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	<title>Adventure Zone &#187; Montanhismo</title>
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		<title>Palestra: “Mulheres na Montanha”</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar &#8212; Abraços da Yuri!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/post00308.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3129" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/post00308-262x300.jpg" alt="" width="262" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Clique na imagem para ampliar</em></h5>
<p>&#8212;</p>
<p>Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As primeiras escaladas do Nevado Huascarán</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 11:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>História do Montanhismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Huascarán ou Nevado Huascarán é uma montanha que se localiza na faixa da Cordilheira Blanca dos Andes Ocidentais na província peruana de Yungay.  O Huascarán faz parte do maçico Huascarán, que é formado pelo Huascarán Sul, Huascarán Norte e pelo Chopicalqui. O cume mais alto do Huascarán é o sul (Huascarán Sur), que tem 113 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Huascarán ou Nevado Huascarán é uma montanha que se localiza na faixa da Cordilheira Blanca dos Andes Ocidentais na província peruana de Yungay. </p>
<p style="text-align: justify;">O Huascarán faz parte do maçico Huascarán, que é formado pelo Huascarán Sul, Huascarán Norte e pelo Chopicalqui. O cume mais alto do Huascarán é o sul (Huascarán Sur), que tem 113 metros a mais que o norte, e é também o ponto mais alto do Peru e curiosamente de todos os trópicos da Terra.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3093" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Nevado Huascarán. Foto: Paolo Lazzati, 2004</em> </h5>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O Huascarán, com seus 6.768 metros, é a sétima montanha mais alta do hemisfério ocidental, depois do Aconcágua (6.962m), do Ojos del Salado (6.891m), Monte Pissis (6.793m), Bonete Chico (6.850m), Tupungato (6.800m) e Mercedario (6.770m).<span id="more-3092"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O seu nome procede do quechua waskha (corrente) e ran (pedras ou montanhas rochosas). Huascarán significa então, corrente de montanhas. Existem inclusive diversas lendas em torno da origem do nome Huascarán, a mais conhecida conta que <em>&#8220;o inca Huayna Cápac ao passar por Yungay dou-lhe o nome do seu filho primogénito, Huáscar*, à montanha mais alta&#8221;,</em> por isso Huascarán também pode ser interpretado como <em>&#8220;A montanha de Huáscar&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3094" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/2-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em> Huascarán visto do norte &#8211; Foto: Florian Ederer &#8211; Wikimedia Commons</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">G. Stiglich (1922), menciona uma chamada Hacienda Huascarán, a três léguas a sudeste de Yungay, que não foi encontrada nos mapas da área. Poderia a montanha ter sido nomeada após a misteriosa fazenda ou vice-versa. </p>
<p style="text-align: justify;">A exploração do Huascarán começou na década de 1.860 até 1.869, com as observações do cientista italiano Antonio Raimondi, que escreveu: <em>&#8220;o ponto de vista da serra de Yungay fez impressão tão agradável para mim, que eu decidi estudar, mas de perto, tocando, por assim dizer, a neve com a mão, subir pelo desfiladeiro até à sua origem, e atravessar a Cordilheira feita de neve branca e assim observar o que acontece na Província de Pomabamba&#8221;</em>. Ele foi responsável pelo primeiro estudo geológico detalhado da região e publicou um livro chamado <em>&#8220;Ancash e suas riquezas minerais&#8221;</em> (1873), e um mapa de Ancash. Ele também inclui detalhes sobre a riqueza florística da região e mencionou alguns dos vestígios arqueológicos encontrados no Callejón de Huaylas e Conchucos.</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3096" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><em> </em></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Peck na subida do Huascarán em 6 de agosto de 1906. Imagem: Living on Earth Today</em> </h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">No final do século XIX e início do século XX a exploração do Huascarán e da Cordilheira Branca, se tornou mais rigorosa, por conta do inglês C. Reginald Enock, da norte-americana Annie Smith Peck e dos pesquisadores alemães Gustav Steinmann (geólogo), Augusto Weberbauer (botânico) e Wilbelm Sievers (geógrafo) realizaram estudos mais aprofundados na Cordillera Blanca e publicaram seus resultados em livros e artigos. O cientista francês A.C. de Carmand expandiu as observações de Raimondi sobre os depósitos minerais na região. Muito mais tarde, em 1984, o botânico americano David Smith conduziu o primeiro censo detalhado floral na serra. Ele registrou 799 espécies no Parque Nacional Huascarán.</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3097" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/5-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a><em> </em></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Foto do Huascarán tirada por Peck. Imagem: Living on Earth Today</em> </h5>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As primeiras tentativas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 3 de outubro de 1903, um engenheiro inglês chamado C. Reginald Enock, partiu da cidade peruana de Huaraz, com o objetivo de explorar as geleiras da Cordilheira Blanca, que circundam o vale de Huaylas. Ele investigou uma possível rota ao longo de um glaciar a leste de Huaraz, entre os córregos Cayesh e Carhuascancha. Ele tentou escalar o Huascarán em maio de 1904, mas sem conseguir alcançar o cume, chegando a apenas 5.100m.</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/7.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3099" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/7-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a><em></em></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Alpinistas alemães e porteadores peruanos, no 2° dia de escalada no Huascarán, em 17 de julho de 1932. Imagem: yungayperu.com.pe </em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto explorava uma mina de ouro perto de Yungay, C.R. Enock, um engenheiro inglês encontrou um nome descritivo local: Mataraju ou Matarao, significando algo como montanhas de neve gêmeas. No mapa de Antonio Raimondi de Ancash (1873), o nome é escrito Huascan, que de acordo com G. Stiglich (1922) significa atrair algo ou sedutora. Enock foi seduzido, e teve grande dificuldade em conter-se no processo de exploração superior a 5.000m no glaciar ocidental em 1903. Sozinho resolveu subir, e teve sorte de escapar de inúmeras fendas, pois achou que o cume estava a apenas algumas horas de distância. No entanto, a sabedoria prevaleceu e ele recuou até o oeste do glaciar para juntar-se a outros companheiros peruanos. A abordagem de Enock pode ter sido a primeira acima da linha de neve e provavelmente paralela a parte inicial do que viria a ser a rota Garganta (ver rota Nevado Huascarán Sur, 1932).