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	<title>Adventure Zone &#187; Montanhismo</title>
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Floresta da Tijuca &#8211; História</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
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<p>Muitos já ouviram falar na Floresta da Tijuca, mas poucos a conhecem. Ela é a terceira maior área verde urbana do Brasil e fazia parte de diversas fazendas de café que existiam no Rio de Janeiro. Na época do segundo reinado ocorreu um grande reflorestamento, ordenado por D Pedro II, iniciativa pioneira na América Latina, pois foi constatado que as fazendas de café estavam acabando com a água potável da cidade, que na época era a capital do império. Houve uma enorme desapropriação desde 1854 de diversos sítios, terrenos e fazendas aonde as nascentes dos rios estavam.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6179" title="Floresta da Tijuca década de 20" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Floresta-da-Tijuca-década-de-20.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Esse trabalho, muito bem planejado, foi confiado ao barão Archer, que com alguns escravos começou o reflorestamento em 1861. Durante 13 anos de trabalho duro foram plantadas milhares de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, dentre as mudas algumas espécies exóticas foram inseridas na floresta o que causou alguns problemas, pois elas acabaram prejudicando a flora nativa. Um bom exemplo disso são as jaqueiras, que hoje são consideradas pragas. Sua fauna, com o reflorestamento, também ficou muito variada. É perfeito para se apreciar diversos pássaros, répteis, insetos e mamíferos.</p>
<p>A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão. Ela se tornou área de recreação e de esportes dos moradores, com suas diversas áreas de lazer, grutas, cachoeiras, montanhas, locais para ciclismo, corrida e vias de escalada. Suas trilhas e vias são muito conhecidas.</p>
<p>Hoje a floresta faz parte do Parque Nacional da Tijuca (PNT) que engloba diversas áreas verdes da cidade do Rio. O PNT foi criado em 1961 e é o parque nacional mais visitado do Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6180" title="parque-nacional-tijuca" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/parque-nacional-tijuca-2.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Todo o parque é um ponto de encontro de montanhista. Suas trilhas e vias tem diversas variantes, desde super fáceis a sinistramente pesadas. Todas as empresas de turismos (trilhas, city tour e jepp tour) estão todo fim de semana nos pontos turísticos principais.<br />
Quem é o do Rio ou virá, eu recomendo conhecer, pelo menos, uma das áreas.  O Parque funciona diariamente das 8h as 17h, e até as 18h no verão. A sede tá localizada na Estrada da Cascatinha, 850 &#8211; Alto da Boa Vista &#8211; RJ</p>
<p>Mais informações acessem o site: <a href="http://www.parquedatijuca.com.br"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">PARQUE NACIONAL DA TIJUCA</a></p>
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		<title>Verão, chuvas e as trombas d&#8217;água&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
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		<description><![CDATA[Verão chegando e o pessoal entrando de férias da faculdade ou colégio e indo se aventurar por aí, quem sabe até curtir uma cachoeira ou um banho de rio em... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/verao-chuvas-e-as-trombas-dagua">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Verão chegando e o pessoal entrando de férias da faculdade ou colégio e indo se aventurar por aí, quem sabe até curtir uma cachoeira ou um banho de rio em algum lugar legal deste nosso país&#8230; Legal, nada melhor que uma boa cachoeira! Só tenha cuidado porque a brincadeira pode ficar feia! Neste período do ano costumamos ter chuvas intensas que podem causar um fenômeno conhecido como &#8220;tromba d&#8217;água&#8221;, um rápido aumento do volume de água em um rio/cachoeira a ponto de tornar impossível se manter na água ou mesmo nas margens com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez eu estava com um grupo de amigos em uma cachoeira na Serra dos Órgãos quando começou a chuviscar e notamos um leve aumento no volume da cachoeira, como éramos experientes resolvemos abandonar o local o mais rápido possível, até por que estávamos com um grupo de adolescentes, um agravante para a situação caso fossemos pegos de surpresa. No caminho de volta encontramos com um grupo de jovens que estava indo para a cachoeira de onde saímos &#8211; e mesmo com a chuva eles insistiram e ir até lá. No dia seguinte ficamos sabendo por funcionários do PNSO que um dos rapazes deste grupo sofreu uma queda e fraturou uma perna (se não me engano), porém o resgate dos bombeiros não conseguiu chegar até eles durante a noite, justamente por que o nível do rio que cruza a trilha estava mais alto e com mais correnteza do que o fluxo normal, isso fez com que o resgate do acidentado só fosse feito por completo no dia seguinte&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o nível do rio estivesse normal o resgate poderia ter chegado até o grupo sem problemas, porém devido a chuva que atingia a serra os rios estavam muito acima dos seus níveis normais e isso dificultou a chegada. No dia seguinte todos estavam bem e foram resgatados, mas esse é um caso de sorte. Já ouvi muitos relatos de pessoas que não tiveram chances e foram arrastadas rio abaixo pela força da água&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Esse texto é um alerta para todos aqueles que pretendem curtir uma cachoeira ou rio agora nesse verão. Em caso de chuva, ainda que fraca, saia das margens do rio ou da cachoeira e busque abrigo em um ponto mais alto ou mesmo abandone o local e retorne. Lembre-se que não adianta nada deixar a cachoeira e esquecer que no meio do caminho existe um rio para ser cruzado. A regra é simples, saia e retorne tão logo a chuva comece, se houverem rios no meio do caminho passe por todos antes que o nível suba. Caso você se depare com algum rio onde o volume de água já subiu muito não tente atravessá-lo, busque abrigo em algum local alto e afastado das margens e aguarde a redução do volume de água para cruza-lo, se for o caso acione o resgate.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande problema que facilita os acidentes com trombas d&#8217;água é que em muitos casos a chuva não cai onde as pessoas estão, mas no alto da serra onde estão as nascentes dos rios a chuva pode estar caindo em grande volume, isso dificulta muito a prevenção para que é leigo e está ali brincando. Procure observar o tempo nas montanhas ao redor antes de ir para uma cachoeira ou rio e em caso de dúvidas é melhor adiar o passeio do que ser pego de surpresa, principalmente se de onde você estiver não for possível observar as montanhas ao redor (situação bem comum no caso das cachoeiras).</p>
<p>Fiquem com um exemplo do aumento da força da água no Rio Guandu&#8230;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7gI-V8rvjvA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Jambo! Kilimanjaro o primeiro desafio</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
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		<category><![CDATA[7 cumes]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
