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeiro dia oficial de expedição! Saímos perto das 10h para a entrada do Parque Provincial. Fomos de van até a entrada de Horcones e mochila nas costas! De hora em hora, o grupo todo parava para descansar e tomar água. Logo no começo da trilha comecei a sentir minha bota pegando no calcanhar. Tinha comprado ela há pouco tempo, mas não tinha tido problemas nas caminhadas anteriores. Talvez por causa do terreno mais irregular, a costura mal feita da bota formou uma bolha razoavelmente grande no calcanhar.               Por volta das 16h fomos recepcionados no primeiro acampamento do parque pela equipe muito simpática da Aymara, a empresa responsável pela nossa expedição. Nos serviram frutas, bolachas e suco de lanche, foi ótimo comer um pouco depois do dia quente de caminhada. Cheguei lá muito irritada com a bolha e sem perspectiva nenhuma de melhora, mas como chegamos cedo tive tempo de descansar um pouco e esquecer do incomodo.</p>
<p>Antes de jantar ainda tivemos que passar no serviço médico para receber o aval de continuar ou não. Ninguém no grupo teve problema, mas preciso dizer que não simpatizei nem um pouco com o médico de lá, principalmente depois que ele disse que menores de 18 anos têm grandes chances de desenvolver edemas pulmonares, hunf! Depois de saber que todos nós estávamos em excelentes condições físicas para ir até Plaza de Mulas, voltamos para a barraca refeitório para jantar. Primeira noite de temperaturas mais amenas e já recorri ao meu casaco de plumas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6510" title="ayesha aconcagua 2012 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-1.jpg" alt="" width="428" height="640" /></p>
<p>Duas más notícias pela manhã! Segundo a programação, neste dia (09/02) sairíamos para caminhar até o Mirador da Face Sul, à 4000m, como parte do processo de aclimatação. Indo tomar café, ouvimos que tinham dois argentinos presos na parede sul há uns três dias e que o resgate estava tendo dificuldade em chegar até eles. Sendo assim a administração do parque proibiu qualquer grupo de seguir pela trilha que levava à Plaza Francia, provavelmente para evitar olhares curiosos. Ou seja, mission aborted! A segunda má noticia foi que tivemos a primeira baixa do grupo, uma das meninas teve que descer</p>
<p>Me preparei então para um delicioso dia de ócio no acampamento, mas minha alegria durou pouquíssimo. Em meia hora a Aymara recebeu um rádio que o resgate tinha conseguido ajudar os dois a sair da parede e a via estava liberada.</p>
<p>O dia estava muito bonito e até que bem quente para a altitude em que estávamos. Como no primeiro dia fomos parando de hora em hora para hidratar e reforçar a camada de protetor solar. Quanto mais subíamos mais a paisagem ficava parecida com Marte, aqueles campos enooooormes, vermelhos e com muitas pedras no meio do nada. A diferença realmente era só aquele bicho enorme de pedra e gelo lá no fundo, contrastando com todo o resto em volta.</p>
<p>Impossível imaginar aqueles dois caras presos lá em cima por tanto tempo! Uma das paredes de gelo mais desafiadoras do mundo impõe ainda mais respeito quando vista de perto! Parei um pouco antes do grupo para gravar um videozinho e aproveitar um pouco o sentimento de insignificância perto dessa natureza avassaladora. Filosófico né? Acho que quando se começa a andar pelas partes altas do planeta, nossa cabeça entra na maior faculdade de filosofia existente, nós mesmos!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6511" title="ayesha aconcagua 2012 8" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-8.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>No outro dia, já saí da barraca cansada. Estava muito frio ainda, já que o sol não tinha chego até Confluência. Andei a primeira meia hora tremendo de frio e me animei muito quando senti o sol batendo no meu rosto. Fomos caminhando em um ritmo bem tranquilo e vários grupos passaram como foguetes por nós.</p>
<p>Chegamos em mais ou menos uma hora até o começo da famosa Playa Ancha, um planalto muito comprido e largo, um pesadelo para os andinistas, principalmente se o clima não estiver bom.</p>
<p>De Ibañez no final da Playa Ancha pra frente nos disseram que era mais sossegado e logo se chegava no Campo Base. HAHAHA! A tal da Playa Chica deu tanto trabalho quanto a Ancha. Um sobe e desce interminável, que acabou separando nosso grupo. Segui mais na frente, achando que assim chegaria logo, ledo engano.</p>
<p>Certo tempo depois avistamos de longe a Plaza de Mulas e ainda parecia muito longe. Enfim, passamos por um dos refúgios abandonados e encontramos um dos guias da Aymará, o Pedro, que veio ajudar no último trecho. Subimos a Cuesta Brava (realmente bravíssima, muito inclinada e com pedras soltas) em mais de uma hora. A última meia hora demorou um século para passar e finalmente vi a bandeirinha da Argentina, mostrando que chegamos no acampamento base do Aconcágua!</p>
<p>Comemoramos bastante ali mesmo, até reunir as últimas forças para chegar às barracas da expedição (as expedições da Aymara, que era a nossa empresa local, estavam montadas do oooutrooo lado do acampamento). Dois dos nossos colegas de expedição que andavam mais rápido tinham chego umas duas horas antes e já tinham montado elas. Fomos direto para a barraca refeitório e foi uma delícia tirar aqueles tênis super largos! Antes do jantar nos serviram melancias e bolachinhas e tomei meu primeiro banho de gato da viagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6512" title="ayesha aconcagua 2012 7" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-7.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Dia seguinte foi de descanso. Também, ninguém estava com disposição nem de sair da barraca, não dava para ser diferente. De manhã saí para conhecer o resto do acampamento.</p>
<p>Durante meu passeio matinal notei a presença constante de helicópteros amarelinhos. Eles paravam em cima dos inúmeros “banheiros” para retirar os dejetos e leva-los não sei para onde. Os tais banheiros eram caixas de metal com um buraco no meio e um barril em baixo, e era esse barril que os cococópteros levavam, haha!</p>
<p>De tarde quem  ia para a parte alta da montanha foi treinar com as botas duplas em uma encosta do lado das nossas barracas, no caminho que sobe para o primeiro acampamento. Peguei a bota alugada da extinta Koflach, meus crampons e encontrei com o pessoal ali por perto. Os blocos de gelo que íamos usar para testar os crampons tinham derretido e no lugar só tinham alguns penitentes, aí o Carlos resolveu só andar com as botas, subindo e descendo. Até que foi rápido, mas não achei muito simples não, afinal você perde muita mobilidade dos pés. Depois só tivemos que aprender a colocar e tirar os crampons e fim, lição aprendida. No próximo dia íamos subir pelo mesmo lugar de novo para ir deixar alguns mantimentos na Plaza Canadá, à 5000m.</p>