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;&#8230;Enock resolveu continuar sozinho, cruzando a crevasse, e avançando até a crosta de gelo. Mas foi apenas encontrar outra fenda mais larga e profunda&#8230; A crosta de gelo estava dobrada e rachada, mas não significa que estava intransitável com os equipamentos e companheiros adequados, mas para avançar sozinho era impossível. Ele relutantemente decidiu voltar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A majestade das vastas alturas era fascinante. Nenhum pé humano tinha pisado nestas encostas antes. Ele era absolutamente o primeiro a visitar a solidão virgem. Muito abaixo estava o rio que corre ao longo do vale de Huaylas. Não havia nuvem repousando sobre o duplo cume do Huascarán. Por seu lado exterior entablamentos enormes de neve, grandes cornijas de gelo sem suporte, destacavam-se, pendendo sobre o abismo abaixo, em temeroso equilíbrio e sombras nítidas sobre a fachada branca sobre a qual se projetavam.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ele se virou muito relutantemente, e seguiu suas pegadas de novo, passou a fenda, e alcançou o lugar aonde os índios estavam esperando por ele, no final da tarde todo o grupo retornou para a mina na base do Huascarán. Enock estava convencido de que, com companheiros mais experientes e melhores equipamentos, o cume pode ser atingido, e ele alimenta a esperança de realizar o feito para si mesmo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O nome da montanha tinha sido dado por Raimondi. Seu nome real é Mata-Raju, que significa &#8216;a dupla ponta de neve&#8217;.&#8221;</em> &#8211; Relato escrito no The Geographical Journal, de 1905, por Sir Clements R. Markham, Presidente da Royal Geographical Society.</p>
<p style="text-align: center;"> <img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/8-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>A praça central de Yungay, enterrada no desastre de 1970. Imagem: jayfrogel.com</em></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma mulher obstinada</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/6.jpg"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/6-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Annie S. Peck vestida para sua tentativa final no Huascarán, traje complete com &#8220;bigode pintado sobre o gorro&#8221;. Imagem: ric.edu</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Nesse mesmo ano de 1904, Annie Smith Peck fez a primeira tentativa de escalada. Peck levou consigo em sua escalada um mineiro americano que ela conheceu na cidade perto da base, mas os dois discordaram sobre a melhor rota, então ela fez o seu próprio caminho com seus guias, alcançando os 5.800 metros, num local que dava acesso ao glaciar que deu ao Huascarán seu distintivo de duplo pico. No retorno, a equipe escapou de uma avalanche.</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/9.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3101" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/9-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><em></em></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Huascarán visto de noroeste. Imagem: jayfrogel.com</em> </h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Destemida, Peck retornou a Nova York e planejou uma segunda tentativa, desta vez com um adiantamento de US$ 600, da revista a revista para a qual escrevia a história sobre sua viagem. Essa subida e duas tentativas de 1906 também foram infrutíferas, devido a inexperiência dos seus portadores, mas como os editores gostaram de suas histórias, estavam dispostos a financiar seus esforços repetidos para escalar o Huascarán.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1908, a americana Annie Peck voltou para a montanha, desta vez junto com dois guias suíços, Gabriel Zumtaugwald e Rudolf Taugwalder. No caminho até o Huascarán, a sua jaqueta para neve foi perdida por causa do descuido de um guia. Finalmente, eles acamparam perto do pico e começaram sua ascensão às oito horas da manhã de 2 de setembro de 1908. Por causa da perda da jaqueta, Peck descreveu mais tarde em um livro impresso por conta de David Mazel, denominado <em>&#8220;Mulher do Montanhismo&#8221;</em>, como ela havia se protegido do frio: <em>&#8220;&#8230;eu estava vestindo cada peça de roupa que eu tinha trazido: três blusas leves de lã, dois pares de meias, duas cintas de flanela, um pequeno casaco cardigan, dois suéteres, e quatro pares de meias de lã, mas como a maioria das roupas era porosa foi insuficiente para afastar o vento.&#8221; </em></p>
<p style="text-align: justify;">Para se proteger contra o frio, ela ainda usava um chapéu de lã e uma máscara que comprou em La Paz, que tinha um bigode pintado, bem como um par de luvas de vicunha.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, na terceira expedição em 2 de setembro de 1908, depois de quatro anos e cinco tentativas, e com sessenta anos de idade, Annie Smith Peck atingiu o cume norte do Huascarán, que com 6.655 metros, deu a Peck seu registro tão esperado para a maior altitude alcançada por qualquer alpinista nas Américas. Em três horas, eles começaram a sua descida árdua para o acampamento, mas a noite logo caiu, e boa parte do caminho para baixo teve que ser feito no escuro. Exaustos, eles foram esbofeteados por ventos fortes, e por causa da jaqueta que tinha sido perdida, Peck precisou vestir um poncho para permanecer aquecida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O frio e o cansaço, a escuridão e a sombra, o poncho soprando na minha frente, a ausência de pitons, os passos curtos, as íngremes encostas vítreas, apresentaram uma extraordinária combinação de dificuldades&#8221;,</em> escreveu ela. <em>&#8220;Tentei consolar-me com a reflexão de que acidentes não aconteciam em nossa família&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da experiência combinada de todos os três, ainda era uma escalada perigosa que quase custou sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclinação que eles desceram, era estimada entre 40 a 60 graus, e o poncho causou a perda de apoio do seu pé em várias ocasiões. Somente a corda e a força de seus guias segurando a impediu de cair para a morte. <em>&#8220;Minha lembrança da descida é o de um pesadelo horrível&#8230;&#8221;</em>, ela escreveu depois, relatando que <em>&#8220;após estes escorregões meu terror aumentou. Várias vezes eu declarei que nunca iríamos descer vivos. Implorei para Gabriel parar a noite e fazer uma caverna na neve, mas ele ficou dizendo que isso era impossível, e ele continuou sem uma pausa.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rudolf, em seguida, perdeu as próprias luvas, e no momento em que chegou ao acampamento as 22:30h, sua mão estava congelada. Mais tarde, foi submetidos à cirurgia em Lima para ter um dedo, parte da sua mão, e metade de seu pé amputados.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo peruano homenageou Peck com uma medalha, e o pico norte do Huascarán foi nomeado Cumbre Aña Peck, em reconhecimento da sua realização.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu retorno, Annie anunciou ao mundo que tinha estabelecido o recorde mundial de altitude para as mulheres, por terem conquistado o pico norte do Huascarán, que ela afirmou ter medido pelo <em>aneróide**</em> como 7.300m de altitude.