		<category><![CDATA[Kilimanjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Uhuru Peak]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6151" title="Ayesha Zangaro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-61.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia de caminhada passamos por plantações de milho e de batata e todos que passavam nos cumprimentavam com seu simpático “JAMBO”. Pouco antes de entrarmos na floresta original da região encontramos algumas crianças muito fofas (e bem sujinhas) correndo ali. Já o primeiro habitante original dessa nova vegetação foi o tão famoso macaco Colobus, que nos deu o prazer de sua presença logo depois, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o caminho fomos ouvindo “pole pole”, uma expressão que é para andar devagar, calma. No fim do dia não aguentava mais ouvir isso, principalmente por causa de uma inesperada chuva perto do acampamento. Chegamos molhados, mas pelo menos chegamos. Com as barraquinhas montadas só tive que entrar e trocar de roupa no <strong>Sekimba Camp</strong>, à 2.800m. Caiu mais uma chuvinha mais tarde e depois saímos para ver o por do sol em um lugar um pouco mais para cima.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6152" title="Ayesha Zangaro  2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="479" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acabei acordando até antes da hora por causa do desconforto dentro da barraca. Mais para frente notei que a pior coisa para mim era ir dormir; queria ficar o máximo de tempo acordada. Tomamos café na barraca refeitório, que estava enfeitada com as comidas muito bem feitas. Duffles fechados, mochilas arrumadas, últimos preparativos para sair. Menos de 5 minutos antes de começarmos a caminhada a Andrea, nossa guia, nos alcançou, ela tinha ficado para trás pra resolver um problema com a bagagem dela. O primeiro tempo do dia foi todo ocupado com as discussões sobre o que tinha acontecido, o que devia ser feito, etc, etc. A mala dela além de ter atrasado alguns dias para chegar, quando chegou a abriram e roubaram todo o equipamento de montanha!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6153" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-4.jpg" alt="" width="640" height="479" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordar no outro dia foi tão fácil quanto antes, sair da barraca era uma felicidade muito grande haha. Saímos rumo ao <strong>acampamento Mawenzi</strong>, à 4300m! Voltamos de uma caminhada de aclimatação e já fomos tomar chá. Um frio do inferno e ficamos na barraca refeitório mesmo e o resto de nós ficou conversando por ali. De filosofias a histórias de vida, demos muitas risadas juntos. Preciso falar que o céu visto daquela altitude é maravilhoso! Igualzinho ao do Brasil, em questão de constelações e tudo, mas acho que o céu mais lindo que já vi.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia antes de atacar o cume (MEDO!). Na nossa frente o que nos esperava era uma planície enorme! O nosso ponto de referencia de onde passaríamos a noite era longe pra caramba! Muito sol, paramos de hora em hora para beber água e descansar. Foi uma manhã bem cansativa e minhas forças estavam se esvaindo quando chegamos ao tão esperado School Hut, à 4700m.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" title="Ayesha Zangaro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">As 6h da tarde todos abrindo seus sleepings, trocando de roupa, colocando segunda pele e todas as outras roupas que tínhamos para enfrentar o frio da madrugada… Já me deu a maior reviravolta na barriga só de ver o pessoal todo se arrumando e animado para sair!</p>
<p style="text-align: justify;">Demorei a cair no sono, em parte por causa da altitude, outra parte por conta da ansiedade… Afinal em pouquíssimas horas estaria saindo para o meu PRIMEIRO cume! Mas o cansaço dominou e apaguei totalmente!  Meus pais sairiam uma hora antes, para termos mais chance de estar na mesma hora no cume. Desliguei tão completamente do mundo de noite que não cheguei nem a ouvir eles saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acordei uma hora depois, acho que eram 23h30’. Não estava com o menor estomago para tomar sopa, e tomei só duas tigelas com chá. O nervosismo estava chegando perto e o medo de andar de noite não estava ajudando. Lá fora só dava para ver algumas luzinhas bem ao longe e as sombras se mexendo… Cada segundo eu me convencia mais que aquilo era loucura. Mas quer saber, qual é a graça de não se arriscar? Acho que na montanha mais do que em qualquer outro lugar, seus sentimentos afloram muito mais fácil e tudo é muito mais emocionante. Vale muito mais a pena. Mas vou deixar essas reflexões e o que tirei dos meus monólogos noturnos para depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Parávamos de hora em hora, para comer algum doce e descansar. Na primeira parada meus nervos já estavam em frangalhos, e minha visão embaçou. O que me ajudou ali foram as estrelas, aquele céu maravilhoso que se estendia como um tapete sobre nós, as estrelas se mostravam com tanta intensidade… e tentei me encher daquele brilho que elas mostravam, que para mim representava o número de pessoas que correm atrás de seus sonhos ou que acreditam em algo e só o que falta é acharem o caminho para encontrar o que procuram. Eu estava no meu caminho, não precisava me preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;">O frio aumentava cada vez mais e a única imagem que vinha na minha cabeça era o cume, aquela plaquinha que indicava o tal <strong>Uhuru Peak</strong>. Mas não o cume realmente como ele é, e sim um lugar quente, agradável e protegido do vento, onde eu só me preocuparia com aproveitar o premio que a montanha estava me dando.</p>
<p style="text-align: justify;">Horas mais frias da madrugada here we come! Depois das quatro da manhã olhava de minuto em minuto para trás para ver se o sol estava nascendo. Minha tosse que me acompanhou desde o Brasil até o fim da viagem começou a me incomodar mais. O ritmo continuava o mesmo, mas fazia tempo que eu estava andando no automático, sem prestar muita atenção em nada. Sentia minhas pernas cansadas e uma dor no fundo da cabeça, como se o ar estivesse congelando tudo por dentro. Aliás, esse foi um dos meus problemas depois, como tinha emprestado meu gorro para a minha mãe, tive que usar meu buff como gorro e fiquei sem nada para cobrir a boca. Claro que podia ter pedido emprestado, mas nem me passou pela cabeça que era tão importante. A trilha passou a ficar mais acidentada, com muitas pedras e alguns degraus chatos de subir… Eu tentava já não levantar muito os pés para não fazer força e desisti do rest pace, adotado pelo resto do grupo, logo no começo, porque me dava muito frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao<strong> Gilman’s Point</strong>, 5685m perto do amanhecer. Ali é o ponto onde muitos desistem por causa do frio e do cansaço. De um lado conseguimos ver o sol nascendo e do outro a cratera do vulcão começava a ser iluminada. Recomeçamos a andar o mais rápido possível para não ficarmos muito tempo parados. O sol devagarzinho dava o ar da sua graça, mas ainda tínhamos quase uma hora até o verdadeiro cume. A surpresa do ano para todos foi a neve que tinha lá em cima. Nos últimos anos as neves eternas do<strong> Kilimanjaro</strong> vinham derretendo e havia tempo que a cratera não ficava branca. Isso fez com que tudo lá em cima ficasse lindo! Muito mais bonito do que vi ultimamente em fotos. Mas por outro lado tivemos que passar em algumas partes cobertas de gelo. Eram partes pequenininhas, mas mesmo assim eu nunca tinha andado nessas condições e fiquei meio nervosa, o que não ajudou minhas pernas, que já estavam bambas de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Paramos em um lugar sem vento para tirar algumas fotos e continuamos a andar. Pensei que era mais perto, mas estava demorando tanto para chegar. Tudo bem, tudo bem, liguei o automático mais uma vez. Quando olhei para cima de novo faltavam mais ou menos 200m para a tão esperada plaquinha, rs. Meu cérebro se apressou em pensar com alguma racionalidade e me veio de novo aquele pensamento de o que eu estou fazendo aqui. Vim atrás dessa placa, num frio do inferno, depois de ter passado uma noite horrivelmente cansativa, o que estou fazendo aqui?