<p>Acordar antes do sol chegar na barraca é cruel! Arrumei a mochila mas não estava com a mínima vontade de sair nesse dia, estava nublado e ventando e o sol não deu nem pinta que ia aparecer. Começamos a subir eee começou a nevar. A primeira hora andando foi com floquinhos brancos caindo do céu. Quando olhava para baixo dava para ver todo o acampamento e a Playa Chica branquinhos. Caminhamos em um ritmo bem tranquilo e levamos mais ou menos 5 horas para chegar a Plaza Canadá. O dia sem sol fez com que a temperatura caísse mais do que imaginávamos e acabei passando frio lá em cima. Deixamos a comida liofilizada em Canadá e depois de um lanchinho rápido descemos correndo a encosta de volta para o acampamento base. Pegamos neve de novo na descida e foi um alívio chegar na barraca quentinha lá embaixo. Tenho que dizer é impressionante como o tempo muda na montanha, quando chegamos o céu estava todo em tons de cinza e a montanha estava todo coberta de nuvens; quase uma hora depois o céu estava super limpo e o Aconcágua parecia pegar fogo com o sol se pondo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia 13/02 foi nosso segundo dia de descanso. Se o roteiro fosse seguido à risca, esse dia seria o dia de ir até o Cerro Bonete, à 5000m, para ajudar no processo de aclimatação, e depois teríamos dois dias consecutivos para descansar antes de subir para o ataque, mas depois de algumas conversar concluímos que era melhor intercalar os dias de descanso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez tivemos que sair antes do sol nos alcançar, mas não sofri tanto com as extremidades formigando de frio, acho que acostumou, sei lá. Logo chegamos ao famoso refúgio desativado e fiquei muito curiosa para ver como é lá dentro. Saindo de lá a subida era bem complicadinha, muitas pedras soltas e grandes e uma inclinação razoável. Um passo para cima e três para baixo deslizando junto com as pedras. Eu estava mais a frente, mas conseguia ouvir minha mãe respirando lá embaixo e eu só pensava nisso; tomara que ela consiga, tomara que ela consiga. O Cerro Bonete não é daquelas montanhas lindas, até porque tudo naquela parte dos Andes se resume a pedra em cima de pedra, e eu estava bem pouco motivada para subir. O que ainda me puxava para cima era pensar que seria uma prova de fogo, se não desse ali, provavelmente não daria para continuar montanha acima, e queria demais conhecer um pouco mais dos meus limites.</p>
<p>Nos zigue-zagues para chegar ao pé do Bonete minha energia estava low profile e comecei a cantar e contar meus passos para distrair. Até que funcionou bem! Eram mais ou menos 200 passos e uma paradinha curta. Quando chegamos às pedras já dava para ter uma visão de grande parte da cordilheira para o outro lado. É realmente incrível a extensão dos Andes!</p>
<p>Andamos mais de uma hora ainda em uns lugares que exigiam certa concentração (juro que nessas horas me sinto em filmes de ação) e finalmente chegamos no cume do Cerro Bonete! Uhul, parte um do desafio estava vencida! Estava tão exaurida que não pensava nem em tirar foto, nem em comer, nem em nada. Meus pais chegaram um pouco depois e comemoramos juntos em silêncio. A perspectiva de voltar tudo aquilo ainda não era das mais animadoras. Depois de comer um pouco e recuperar um pouco das forças, tiramos fotos individuais e do grupo todo e começamos o caminho de volta. Enquanto estávamos lá em cima, o tempo virou, e o vento que chegou esfriou completamente o tempo.</p>
<p>Não digo que descer é mais fácil, mas com certeza é mais rápido. De bota dupla (que tem a sola mais lisa do que as outras botas) é ainda mais fácil deslizar sobre as pedras, e se não fosse o tremendo esforço muscular para segurar o corpo em pé, em uma hora eu chegava lá embaixo. Mas a fadiga de todos os músculos inferiores falou mais alto e eu caí muitas vezesDesci o resto do caminho até o refúgio bem devagarzinho com medo de cair de novo. Minha mente já estava meio nebulosa e foquei na minha barraca no acampamento, faltava pouco! Encontramos com o Capy assim que chegamos, fiquei feliz em ver ele lá, já que em Mendoza ele não nos deu certeza que nos acompanharia. Chegando às barracas só tive forças para comer e dormir.</p>
<p>Como eu AMO não ter hora para levantar! Só acordei com o calorzinho do sol batendo na barraca e só saí dela quando meu sleeping bag para -40 graus, começou a me sufocar lá dentro.</p>
<p>Todos os dias o Carlos e o Capy checavam as previsões do tempo para os próximos dias e a última que recebemos previa as janelas de bom tempo para os dias 20 e 21, o que atrasaria um dia o nosso programa, mas sem maiores problemas.</p>
<p>A tarde foi toda consumida pelas arrumações para os próximos dias. Passaríamos entre cinco e oito dias nos campos altos, e nada podia ficar para trás. A comida já estava toda no Campo 1, então na mochila ia só sleeping bag, os dois isolantes térmicos, os crampons, casaco de pena, snacks para comer durante as caminhadas e anorak. Como três dos oitos clientes que iam subir, desistiram, o peso que os carregadores carregariam referente a essas pessoas ficou para a gente, e cada um levou bem pouca coisa nas costas no primeiro dia. Levamos para a barraca refeitório todo o equipamento para o Carlos revisar e depois voltamos para as barracas para já deixar as marinheiras organizadas com o que ia ficar em Plaza de Mulas</p>
<p>A janta não foi muito tranquila, estavam todos bem ansiosos. Nessa altura, nosso grupo de quinze pessoas, estava reduzido a nove; eu, meu pai, o Celestino, o German, o Ivan e o Carlos, fechávamos o grupo que ia subir, a Tainah e a Silvia que voltariam para Mendoza pela manhã, e minha mãe que ia ficar no campo base até a gente voltar. Não faltaram perguntas sobre o que estava por vir, sobre a logística lá de cima, a divisão de barracas, o horário de saída para o dia de cume, o horário máximo para estar lá em cima, as possíveis complicações. Até pareceu que nunca conversamos sobre essas coisas! Mas a ansiedade reinava naquela hora e cada um queria ter certeza das possibilidades e impossibilidades para os próximos dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ayesha Zangaro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>75 Horas</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/75-horas</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 23:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Minimo Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional do Caparaó]]></category>

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<p>Não me aventuro, não considero as minhas andanças pelo mundo natural como aventuras, mas como um compromisso com a vida que escolhi, um comprometimento com o que me faz sentir mais vivo.</p>
<p>Comprometimento que não vem somente da contemplação do mundo natural, mas da minha interação com os seus elementos. Cada planta, rocha e animal têm uma história que quando compreendida nos mostra a formação da paisagem, cada elemento é parte de uma cadeia de eventos que conta a história biológica e geológica do planeta, o que me fascina muito, buscar essa integração com o meio é uma das formas que tenho de realmente contatar e compreender a natureza.</p>