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, sua conterrânea Anny Bullock-Workmantt, que foi quem tinha subido no Himalaia até cerca de 7.000m, por ter invejado a conquista, financiou uma expedição em 1909 para Monsieur de Larminat da <em>&#8220;Société Generale d&#8217;Etudes et de Travaux Topographiques&#8221;</em>, de Paris que examinou o Huascarán e reduziu a altitude a suas verdadeiras proporções: não mais de 6.763m de altitude (pico sul), que Peck não tinha subido. Ele determinou que o pico norte teria 6.650m. No entanto, caso o não parou por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Desagradáveis acusações foram lançadas contra Annie Peck por seus guias suíços, que afirmavam que ela não tinha chegado ao topo do pico do norte, mas apenas até <em>&#8220;La Garganta&#8221;</em>, o colo (6.01Om) entre os picos norte e sul. Por este motivo a data da primeira ascensão do pico norte do Huascarán ainda era incerta. </p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles que contestaram a alegação de Peck não produziram, no entanto, provas suficientes para declará-la uma impostora. Algo que chamou a atenção são as fotografias deixadas por Annie Peck. Sua fotografia clássica do pico sul do Huascarán teria que ter sido tirada muito perto ou sobre o cume do pico norte. Sua descrição da subida ao cume se encaixa as condições reais no pico norte melhor do que se poderia esperar se ela realmente não tivesse subido o pico.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>A conquista do cume sul</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Die-Weisse-Kordillera.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3104" title="Die Weisse Kordillera" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Die-Weisse-Kordillera-236x300.jpg" alt="" width="236" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Die Weisse Kordillera &#8211; o livro de Philip Borchers sobre a Cordilheira Blanca. Imagem: yungayperu.com.pe</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em 1932, a Alpine Societies (Alpenverein) da Alemanha e da Áustria iniciaram expedições científicas à Cordilheira Blanca. Eles foram os primeiros a fazer cume do Monte Huascarán com sucesso, após subirem o cume sul, de 6.768 metros de altitude, com a ajuda de Néstor Yungainos Montes e Rojo Faustino, e colocando no topo em 20 de Julho de 1932, depois de 5 dias de escalada, as bandeiras peruana e alemã.</p>
<p style="text-align: justify;"> Sobre a participação peruana na escalada, o Dr. Borchers escreveu: <em>&#8220;Voltando o olhar do ponto em que estávamos, vimos com não pouca surpresa que os dois homens seguiram-nos na subida: eram Néstor Montes e Faustino Rojo, ambos os meninos mais capazes do que nós tínhamos, que manusearam a tensa corda perfeitamente e fizeram uma espécie de ascensão particular&#8230;&#8221;</em> e E. Hein exclamou: <em>&#8220;Estes nasceram montanhistas!&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Eminentes cientistas, como Philipp Borchers, Hans Kinz1 e Erwin Schneider, faziam parte das expedições e escreveram <em>“Die Weisse Kordillere”</em> (1935), que é considerado o primeiro estudo sistemático da Cordilheira Blanca.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1939, foi concluida a expedição Clube Alpino Alemão, dirigida pelo Dr. Hans Kinzl, subindo o Huascarán Norte (6.655m) com os escaladores K. Heckler, S. Roher, K.Sshmidt e H. Schweiser, também participaram porteadores Yungainos.</p>
<p style="text-align: justify;">As expedições do Clube Alpino Alemão, entre os anos de 1932 até 1939, conquistaram em brilhantes campanhas, cumes nevados do Huascarán Sul e do Huascarán Norte, Artensoraju, Huandoy Norte, Chopicalqui, Hualcán, Quitaraju, Pucahirca Sul, Contrahierbas e outros cumes da Coordilheira Blanca.</p>
<p style="text-align: justify;">Novos mapas foram criados das seções do norte e do sul, e em 1950 o cartógrafo Fritz Ebster fez o primeiro mapa de toda a cadeia montanhosa. Kinzl dirigiu outras expedições, em 1936, 1939 e 1954 para subir e estudar os picos da cordilheira, glaciares e lagoas. Em colaboração com Erwin Schneider, ele publicou um maravilhoso e ilustrado livro trilíngüe chamado <em>&#8220;Cordillera Blanca&#8221;</em> (1950).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cumes em Anos Posteriores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos anos seguintes várias expedições de montanhistas chegaram a Yungay para conquistar o topo da montanha tropical mais alta do planeta, destacando-se as expedições seguintes até a década de 70:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cumes no Huascarán Norte (6.655m):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1953, 8 de Junho: expedição mexicana formada por A. San Vicente e M. Villavicencia</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3.jpg"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><em> </em></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Huascarán Norte (6.664m) visto do Nevado Pisco. Julho de 2007. Foto de Dmitriy Kumshayev &#8211; peakware.com</em> </h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">1954, 11 de Agosto: Expedição de soldados peruanos formada por S. Villanueva, G.Cornejo, A.Yanac, J.Acosta e G.Yanac</p>
<p style="text-align: justify;">1954, 14 de Agosto: Expedição do Club White Mountain norte-americano formado por A. Morales Arnao, A.Del Stream, M. Angels, A.Creswell e L. Ortenburger</p>
<p style="text-align: justify;">1961, 09 de Junho: expedição japonesa da Universidade de Kwansei Gakuin </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cumes no Huascarán Sul (6.768m):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1953, 9 de Julho: expedição mexicana formada por G. Garci&#8217;a</p>
<p style="text-align: justify;">1953, 04 de Agosto: expedição do Club Andino White Mountain formada por Fortunato Mautino, P. Yanac, M. A&#8217;ngeles, A.Yanac, e G.Yanac</p>
<p style="text-align: justify;">1954, 12 de Agosto: expedição norte americana formada por A.Creswell, L. Ortenburger, G. Matthews, D. Michael e E. Vargas.</p>
<p style="text-align: justify;">1955, 02 de Agosto: expedição alemã formada por: H. Huber, H. Schmidt e P. Méndez.</p>
<p style="text-align: justify;">1955, 03 de Agosto: expedição norte americana formada por H. Walton, D. Sowles, R. Hoppenon e E. Angeles.</p>
<p style="text-align: justify;">1958, 29 de Julho: expedição norte americana, primeira ascensão pela variante da aresta Sul, formada por F. Ayres, H. Kendall, G. Matthews, D. Michael, Irene e Leigh Ortenburger.</p>
<p style="text-align: justify;">1958, 28 de Agosto: expedição escocesa-canadense, segunda ascensão pela aresta Sul, formada por W. Wallace, e Miss Emslie</p>
<p style="text-align: justify;">1959, 14 de Agosto: expedição neo-zelandesa, terceira subida pela aresta Sul, formada por D. Mac-Kay, M. e J. Nelson.</p>
<p style="text-align: justify;">1961, 11 de Junho: expedição japonesa da Universidade de Kwansei Gakuin, pela via tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">1961, 20 de Julho: expedição espanhola, sob a direção de Felix Méndez, duas cordadas formadas, chegaram ao topo Anglada e Pons.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os desastres de 1962 e 1970</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/10.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3102" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/10-189x300.jpg" alt="" width="189" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Neve e rochas caíram do Nevado Huascarán, se transformaram em um fluido correndo e sufocaram as cidades de Yungay e Ranrahirca em 31 de Maio de 1970. Dezenas de milhares morreram. Imagem: U.S. Geological Survey</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em 10 de janeiro de 1962, uma avalanche de rochas, gelo e neve soltou-se da face norte do Huascarán e desceu pelo Rio Santa. O rio subiu oito metros, levando consigo tudo em seu caminho até o vale do Rio Santa, arrasando vários povoados e matando mais de 3.000 pessoas. Corpos foram encontrados no porto de Chimbote, a 60 km do local da tragédia, onde o rio encontra o mar. Mas este foi apenas um aviso da montanha sobre o que faria em seguida.</p>