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quer saber, valeu a pena. Vale a pena saber que sonhar é mais do que meio caminho andado para conseguir o se quer. Vale a pena conhecer os limites do corpo humano. Vale a pena acreditar em si mesmo. Vale a pena se arriscar para correr atrás dos seus sonhos, do que aprendi com uma pessoa maravilhosa, vale a pena ir atrás do seu Everest.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6156" title="Ayesha Zangaro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">Às 7h30’ do dia 9 de Março de 2011 eu cheguei ao topo da África, ao <strong>Uhuru Peak</strong>, o Pico da Liberdade. Me tornei a brasileira mais jovem a atingir tal feito, e talvez uma das latino americanas mais novas também. Mas foi o que tanto falamos durante a expedição; o cume foi mais um presente, um prêmio extra para tudo o que ganhamos passando este tempo na montanha. Cada cume tem uma mensagem a passar, diferente para cada pessoa, quer ela chegue ao topo ou não. O esforço feito para chegar ali, a força demonstrada para buscar o que se quer é o que realmente chamo de obstáculos superados.</p>
<p>por <a href="ayeshazangaro@hotmail.com" target="_blank">Ayesha Zangaro</a></p>
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		<title>1º etapa de expedição na Ruta 40</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 08:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>
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		<description><![CDATA[Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus.... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/1%c2%ba-etapa-de-expedicao-na-ruta-40">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus. A travessia concluída no último dia , porém, representa &#8216;apenas&#8217; um terço do objetivo traçado pelo ciclista e montanhista <strong>Jorge Kaiser Junior</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6133" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-4.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O expedicionário pretende concluir, em mais duas expedições, o percurso completo da <strong>Ruta 40</strong> na Argentina &#8211; missão esta nunca antes realizada por um brasileiro. A mítica rodovia tem 5200km e cruza o pais entre La Quiaca e Cabo Virgens. Acompanhado somente de sua mountain bike com rodas 29 polegadas, Kaiser carregou cerca de 35kg de equipamentos, como barraca , fogareiro, acessórios de montanhismo, comida desidratada, etc. Além do planejamento e condicionamento físico em  dia, o atleta cita como fundamental. &#8220;<em>Tem que estar focado e saber lidar com a situação</em>&#8220;. afirma, lembrando que passou dias sem encontrar ninguém pelo caminho. O inesperado calor e vento forte surpreederam, mas nada se comparou aos transtornos causados pelos trechos da estrada onde era cascalhos &#8220;<em>Tive quatro pneus furados em um mesmo dia e meus bagageiros quebraram</em>&#8221; , observa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6134" title="1º etapa de expedição na Ruta 40" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-401.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tempestade impede a escalada do Lanin</strong></em></p>
<p>Logo na chegada  Mendoza, <strong>Jorge Kaiser</strong> realizou um trekking de aclimatação e escalou o Cerro Penitentes, que fica quase em frente ao Aconcágua e tem 4351m. No primeiro trecho de pedalad até San Carlos, encontrou dois americanos e um alemão, com quem seguiu durante os primeiros dias. Cerca de 700km depois, Kaiser alcançou Chos Malal, onde escalou o Cerro de la Virgen. Apos outros quatro dias de paisagens exuberantes, chegou a Junin de Los Andes para enfrentar o Vulcão Lanin. A montanha fica na divisa da Argentina com o Chile e possui 3776m.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6135" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-2.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6136" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6137" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>&#8221; P<em>eguei uma tempestade e fui obrigado a parar de subir com 2600m</em>&#8221; , conta. &#8220;<em>Correu tudo como planejado e agora é só preparar a próxima expedição</em>&#8221; , conclui.</p>
<p>Mais detalhes: <a href="http://ruta40debicleta.blogspot.com" target="_blank">ruta40debicleta.blogspot.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Corrida de Montanha La Mission &#8211; Geovane Rento</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 10:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrida de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Adventura]]></category>
		<category><![CDATA[Cordilheira dos Andes]]></category>
		<category><![CDATA[corrida de aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida de Montanha La Mission]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Geovane Rento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; La Misión não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>La Misión</strong> não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força, estratégia, planejamento e autossuficiência dos atletas.</p>
<p>Em 2011 tem sua 7a. Edição disputada entre os dias 12 e 15 de dezembro por 160km de trilhas e caminhos na Cordilheira dos Andes, cruzando rios e riachos, subindo e descendo montanhas e contornando lagos.</p>
<p>A <strong><a href="http://www.adventura.com.br " target="_blank">Adventura</a></strong> aceitou o desafio e está patrocinando junto com a<strong> Deuter</strong>, <strong>Lorpen</strong> e <strong>Sea toSummit</strong> um atleta brasileiro: <strong>Geovane Rento</strong>.</p>
<div id="attachment_6112" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6112" title="Giovane Rento - La Misión" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Giovane-Rento-La-Misión-.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Giovane com o material que vai usa na corrida</p></div>
<p>A largada já foi dada. Acompanhe Geovane PC a PC e vamos torcer por este atleta brasileiro! (<a href="http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973">http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973</a> )</p>
<p>Ao retornar vamos marcar um encontro na<strong> <a href="http://www.adventura.com.br" target="_blank">Adventura</a></strong> para conhecer um pouco das experiências vividas nesta grande jornada.</p>
<p><em>Equipe Adventura</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Big Wall no Parque Nacional da Tijuca &#8211; Será que o Tempo Realmente Passa???</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/big-wall-no-parque-nacional-da-tijuca-sera-que-o-tempo-realmente-passa</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/big-wall-no-parque-nacional-da-tijuca-sera-que-o-tempo-realmente-passa#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Estevez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur estevez]]></category>
		<category><![CDATA[Big Wall]]></category>
