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	<title>Adventure Zone &#187; Escalada</title>
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Cerro Aconcágua &#8211; Projeto 7 cumes &#8211; Ayesha Zangaro &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 00:31:42 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>É difícil lembrar os perrengues da montanha quando ainda estamos arrumando as malas para sair, no conforto de casa. Check list feito: três malas e três mochilas cheias, muitas blusas dry-fit, calças de trekking, meias e luvas finas e grossas, as camadas corta vento, os casacos de pluma, botas e os sleeping bags, com uma camada de embalagens de comida liofilizada cobrindo tudo isso. A caminho do aeroporto ainda não tinha caído a ficha que eu estava indo para outra expedição.</p>
<p>No fim do dia 3 de Fevereiro chegamos a Mendoza, a capital dos vinhos na Argentina. Depois de colocar as bagagens em dois taxis, fomos para o hotel NH Cordillera, no centro da cidade. Fomos super bem recebidos pelo pessoal do hotel e depois de deixar tudo no quarto descemos para encontrar com os guias, o Carlos e o Eduardo.</p>
<p>Dia 4 acordamos relativamente cedo para ir tirar os permits para entrar no Parque Provincial do Aconcágua e depois alugar as botas duplas e comprar os isolantes térmicos para colocar embaixo dos sleeping bags. Os dois próximos dias foram para checar se estava tudo lá, conhecer os companheiros de viagem, comer bem e tomar muito helado.</p>
<p>Na segunda-feira, dia 7, saímos depois do almoço para Puente Del Inca, à 2800m. Foram três horas de van até o pequeno povoado andino, mundialmente conhecido pela sua formação natural sobre o rio das Vacas no nordeste da província. Esse povoado é visitado principalmente no inverno, onde as hospedagens recebem esquiadores de todo o mundo. Ficamos inclusive em uma dessas hospedagens, com quartos coletivos. Foram os primeiros ares de montanha que respiramos.</p>
<p>Aproveitei o fim de tarde para tirar foto com os logos dos patrocinadores, rearrumar minha mochila, conhecer o povoadinho e tomar meu último banho decente. De noite jantamos juntos e jogamos um pouco de pebolim antes de dormir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6509" title="ayesha aconcagua 2012 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-6.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><strong>CONFLUÊNCIA E PLAZA DE MULAS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeiro dia oficial de expedição! Saímos perto das 10h para a entrada do Parque Provincial. Fomos de van até a entrada de Horcones e mochila nas costas! De hora em hora, o grupo todo parava para descansar e tomar água. Logo no começo da trilha comecei a sentir minha bota pegando no calcanhar. Tinha comprado ela há pouco tempo, mas não tinha tido problemas nas caminhadas anteriores. Talvez por causa do terreno mais irregular, a costura mal feita da bota formou uma bolha razoavelmente grande no calcanhar.               Por volta das 16h fomos recepcionados no primeiro acampamento do parque pela equipe muito simpática da Aymara, a empresa responsável pela nossa expedição. Nos serviram frutas, bolachas e suco de lanche, foi ótimo comer um pouco depois do dia quente de caminhada. Cheguei lá muito irritada com a bolha e sem perspectiva nenhuma de melhora, mas como chegamos cedo tive tempo de descansar um pouco e esquecer do incomodo.</p>
<p>Antes de jantar ainda tivemos que passar no serviço médico para receber o aval de continuar ou não. Ninguém no grupo teve problema, mas preciso dizer que não simpatizei nem um pouco com o médico de lá, principalmente depois que ele disse que menores de 18 anos têm grandes chances de desenvolver edemas pulmonares, hunf! Depois de saber que todos nós estávamos em excelentes condições físicas para ir até Plaza de Mulas, voltamos para a barraca refeitório para jantar. Primeira noite de temperaturas mais amenas e já recorri ao meu casaco de plumas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6510" title="ayesha aconcagua 2012 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-1.jpg" alt="" width="428" height="640" /></p>
<p>Duas más notícias pela manhã! Segundo a programação, neste dia (09/02) sairíamos para caminhar até o Mirador da Face Sul, à 4000m, como parte do processo de aclimatação. Indo tomar café, ouvimos que tinham dois argentinos presos na parede sul há uns três dias e que o resgate estava tendo dificuldade em chegar até eles. Sendo assim a administração do parque proibiu qualquer grupo de seguir pela trilha que levava à Plaza Francia, provavelmente para evitar olhares curiosos. Ou seja, mission aborted! A segunda má noticia foi que tivemos a primeira baixa do grupo, uma das meninas teve que descer</p>
<p>Me preparei então para um delicioso dia de ócio no acampamento, mas minha alegria durou pouquíssimo. Em meia hora a Aymara recebeu um rádio que o resgate tinha conseguido ajudar os dois a sair da parede e a via estava liberada.</p>