<p>Seguindo o meu caminho, dessa vez retornei ao Parque Nacional do Caparaó para cinco dias de acampamento no Terreirão, dois na companhia dos amigos Marcelo Moura e Rodrigo Valero, entre outros, e pouco mais de três sozinho, somente eu e a montanha, já que todos foram embora após o feriado.</p>
<p>Foram as minhas 75 horas de quietude e admiração</p>
<p>75 horas em que a montanha foi devolvida a seus verdadeiros donos:</p>
<p>as plantas, os bichos, o vento, a chuva, o sol e a lua</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6460" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-1.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que o vento soprava para longe a má energia de quem visita esse ambiente com uma busca utilitária que reduz a natureza a um bem de consumo, a um meio de conseguir benefícios materiais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6461" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-2.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que a chuva apaga os rastros de quem destrói seus habitantes mais frágeis, as plantas, que são pisoteadas e arrancadas quando usadas como apoio por aqueles que na vaidade de &#8220;conquistar&#8221; o cume, não medem esforços em destruir, mesmo que inconscientemente, a exuberante e delicada riqueza vegetal desse ambiente tão vulnerável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fim não justifica os meios, não só o cume interessa, todo o caminho merece respeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6462" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-3.jpg" alt="" width="458" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas em que as nuvens repousando calmamente em sua cama nas montanhas, separam o egoísta mundo dos homens do majestoso e nobre mundo onde o céu encontra a terra, o mundo das montanhas, dos sonhos onde os homens têm a percepção de sua insignificância diante de tanta grandeza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6464" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-4.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de admiração as maravilhas da natureza, como o formado pelo fenômeno atmosférico espectro de Brocken, que projeta uma alongada sombra no nevoeiro rodeada por um brilhante e colorido arco iris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6465" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-51.jpg" alt="" width="425" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de fuga desse tempo de tecnologia e dinheiro, de guerra e ambição, um tempo que pode ter seu encanto e grandeza, mas que com a melhor boa vontade não posso aprovar e amar, apenas tolerar do melhor modo possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6466" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-6.jpg" alt="" width="640" height="201" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas onde sentimentos comuns na caótica vida moderna que aprisiona o homem das cidades, como os de comandar, conquistar ou explorar, combater ou organizar, dão lugar aos serenos sentimentos da natureza;</p>
<p>o observar, escutar, admirar, se encantar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6467" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-7.jpg" alt="" width="640" height="340" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas de adaptação as exigências de uma vida mais natural e primitiva, onde as únicas necessidades são as necessárias para a sobrevivência:</p>
<p>alimento, água e abrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6468" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/75-horas-8.jpg" alt="" width="616" height="480" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>75 horas inspirado nas sábias palavras de Thoreau:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fui para os bosques viver de livre vontade,</p>
<p>Para sugar todo o tutano da vida…</p>
<p>Para aniquilar tudo o que não era vida,</p>
<p>E para, quando morrer, não descobrir que não vivi!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Flávio Varricchio</em></p>
<p>Fotógrafo</p>
<p><a href="http://photo.net/photos/FlavioVarricchio">http://photo.net/photos/FlavioVarricchio</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/">http://www.flickr.com/photos/flavio_varricchio/</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/flavio.varricchio">https://www.facebook.com/flavio.varricchio</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências bibliográficas</p>
<p>Hermann Hesse, Pequenas Alegrias</p>
<p><a href="http://www.blogs.elcaribe.com.do/articulistas/pedro-conde-sturla/1122-pequenas-alegrias-de-herman-hesse.html">http://www.blogs.elcaribe.com.do/articulistas/pedro-conde-sturla/1122-pequenas-alegrias-de-herman-hesse.html</a></p>
<p>Henry David Thoreau, Walden ou A vida nos bosques</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Walden">http://pt.wikipedia.org/wiki/Walden</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Monte Roraima é o Mundo &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Varricchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Varricchio]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Tarola]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Tepui]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) em um dos mais importantes romances da literatura brasileira, &#8220;Grande Sertão Veredas&#8221;, diz que o sertão é do tamanho do mundo. Retornando ao... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/o-monte-roraima-e-o-mundo-parte-1-2">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O escritor mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) em um dos mais importantes romances da literatura brasileira, &#8220;Grande Sertão Veredas&#8221;, diz que o sertão é do tamanho do mundo.</p>
<p>Retornando ao Monte Roraima no inicio do ano, uso dessa frase emblemática, para relatar a minha experiência nas terras de Makunaima:</p>
<p>o Monte Roraima é o mundo!</p>
<p>O mundo não só pela sua grandiosidade  - o Monte tem área de 34km² &#8211; mas por um sentimento que não vivenciei em nenhuma outra montanha que é o de estar em um organismo vivo, um organismo que se e nos transforma todo o tempo, um organismo que como também dizia Guimarães Rosa sobre o sertão, está dentro da gente, mas que não se revela a primeira vista, se esconde e acena e para ser compreendido, convida a contemplação e ao silêncio.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-6385" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Monte-Roraima-3-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="640" height="415" /><br />
</em></strong></span></p>