		<category><![CDATA[PNT]]></category>
		<category><![CDATA[Será que o Tempo Realmente Passa]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve Galera. Dia 23 de novembro, junto do meu camarada Sergio Ricardo terminamos a conquista de um Mini-BigWall na parede mais negativa do João Antonio (Parque Nacional da Tijuca). Aí... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/big-wall-no-parque-nacional-da-tijuca-sera-que-o-tempo-realmente-passa">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Salve Galera.<br />
Dia 23 de novembro, junto do meu camarada Sergio Ricardo terminamos a conquista de um Mini-BigWall na parede mais negativa do João Antonio (<strong>Parque Nacional da Tijuca</strong>).</p>
<div id="attachment_6078" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6078" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Pico João Antônio" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Pico-João-Antônio1.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Pico João Antônio</p></div>
<p>Aí você pergunta: Que doideira é essa de Mini-BigWall Arthur? Rs.<br />
Pois é&#8230; Apesar da via ser curta e não passar dos 200 metros, envolve todos os equipamentos e logística necessários para escalar um BigWall.<br />
É uma linha ideal para quem está querendo iniciar no estilo de escalada, pois tudo é muito fácil. A aproximação não demora mais de 40 minutos de caminhada (com peso), a linha não é tão grande. A fuga, tampouco complicada se deixar a parede encordada, e a graduação é bem acessível.<br />
Estamos falando da via “<strong>Será que o Tempo Realmente Passa</strong>” graduada por nós em A2+ 6+/7a E2/3 D5 – João Antonio, PNT.<br />
Vinha namorando essa parede fazem alguns anos, desde quando eu fui com um amigo fazer o Paredão Marumbi (única via de escalada da montanha). Em 2010 cheguei a conversas com o Bernardo Collares (Pres. FEMERJ na época) de aplicarmos o “formulário modelo para conquistas de novas vias” que já vem sendo utilizado no <strong>PARNASO</strong> e PNI dentro do PNT.<br />
Na época, o responsável técnico era o Bernardo Issa. Chegamos a dar andamento no formulário, mas devido à chuva e desencontros a escalada não foi possível.<br />
Esse ano a vontade de escalar a parede voltou, mas dessa vez quem coordenou e foi interlocutor do processo foi o Delson Queiros (atual Pres. FEMERJ), tendo o Daniel Toffoli como responsável técnico do Parque.<br />
Toda essa burocracia valeu a pena, pois foi possível dormir no Parque com autorização e abrimos a primeira via de escalada com a autorização e conhecimento do <strong>Parque Nacional da Tijuca</strong>.</p>
<p>Dia 12 de novembro estávamos no Bom Retiro, local que iniciamos nossa caminhada. Com a ajuda de 4 amigos (Claudio, Naiara, Michelle e Agostinho) levamos toda a carga em uma só viagem. O primeiro dia foi pouco produtivo e abrimos apenas uma enfiada de 15m.</p>
<div id="attachment_6079" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6079" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Primeira Enfiada" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Primeira-Enfiada.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Primeira enfiada</p></div>
<div id="attachment_6080" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6080" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Acordando no segundo dia" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Acordando-no-segundo-dia.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Acordando no segundo dia</p></div>
<p>O segundo dia foi um pouco mais produtivo, abrimos duas enfiadas de mais ou menos 30 metros cada. Tudo muito negativo, a probabilidade de chuva não nos assustava já que estávamos protegidos pelo imenso negativo, mas conforme íamos ganhando altura também íamos ficando mais expostos à chuva. Então decidimos deixar a parede encordada e voltar para casa.</p>
<div id="attachment_6081" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6081" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Segunda enfiada" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Segunda-enfiada.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Segunda Enfiada</p></div>
<div id="attachment_6082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6082" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - O Portaledge é uma ótima idéia nessa negatividade" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-O-Portaledg-é-uma-ótima-idéia-nessa-negatividade-.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">O Portaledge é uma ótima idéia nessa negatividade</p></div>
<p>No dia seguinte (14/11/2011) organizamos nosso acampamento suspenso e embaixo de uma leve chuva voltamos para cidade deixando para traz todo nosso equipamento.</p>
<div id="attachment_6084" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6084" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Visão do Pico da Tijuca" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Visão-do-Pico-da-Tijuca.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Essa foto ninguém tem... Visão do Pico da Tijuca</p></div>
<p>Dia 20 voltamos e dessa vez tivemos um contratempo com a autorização. Como não tínhamos nenhum papel provando nossa permissão de entrada no parque com pernoite e o Daniel Toffoli não foi encontrado no telefone, não foi possível ficar aquela noite no parque, mas mesmo assim decidimos ir ate a via e abrir mais alguns metros de parede. Foram poucos, 15 no máximo e que não perdeu a negatividade. Por vezes os pés ficavam completamente aéreos, como se estivéssemos em um teto.<br />
Para não ter problema com o parque decidimos deixar a parede e sair pela portaria do Bom Retiro antes das 5 da tarde.</p>
<div id="attachment_6086" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6086" title="A negatividade da parede impressiona." src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/A-negatividade-da-parede-impressiona..jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">A negatividade da parede impressiona.</p></div>
<div id="attachment_6087" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6087" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Impressiona e muito" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Impressiona-e-muito.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">E muito. Se o rapel for feito da quarta enfiada até a base da escalada, da uma distância de mais de 30 metros.</p></div>
<p>Segunda-feira, dia 21, estávamos novamente na Administração para pegar a autorização e mais uma vez tivemos um contra tempo. Toda a equipe técnica estava em uma reunião importantíssima fora do parque para definir as diretrizes para o ano de 2012. Tivemos que esperar ate meio dia para as atendentes, que por sinal foram super solicitas e compreensivas com nosso problema, falarem com a Loreto (Dir. do Parque).<br />
Na mesma hora que as meninas falaram com a Loreto, ela liberou e pela primeira vez recebemos um documento oficial do parque.<br />
Documento que vou guardar com muito carinho, pois ele marca um novo momento do montanhismo Carioca dentro do PNT.<br />
Com o “papel” e com a alma mais leve, finalmente podemos retomar nossa conquista. Decidimos que esse dia foi perdido e passamos o resto da tarde em nosso acampamento suspenso. No dia seguinte jumariamos os metros aéreos já conquistados e a parede perdia negatividade.<br />
Até essa parte da parede (inicio da quarta enfiada), a via seguia por um sistema de fenda perfeito, muito negativo, mas perfeito, com boas colocações de peças passivas e ativas. Alguns poucos pítons foram batidos e nenhum furo de Cliff foi usado até então.<br />