<p>O dia estava muito bonito e até que bem quente para a altitude em que estávamos. Como no primeiro dia fomos parando de hora em hora para hidratar e reforçar a camada de protetor solar. Quanto mais subíamos mais a paisagem ficava parecida com Marte, aqueles campos enooooormes, vermelhos e com muitas pedras no meio do nada. A diferença realmente era só aquele bicho enorme de pedra e gelo lá no fundo, contrastando com todo o resto em volta.</p>
<p>Impossível imaginar aqueles dois caras presos lá em cima por tanto tempo! Uma das paredes de gelo mais desafiadoras do mundo impõe ainda mais respeito quando vista de perto! Parei um pouco antes do grupo para gravar um videozinho e aproveitar um pouco o sentimento de insignificância perto dessa natureza avassaladora. Filosófico né? Acho que quando se começa a andar pelas partes altas do planeta, nossa cabeça entra na maior faculdade de filosofia existente, nós mesmos!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6511" title="ayesha aconcagua 2012 8" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-8.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>No outro dia, já saí da barraca cansada. Estava muito frio ainda, já que o sol não tinha chego até Confluência. Andei a primeira meia hora tremendo de frio e me animei muito quando senti o sol batendo no meu rosto. Fomos caminhando em um ritmo bem tranquilo e vários grupos passaram como foguetes por nós.</p>
<p>Chegamos em mais ou menos uma hora até o começo da famosa Playa Ancha, um planalto muito comprido e largo, um pesadelo para os andinistas, principalmente se o clima não estiver bom.</p>
<p>De Ibañez no final da Playa Ancha pra frente nos disseram que era mais sossegado e logo se chegava no Campo Base. HAHAHA! A tal da Playa Chica deu tanto trabalho quanto a Ancha. Um sobe e desce interminável, que acabou separando nosso grupo. Segui mais na frente, achando que assim chegaria logo, ledo engano.</p>
<p>Certo tempo depois avistamos de longe a Plaza de Mulas e ainda parecia muito longe. Enfim, passamos por um dos refúgios abandonados e encontramos um dos guias da Aymará, o Pedro, que veio ajudar no último trecho. Subimos a Cuesta Brava (realmente bravíssima, muito inclinada e com pedras soltas) em mais de uma hora. A última meia hora demorou um século para passar e finalmente vi a bandeirinha da Argentina, mostrando que chegamos no acampamento base do Aconcágua!</p>
<p>Comemoramos bastante ali mesmo, até reunir as últimas forças para chegar às barracas da expedição (as expedições da Aymara, que era a nossa empresa local, estavam montadas do oooutrooo lado do acampamento). Dois dos nossos colegas de expedição que andavam mais rápido tinham chego umas duas horas antes e já tinham montado elas. Fomos direto para a barraca refeitório e foi uma delícia tirar aqueles tênis super largos! Antes do jantar nos serviram melancias e bolachinhas e tomei meu primeiro banho de gato da viagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6512" title="ayesha aconcagua 2012 7" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ayesha-aconcagua-2012-7.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Dia seguinte foi de descanso. Também, ninguém estava com disposição nem de sair da barraca, não dava para ser diferente. De manhã saí para conhecer o resto do acampamento.</p>
<p>Durante meu passeio matinal notei a presença constante de helicópteros amarelinhos. Eles paravam em cima dos inúmeros “banheiros” para retirar os dejetos e leva-los não sei para onde. Os tais banheiros eram caixas de metal com um buraco no meio e um barril em baixo, e era esse barril que os cococópteros levavam, haha!</p>
<p>De tarde quem  ia para a parte alta da montanha foi treinar com as botas duplas em uma encosta do lado das nossas barracas, no caminho que sobe para o primeiro acampamento. Peguei a bota alugada da extinta Koflach, meus crampons e encontrei com o pessoal ali por perto. Os blocos de gelo que íamos usar para testar os crampons tinham derretido e no lugar só tinham alguns penitentes, aí o Carlos resolveu só andar com as botas, subindo e descendo. Até que foi rápido, mas não achei muito simples não, afinal você perde muita mobilidade dos pés. Depois só tivemos que aprender a colocar e tirar os crampons e fim, lição aprendida. No próximo dia íamos subir pelo mesmo lugar de novo para ir deixar alguns mantimentos na Plaza Canadá, à 5000m.</p>
<p>Acordar antes do sol chegar na barraca é cruel! Arrumei a mochila mas não estava com a mínima vontade de sair nesse dia, estava nublado e ventando e o sol não deu nem pinta que ia aparecer. Começamos a subir eee começou a nevar. A primeira hora andando foi com floquinhos brancos caindo do céu. Quando olhava para baixo dava para ver todo o acampamento e a Playa Chica branquinhos. Caminhamos em um ritmo bem tranquilo e levamos mais ou menos 5 horas para chegar a Plaza Canadá. O dia sem sol fez com que a temperatura caísse mais do que imaginávamos e acabei passando frio lá em cima. Deixamos a comida liofilizada em Canadá e depois de um lanchinho rápido descemos correndo a encosta de volta para o acampamento base. Pegamos neve de novo na descida e foi um alívio chegar na barraca quentinha lá embaixo. Tenho que dizer é impressionante como o tempo muda na montanha, quando chegamos o céu estava todo em tons de cinza e a montanha estava todo coberta