<p style="text-align: justify;">Às 3:30 da manhã de 31 de maio de 1970, um enorme terremoto de magnitude 8 na escala Richter, a 25 km da cidade de Chimbote, no litoral norte do Peru, desencadeou o maior deslizamento já registrado na América Latina. Foi um dos piores desastres naturais na história da América do Sul, matando mais de 60.000 pessoas e deixando mais um milhão desabrigadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A mais estrondosa catástrofe foi quando uma parede de gelo e rocha se desprendeu da face Leste do Huascarán Norte e em três minutos deslizou a de mais de 160 km/h pelo glaciar e se estendeu por 10 quilômetros enterrando a cidade de Yungay. Cerca de 18.000 habitantes morreram, os poucos que sobreviveram correram para o cemitério localizado na colina acima da cidade. O cemitério e quatro árvores em Plaza de Armas são as únicas lembranças da cidade. O volume total do soterramento foi calculado entre 50 e 100 milhões de metros cúbicos, cobrindo mais de 22 kilômetros quadrados com a profundidade de 80m.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Huáscar, um chefe inca do século 16, filho legítimo do Inca Huayna Cápac, e que assumiu o Império Inca e foi o Sapa Inca do império Inca.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>**Aneróide, uma espécie de barômetro que não usa mercúrio como no barómetro de coluna de mercúrio e é menos preciso, porém mais portátil que o barômetro de mercúrio.</em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências de Pesquisa</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Yuraq Janka: Guide to the Peruvian Andes &#8211; Cordilleras Blanca &amp; Rosko Por John F. Ricker, 1977</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>The Geographical Journal © 1905 &#8211; The Royal Geographical Society</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>Die Weisse Kordillera, de Philipp Borchers, Germany 1935</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>ParksWatch &#8211; Huascarán National Park</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>cosleyhouston.com</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>andeshandbook.org</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>en.wikipedia.org</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>huascaranperu.net</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>yungayperu.com.pe</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>en.wikipedia.org</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>jayfrogel.com</em></p>
<p style="text-align: justify;" lang="en-US"><em>news.bbc.co.uk</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>ric.edu</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>loe.org</em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Beto Joly</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até a próxima montanha!!!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>3º Festival de Boulder em São Thomé</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/3%c2%ba-festival-de-boulder-em-sao-thome/</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/3%c2%ba-festival-de-boulder-em-sao-thome/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Preparem-se para o 3o. Festival de São Thomé das Letras, que este ano conta com a presença do americano Jon Cardwell: &#8220;O 3º Festival de Boulder de São Thomé das Letras será realizado nos dias 7 e 8 de Agosto de 2010, no Parque Municipal Antônio Rosa localizado na área urbana do município. Nossa intenção é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Preparem-se para o <strong>3o. Festival de São Thomé das Letras</strong>, que este ano conta com a presença do americano Jon Cardwell:</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.escaladacafe.com.br/files/imagecache/fotos_pagina_individual700/evento_saothome.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.escaladacafe.com.br/files/imagecache/fotos_pagina_individual700/evento_saothome.jpg" alt="" width="360" height="260" /></a></p>
<p>&#8220;O 3º Festival de Boulder de São Thomé das Letras será realizado nos dias 7 e 8 de Agosto de 2010, no Parque Municipal Antônio Rosa localizado na área urbana do município. Nossa intenção é promover a confraternização entre montanhistas de várias partes do país, apresentando à comunidade de escaladores um novo point de escalada, com um enorme potencial de exploração e com mais de 250 boulders de várias graduações já abertos. <span id="more-3064"></span></p>
<p>Lembrando que esse ano contaremos com a presença do norte americano Jon Cardwell.</p>
<p style="text-align: left;">Contamos com sua participação para abrilhantarmos nosso evento e fazermos dele um sucesso!!! </p>
<p><strong>CRONOGRAMA:<br />
</strong><br />
Sábado, 07/08<br />
08:00h &#8211; Abertura com inscrições e entrega dos croquis e camisetas;<br />
09:00h &#8211; Escalada;<br />
20:30h &#8211; Palestra com Jon Cardwell (EUA);<br />
21:30h &#8211; Palestra com Eliseu Frechou (Grandes Paredes &#8211; Nacionais e Internacionais).</p>
<p>Domingo, 08/08<br />
09:00h &#8211; Desafio Slack Line;<br />
10:00h &#8211; Escalada;<br />
18:00h &#8211; Encerramento.</p>
<p>Inscrições antecipadas (até 02/08 ): R$25,00 (camiseta e croqui para as 100 primeiras inscrições)</p>
<p>Contato: Tel:(35) 9836-6707 ou MSN: <a href="mailto:pedro_stl@hotmail.com">pedro_stl@hotmail.com</a></p>
<p>MAIS INFORMAÇÕES ACESSE O SITE: <a href="http://www.primitivus.com.br/festival2010/" target="_blank">http://www.primitivus.com.br/festival2010/</a> &#8221;</p>
<p>Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</p>
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		<title>&#8220;E as Vias na Lapinha?&#8221; no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/e-as-vias-na-lapinha-no-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/e-as-vias-na-lapinha-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme de Aulus Assunção Baia e Walfried Weissmann, &#8220;E as Vias na Lapinha?&#8221; terá duas apresentações no Rio de Janeiro. Quem quiser conhecer este documentário, é totalmente gratuito: Clique na imagem para ampliar   - DIA 13/7 (terça) &#8211; 20h CEC (Clube Excursionista Carioca) Rua Hilário de Gouveia, 71 / 206 Copacabana   - DIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O filme de Aulus Assunção Baia e Walfried Weissmann, <strong>&#8220;E as Vias na Lapinha?&#8221;</strong> terá duas apresentações no Rio de Janeiro. Quem quiser conhecer este documentário, é totalmente gratuito:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/evento_lapinhaRJ.jpg"><img class="size-medium wp-image-3074 aligncenter" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/evento_lapinhaRJ-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Clique na imagem para ampliar</em></h5>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div>- DIA 13/7 (terça) &#8211; 20h<br />
CEC (Clube Excursionista Carioca)<br />
Rua Hilário de Gouveia, 71 / 206<br />
Copacabana</div>
<div> </div>
<div>- DIA 17/7 (sábado) &#8211; 18h30<br />
Centro de Escalada JPA<br />
Estrada do Tindiba 1467, 2o andar       <br />
Jacarepaguá</div>
<div> </div>
<div>Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeos com escalada exclusivamente feminina</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/videos-com-escalada-exclusivamente-feminina/</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/07/videos-com-escalada-exclusivamente-feminina/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 11:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Divulgamos abaixo alguns vídeos internacionais que foram publicados há pouco tempo, e que trazem a escalada exclusivamente com mulheres:   Escaladoras: Madaleine Sorkin, Lorna Illingworth e Emily Stifler Via: Lurking Fear VI 5.10 C2  (El Captain, Yosemite, Estados Unidos) (Clique aqui para assistir em maior resolução)   Escaladora: Carrie Cooper Problemas: Cosmic Tricycle V10 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Divulgamos abaixo alguns vídeos internacionais que foram publicados há pouco tempo, e que trazem a escalada exclusivamente com mulheres:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="270" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12923996&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="270" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12923996&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"> </embed></object></p>