<p>A vida das águas, águas que ditaram o ritmo dessa viagem.  Ao contrário da viagem que fiz em 2010 ao Monte, onde o clima foi seco em boa parte dos dias , nessa as águas que brotavam da densa e rica floresta que envolve grande parte do Tepui e que são trazidas pelo vento do oceano distante algumas centenas de quilômetros dali, foram generosas.  A Mãe das Águas, como é também conhecido o Monte pelos indígenas, nos recebeu chorando; choro que não cessou por longos e reflexivos dois dias inteiros, choro, que a Grande Mãe nos ofereceu, não por estar triste com a nossa presença, mas por que queria nos mostrar algo, queria nos apresentar a sua morada, seus mistérios, seus encantos, sua vida.</p>
<p>Dias de chuva que trouxeram sentimentos de frustração e esperança, dias de chuva que uniu ainda mais o grupo nas conversas sobre o lugar, dias de chuva onde aparentemente nada acontece, mas que trazem um grande milagre que podemos não ver se estivermos perdidos com pensamentos diversos ao ambiente<em>.</em></p>
<h3><em><img class="aligncenter size-full wp-image-6386" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Monte-Roraima-10-foto-Flavio-Varrichio.jpg" alt="" width="602" height="480" /></em><em> </em></h3>
<p>Uma das lições ensinadas nesses dias de chuva foi a da paciência, e a da percepção sobre como esse organismo vivo que é o Monte Roraima, se transforma dia após dia.  Onde a água e o vento abraçam as rochas as moldando com formas sobrenaturais que povoam nosso imaginário e onde as lendas indígenas deixam o lado da fantasia e se tornam realidade.  O Monte nos mostra como vive, seus deuses se revelam, suas lições invadem nossas mentes como um mantra que é ditado por Makunaima.</p>
<p>Makunaíma (Macunaíma com c, é o personagem do livro criado por Mário de Andrade, Makunaíma com “k” é um mito indígena), assim como a Mãe das Águas, está em todo o lugar.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p>Makunaíma que nos foi apresentado por um dos filhos do Tepui, o guia venezuelano Leo Tarola, que nas rodas de conversa no acampamento e durante as caminhadas se mostrava como um xamã &#8211; eu silenciosamente o chamava de grande alma e coração &#8211; um mensageiro que aprende e compartilha o conhecimento.</p>
<div id="attachment_6391" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6391 " src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Guia-Leo-Torola.jpg" alt="" width="640" height="426" /><p class="wp-caption-text">O guia Leo Tarola</p></div>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Leo nos contava sobre Makunaíma, contava como um velho índio que transmite oralmente as tradições dos seus ancestrais para os mais jovens, como a Pandon &#8211; termo traduzido pelos Taurepang como “histórias” &#8211; que versa sobre a sua origem que ora é referida como a de um só personagem, ora como um grupo de irmãos.</p>
<h3><em> </em></h3>
<p><span style="font-size: 15px">Continua&#8230;</span></p>
<p><em>Flavio Varricchio</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Projeto Ayesha Zangaro &#8211; check list para o Aconcágua</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/projeto-ayesha-zangaro-check-list-para-o-aconcagua</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/projeto-ayesha-zangaro-check-list-para-o-aconcagua#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton Tec]]></category>
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		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[aconcágua]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Aconcágua here we GO!</p>
<p>A menos de um mês de começar a expedição do Aconcágua, a preparação continua&#8230; check list de equipamentos, roupas e claro o preparo físico. Como sempre, não me motivo muito com corridas e caminhadas por aqui, mas faz parte né?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6238" title="Arquivo Ayesha Zangaro - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="427" height="640" /></p>
<p>No dia de Natal levantamos cedo e com 15kg de carga saímos para caminhar por Jambeiro, a cidade onde moramos. Fomos até o morro do Cruzeiro, um dos pontos mais altos da cidade, com menos de 1000m de altitude. Morar em um país como o Brasil tem suas desvantagens afinal. E passar ano novo na praia? Lógico que não, apesar da minha vontade de ir para o litoral, fomos comemorar a chegada de 2012 em Monte Verde, em Minas Gerais. Dois dias de caminhada pelas “montanhas” da Serra da Mantiqueira foram ótimas para treinar com carga mais pesada e por longo tempo. No primeiro dia fomos até o Pico do Selado (2083m), com uma caminhada de mais ou menos 5 horas e no dia seguinte alcançamos o cume da Pedra Partida e da Pedra Redonda mais ou menos em 6 horas as duas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6239" title="Arquivo Ayesha Zangaro - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="426" /></p>
<p>As últimas semanas de treinamento ficam por conta de corridas e de aulas de dança, ambos em ritmo bem intenso, para chegar à Argentina com o máximo de fôlego possível! Dia 3 embarcamos no vôo para lá, e sempre que possível mando notícias pelas redes sociais!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6240" title="Arquivo Ayesha Zangaro" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>Aqui disponibilizo um check list que estou usando:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6241" title="Check list Aconcagua" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Check-list-Aconcagua.jpg" alt="" width="640" height="463" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abs</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ayesha Zangaro</p>
<p><a href="http://ayesha.com.br/blog/">http://ayesha.com.br/blog/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Floresta da Tijuca &#8211; História</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/floresta-da-tijuca-historia</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[floresta da tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[parque nacional da tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[PNT]]></category>
		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

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<p>Muitos já ouviram falar na Floresta da Tijuca, mas poucos a conhecem. Ela é a terceira maior área verde urbana do Brasil e fazia parte de diversas fazendas de café que existiam no Rio de Janeiro. Na época do segundo reinado ocorreu um grande reflorestamento, ordenado por D Pedro II, iniciativa pioneira na América Latina, pois foi constatado que as fazendas de café estavam acabando com a água potável da cidade, que na época era a capital do império. Houve uma enorme desapropriação desde 1854 de diversos sítios, terrenos e fazendas aonde as nascentes dos rios estavam.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6179" title="Floresta da Tijuca década de 20" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Floresta-da-Tijuca-década-de-20.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Esse trabalho, muito bem planejado, foi confiado ao barão Archer, que com alguns escravos começou o reflorestamento em 1861. Durante 13 anos de trabalho duro foram plantadas milhares de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, dentre as mudas algumas espécies exóticas foram inseridas na floresta o que causou alguns problemas, pois elas acabaram prejudicando a flora nativa. Um bom exemplo disso são as jaqueiras, que hoje são consideradas pragas. Sua fauna, com o reflorestamento, também ficou muito variada. É perfeito para se apreciar diversos pássaros, répteis, insetos e mamíferos.</p>