de nuvens; quase uma hora depois o céu estava super limpo e o Aconcágua parecia pegar fogo com o sol se pondo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia 13/02 foi nosso segundo dia de descanso. Se o roteiro fosse seguido à risca, esse dia seria o dia de ir até o Cerro Bonete, à 5000m, para ajudar no processo de aclimatação, e depois teríamos dois dias consecutivos para descansar antes de subir para o ataque, mas depois de algumas conversar concluímos que era melhor intercalar os dias de descanso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez tivemos que sair antes do sol nos alcançar, mas não sofri tanto com as extremidades formigando de frio, acho que acostumou, sei lá. Logo chegamos ao famoso refúgio desativado e fiquei muito curiosa para ver como é lá dentro. Saindo de lá a subida era bem complicadinha, muitas pedras soltas e grandes e uma inclinação razoável. Um passo para cima e três para baixo deslizando junto com as pedras. Eu estava mais a frente, mas conseguia ouvir minha mãe respirando lá embaixo e eu só pensava nisso; tomara que ela consiga, tomara que ela consiga. O Cerro Bonete não é daquelas montanhas lindas, até porque tudo naquela parte dos Andes se resume a pedra em cima de pedra, e eu estava bem pouco motivada para subir. O que ainda me puxava para cima era pensar que seria uma prova de fogo, se não desse ali, provavelmente não daria para continuar montanha acima, e queria demais conhecer um pouco mais dos meus limites.</p>
<p>Nos zigue-zagues para chegar ao pé do Bonete minha energia estava low profile e comecei a cantar e contar meus passos para distrair. Até que funcionou bem! Eram mais ou menos 200 passos e uma paradinha curta. Quando chegamos às pedras já dava para ter uma visão de grande parte da cordilheira para o outro lado. É realmente incrível a extensão dos Andes!</p>
<p>Andamos mais de uma hora ainda em uns lugares que exigiam certa concentração (juro que nessas horas me sinto em filmes de ação) e finalmente chegamos no cume do Cerro Bonete! Uhul, parte um do desafio estava vencida! Estava tão exaurida que não pensava nem em tirar foto, nem em comer, nem em nada. Meus pais chegaram um pouco depois e comemoramos juntos em silêncio. A perspectiva de voltar tudo aquilo ainda não era das mais animadoras. Depois de comer um pouco e recuperar um pouco das forças, tiramos fotos individuais e do grupo todo e começamos o caminho de volta. Enquanto estávamos lá em cima, o tempo virou, e o vento que chegou esfriou completamente o tempo.</p>
<p>Não digo que descer é mais fácil, mas com certeza é mais rápido. De bota dupla (que tem a sola mais lisa do que as outras botas) é ainda mais fácil deslizar sobre as pedras, e se não fosse o tremendo esforço muscular para segurar o corpo em pé, em uma hora eu chegava lá embaixo. Mas a fadiga de todos os músculos inferiores falou mais alto e eu caí muitas vezesDesci o resto do caminho até o refúgio bem devagarzinho com medo de cair de novo. Minha mente já estava meio nebulosa e foquei na minha barraca no acampamento, faltava pouco! Encontramos com o Capy assim que chegamos, fiquei feliz em ver ele lá, já que em Mendoza ele não nos deu certeza que nos acompanharia. Chegando às barracas só tive forças para comer e dormir.</p>
<p>Como eu AMO não ter hora para levantar! Só acordei com o calorzinho do sol batendo na barraca e só saí dela quando meu sleeping bag para -40 graus, começou a me sufocar lá dentro.</p>
<p>Todos os dias o Carlos e o Capy checavam as previsões do tempo para os próximos dias e a última que recebemos previa as janelas de bom tempo para os dias 20 e 21, o que atrasaria um dia o nosso programa, mas sem maiores problemas.</p>
<p>A tarde foi toda consumida pelas arrumações para os próximos dias. Passaríamos entre cinco e oito dias nos campos altos, e nada podia ficar para trás. A comida já estava toda no Campo 1, então na mochila ia só sleeping bag, os dois isolantes térmicos, os crampons, casaco de pena, snacks para comer durante as caminhadas e anorak. Como três dos oitos clientes que iam subir, desistiram, o peso que os carregadores carregariam referente a essas pessoas ficou para a gente, e cada um levou bem pouca coisa nas costas no primeiro dia. Levamos para a barraca refeitório todo o equipamento para o Carlos revisar e depois voltamos para as barracas para já deixar as marinheiras organizadas com o que ia ficar em Plaza de Mulas</p>