Ou seja. Como o Tartari falou em um filme antigo de escalada: “<em>Se alguém bater grampo nessa fenda, não respondo pelos meus atos</em>”.<br />
E se alguém bater buraco de Cliff nessas via alem dos 3 que foram feitos&#8230;&#8230;.. rs.<br />
Bom, seguindo nosso relato. Uns 15 metros depois da P3 a parede perde negatividade, apesar de seguir bem vertical. A fenda perfeita acaba e temos que seguir por um sistema de fissuras curtas e pequenas onde me obriga a usar os Heads. No finalzinho dessa enfiada acabo saindo uns 2/3 metros em livre para entrar em um buraco onde bati a parada.<br />
A quinta enfiada foi conquistada pelo Sergio em livre. Essa enfiada deu um 6+/7a em lances de “abaulencia” bem vertical e diria que bem exposto. Nosso camarada tomou um “pacote” considerável quando estava conquistando. Pelo menos uns 10 metros de vôo.</p>
<div id="attachment_6088" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6088" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Sérgio conquistando em livre" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Sérgio-conquistando-em-livre.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Sérgio conquistando em livre</p></div>
<p>A enfiada acabava em um teto, não dava pra saber direito o que tinha em cima desse teto, mas dava pra ver que o matagal final estava próximo. O Sergio tinha dado a escalada por terminada, mas eu insisti que não&#8230;. “a conquista acaba quando termina”. rs.<br />
Com os trovões estrondando em minhas costas tentei “agilizar” ao máximo. Contornei o teto pela direta passando por uma fenda, em cima desse teto bati uma chapa e segui por um sistema de fenda por meio de uma vegetação mais forte. Essa enfiada final lembra muito as enfiadas finais da Presença da Laracna no Pico dos Quatro.</p>
<div id="attachment_6089" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6089" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Dominando o Teto e indo pro fim da via." src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Dominando-o-Teto-e-indo-pro-fim-da-via..jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Dominando o Teto e indo pro fim da via.</p></div>
<p>Bati a ultima proteção da via, chamei o Sergio para parada final e andamos uns 60 metros para dentro do mato. Com um tempo incerto decidimos voltar e iniciar os rapeis.<br />
A chuva castigou o Rio de Janeiro aquela noite e nós nem tomávamos conhecimentos, já que estávamos protegidos pela negatividade da parede.</p>
<div id="attachment_6090" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6090" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Última chapa" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Última-chapa.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Última chapa</p></div>
<p>No dia seguinte arrumávamos todo o equipamento para sair da parede. Ligamos para alguns amigos informando que tínhamos terminado a via e o Ducha se prontificou em resgatar a gente.<br />
Montou uma “equipe de resgate” e foi lá ajudar com as tralhas. Pra nossa surpresa a pequena Nina (filha do Ducha que completa 1 ano agora) estava na equipe <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .<br />
E dia 24 demos nossa empreitada por encerrada.</p>
<div id="attachment_6091" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6091" title="Big Wall no Parque Nacional da Tijuca - Nosso Acampamento Suspenso." src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Big-Wall-no-Parque-Nacional-da-Tijuca-Nosso-Acampamento-Suspenso.-.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Nosso Acampamento Suspenso</p></div>
<p>Como Chegar<br />
É a mesma trilha que vai para o <strong>Paredão Marumbi</strong> e para o Bloco do Toninho, mas como a maioria das pessoas não sabe chegar lá, vou descrever o caminho: A partir do Bom Retiro deve pegar a Trilha para o Papagaio, uns 5 minutos depois da bifurcação Papagaio x Tijuca vai ter uma placa, nessa placa tem uma trilha secundaria, um pouco discreta, mas bem definida.<br />
Essa trilha é conhecida como Trilha da Serrinha, mas você não vai seguir por ela muito tempo. Logo você chega a um tronco caído no meio da trilha e nesse troco a trilha bifurca. Você vai pular o tronco e seguir reto.<br />
A trilha começa a descer, e você encontra outra bifurcação, nesse ponto você não deve continuar descendo, segue pra esquerda.<br />
A partir dessa bifurcação tem umas marcações amarela e preta que devem ser seguidas e logo vai chegar no Bloco do Toninho.<br />
Chegando no bloco do Toninho você vai contornar ele pela direita seguir por umas pedras ate encostar na parede do João Antonio. Se estiver certo vai encontrar uma seqüência de grampo, um projeto abandonado faz um tempo.<br />
Segue subindo o Bambuzal para a direita, se a via ficar muito tempo sem repetição provavelmente o bambuzal vai ter que ser reaberto.<br />
Contornando pela direita você chega novamente na parede do João Antonio. Dessa vez vai margear a parede para esquerda e em um ponto mais alto, vai encontrar uma corda fixa em uns grampos. Outro projeto inacabado.<br />
Até esse ponto a caminhada não pode demorar mais que 40 minutos.<br />
Vai subir uma rampa (costão de pedra) com um trepa-pedra ate chegar no Platô que montamos nossa acampamento suspenso. Encordar esse costão pode ser uma ótima idéia.<br />
A via começa em um sistema de fenda que sai de uma caverna um pouco a baixo do platô que bivacamos.<br />
Todas as paradas são duplas menos a ultima.</p>
<p>Equipamento Recomendado<br />
Ferramentas de BigWall / Artificial<br />
1 – Jogo de Camalo do .1 ao 6<br />
2 – Jogo de Camalo do .1 ao 5<br />
1 – Jogo de Camalo do .4 ao 5<br />
1 – Jogo TCU Metolius<br />
Repetir 00 e 0 TCU Metolius<br />
Dois jogos de Nut &#8211; repetir os pequenos<br />
ChunboHeads e AlumínioHead variados.<br />
1 &#8211; knifblade pequeno<br />
1 &#8211; lost arow médio<br />
1 – Universal Médio<br />
(recomento variar os pítons, pode ajudar sua criatividade)<br />
2 – Cliff Hoock<br />
2 – Cliff Hanger<br />
2 – Tallon<br />
Corda Para fixar as primeiras enfiadas.<br />
Porta Ledg – Ajuda muito nas 3 primeiras enfiadas</p>
<p>*Ratificando, só tem furos de Cliff na quarta enfiada e são poucos.</p>
<p>Devemos agradecer algumas pessoas que deram uma força nessa escalada;<br />
A galera que levou as tralhas: Claudio, Michelle, Naiara e Agostinho;<br />
A galera que viabilizou a parte burocrática: Delson, Toffoli e toda equipe do PNT;<br />
A galera que foi resgatar: Ducha, Pinta, Carol, Guillher, Ivan e a pequena Nina;<br />
A galera que emprestou uns equipos: Rodrigo Valle, Edney e o Dallorto.</p>
<p>O Croqui ocuparia muito espaço no post. Quem estiver interessado em repetir a via pode entra em contato que mando por email.<br />
Mais informações da via: arthur@cumes.com.br</p>
<p>Essa é mais uma via patrocinada pela Cumes e doada ao CERJ (Clube Excursionista Rio de Janeiro).</p>
<p>www.cumes.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça Ayesha Zangaro e seu projeto dos 7 cumes!</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/conheca-ayesha-zangaro-e-seu-projeto-dos-7-cumes</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/conheca-ayesha-zangaro-e-seu-projeto-dos-7-cumes#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kiko Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[7 cumes]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[projeto 7 cumes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=5993</guid>