<p>A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão. Ela se tornou área de recreação e de esportes dos moradores, com suas diversas áreas de lazer, grutas, cachoeiras, montanhas, locais para ciclismo, corrida e vias de escalada. Suas trilhas e vias são muito conhecidas.</p>
<p>Hoje a floresta faz parte do Parque Nacional da Tijuca (PNT) que engloba diversas áreas verdes da cidade do Rio. O PNT foi criado em 1961 e é o parque nacional mais visitado do Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6180" title="parque-nacional-tijuca" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/parque-nacional-tijuca-2.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Todo o parque é um ponto de encontro de montanhista. Suas trilhas e vias tem diversas variantes, desde super fáceis a sinistramente pesadas. Todas as empresas de turismos (trilhas, city tour e jepp tour) estão todo fim de semana nos pontos turísticos principais.<br />
Quem é o do Rio ou virá, eu recomendo conhecer, pelo menos, uma das áreas.  O Parque funciona diariamente das 8h as 17h, e até as 18h no verão. A sede tá localizada na Estrada da Cascatinha, 850 &#8211; Alto da Boa Vista &#8211; RJ</p>
<p>Mais informações acessem o site: <a href="http://www.parquedatijuca.com.br"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">PARQUE NACIONAL DA TIJUCA</a></p>
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		<title>Caminho de Santiago &#8211; check list</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/caminho-de-santiago-check-list</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/caminho-de-santiago-check-list#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton Tec]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Caminho de Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[check list]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[futura pro 34 sl]]></category>
		<category><![CDATA[geane derosso chu]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciei o Caminho de Santiago de Compostela em 18 de Maio de 2011, saindo de St. Jean Pied-de-Port, na França, em companhia da minha mãe. Percorremos cerca de 850km a... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/caminho-de-santiago-check-list">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Iniciei o <strong>Caminho de Santiago de Compostela </strong>em 18 de Maio de 2011, saindo de St. Jean Pied-de-Port, na França, em companhia da minha mãe. Percorremos cerca de 850km a pé (a medição das distâncias varia muito entre um guia e outro), passando por campos, montanhas e plantações, pequenas vilas e grandes cidades, com o clima variando entre sol escaldante, frio, vento e chuva. Tivemos sorte em termos sido muito bem orientadas quanto ao equipamento para a viagem, pois não sobrou nem faltou nada. Tudo foi bem escolhido, de acordo com a necessidade. Fizeram a diferença a leveza, impermeabilidade, praticidade, secagem rápida e conforto dos equipamentos, que, assim como nós, passaram por uma prova de fogo no Caminho.</p>
<div id="attachment_6190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6190" title="Caminho de Santiago 2 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-2-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6195" title="Caminho de Santiago 3 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-3-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Listamos abaixo tudo que havia nas mochilas, caso alguém precise de referências. O material coube com folga nas mochilas <strong>Deuter Futura Pro 34L</strong> que levamos, sobrando algum espaço para comida e extras que surgiram durante a viagem. Conhecemos peregrinos de todas as partes do mundo no nosso caminho, cada um com seu objetivo, seu modo de caminhar e seus costumes, mas todos especiais a ponto de sentirmos falta deles agora que estamos em casa. A chegada em<strong> Santiago de Compostela</strong> aconteceu em 14 de Junho, após 28 dias de caminhada.</p>
<div id="attachment_6192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6192" title="Caminho de Santiago 4 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-4-arq.-Geane-Derosso-Chu1.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6193" title="Caminho de Santiago - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6194" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6194" title="Caminho de Santiago 5 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-5-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Foi maravilhoso saber que cumprimos nosso objetivo, mas a melhor parte foi perceber que a chegada era apenas uma parte da jornada, nem melhor nem pior, comparada a todas as experiências que vivemos durante o Caminho. Após alguns meses em casa já estamos com vontade de arrumar as mochilas e ir novamente, atravessar a Espanha de Leste a Oeste a pé! Por que não?</p>
<p>LISTA DE EQUIPAMENTOS<br />
•         Mochila Deuter Futura Pro 34L;<br />
•         3 camisetas de secagem rápida – manga curta;<br />
•         1 camiseta de secagem rápida – manga longa;<br />
•         1 calça/bermuda leve;<br />
•         1 calça leve;<br />
•         1 bermuda de lycra;<br />
•         1 segunda pele de caminhada;<br />
•         1 capa de chuva;<br />
•         Roupa íntima (5 peças de cada);<br />
•         4 pares de meias Lorpen (a marca faz muita diferença, pois não forma bolhas nos pés);<br />
•         1 saco de dormir Deuter Dreamlite 500;<br />
•         1 par de botas para caminhada (já amaciadas);<br />
•         1 par de chinelos;<br />
•         1 par de sandálias tipo papete;<br />
•         Câmera fotográfica;<br />
•         Canivete;<br />
•         Lanterna de cabeça;<br />
•         1 canga de praia;<br />
•         1 toalha de banho (de secagem rápida e leve);<br />
•         Material de higiene (em frascos pequenos);<br />
•         Sabão de roupas líquido;<br />
•         Alguns grampos para roupa (ou alfinetes de segurança);<br />
•         Bloco para anotações e caneta;<br />
•         Primeiros – socorros</p>
<p><a href="geane_iav@hotmail.com" target="_blank"><em>Por Geane Derosso Chu</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Downhill na Estrada da Morte &#8211; Bolívia</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bolivia]]></category>
		<category><![CDATA[carretera de la muerte]]></category>
		<category><![CDATA[donwhill]]></category>
		<category><![CDATA[estrada da morte]]></category>