<p>A janta não foi muito tranquila, estavam todos bem ansiosos. Nessa altura, nosso grupo de quinze pessoas, estava reduzido a nove; eu, meu pai, o Celestino, o German, o Ivan e o Carlos, fechávamos o grupo que ia subir, a Tainah e a Silvia que voltariam para Mendoza pela manhã, e minha mãe que ia ficar no campo base até a gente voltar. Não faltaram perguntas sobre o que estava por vir, sobre a logística lá de cima, a divisão de barracas, o horário de saída para o dia de cume, o horário máximo para estar lá em cima, as possíveis complicações. Até pareceu que nunca conversamos sobre essas coisas! Mas a ansiedade reinava naquela hora e cada um queria ter certeza das possibilidades e impossibilidades para os próximos dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ayesha Zangaro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>4 Encontro de Montanhismo Salto Ventoso</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/4-encontro-de-montanhismo-salto-ventoso</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 11:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Informações com o Clube de Montanhismo Ecológico Leão Gropo com o Emerson]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6493" title="Print" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Encontro-Montanhismo-Salto-Ventoso.jpg" alt="" width="453" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Informações com o <strong>Clube de Montanhismo Ecológico Leão Gropo </strong>com o <a href="emer9a@bol.com.br">Emerson</a></p>
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		<title>Entrevista com Gerlinde Kaltenbrunner &#8211; A primeira mulher a escalar os maiores picos do mundo sem oxigênio complementar</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/entrevista-com-gerlinde-kaltenbrunner-a-primeira-mulher-a-escalar-os-maiores-picos-do-mundo-sem-oxigenio-complementar</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 10:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kiko Araujo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oxigênio complementar]]></category>

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<p>Há cerca de 5 anos comecei a acompanhar as ascensões dessa fantástica escaladora austríaca,<strong><a href="http://www.gerlinde-kaltenbrunner.at/en/"> Gerlinde Kaltenbrunner</a></strong>. Recentemente ela alcançou o cume do K2 e teve seu nome cotado para ganhar o prêmio <em>Aventureiro do Ano</em>, concedido pela <strong>National Geographic</strong>. <strong>Reihold Messner</strong> certa vez concordou que <strong>Gerlinde</strong> é a alpinista mais extrema da atualidade&#8230; Bom, não faltavam motivos para &#8220;apresentar&#8221; essa alpinista ao Brasil, ainda mais que temos visto um forte movimento de escaladoras femininas por aqui, então nada mais inspirador do que ouvir algumas palavras de uma mulher que chegou ao topo, no caso que chegou em todos os &#8220;topos&#8221;  acima de 8 mil metros sem auxílio de oxigênio engarrafado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consegui alguns minutos dela para essa rápida entrevista, bem curtinha, mas válida para conhecer um pouco sobre essa grande alpinista.  Mesmo estando no meio de uma expedição, <strong>Gerlinde </strong>dedicou alguns minutos para responder&#8230; bacana!</p>
<div id="attachment_6442" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6442" title="PERMITTED USE: This image may be downloaded or is otherwise provided at no charge for one-time use for coverage or promotion of the 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition/National Geographic and exclusively in conjunction thereof.  No copying, distribution or archiving permitted.  Sublicensing, sale or resale is prohibited.REQUIRED CREDIT AND CAPTION: All image uses must bear the copyright notice and be properly credited to the relevant photographer, as shown in this metadata, and must be accompanied by a caption which makes reference to the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition.  Any uses in which the image appears without proper copyright notice, photographer credit and a caption referencing the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition are subject to paid licensing.Gerlinde Kaltenbrunner on the steep step before the rock shoulder of K2Gerlinde im Steilaufschwung kurz vor der Felsschulter © National Geographic/Ralf Dujmovits" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Gerlinde-no-K21.jpg" alt="" width="640" height="475" /><p class="wp-caption-text">Gerlinde no K2 - Foto Ralf Dujmovits - National Geographic</p></div>
<p><strong><em>AZ </em>- Antes de tudo obrigado pela oportunidade da entrevista. O Brasil é um país cheio de escaladores apaixonados e com certeza seu exemplo é inspirador também para os nossos montanhistas&#8230; Não temos alta montanha e nem gelo por aqui, mas a escalada esportiva e de big wall no Brasil vem evoluindo rápido&#8230; Outros tipos de escalada lhe interessam?</strong></p>
<p><strong><em><strong> Gerlinde Kaltenbrunner &#8211; </strong></em></strong><em>Além da alta montanha eu gosto muito de escalada em rocha, em gelo e pratico ski touring durante o inverno. Mas o que eu mais gostos são rotas longas mistas (rocha e gelo) nos Alpes.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<div id="attachment_6433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 403px"><strong><em><img class="size-full wp-image-6433" title="PERMITTED USE: This image may be downloaded or is otherwise provided at no charge for one-time use for coverage or promotion of the 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition/National Geographic and exclusively in conjunction thereof.  No copying, distribution or archiving permitted.  Sublicensing, sale or resale is prohibited.REQUIRED CREDIT AND CAPTION: All image uses must bear the copyright notice and be properly credited to the relevant photographer, as shown in this metadata, and must be accompanied by a caption which makes reference to the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition.  