		<description><![CDATA[Texto de Ayesha Zangaro &#160; Namaste! Como e por que as montanhas exercem tanta atração sobre algumas pessoas? Cada montanhista tem uma resposta para essas perguntas e tudo que posso... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/conheca-ayesha-zangaro-e-seu-projeto-dos-7-cumes">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><strong><em>Texto de Ayesha Zangaro</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Namaste!<br />
Como e por que as montanhas exercem tanta atração sobre algumas pessoas? Cada montanhista tem uma resposta para essas perguntas e tudo que posso dizer é: questão de química, amor a primeira vista, sim.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5996" title="ayesha 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ayesha-1.jpg" alt="" width="640" height="479" /><br />
Meu nome é <strong>Ayesha</strong>, tenho 17 anos e sou do interior de SP. Passei a fazer parte do mundo das alturas, ou melhor, das altitudes, faz menos de dois anos e tudo começou com uma visita descompromissada à cadeia de montanhas mais exuberante do planeta: o Himalaia. Sem nenhuma expectativa, me juntei aos meus pais em uma viagem para o Nepal, rumo ao <strong>Campo Base do Everest</strong>. Realmente não é uma viagem com muitos atrativos quando se tem 15 anos: sem internet, sem amigos, comida limitada, poucos banhos, etc. Mas encorajada por alguns espíritos aventureiros que fazem parte da minha vida, resolvi encarar a aventura.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5997" title="Ayesha 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Ayesha-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /><br />
Em Março de 2010 estava prestes a começar a viagem mais espetacular que já vivi. O Nepal é um país muito diferente de tudo que já vi ou já ouvi falar. Com seu povo sorridente é fácil se sentir em casa em <strong>Kathmandu</strong>, a capital do país. Saindo da nuvem de poeira que cobre toda a cidade, é impossível ver o fim dos maciços de pedra que se erguem por ali. Um curto vôo para Lukla, no pé da montanha, e logo começamos o trekking.<br />
Queria muito saber expressar com palavras o que esse trajeto, com paisagens e experiências pessoais muito intensas, significou para mim, mas é uma coisa tão pessoal, vem tão de dentro que é preciso ver para se tirar qualquer conclusão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5998" title="&lt;KENOX S860  / Samsung S860&gt;" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Ayesha-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /><br />
O trekking para o E.B.C. foi o pontapé inicial para todo o meu projeto. Estar do lado das maiores montanhas do mundo e ter contato com uma cultura tão única como com a dos povos da montanha me fez enxergar novas perspectivas e principalmente me fez refletir muito sobre o que já passou.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5999" title="Ayesha 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Ayesha-2.jpg" alt="" width="639" height="480" /><br />
Enfim, agora em 2011 dei inicio ao <strong>projeto 7 Cumes</strong>, que é a escalada dos sete cumes mais altos de cada continente. Com incentivo dos meus pais, da minha escola e de amigos, em Fevereiro eu me encontrei viajando rumo à Tanzânia para tentar o primeiro dos Sete Cumes: o monte<strong> Kilimanjaro</strong>, 5895m.<br />
Mais uma experiência única, onde aprendi que o que não é o cume que realmente importa e sim todo o trajeto até lá, que as boas relações precisam ser mantidas através de muita compreensão e solidariedade (e não só com pessoas, mas com o ambiente mágico que te cerca).<br />
“Às 7h30’ do dia 9 de Março de 2011 eu cheguei ao topo da África, ao <strong>Uhuru Peak</strong>, o Pico da Liberdade. Me tornei a brasileira mais jovem a atingir tal feito, e talvez uma das latino americanas mais novas também. Mas foi o que tanto falamos durante a expedição; o cume foi mais um presente, um prêmio extra para tudo o que ganhamos passando este tempo na montanha. Cada cume tem uma mensagem a passar, diferente para cada pessoa, quer ela chegue ao topo ou não. O esforço feito para chegar ali, a força demonstrada para buscar o que se quer é o que realmente chamo de obstáculos superados.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6000" title="Ayesha 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Ayesha-4.jpg" alt="" width="640" height="361" /><br />
A maior satisfação para mim foi saber que tecnicamente falando cheguei aonde tinha que chegar. Aonde as pessoas esperavam que eu chegasse, e, aonde eu queria chegar. Mas esse lugar não se chama<strong> Uhuru Peak</strong> e no fim não está à 5895m no ponto mais alto da África. Acho que a convivência com as pessoas que me acompanharam até lá em cima, os tantos monólogos que tive comigo mesma, os momentos de observação e absorção de paisagens, culturas e informações causou uma reviravolta dentro de mim, e por mais brega que seja isso, dentro do meu coração. Com isso mudei o jeito de ver as coisas, de encarar a vida, de buscar novas aventuras e o mais importante, de se relacionar com as pessoas. Cheguei à minha liberdade lá em cima, cheguei aonde muitos ainda vão chegar. Posso dizer que me encontrei nessa viagem, sei o que quero, apesar de ainda não saber como dividir isso com os outros ainda. Espero aprender a fazer isso com o passar do tempo, com novas experiências.”<br />
E os próximos ventos sopram para a montanha mais alta das Américas, o Aconcágua!</p>
<p><em>Ayesha Zangaro</em><br />
“Try to believe that if you dream, it’s more than half way to get what you want.<br />
Give a chance to life, get closer to the stars!”<br />
<a href="http://ayesha.com.br/blog/"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Visitem meu site !!!</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vencedores &#8211; 11ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/vencedores-11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 16:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
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		<description><![CDATA[Vamos fazer aqui uma resenha dos filmes ganhadores desse ano: Melhor filme segundo votação do público: TEPUI &#8211; Escalada ao Salto Angel Belas imagens, ótima música e edição. Ele conta... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/vencedores-11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Terra-da-Lua-Partida.jpg" alt="" title="Terra da Lua Partida" width="640" height="315" class="aligncenter size-full wp-image-5986" /></p>
<p>Vamos fazer aqui uma resenha dos filmes ganhadores desse ano:</p>
<p><em>Melhor filme segundo votação do público</em>: <strong>TEPUI &#8211; Escalada ao Salto Angel</strong><br />
Belas imagens, ótima música e edição. Ele conta sobre a escalada da maior cachoeira do mundo, o Salto Angel, na Venezuela, (considerada um dos maiores desafios do alpinismo mundial). Um projeto de Waldemar Niclevicz que conta com grandes nomes do montanhismo brasileiro. Uma via de 1000 metros que levou 17 dias para ser conquistada por uma equipe brasileiro-venezuelana.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/29352287?byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>Melhor filme pelo júri especializado</em>:<strong> Quanta Patagônia</strong><br />
Com humor, três escaladores do cerrado brasileiro mostram várias escaladas na Patagônia argentina. Foram 30 dias de muito perrengue, frio e escaladas.<br />
O vídeo abaixo é uma versão diferente da que foi exibida. Ela ainda não foi disponibilizada.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/18627507?byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>Melhor montagem</em>: <strong>Red Bull Psicobloc</strong><br />