<p><strong>Escaladoras: </strong>Madaleine Sorkin, Lorna Illingworth e Emily Stifler<br />
<strong>Via: </strong>Lurking Fear VI 5.10 C2  (El Captain, Yosemite, Estados Unidos)<br />
<a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/ladies-of-lurking-fear-0"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="203" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10711912&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="203" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10711912&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"> </embed></object></p>
<p><strong>Escaladora: </strong>Carrie Cooper<br />
<strong>Problemas: </strong>Cosmic Tricycle V10 e The Black Hole V10 no mesmo dia (Estados Unidos)<br />
<a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/cosmic-tricycle-v10-ethe-black-hole-v10"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></p>
<p><span id="more-3056"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="203" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12913849&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="203" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12913849&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"> </embed></object></p>
<p><strong>Escaladora:</strong> Kinga Ociepka<br />
<strong>Via: </strong>The Turing Test 10c (Polônia) &#8211; Primeira ascensão feminina<br />
<em><a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/kinga-ociepka-the-turing-test-xc"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="203" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12805855&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="203" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12805855&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Escaladoras: </strong>Andrea, Eva Binner, Yvi Göbel, Kathi Schierl e Petra Müller<br />
<strong>Problema: </strong>Kristallo V9 (Alemanha)<br />
<a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/kristallo-v9"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="203" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12625460&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="203" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12625460&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Escaladora: </strong>Melissa Arnot<br />
<strong>Montanha: </strong>Everest (Melissa se tornou a primeira americana a realizar o Everest por três vezes, a última recente tentativa tinha como objetivo não utliizar suplemento de oxigênio. O vídeo é uma entrevista com a escaladora sobre este e outros assuntos)<br />
<em><a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/entrevista-com-melissa-arnot"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></em></p>
<p><em></em></p>
<p><em></em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="203" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12782225&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="203" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12782225&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Escaladora: </strong>Alex Puccio<br />
<strong>Problemas:</strong> The Centaur V12, Tommy&#8217;s Arete V7 (RMNP, Estados Unidos)<br />
<a href="http://www.escaladacafe.com.br/videos/alex-puccio-the-centaur-v12"><em>(Clique aqui para assistir em maior resolução)</em></a></p>
<p>Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Steph Davis na Crackhouse</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/06/steph-davis-na-crackhouse/</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/06/steph-davis-na-crackhouse/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 19:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo da escaladora americana Steph Davis na Crackhouse, uma difícil fenda de teto em Moab, Estados Unidos. Abraços da Yuri!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo da escaladora americana Steph Davis na Crackhouse, uma difícil fenda de teto em Moab, Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="270" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12491785&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="270" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12491785&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cap.5 Cerro Solo em solitário</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/06/cap-5-cerro-solo-em-solitario/</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/06/cap-5-cerro-solo-em-solitario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 11:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Estevez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton Tec]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Suum]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Na volta da De la S eu já estava conjecturando as possibilidades com o pouco de tempo que eu ainda tinha e com a disponibilidade de parceiros. Também tinha que programar uns diasinhos pra dar um refresco no Joelho. Pra quem achava que ia voltar antes da hora por conta do joelho, a coisa toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na volta da De la S eu já estava conjecturando as possibilidades com o pouco de tempo que eu ainda tinha e com a disponibilidade de parceiros. Também tinha que programar uns diasinhos pra dar um refresco no Joelho.</p>
<p style="text-align: justify">Pra quem achava que ia voltar antes da hora por conta do joelho, a coisa toda já tinha rendido, até demais. Uma volta no Gelo Continental e duas Agulhas e tudo isso numa temporada horrível,  mas ainda me restavam alguns dias e eu tinha que aproveitar.</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02197.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2941" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02197-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center"><em>Visual do Glaciar Torre no fim de tarde</em></h5>
<p><span id="more-2938"></span></p>
<p style="text-align: justify">Seblen voltava pra casa logo depois de chegar da S, Gabi estava agarrada no trabalho de guia de turismo e rolava uma idéia de ir à Amy com a Kika, mas o tornozelo (ou calcanhar, não lembro direito) dela seguia doido e um pouco inchado, ela já tinha acabado com minha idéia de escalar, pois estava com medo de força e tinha que estar com o pé bom para um trabalho que ia fazer no Chile.</p>
<p style="text-align: justify">“Putz será que eu vou ficar aqui olhando pra essas montanhas.????”</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade já fazia uns dias que o Solo ficava me olhando &#8230;. e de certo, eu olhando pra ele&#8230;..</p>
<p style="text-align: justify">E tomei uma decisão&#8230;. Que tal o Solo em SOLO??????</p>
<p style="text-align: justify">Na manhã seguinte eu tava com minhas coisas arrumadas, a Kika veio dar um alou antes deu sair, ela vinha com uma cara meio de “você tem certeza??”.</p>
<p style="text-align: justify">Essa vinda da Kika foi ate boa, pois esse tipo de escalada sozinho é meio complicado, a gente tem que ter muita certeza do que ta fazendo. Cair em uma greta e não voltar pra casa não é muito difícil de acontecer.</p>