Any uses in which the image appears without proper copyright notice, photographer credit and a caption referencing the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition are subject to paid licensing.Photograph © Maxut Zhumayev/National GeographicAustrian alpinist Gerlinde Kaltenbrunner cheers on reaching the summit of K2, the world's second-highest mountain. By reaching the top, she became the first woman in the world to summit all 14 of Earth's highest peaks without using supplementary oxygen." src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Cume-do-K2-em-2011-foto-M.Zhumayev.jpg" alt="" width="393" height="640" /></em></strong><p class="wp-caption-text">No cume do K2 - Foto M.Zhumayev - National Geographic</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>AZ </em>- Seu primeiro cume com 8 mil foi aos 23 anos&#8230; Na alta montanha existe a crença que quanto mais jovem, mais difícil alcançar os objetivos, pois se por um lado existe um vigor físico, por outro a inexperiência pode por tudo a perder. Essa crença é real?</strong></p>
<p><strong><em>GK &#8211; </em></strong><em>É verdade. Escaladores jovens podem ser fortes, mas não fortes o suficiente. A mente também precisa ser forte e um dos fatores que mais passam segurança na alta montanha é a experiência.</em></p>
<p><em>Meu primeiro cume acima dos 8.000 foi o Broad Peak e agora olhando para trás, vejo que não sabia quase nada sobre escaladas em alta altitude. Com o tempo fui adquirindo mais e mais experiência e com essa experiência os objetivos foram se tornando maiores e mais difíceis.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<div id="attachment_6434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><strong><em><img class="size-full wp-image-6434" title="PERMITTED USE: This image may be downloaded or is otherwise provided at no charge for one-time use for coverage or promotion of the 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition/National Geographic and exclusively in conjunction thereof.  No copying, distribution or archiving permitted.  Sublicensing, sale or resale is prohibited.REQUIRED CREDIT AND CAPTION: All image uses must bear the copyright notice and be properly credited to the relevant photographer, as shown in this metadata, and must be accompanied by a caption which makes reference to the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition.  Any uses in which the image appears without proper copyright notice, photographer credit and a caption referencing the NG 2011 Gerlinde Kaltenbrunner K2 Expedition are subject to paid licensing.Gerlinde Kaltenbrunner and husband Ralf Dujmovits at a belay (for securing rope) on the way to K2's Camp II/ Gerlinde und Ralf an einem der vielen Standplätze im Aufstieg nach Lager II © National Geographic/Maxut Zhumayev" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Subida-do-K2-foto-M.Zhumayev.jpg" alt="" width="640" height="422" /></em></strong><p class="wp-caption-text">Subida no K2 - Foto M.Zhumayev - National Geographic</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>AZ</em> &#8211; Com todos os 14 cumes acima de 8 mil atingidos (sem oxigênio complementar), qual será o próximo desafio? uma vez que já se alcançou o máximo que poderia nesse esporte.</strong></p>
<p><strong><em>GK- </em></strong><em>Depois de atingir o cume do K2, o sonho de uma vida inteira se tornou realidade, mas o montanhismo é minha vida, portanto se posso escalar, estou sempre feliz.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<div id="attachment_6435" class="wp-caption aligncenter" style="width: 374px"><strong><em><img class="size-full wp-image-6435" title="Gerlinde short bevor reaching Camp III K2 Expedition 11Gerlinde kurz vor Erreichen von Lager III K2 Expedition 11© Vassiliy Pivtsov" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Pouco-antes-do-acampamento-III-K2.jpg" alt="" width="364" height="640" /></em></strong><p class="wp-caption-text">Chegando ao acampamento III - K2 - Foto Vassiliy Pivtsov - National Geographic</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><em>No momento estamos a caminho do acampamento base do Nuptse, com meu marido Ralf Dujmovits e nosso grande amigo David Göttler vamos tentar escalar a ainda virgem rota leste do Nuptse (7861m). Um rota muito longa e bonita.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<div id="attachment_6436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 476px"><strong><em><img class="size-full wp-image-6436" title="Gerlinde na escalada do K2 - Arquivo pessoal" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Gerlinde-na-escalada-do-K2-Arquivo-pessoal.jpg" alt="" width="466" height="640" /></em></strong><p class="wp-caption-text">No K2 - Foto Ralf Dujmovits - National Geographic</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>AZ</em> &#8211; O uso do oxigênio complementar para esse tipo de escalada é válido?  Ou vc acha que isso cria uma falsa sensação de segurança e por isso mesmo pessoas que não estão realmente aptas para uma escalada dessas acabam se arriscando mais do que deveriam.</strong></p>