Competição de escada livre, feita pela Red Bull, no sertão alagoano, nos paredões do Riacho do Talhado. A qualidade das imagens e a fotografia são incríveis. Os atletas brasileiros dão um show de escalada livre!!</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mTC9ZAUJ050" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Melhor fotografia</em>: <strong>A Terra da Lua Partida</strong><br />
Conta a história de um velho nômade que vive em uma das regiões mais isoladas do planeta &#8211; Himalaia. Devido a mudança climática os rios estão secando e os vales estão ficando desérticos, há então o dilema: ir para a cidade ou enfrentar destino imposto pelo clima?</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TXgjZqwKiPM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Melhor direção</em>: <strong>Montanha Serra Verde Mato</strong><br />
O filme descreve o desejo de todo esportista, que é fugir da cidade. A empolgação dos mineiros deu o tom certo a essa produção muito bem editada.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/O14bNJiAVsQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Os filmes premiados foram os mais comentados pelos espectadores. As escolhas foram muito justas. No Brasil precisamos de mais produções com esse tipo de qualidade.<br />
Esse ano a escolha dos filmes deixou um pouco a desejar, houveram filmes que não era compatíveis com o patamar de uma mostra competitiva, e também, faltou um grande longa metragem como foi o Nanga Parbat.</strong></p>
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		<title>11ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 10:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
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		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[O Banff Mountain Film Festival World Tour International teve início em 1976, na província de Alberta, no Canadá,  aonde se localiza o Parque Nacional de Banff. Mais uma vez o Rio... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/11%c2%aa-mostra-internacional-de-filmes-de-montanha">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O Banff Mountain Film Festival World Tour International teve início em 1976, na província de Alberta, no Canadá,  aonde se localiza o Parque Nacional de Banff.</p>
<p>Mais uma vez o Rio recebe a <a href="http://www.filmesdemontanha.com.br/index.php"target="_blank" title="este link abre uma nova janela"><strong>Mostra Internacional de Filmes de Montanha</strong></a>. Desde 2001 o evento ocorre na cidade maravilhosa. De 12 a 14 de novembro serão exibidos diversos filmes sobre montanhismo, vários tipos de escalada, bike e outros esportes.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/IMG_1180.jpg" alt="" title="Cine Odeon Banff" width="480" height="511" class="aligncenter size-full wp-image-5939" /></p>
<p>Doze filmes nacionais estão competindo na mostra. São duas premiações: juri oficial (filme, diretor, fotografia e montagem) e o juri popular que escolhe o melhor filme. Além desses, terão mais nove filmes da mostra banff, ou seja, não competem, pois são os escolhidos para serem divulgados em todas as mostras pelo mundo.</p>
<p>No primeiro dia, ainda, a estréia do tão esperado documentário &#8220;Caminhos da Mantiqueira&#8221; , de Galileu Garcia Jr, que conta a história da região que compreende a fronteira de 3 Estados ( São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), através de sua cultura e sua gente. <strong>Vejam o <a href='http://youtu.be/Qur0o8VaCck'target="_blank" title="este link abre uma nova janela">trailer</a></strong></p>
<p>Contarei como foi o evento por dia, com fotos e opiniões sobre os filmes apresentados.</p>
<p><em><strong>FILMES APRESENTADOS &#8211; 12/11</strong></em><br />
<strong>1 </strong> Aconcágua despertando potenciais, de Alexandre Haigaz &#8211; <em>Alta Montanha</em><br />
<strong>2 </strong>TEPUI &#8211; Escalada ao Salto Angel, de Federico Sanz e Edemilson Padilha &#8211; <em>Escalada Big Wall</em><br />
<strong>3 </strong> Blocos A2, de Ricardo Cosme &#8211; <em>Escalada Boulder</em><br />
<strong>4 </strong>A Terra da Lua Partida, de Marcos Negrão e André Range &#8211; <em>Cultura de Montanha</em><br />
<strong>5 </strong> Montanha Serra Verde Mato, de Walfried Amaral Weissmann &#8211; <em>Escalada e Parapente</em></p>
<h2><strong>* Comentários sobre o dia 12/11:</strong></h2>
<p>
<strong>Os filmes, competidores, apresentados na noite foram meros coadjuvantes, pois o documentário &#8220;Caminhos da Mantiqueira&#8221;, de Galileu Garcia Jr, roubou a cena. Ele é brilhante em sua simplicidade. O modo como as histórias são contadas, a beleza e diversidade da região, todos os &#8220;causos&#8221; e a gente simples fizeram dele algo surpreendente. O documentário é educacional, histórico, simples e aventureiro. <a href="http://www.caminhosdamantiqueira.com.br"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Site para adquirir o documentário ou o livro.</a></p>
<p>Outro ponto emocionante nessa noite foi a homenagem feita ao, escalador, presidente da Femerj e vice-presidência da Cbme, Bernardo Collares, que faleceu em janeiro desse ano quando escalava a montanha Fitz Roy, na Patagônia. Sua mãe subiu ao palco e nos emocionou com suas palavras. </p>
<p>Os destaques da noite foram: Tepui e Terra da Lua Partida. O Aconcagua tinha tudo para ser fantástico, mas se tornou massante por ser muito extenso</strong></p>
<p><em><strong>FILMES APRESENTADOS &#8211; 13/11</strong></em><br />
<strong>1</strong> Borboleta Azul, de Tomaz Cavalieri &#8211; <em>Montanhismo</em><br />
<strong>2 </strong> Arredores, de Natássia Ferreira Augusto &#8211; <em>Vários Esportes</em><br />
<strong>3</strong> Copa Internacional de Mountain Bike – Araxá, de Juliano Guerra &#8211; <em>Mountain Bike</em><br />
<strong>4</strong> Quanta Patagônia, de Guilherme Pahl e Marcio Cesar &#8211; <em>Escalada</em><br />
<strong>5</strong> A Dança do Tempo, de Christian Spencer &#8211; <em>Meio Ambiente</em><br />
<strong>6 </strong> Com a mãe da Joana, de Dodi Echternacht &#8211; <em>Montanhismo</em><br />
<strong>7</strong> Red Bull Psicobloc, de Andre Duck e Wiland Pinsdorf &#8211; <em>Escalada Solo</em></p>
<h2><strong>* Comentários sobre o dia 13/11:</strong></h2>
<p>
<strong> Diferente do dia anterior, os filmes de hoje conseguiram empolgar mais os espectadores.<br />
- Borboleta Azul é sobre um projeto de inclusão de pessoas com necessidades especiais, feito pela Apae SP.<br />
- Arredores fala dos diversos esportes que são praticados na cidade de Castelo ES<br />
- Copa de Mountain Bike mostra uma das etapas internacionais desse esporte em Araxá MG<br />
- Quanta Patagônia conta com muito humor várias escaladas de atletas de Brasília na região da Patagônia<br />
- A Dança do Vento filme experimental que usava os elementos da natureza<br />
- Com a Mãe da Joana é um piloto para uma série de tv, que conta a história da Joana(4 anos) e Dodi (esportista e mãe) em aventuras por diversas regiões do Brasil<br />
- Red Bull Psicobloc foi um campeonato de escalada solo no sertão de alagoas</p>
<p>Os destaques foram: Quanta Patagônia, Com a Mãe da Joana e, é claro, Red Bull Psicobloc. Quem já viu alguma produção da Red Bull sabe que a qualidade de imagem e a ação é de tirar o folego.<br />