		<category><![CDATA[la paz]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/downhill-na-estrada-da-morte-bolivia">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas mais perigosas do mundo. Essa é a Yungas Road, que liga La Paz a Coroico, também conhecida como Estrada da Morte ou Carretera de la Muerte.</p>
<p>Em 1996 foi inaugurada uma nova estrada, mais segura e ampla. Por essa nova estrada passam a grande parte do tráfego boliviano, porém a estrada da morte é muito usada na época da colheita e escoamento da plantação de coca, em sua grande maioria feitas naquela região. Em boa parte do ano  a &#8220;carretera de la muerte&#8221; é amplamente usada pelos bikers e viajantes aventureiros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5690" title="estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0470.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Downhill significa descida, ou seja, downhill de bike na estrada da morte, é descer uma das estradas mais perigosas do mundo em alta velocidade!! Adrenalina pura!!<br />
Esse passeio é um clássico para quem vai a La Paz. O trecho começa em La Cumbre (4.700m) e termina em Yolosa (1.185m). A empresa mais conhecida e recomendada em La Paz para esse passeio é a <a href="http://www.thedeathroad.com"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">El Solario</a> &#8211; Calle Murillo 776, centro, La Paz &#8211; são dados 3 opções de bikes, simples, médias e profissionais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5694" title="downhill" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0460.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Eu fiz a descida de carro, pois não sei andar de bicicleta (revelando segredos&#8230;kkkk)<br />
A descida divide-se em duas parte: uma no asfalto e a outra na parte antiga da estrada da morte de terra. A logística de apoio é muito boa: bicicletas reserva e até algumas peças simples.<br />
São em média 3 carros de apoio e 4 guias treinados que acompanham o grupo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5695" title="primeira parte estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0452.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0467.jpg" alt="" title="segunda parte estrada da morte" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5699" /></p>
<p>A adrenalina, mesmo estando de carro, é incrível. Passar tão rente a um precipício, que não se vê o fundo, torcendo para que não venha um outro veículo em direção contrária.</p>
<p>São feitas várias paradas para fotos e explicações, pois cada trecho tem sua particularidade e o modo de pilotar a bike muda um pouco. </p>
<p>A mudança climática é impressionante, pois saímos no frio e ar rarefeito dos 4700m de atitude e terminamos no calor e altitude de 1.182m. Não damos valor ao ar que respiramos até ser muito difícil de tê-lo. Em La Paz até o fato de subir uma simples ladeira termina o fôlego e em Yolosa  parece nossa casa!</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0482.jpg" alt="" title="downhill" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5703" /></p>
<p>A Estrada da Morte é diferente, surpreendente e recarrega o nível de adrenalina. Quem faz o downhill com o El Solario ainda ganha uma camiseta que diz: &#8220;eu fiz isso e ainda estou vivo&#8221;.<br />
Mesmo tendo feito de carro dá para tirar onda! Eu indico que todos que forem a La Paz, façam o downhill da estrada da morte.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0531.jpg" alt="" title="camiseta el solario" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5704" /></p>
<p>Um pequeno vídeo feito de dentro do carro de apoio que acompanha as bikes.</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IwNs-sMN4TM"frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Verão, chuvas e as trombas d&#8217;água&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[trombas d'água]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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<p style="text-align: justify;">Verão chegando e o pessoal entrando de férias da faculdade ou colégio e indo se aventurar por aí, quem sabe até curtir uma cachoeira ou um banho de rio em algum lugar legal deste nosso país&#8230; Legal, nada melhor que uma boa cachoeira! Só tenha cuidado porque a brincadeira pode ficar feia! Neste período do ano costumamos ter chuvas intensas que podem causar um fenômeno conhecido como &#8220;tromba d&#8217;água&#8221;, um rápido aumento do volume de água em um rio/cachoeira a ponto de tornar impossível se manter na água ou mesmo nas margens com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez eu estava com um grupo de amigos em uma cachoeira na Serra dos Órgãos quando começou a chuviscar e notamos um leve aumento no volume da cachoeira, como éramos experientes resolvemos abandonar o local o mais rápido possível, até por que estávamos com um grupo de adolescentes, um agravante para a situação caso fossemos pegos de surpresa. No caminho de volta encontramos com um grupo de jovens que estava indo para a cachoeira de onde saímos &#8211; e mesmo com a chuva eles insistiram e ir até lá. No dia seguinte ficamos sabendo por funcionários do PNSO que um dos rapazes deste grupo sofreu uma queda e fraturou uma perna (se não me engano), porém o resgate dos bombeiros não conseguiu chegar até eles durante a noite, justamente por que o nível do rio que cruza a trilha estava mais alto e com mais correnteza do que o fluxo normal, isso fez com que o resgate do acidentado só fosse feito por completo no dia seguinte&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o nível do rio estivesse normal o resgate poderia ter chegado até o grupo sem problemas, porém devido a chuva que atingia a serra os rios estavam muito acima dos seus níveis normais e isso dificultou a chegada. No dia seguinte todos estavam bem e foram resgatados, mas esse é um caso de sorte. Já ouvi muitos relatos de pessoas que não tiveram chances e foram arrastadas rio abaixo pela força da água&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Esse texto é um alerta para todos aqueles que pretendem curtir uma cachoeira ou rio agora nesse verão. Em caso de chuva, ainda que fraca, saia das margens do rio ou da cachoeira e busque abrigo em um ponto mais alto ou mesmo abandone o local e retorne. Lembre-se que não adianta nada deixar a cachoeira e esquecer que no meio do caminho existe um rio para ser cruzado. A regra é simples, saia e retorne tão logo a chuva comece, se houverem rios no meio do caminho passe por todos antes que o nível suba. Caso você se depare com algum rio onde o volume de água já subiu muito não tente atravessá-lo, busque abrigo em algum local alto e afastado das margens e aguarde a redução do volume de água para cruza-lo, se for o caso acione o resgate.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande problema que facilita os acidentes com trombas d&#8217;água é que em muitos casos a chuva não cai onde as pessoas estão, mas no alto da serra onde estão as nascentes dos rios a chuva pode estar caindo em grande volume, isso dificulta muito a prevenção para que é leigo e está ali brincando. Procure observar o tempo nas montanhas ao redor antes de ir para uma cachoeira ou rio e em caso de dúvidas é melhor adiar o passeio do que ser pego de surpresa, principalmente se de onde você estiver não for possível observar as montanhas ao redor (situação bem comum no caso das cachoeiras).</p>