<p><strong><em>GK -</em></strong><em> Isso depende do escalador. Alguns escaladores sabem exatamente o que estão fazendo. Estão aptos a escalar alta montanha e ainda assim usam oxigênio complementar. Mas existem muitas pessoas que não são escaladores e querem pisar nos mais altos cumes do mundo. Se acontece qualquer fato incomum durante a escalada eles se metem automaticamente em grandes problemas. Isso parece muito perigoso para mim.</em></p>
<p><em>Desde o início eu tinha certeza que não queria usar oxigênio complementar. Se não estivesse apta a escalar (por exemplo o K2) sem oxigênio complementar, jamais tentaria essa escalada.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<div id="attachment_6437" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><strong><em><img class="size-full wp-image-6437" title="Cume do K2 - Arquivo National Geographic" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Cume-do-K2-Arquivo-National-Geographic.jpg" alt="" width="640" height="360" /></em></strong><p class="wp-caption-text">Cume do K2 - Foto Darez Zaluski - National Geographic</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>AZ</em> &#8211; Alpinistas de alto nível acabam criando uma relação especial com o Himalaia, com o Nepal&#8230; vc sente isso? Conhece bem a cultura local?</strong></p>
<p><strong><em>GK &#8211; </em></strong><em>Todos que vem ao Nepal muitas vezes, acabam criando uma relação especial com o lugar. Duas vezes por anos estamos aqui e conhecemos muitas pessoas, o que significa que temos grandes amigos aqui. Claro que uma cultura tão diferente é fascinante e já há muitos anos oferecemos ajuda, especialmente às crianças. Meu marido Ralf e eu temos um calendário de apresentações com o objetivo de arrecadar fundos para o Nepalhilfe Beilngries. No Paquistão eu patrocino uma escola para meninas, no Vale Hushe</em></p>
<p><strong><em>AZ </em>- No Brasil temos uma pequena montanhista de apenas 17 anos (Ayesha Zangaro) que iniciou um projeto de escalar os 7 cumes. Já conquistou o Kilimanjaro e o Aconcágua. Alguma dica para essa pequena montanhista?</strong></p>
<p><em><strong>GK </strong>- Sim eu tenho!!</em></p>
<p><em>O mais importante: Não aposte corrida com ninguém!</em></p>
<p><em>Se prepare muito bem fisicamente e mentalmente. O mais importante é escutar seu corpo. Tente entender sua voz interior para subir sem qualquer pressão.</em></p>
<p><em>Desculpe dizer, mas acho que você terá maior satisfação se subir apenas com a sua própria energia, sem o apoio de grandes equipes. Não aceite o desafio apenas por ser um recorde. Suba em grande estilo!</em></p>
<p><em>Lhe desejo tudo de bom!</em></p>
<p>Quem quiser conhecer melhor a Gerlinde pode acessar o site oficial: <a href="http://www.gerlinde-kaltenbrunner.at/en/">http://www.gerlinde-kaltenbrunner.at/en/</a></p>
<p><em>Por Kiko Araujo</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sonhos Verticais &#8211; por Manoel Morgado</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/sonhos-verticais-por-manoel-morgado</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 11:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[alta montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Morgado]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos Verticais]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Em tom confessional, <strong>Manoel Morgado</strong> narra, neste livro-diário, não só as vivências à frente de um grupo de brasileiros e estrangeiros rumo ao topo do Everest: ele retoma outras memórias, de escaladas anteriores, em especial ao Cho Oyu, seu primeiro “8 mil”, estabelecendo  uma conversa entre amigos com o leitor. Divide, ao descrever sua rotina, suas alegrias, temores, expectativas, reencontros e descobertas de paisagens, e até questionamentos interiores. Também exibe sem meias palavras as respostas do corpo aos limites extremos da natureza e não se furta a relatar as tristezas pessoais, como o fim de seu relacionamento com a então companheira. O humor e a emoção ancoram este relato ilustrado por imagens sempre impactantes das jornadas do autor. A apresentação é do alpinista Waldemar Niclevicz, único brasileiro a escalar a K2, considerada a montanha mais difícil do mundo.</p>
<div id="attachment_6356" class="wp-caption aligncenter" style="width: 457px"><img class="size-full wp-image-6356" title="capa sonhos verticais" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/capa-sonhos-verticais.jpg" alt="" width="447" height="640" /><p class="wp-caption-text">Sonhos Verticais - por Manoel Morgado</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O autor</strong></p>
<p><strong>Manoel Morgado</strong>, gaúcho, formou-se médico pediatra mas, pouco tempo depois, optou por outra atividade: sua casa, há 20 anos, são os 5 continentes. Em um ano típico, viaja por 10 países e passa boa parte de suas noites em uma barraca nas grandes montanhas do mundo. No final de 2011, escalou o Vinson, na Antártica e, em 2012, quer subir a oitava mais alta da Terra, o Manaslu,  e mais o Kilimanjaro, a mais alta da África, o Elbrus, a mais alta da Europa, o Mt Blanc, a mais alta da Europa Ocidental, e o Aconcágua, a mais alta da América do Sul. Ao Everest, voltará em 2014.</p>