A Dança do Vento tinha imagens e edição fantásticas, mas acabou sendo muito cansativo.<strong></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mTC9ZAUJ050" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ontem foi o último dia do Festival e o mais esperado. Como sempre o evento que fecha é a Mostra Banff, ou seja, os filmes estrangeiros já premiados. O Odeon estava lotado nas duas sessões. A produção, imagens e edição são de tirar o folego. Foram 9 filmes de diversos países &#8211; EUA, França, Reino Unido, Alemanha, Austrália e Canadá.</p>
<p><strong>1 </strong>Second Nature &#8211; Skate Downhill<br />
<strong>2</strong> Tuzgle &#8211; Escalada Boulder<br />
<strong>3</strong> Dream Result &#8211; Canoagem<br />
<strong>4</strong> The Asgard Project &#8211; Escalada Big Wall<br />
<strong>5 </strong> Miracle in the Storm &#8211; Parapente<br />
<strong>6 </strong> Living the Dream &#8211; Escalada Solo<br />
<strong>7 </strong> Life Cycles &#8211; Mountain Bike<br />
<strong>8 </strong>The Longest Way &#8211; Humor<br />
<strong>9 </strong>The Swiss Machine &#8211; Escalada Solo </p>
<h2><strong>* Comentários sobre o dia 14/11:</strong></h2>
<p>
<strong></p>
<p>Os filmes Banff são &#8220;neuróticos&#8221;, com a melhor definição da palavra, as imagens e a ação prendem o espectador de uma forma única. A melhor forma de resumir o dia é pôr os filmes, pois só vendo para compreender como são!!</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1nmpNXOMZyQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/I-rZJQtMea8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KQnAUYgNoao?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/8raH9SnqyGo?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/VMhYw6jHRVw?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Gsbluz9_Fl4?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/aJgaSTuwp7I" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/VLV7rjJ7yj8?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/21418116?byline=0&amp;portrait=0" width="560" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
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		<title>Educação Ambiental na Floresta da Tijuca &#8211; Moleque Mateiro</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moleque Mateiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Minimo Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[moleque mateiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Mateirada!!! O ano de 2011 passou voando, e já estamos quase no fim&#8230; Por isso, vamos correr aqui para ver se dá tempo de apresentarmais um trabalho realizado pelo... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Olá Mateirada!!!</p>
<p>O ano de 2011 passou voando, e já estamos quase no fim&#8230; Por isso, vamos correr aqui para ver se dá tempo de apresentarmais um trabalho realizado pelo Instituto Moleque Mateirode Educação Ambiental(isso mesmo, agora somos um Instituto!!!) neste segundo semestre.</p>
<div id="attachment_5884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5884" title="mateiro 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Na entrada do PNT, uma olhada no mapa para a localização</p></div>
<p>Pois é pessoal, algumas escolas já perceberam que para contribuírem para uma formação cidadã de seus alunos, devem investir na Educação Ambiental. Por isso, temos realizado diversos trabalhos de campo interdisciplinares, visando a passagem de alguns conteúdos de forma prática e mesclando os temas estudados em sala de aula por diversas disciplinas. Pretendemos assim, mostrar que o meio ambiente é um fenômeno complexo, onde todos os elementos se ligam uns aos outros, por isso, apenas uma matéria não pode dar conta de trabalhar toda esta complexidade ambiental. É preciso que cada professor se faça valer da educação ambiental no seu dia-a-dia na escola para que realmente possamos preparar as futuras gerações para uma sociedade mais justa e ativa, no que diz respeito à ética socioambiental.</p>
<div id="attachment_5885" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-5885" title="mateiro 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">&quot;mateirada&quot; subindo a trilha, sempre de olho no chão para não cair!</p></div>
<p>A partir desta concepção, o Moleque Mateiro montou o projeto “Clima, Tempo e Condições Atmosféricas”. A idéia foi levar os alunos do 3°ano do Ensino Fundamental para terem uma aula diferente, em meio à Mata Atlântica. Contando com a participação dos professores de História e Ciências, o percurso escolhido foi a Trilha dos Estudantes, na Floresta da Tijuca.</p>
<div id="attachment_5886" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5886" title="mateiro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A turminha dando uma descansada, enquanto recebe explicação da equipe do Moleque Mateiro</p></div>
<p>Esta trilha, de fácil acesso e baixo nível de dificuldade possui várias placas informativas ao longo do percurso. Estas placas falam da dinâmica da floresta e dos serviços ambientais prestados por ela. Você sabe o que são serviços ambientais? São benefícios ambientais que a floresta gera às pessoas que com ela se relacionam, e vão muito além de belas paisagens, cachoeiras deliciosas e parquinhos infantis para os visitantes. Estes serviços influenciam toda a dinâmica ambiental da cidade e trazem benefícios ambientais para a população do Rio de Janeiro, tais como: regulação do clima na cidade, armazenamento de água doce, sustentação das encostas dos morros, produção de oxigênio e filtragem de carbono, biodiversidade e produção de alimentos (frutos) e remédios (ervas medicinais).  Mesmo que você nunca tenha ido à Floresta da Tijuca, ela continua prestando estes serviços básicos à nossa vida!</p>
<div id="attachment_5887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5887" title="Mateiro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Mateiro-6-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Mata Atlântica: nossa sala de aula viva!</p></div>
<p>Pois é, tudo isso e mais um pouco foi discutido neste dia, e os alunos saíram de lá com a idéia de que a floresta é tão importante para as nossas vidas como o ar que respiramos e a água que bebemos. Se você não conhece ainda o Parque Nacional da Tijuca, dê um pulinho lá com seus filhos, amigos ou alunos. Vocês aprenderão muitas coisas, além de se divertirem à beça em meio à nossa rica Mata Atlântica e todos os atrativos que ela nos apresenta.</p>
<div id="attachment_5888" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5888" title="mateiro 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">As crianças não perderam tempo em sacar os celulares e registrarem a visita do Quati, espécie nativa da floresta</p></div>
<p>Só mais uma dica mateira: quando for fazer um passeio na floresta, não se esqueça de levar roupas confortáveis e acessórios úteis e resistentes, como uma boa mochila <strong><em>Deuter</em></strong> com água e alimentos leves. Para aproveitar bem a aventura use sempre os produtos de mínimo impacto <strong><em>SeaToSummit</em></strong> como a toalhinha de secagem rápida Drylite Micro Towel e o saco estanque para o lixo orgânico. E é claro, máquina fotográfica sempre à mão!  É isso pessoal, o verão está chegando e quem quiser fugir das praias lotadas, faça como o Moleque Mateiro e aproveite a floresta!</p>
<p>Se estiver procurando colônia de férias para seus filhos, fique de olho nas próximas publicações do <strong>Moleque Mateiro</strong>&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5889" title="mateiro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-5-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Até a mata!!</p>
<p><a href="http://www.molequemateiro.com.br/"><em>Equipe Moleque Mateiro</em></a></p>
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