<p style="text-align: justify">Outra coisa boa da visita da Kika foi a bela idéia de não levar o baudrier. Eu tava colocando as coisas na mochila e eu comentei com ela, “Vou levar esse trambolho só pra cruzar a tirolesa” e o obvio tinha que vim de uma mente feminina, “Por que você não leva só uma fita e faz uma cadeirinha de fita, uma fita e um mosquetão já resolve!”.</p>
<p style="text-align: justify">Mas pra completar o peso eu levei o livro de 600 paginas. Afinal o peso não era tão problema já que eu ia caminhar apenas umas poucas horas até o Camping de Agostine.</p>
<p style="text-align: justify"> Programação: Primeiro dia Bivaque em Agostine, segundo dia tentativa de cume e terceiro dia volta a Chalten.</p>
<p style="text-align: justify"> Parti já com o horário avançado, sai as 4 da tarde e pelos cálculos as 6 eu já estaria bivacando. Mas&#8230;. sempre o mas&#8230;.  no meio do caminho cruzo com o Pira (um local de Chalten) e o Campanela que estavam voltando da Claro de Luna. Ele bota uma pilha de não bivacar em Agostine e sim em um acampamento avançado já no inicio das canaletas de blocos.</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02200.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2942" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02200-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #000000"><em>Bivaque Avançado</em></span></h5>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #000000"><em> </em></span></h5>
<p style="text-align: justify">De principio eu fiquei receoso, não sabia se daria tempo, se teria luz pra me orientar e achar o bivaque. Não queria ficar perturbando muito os caras, dava pra ver claramente o cansaço na cara dos dois, mas tinha que pegar alguns detalhes de como achar o bive e fui facilmente convencido pelo Pira.</p>
<p style="text-align: justify">Me despedi deles com uma frase do Pira&#8230; “Buena onda an&#8230;&#8230;. Solo Solito”.</p>
<p style="text-align: justify">Agora quem tava andando calmamente iniciou uma corrida contra o tempo, não queria ter que ficar procurado bivaque na escuridão. Comecei a correr na trilha, passei pela tirolesa me jogando, uma galera que tava voltando do Glaciar ate me olhou meio estranho. Tipo: “Onde esse doido ta indo essa hora, nessa correria”.</p>
<p style="text-align: justify">E quando eu menos esperava já estava com tudo no esquema para o bivaque. Cheguei era umas 19:30, arrumei o chão, estiquei meu saco, fui pegar uma água pro rango e pro café da manha no dia seguinte e pude aproveitar da paz do silencio da montanha&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02201.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2943" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02201-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center">Essa foto ajuda achar o bivaque pra galera que for tentar a vista. Primeiro cruza o rio que você pode ver lá em baixo na foto (canto sup. direito), suba toda a vegetação. Pela margem direita do rio e quando acabar a vegetação você chega em uma aresta, suba pela canaleta da esquerda margeando o rio e vai chegar em dois platôs de areia. Chegou em casa</h5>
<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: justify">Desde a tirolesa eu não cruzava mais com ninguém, me parecia que estava ali sozinho.</p>
<p style="text-align: justify">Lembra do livro de 600 paginas?? <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Então, agora era abrir o livro e esperar o sono vim.</p>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02207.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2944" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02207-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></h5>
<h5 style="text-align: center"><em>Inicio da Noite no Bivaque</em></h5>
<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: justify">Acordei ainda no escuro, comi alguma coisa, guardei o equipo de Bivaque e as 5:30 iniciei meu dia na montanha.</p>
<p style="text-align: justify">Parecia estar em outra montanha, uma montanha completamente diferente daquela que estive no inicia da temporada. Já não tinha neve, o terreno era todo em blocos solto, uma morena interminável. Novamente tive que jogar com as canaletas e os blocos até chegar no glaciar perdendo algum tempo com isso.</p>
<p style="text-align: justify">Cheguei no glaciar já com luz, parei pra por as polainas e os crampons, pegar a piqueta e guardar a lanterna.</p>
<p style="text-align: justify">Iniciei meu caminho pela neve, mas logo vi umas gretas e a neve muito fofa me fez voltar para a pedra. Tinha que ter andando pela crista rochosa da direita desde o inicio e como estava na neve tive que fazer uns boulders bem altinhos de 5o grau de luvas e crampon e ainda pegando uns verglas. O que me consolava é que se caísse ia cair na neve <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p style="text-align: justify">Terminando essa crista voltava a normalidade da via dentro do que eu tinha escutado em Chalten. Chegando nessa parte eu já tinha passado em muito o ponto de onde descemos no inicio da temporada em nossa primeira tentativa. Na base da “grande parede” eu voltei a neve e deveria ir para esquerda negociando com algumas gretas, que apesar de curtas, nada evidentes.</p>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02230.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2945" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02230-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></h5>
<h5 style="text-align: center"><em>Essa foi tirada na descida, mas aqui você pode ver a Grande Parede onde inicia uma travessia para esquerda</em></h5>
<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: justify">Fazendo essa travessia chegava no ponto mais perigoso da escalada, eu teria que passar por duas crevasses e depois pegar uma rampa que eu não me arrisco em dizer a inclinação. Confesso que passei algum medo, me perguntava se aquilo era certo, se a neve não estaria muito fofa, se o dia não tava muito quente se&#8230;. se&#8230; se&#8230; E me lembrei de uma coisa que o Nicolau tinha falado lá em baixo “Maluco, quando você ta perto do cume&#8230; vai pro cume &#8230;depois você vê o que acontece.”</p>
<p style="text-align: justify">Forcei um pouco a barra numa neve nem fofa dura, nem seca nem molhada, deixo para os entendidos classificarem a neve, só sei que a coisa não tava muito boa não.</p>
<p style="text-align: justify">Terminando essa rampa mais em pé, vi um pico de rocha e pensei, “Pronto o CUME&#8230;”. Que nada, olhei pra direita e vi que tinha mais uma rampa de pouca inclinação. Dessa vez a cume estaria no fim dessa rampa. E mais uma vez eu quebro a cara.</p>
<p style="text-align: justify">Mas como o terreno estava plano, eu só poderia estar muito perto do cume e com a segurança do “positivo” dei um gás pra chegar logo no cume.</p>
<p style="text-align: justify"> FINALMENTE&#8230; Cume do Solo&#8230;.</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02215.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2946" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02215-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center"><em>Foto de Cume</em></h5>
<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: justify">Eu podia jurar que durante o dia ia chegar alguma cordada pra dividir a montanha comigo, que eu não estaria só, mas eu me vi ali com a montanha todinha pra mim.</p>
<p style="text-align: justify">Era só eu e toda aquela neve e rocha, quando eu parei para olhar o visual vi que atrás de mim estavam o Fitz e o Torre dando sua benção à escalada.</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02219.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2947" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02219-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #000000">O Cume do Solo com os dois monstros dando a Benção</span></h5>