<p>Fiquem com um exemplo do aumento da força da água no Rio Guandu&#8230;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7gI-V8rvjvA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 09:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[pedra do baú]]></category>
		<category><![CDATA[piá aventura]]></category>
		<category><![CDATA[São Bento do Sapucaí]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !! Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/pedra-do-bau-%e2%80%93-sao-bento-do-sapucai-%e2%80%93-sp">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Nossos amigos do Piá Aventura, gentilmente nos cederam esse texto. Uma trip fácil de chegar e qua vale muito a pena !!</p>
<h2>Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP<br />
Por Piá Ventura | Publicado:9 de junho de 2010</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8221; @renancavichi:<br />
A Expedição para a Pedra do Baú quebrou todos os recordes de emails trocados para organização e data da expedição, foram mais de 170 emails (contando as piadas) até a data de 22 de maio de 2010 quando reunimos os amigos: Carol Emboava de Taubaté, Jeff de Mogi das Cruzes, Laura de Jundiaí, Marcelo de Lorena, Mariana Ricatieri e eu (Renan Cavichi) de Caraguatatuba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3346" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/liofoods-%e2%80%93-trilheiros-do-sul/nova-geracao"><img class="aligncenter size-large wp-image-3346" title="pedra-do-bau-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@mari_ricatieri:<br />
Laura e Marcelo vieram até Caraguatatuba e daqui partimos para Taubaté onde encontramos Jeff e Carol. Tomamos um café com pão de queijo e nos dividimos em dois carros rumo à São Bento do Sapucaí.</p>
<p>http://www.piaventura.com.br/tracklogs/tracklog-pedra-do-bau.kml</p>
<p>Exibir mapa ampliado</p>
<p>Em Santo Antônio do Pinhal paramos na Estação de Bondinho Eugênio Lefreve para curtir o visual do Vale do Paraíba e depois de algumas fotos retomamos a rota para a Pedra do Baú.</p>
<p>@jeffsupertramp:<br />
Ao longo do percurso (de carro) já é possível ficar “namorando” o destino – as majestosas Ana Chata, Baú e Bauzinho olham imponentes para os pobres mortais que, falsamente, por vezes se acham prontos para encará-las.</p>
<p>@renancavichi:<br />
Dica: A estrada que sai de São Bento do Sapucaí até o estacionamento tem trechos bem íngremes, carros com motor fraco e com muito peso podem não aguentar a subida.</p>
<p>Chegando ao estacionamento, onde já temos uma bela vista das montanhas do sul de minas, ajustamos os últimos detalhes da mochila e começamos a subida.</p>
<p>O ínicio da trilha passa por dentro de uma fazenda, e para esquentar o corpo, já subimos um trecho bem íngreme beirando a cerca por entre alguns eucaliptos, mas logo a trilha volta a ficar plana e alguns minutos depois, saímos da área descampada e entramos na mata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3366" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/programa-adrenalina-estreia-nova-temporada-no-canal-futura-e-tv-unisinos-dia-18-de-agosto/ana-karina-belegantt-na-sobrevivencia-amazonia-fotos-joao-paulo-lucena-4061-l"><img class="aligncenter size-full wp-image-3366" title="pedra-do-bau-10-242x181" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-10-242x1811.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>A trilha é marcada por várias araucárias (árvores de pinhão, para os leigos) e alguns trechos por uma planta que fica aguardando suas vítimas com “carrapichos” na altura da cabeça, não muito agradável para quem tem cabelo comprido! rsrs</p>
<p>Com várias bifurcações pela trilha, um GPS com tracklog é fundamental (arrependimento), por sorte a nossa guia Carol conhecia a região como a palma da mão… Mas como estava usando luvas,  nos perdemos por um trecho curto, mas logo retomamos a trilha normalmente! (just kidding Carol rsrs)</p>
<p>Depois de caminharmos 1:30h aproximadamente chegamos à bifurcação que leva às duas faces da Pedra do Baú (norte e sul). Descendo alguns metros fora da trilha temos um ponto de água muito importante pois é o último no qual podemos pegar toda água possível para continuar a trilha e utilizar no acampamento no cume.</p>
<p>Rumo a face sul, retomamos a trilha. A cada passo a Pedra do Baú se mostra mais imponente e não muito longe conseguimos avistar a pedra da Ana Chata.</p>
<p>Logo chegamos ao início das escadas onde encontramos um casal de velhinhos que estavam voltando da trilha, com disposição de fazer inveja, uma grande motivação para encarar a escalada.</p>
<p>Escalar as escadas requer muita atenção, é uma subida muito perigosa e longa, qualquer deslize pode ser fatal, em alguns trechos as meninas que estavam subindo pela primeira vez não levaram mochilas, para isso contamos com a cooperação dos amigos com mais experiência e preparo para retornar e resgatar as mochilas.</p>
<p>Dica: Para aventureiros de primeira viagem um cinto de segurança de escalada é a melhor opção para não se arriscar.<br />
Durante a subida, apesar de todo perrengue, é possível curtir um visual fantástico de parte do vale do paraíba e Campos do Jordão.</p>
<p>Finalmente, depois de aproximadamente 4 horas, chegamos ao cume, uma sensação indescritível. Poder enxergar o horizonte em 360º é como estar no topo do mundo. Espetacular!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3385" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/isis-2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3385" title="pedra-do-bau-23-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-23-525x3931-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Ainda tivemos tempo de levantar acampamento e curtir o pôr do sol, que também rendeu fotos bem legais, mas como a luz, o sol também levou o calor, e a temperatura começou a cair.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3390" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-parte-2/3378-autosave"><img class="aligncenter size-large wp-image-3390" title="por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/por-do-sol-pedra-do-bau-25-525x3933-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Logo que o sol se pôs começamos a preparar nosso jantar. Renan atacou de frango indiano (salvem o curry!). E já trouxe a receita meio preparada de casa, finalizando na espiriteira. Eu pilotei o fogareiro e fui de arroz de coco. Acompanhamos o prato de batata palha. Tudo delicioso!</p>
<p>Laura e Mari já se recolheram nas suas barracas e nós fomos até a ponta do Baú tomar capuccino, chá quentinho, bater papo e tirar algumas fotos.</p>