<p>Contato</p>
<p><a href="maristelabairros@arteseoficios.com.br">Maristela Bairros</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Semana Brasileira de Montanhismo</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/semana-brasileira-de-montanhismo</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/semana-brasileira-de-montanhismo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 11:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kiko Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Brasileira de Montanhismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana brasileira de Montanhismo Conheça o evento, visite o site e divulgue!!! Acesse: http://www.semanademontanhismo.com.br/ Boas escaladas! Kiko Araujo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Semana brasileira de Montanhismo</p>
<p>Conheça o evento, visite o site e divulgue!!!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6265" title="1 semana brasileira de montanhismo 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/1-semana-brasileira-de-montanhismo-1.jpg" alt="" width="424" height="640" /></p>
<p>Acesse: <a href="http://www.semanademontanhismo.com.br/">http://www.semanademontanhismo.com.br/</a></p>
<p>Boas escaladas!</p>
<p>Kiko Araujo</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mulheres na Montanha &#8211; Invasão feminina 2012</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/mulheres-na-montanha-invasao-feminina-2012</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/mulheres-na-montanha-invasao-feminina-2012#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 11:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão feminina 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Montanha]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia mais rosa nas montanhas no Rio está chegando&#8230; é a Invasão Feminina 2012, organizada pelo Mulheres na Montanha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O dia mais rosa nas montanhas no Rio está chegando&#8230; é a <strong>Invasão Feminina 2012</strong>, organizada pelo <a href="http://www.mulheresnamontanha.com.br/site/">Mulheres na Montanha</a></p>
<div id="attachment_6317" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><img class="size-full wp-image-6317" title="Invasão Feminina 2012" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Invasão-Feminina-2012.jpg" alt="" width="461" height="640" /><p class="wp-caption-text">Invasão Feminina - participe!!!</p></div>
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		<item>
		<title>Projeto Ayesha Zangaro &#8211; check list para o Aconcágua</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/projeto-ayesha-zangaro-check-list-para-o-aconcagua</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/projeto-ayesha-zangaro-check-list-para-o-aconcagua#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Princeton Tec]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[aconcágua]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
		<category><![CDATA[check list]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconcágua here we GO! A menos de um mês de começar a expedição do Aconcágua, a preparação continua&#8230; check list de equipamentos, roupas e claro o preparo físico. Como sempre,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/projeto-ayesha-zangaro-check-list-para-o-aconcagua">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Aconcágua here we GO!</p>
<p>A menos de um mês de começar a expedição do Aconcágua, a preparação continua&#8230; check list de equipamentos, roupas e claro o preparo físico. Como sempre, não me motivo muito com corridas e caminhadas por aqui, mas faz parte né?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6238" title="Arquivo Ayesha Zangaro - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="427" height="640" /></p>
<p>No dia de Natal levantamos cedo e com 15kg de carga saímos para caminhar por Jambeiro, a cidade onde moramos. Fomos até o morro do Cruzeiro, um dos pontos mais altos da cidade, com menos de 1000m de altitude. Morar em um país como o Brasil tem suas desvantagens afinal. E passar ano novo na praia? Lógico que não, apesar da minha vontade de ir para o litoral, fomos comemorar a chegada de 2012 em Monte Verde, em Minas Gerais. Dois dias de caminhada pelas “montanhas” da Serra da Mantiqueira foram ótimas para treinar com carga mais pesada e por longo tempo. No primeiro dia fomos até o Pico do Selado (2083m), com uma caminhada de mais ou menos 5 horas e no dia seguinte alcançamos o cume da Pedra Partida e da Pedra Redonda mais ou menos em 6 horas as duas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6239" title="Arquivo Ayesha Zangaro - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="426" /></p>