<h5 style="text-align: center"><span style="color: #000000"> </span></h5>
<p style="text-align: justify">Ao mesmo tempo que eu me via só naquele cume, eu sentia todas as pessoas que fizeram comigo a primeira tentativa, as pessoas que compartilharam comigo outra roubadas naquela temporada, as pessoas que passaram rápido, mas passaram deixando muita alegria.</p>
<p style="text-align: justify">Acho que foi uma escalada solitária mais bem acompanhada de todas&#8230;..</p>
<p style="text-align: justify">Por que é ISSO que vale a pena!!!!!!!!</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02236.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2948" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02236-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center">Eu dividiria a escalada do Cerro Solo em 4 partes. Primeira: Não da para ver na foto, mas é a subida de uma grande canaleta com blocos e morena. Segunda: A subida pela Crista até a Grande Parede e isso você já pode ver na foto. Terceira: Travessia para esquerda, contornando a Grande Parede. Quarta: Travessia das crevasses, subida da parte mais vertical da via e o acesso pro cume</h5>
<p style="text-align: center"> </p>
<p style="text-align: justify">Sai de Chalten pensado num cronograma e fugi completamente dele. Uma da tarde eu já estava de volta no bivaque e um sol forte me fez descer pra Agostine. Cheguei em Agostive bem cedo, podia ficar ali, mas decidi tocar direto para Chalten.</p>
<p style="text-align: justify">É essa foi a temporada de 2010 em Chalten pra mim. Muita novidade, desanimo, animo, vacilos, acertos, medo, ousadia, vontade, persistência, companheirismo, risada e tudo que vale a pena na montanha.</p>
<h5 style="text-align: justify">p.s. Algum tempo depois que já estava no Rio fiquei sabendo que um guia profissional e um cliente caíram numa greta e se acidentaram feio. Se fosse eu que tivesse caído na greta provavelmente não teria voltado pra Chalten e muito menos estaria contando essas historias. Portanto, fiquem atentos.  </h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Capitulo 4 &#8211; De la S</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Estevez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton Tec]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Suum]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Capitulo 4 De la S “Ufa&#8230;.. já rolou uma escaladinha. Mas eu quero mais&#8230;” Descemos de Piedra Negras e mais alguns dias de tempo ruim até a janela voltar a abrir. Quando o tempo voltou a aliviar eu já não tinha mais parceiro, o Felipe já tinha ido embora junto com a grande “Massa Carioca”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02182.jpg"></a><em>Capitulo 4</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De la S</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Ufa&#8230;.. já rolou uma escaladinha. Mas eu quero mais&#8230;”</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><img class="aligncenter" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02182-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">Descemos de Piedra Negras e mais alguns dias de tempo ruim até a janela voltar a abrir. Quando o tempo voltou a aliviar eu já não tinha mais parceiro, o Felipe já tinha ido embora junto com a grande “Massa Carioca”.</p>
<p style="text-align: justify;">O “tarado” do Seblen cismava com o Rampa Whillans e quase me convenceu de ir, já eu insistia que antes deveríamos ir na Amy (Guillaumet) pra ganhar um pouquinho mais de confiança na escalada mista. Com essa de um convencer o outro e a possibilidade dele escalar com a Kika, acabou que nada estava definido e a Gabi me “enquadrou” pra escalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Combinei com a Gabi de ir na Amy, mas não foi muito difícil de cair na pilha da Galera em ir na De la S. Seria uma Agulha diferente, no outro lado do vale e valeria muito a pena conhecer o caminho para Polacos.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim foi.<span id="more-2879"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Decidimos as cordadas, eu ia escalar com a Gabi e a Kika com o Seblen.</p>
<p style="text-align: justify;">Partimos os quatro juntos, eu já conhecia a trilha ate certo ponto, passando do glaciar dependíamos da Kika para facilitar a busca do caminho. Nossa idéia principal era dormir já quase na base da Ag. Saint-Exupéry (montanha vizinha a De la S), passando o principal Bivaque, o Bivaque dos Polacos.</p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02170.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2888" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02170-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Glaciar em direção a Polacos</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Essa escolha encurtaria em pelo menos 1 uma hora nossa caminhada na manha seguinte se não fosse pelo fato da gente não achar o caminha a tempo de escurecer. Já sabendo que em Polacos não tinha água decidimos então ficar num Bivaque intermediário, que no final das contatas foi bem melhor que o Bive dos Polacos. Ali tínhamos proteção do vento, a caminhada seria menor e o mais importante, tínhamos água.</p>
<p style="text-align: justify;">Gastamos o pouco de luz que nos restava para descobrir o caminho e não perder tempo na manhã seguinte</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02173.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2889" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02173-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Ainda no Glaciar</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na escuridão os despertadores acordavam a todos, confesso que deu preguiça de sair do saco de dormir, não pelo desconforto, mas pelo contrario, por uma situação atípica. Em uma situação de Bivaque quase não dormimos, sentimos frio, o chão é irregular, isso quando não dormimos sentados, as horas não passam e não vemos o momento de sair logo daquela tortura e iniciar a escalada.</p>
<p style="text-align: justify;">Já essa madrugada foi bem confortável, um terreno plano e arenoso, arrisco dizer macio, o Glaciar quase não soprou seu vento frio e as estrelas pontilhavam o céu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nossas atividades vespertinas, colocávamos as roupas de neve e tomávamos o café da manha, no caso, A Sopa da Manha. Víamos um cordada antecipando-se e logo atrás saímos, não demorou muito cruzamos a dupla, eram duas meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao colo entre a Saint-Exupéry e a De la S, botei meu Crapon e iniciei a escalada em uma canaleta de neve e rocha, decidimos que iríamos subir todo o Nevê  desencordados. A canaleta se mostrava mais difícil que nos relatos que tinha lido e escutado, muitas vezes largava o Piolet pra dominar uns blocos ou fazer chaminé e em um desses momentos eu derrubei uma laca do tamanho de uma porta de geladeira com mais de um palmo de espessura, Gabi e Kika estavam embaixo de mim e milagrosamente a laca deslizou feito uma prancha pelo Nevê entre as duas meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha cabeça passou: “Pronto&#8230;. matei as meninas&#8230;.”</p>