<p>De madrugada o frio pegou! Na última olhada no termômetro registramos 5.4ºC.</p>
<p>@renancavichi:<br />
No domingo acordamos por volta das 5:30am e fomos para a ponta da Pedra do Baú, o mais próximo do Bauzinho onde conseguimos presenciar um belissimo nascer do sol. Depois de algumas fotos, voltamos para começar a preparar o café da manhã.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3396" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/van-gogh"><img class="aligncenter size-large wp-image-3396" title="pedra-do-bau-31-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-31-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>@carolemboava:<br />
Hora de pilotar novamente o fogareiro e dessa fez tivemos pão de queijo quentinho pra acompanhar o capuccino. </p>
<p>@renancavichi:<br />
Enquanto os equipamentos e barracas secavam fomos visitar a ponta oposta da pedra, que fica de frente com a pedra Ana Chata, lá encontramos o aventureiro Ulisses em sua expedição solo, um cara muito legal e conhecedor da região, nos deu várias orientações de picos que podemos avistar de lá como: Pico dos Marins, X e Y, e depois de um bom papo, voltamos para terminar de fechar as mochilas para iniciar a descida.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3401" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/24-horas-em-amsterdam-%e2%80%93-parte-3/arvore2"><img class="aligncenter size-large wp-image-3401" title="pedra-do-bau-40-525x393" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/pedra-do-bau-40-525x393-520x390.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Fizemos a decida pelas escadas da face norte, o começo é bem assustador e osprimeiros degraus dão a impressão de estar em graus negativos, mas logo o susto inicial passa e podemos curtir toda a vista das montanhas e da pedra Ana Chata.</p>
<p>A Pedra do Baú é bem frequentada por aventureiros, cruzamos com alguns deles, inclusive um grupo de escoteiros que iniciavam a subida.</p>
<p>Também encontramos com Ulisses novamente que iniciava sua descida e nos deu uma grande ajuda com as meninas que estavam bastante tensas e preocupadas.</p>
<p>Na metade do trecho chegamos na “Parada dos Medrosos”, uma parte longa de escadas que faz uma curva na pedra, e assusta muita gente! Claro que aproveitamos para tirar algumas fotos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3403" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/?attachment_id=3403"><img class="aligncenter size-large wp-image-3403" title="parada-dos-medrosos-pedra-d" src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/parada-dos-medrosos-pedra-d-292x390.jpg" alt="" width="292" height="390" /></a><br />
Mais algumas escadas abaixo e chegamos ao fim da face norte, retomamos a trilha e algumas horas depois estávamos de volta ao estacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>@carolemboava:<br />
Chegamos no carro e seguimos direto para o Restaurante Pedra do Baú (dica quente do Ulisses). Comida deliciosa acompanhada de um suco de limão cravo, hmmmm, pra fechar a trip com chave de ouro!</p>
<p>Valeu galera,<br />
Até a próxima! &#8221;</p>
<p>Acessem e conheçam o <a href="http://www.piaaventura.com.br">Piá Aventura</a> <a href="http://www.piaaventura.com.br"></a><a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.piaaventura.com.br/" target="_blank"></a></p>
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		<item>
		<title>Vencedores &#8211; 11ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/vencedores-11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/vencedores-11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 16:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[banff]]></category>
		<category><![CDATA[mostra de filmes de montanha]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos fazer aqui uma resenha dos filmes ganhadores desse ano: Melhor filme segundo votação do público: TEPUI &#8211; Escalada ao Salto Angel Belas imagens, ótima música e edição. Ele conta... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/vencedores-11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Terra-da-Lua-Partida.jpg" alt="" title="Terra da Lua Partida" width="640" height="315" class="aligncenter size-full wp-image-5986" /></p>
<p>Vamos fazer aqui uma resenha dos filmes ganhadores desse ano:</p>
<p><em>Melhor filme segundo votação do público</em>: <strong>TEPUI &#8211; Escalada ao Salto Angel</strong><br />
Belas imagens, ótima música e edição. Ele conta sobre a escalada da maior cachoeira do mundo, o Salto Angel, na Venezuela, (considerada um dos maiores desafios do alpinismo mundial). Um projeto de Waldemar Niclevicz que conta com grandes nomes do montanhismo brasileiro. Uma via de 1000 metros que levou 17 dias para ser conquistada por uma equipe brasileiro-venezuelana.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/29352287?byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>Melhor filme pelo júri especializado</em>:<strong> Quanta Patagônia</strong><br />
Com humor, três escaladores do cerrado brasileiro mostram várias escaladas na Patagônia argentina. Foram 30 dias de muito perrengue, frio e escaladas.<br />
O vídeo abaixo é uma versão diferente da que foi exibida. Ela ainda não foi disponibilizada.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/18627507?byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>Melhor montagem</em>: <strong>Red Bull Psicobloc</strong><br />
Competição de escada livre, feita pela Red Bull, no sertão alagoano, nos paredões do Riacho do Talhado. A qualidade das imagens e a fotografia são incríveis. Os atletas brasileiros dão um show de escalada livre!!</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mTC9ZAUJ050" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Melhor fotografia</em>: <strong>A Terra da Lua Partida</strong><br />
Conta a história de um velho nômade que vive em uma das regiões mais isoladas do planeta &#8211; Himalaia. Devido a mudança climática os rios estão secando e os vales estão ficando desérticos, há então o dilema: ir para a cidade ou enfrentar destino imposto pelo clima?</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TXgjZqwKiPM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Melhor direção</em>: <strong>Montanha Serra Verde Mato</strong><br />
O filme descreve o desejo de todo esportista, que é fugir da cidade. A empolgação dos mineiros deu o tom certo a essa produção muito bem editada.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/O14bNJiAVsQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Os filmes premiados foram os mais comentados pelos espectadores. As escolhas foram muito justas. No Brasil precisamos de mais produções com esse tipo de qualidade.<br />
Esse ano a escolha dos filmes deixou um pouco a desejar, houveram filmes que não era compatíveis com o patamar de uma mostra competitiva, e também, faltou um grande longa metragem como foi o Nanga Parbat.</strong></p>
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