<p style="text-align: justify;">Esse foi um grande susto mostrando que a escalada já tinha iniciado. Dominando a canaleta vi uma parada em pítons e joguei uma corda para as meninas que subiram com segurança de cima e o Seblen subia logo atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Ali em cima percebi que tínhamos escolinho uma linha de rapel para subir, mas pela quantidade de neve essa era o único caminho possível. Continuamos a subir pelo Nevê, mas num terreno bem mais seguro apesar dos blocos apoiado sobre gelo e neve derretendo, por esse motivo tínhamos que chegar ao inicio da escalada antes do Sol bater mais forte na neve e deixar o terreno instável.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando ao inicio da escalada a cordada mais rápida foi na frente, Kika e Seblen, os dois estariam revezando a guiada, atrás estávamos eu e Gabi, sendo que eu ia levando a ponta da corda.</p>
<p style="text-align: justify;">A escalada inicia num face todo fendado e peças pequenas protegendo, chegando num mega platô temos que caminhar ate alcançar a aresta que nos leva ao cume.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<h5 style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02175.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2890" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02175-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></h5>
<h5 style="text-align: center;"><em>Na base da Grande Aresta</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O lugar é lindo a montanha é linda, mas a qualidade da rocha da De la S não é a das melhores, algumas proteções em lacas cantantes e suspeitas e assim seguia por toda essa aresta, até entrarmos em um diedro e uma canaleta que nos leva bem próximo ao cume.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/de-la-s-north-ridge-442x5901.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2891" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/de-la-s-north-ridge-442x5901-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>A imagem retrata toda a escalada a partir do Grande Platô</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">De um platô partimos pra uma enfiada curta pro cume, lá já estava a Kika com o Rapel armado e descendo. Não perdemos tempo e tentamos manter o grupo de 4 sem uma cordada se distanciar muito uma da outra.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02177.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2892" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02177-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Aresta com as proteções e rocha meio suspeita</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02184.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2893" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02184-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Gabi no Cume</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">No rapel cruzamos com a dupla de meninas que vinha atrás da gente e com mais duas cordadas que vinham do outro lado do vale.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02187.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2894" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02187-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Seblen mostrando suas habilidades com o rapel <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Chegando de volta ao nosso ponto de bivaque consegui convencer a galera em dormir mais aquela noite em Polacos (próximo a) e isso não foi difícil, tínhamos comida de sobra,a noite ia ser linda e a Kika sentia o tornozelo e eu o meu joelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma noite agradável de sono e no dia seguinte sem ter que acordar muito cedo e sem compromissos, voltamos a cidade de El Chalten.</p>
<p style="text-align: justify;">O que mais nos impressionou na volta foi a mudança do Glaciar, na ida tínhamos passado por uma ponte de gelo fina porem consistente e passamos sem crampons, porem na volta eu e mais ninguém teve coragem de passar pela mesma ponte sem usar os crampons.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02172.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2895" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/DSC02172-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></span></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>A ponte na ida com a passagem facilitada</em></h5>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma escalada&#8230; e mais uma cerveja&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. Digo, pelo menos mais umas 30 cervejas&#8230;&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora????</p>
]]></content:encoded>
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		<title>II Ogro&#8217;s Festival</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/2010/06/ii-ogros-festival/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 10:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Confiram o festival de escalada e outras atividades que acontecerá no Rio Grande do Sul, neste próximo final de semana: Clique na imagem para ampliar   Abraços da Yuri!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Confiram o festival de escalada e outras atividades que acontecerá no Rio Grande do Sul, neste próximo final de semana:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/evento_ogro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2883" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/evento_ogro-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Clique na imagem para ampliar</em></h5>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">Abraços da <a href="http://www.escaladacafe.com.br" target="_blank">Yuri</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Livro: Escalada e Trekking em Alta Montanha</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 10:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o próprio título diz, o livro trata dos assuntos relacionados às atividades em Alta Montanha, seja um trekking ao acampamento base do Everest ou escaladas das grandes montanhas. O livro trata de assuntos como planejamento, logística, escolha de equipamentos, técnicas de segurança em trânsito de glaciares, escalada em gelo, orientação, uso de GPS, mínimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como o próprio título diz, o livro trata dos assuntos relacionados às atividades em Alta Montanha, seja um trekking ao acampamento base do Everest ou escaladas das grandes montanhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/livroaltamontanha.jpg"><img class="size-medium wp-image-2873  aligncenter" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/livroaltamontanha-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O livro trata de assuntos como planejamento, logística, escolha de equipamentos, técnicas de segurança em trânsito de glaciares, escalada em gelo, orientação, uso de GPS, mínimo impacto, fisiologia de altitude, tratamento de doenças típicas de altitude e como bônus ainda traz a “Declaração do Tirol”.</p>
<p style="text-align: justify;">É voltado para escaladores e trekkers que pretendem ir para ambientes de altitude elevada, ou seja, para o pessoal que pretende escalar o Aconcágua, realizar a trilha Inca, acampamento base do Everest, trilhas e escalasd na Bolívia, Peru, Equador&#8230; ou qualquer outra montanha ou percurso em região de altitude.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrito por um escalador com mais de 20 anos de experiência em altitude, o livro pretende ser um guia indispensável para o iniciante e fonte de referência para o mais experiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrito por Davi Marski, o livro custa <strong>R$ 47,50 com frete incluso para qualquer lugar do Brasil. </strong>Para mais informações e como comprar, <a href="http://www.marski.org/resenhas/livros/230-livroaltamontanha" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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