<p>As últimas semanas de treinamento ficam por conta de corridas e de aulas de dança, ambos em ritmo bem intenso, para chegar à Argentina com o máximo de fôlego possível! Dia 3 embarcamos no vôo para lá, e sempre que possível mando notícias pelas redes sociais!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6240" title="Arquivo Ayesha Zangaro" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Arquivo-Ayesha-Zangaro.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>Aqui disponibilizo um check list que estou usando:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6241" title="Check list Aconcagua" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Check-list-Aconcagua.jpg" alt="" width="640" height="463" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abs</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ayesha Zangaro</p>
<p><a href="http://ayesha.com.br/blog/">http://ayesha.com.br/blog/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cabeção &#8211; Via nova no Dona Marta &#8211; Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/cabecao-via-nova-no-dona-marta-rio-de-janeiro</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/cabecao-via-nova-no-dona-marta-rio-de-janeiro#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kiko Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[aderência]]></category>
		<category><![CDATA[andre ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Claudão]]></category>
		<category><![CDATA[conquista]]></category>
		<category><![CDATA[escalada tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[Kiko Araujo]]></category>
		<category><![CDATA[Morro Dona Marta]]></category>

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		<description><![CDATA[No início de 2011 o Cláudio (3 Picos) me convidou a participar de uma conquista que ele e o André Ilha tinham acabado de iniciar no Morro Dona Marta em... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/cabecao-via-nova-no-dona-marta-rio-de-janeiro">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>No início de 2011 o Cláudio (3 Picos) me convidou a participar de uma conquista que ele e o André Ilha tinham acabado de iniciar no <strong>Morro Dona Marta</strong> em Botafogo. Fiquei amarradão com o convite, isso porque seria minha primeira via tradicional a ser conquistada, uma oportunidade de ter uma verdadeira aula de conquista com o André e também por escalar com o Claudão, um grande camarada.</p>
<div id="attachment_6249" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6249" title="André na Cabeção" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/André-na-Cabeção-.jpg" alt="" width="640" height="473" /><p class="wp-caption-text">André na conquista</p></div>
<p>Combinamos o primeiro final de semana e lá fomos nós. A via prometia, e apesar de ser predominantemente de aderência (modalidade que não curto), os lances estavam ficando cada vez mais maneiros. Foram cerca de 6 investidas até finalmente terminarmos a conquista, o que só aconteceu há cerca de 3 semanas atrás. O sol estava a pino, mas com uma leve brisa que dava um refresco.  Aliás, começamos a conquista no alto verão de 2011, torrando ao sol (eu e o Cláudio, pois o André parece que nasceu com fator de proteção solar embutido&#8230; enquanto a gente escalava que nem beduínos e lambuzados de protetor, o André continuava todo serelepe sem camisa e protetor) e só viemos a terminar agora, no verão de 2012&#8230; deve ser algum sadismo do André&#8230; Parece que só tem graça se estiver a 50 graus à sombra.</p>
<div id="attachment_6250" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6250" title="Kiko grampeando 1 (A)" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Kiko-grampeando-1-A.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Kiko grampeando</p></div>
<p>Falando da via:  Começa em uma pequena “ ladeira” 100% de aderência, o que da um 4 grau quando tá seco&#8230; úmido já da uma bela atrapalhada&#8230; Depois lances de agarrência em diagonal para esquerda até chegar a um pedaço de agarras muito boas e bacanas de escalar. Depois se chega ao o que chamamos de “aquecimento”, um 5 grau de pura aderência e a partir daqui a moleza acaba. Logo depois tem uma horizontal delicada para a direita que deve dar um 6, e toda a enviada acima fica na casa do 6 e 6+ de aderência, aí se chega a um platô muito confortável para entrar em um possível 7a, que começa em aderência mas que se mata dominando uma laca invertida.</p>
<div id="attachment_6251" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6251" title="Kiko na Cabeção 8 (A)" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Kiko-na-Cabeção-8-A.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Com o Cristo de frente</p></div>
<p>Após esse lance se chega a um enorme platô de onde deve se descansar, beber água e encarar o crux da via, um 8 e alguma coisa com um 7c logo na sequencia. Esse lance foi liberado na nossa última investida e em alto estilo. Havia guiado todas as enfiadas até chegar nesse platô, porque o André queria estar descansado para tentar fazer. Preparei a segurança e lá se foi ele trabalhar o crux&#8230; o cara estava tão concentrado que passou de primeira e super sólido, mas com um detalhe: não costurou o lance, ou seja passou batido pelo grampo que protege o crux e só depois percebeu que não tinha costurado&#8230; aí quase enfartou &#8230;  mas estava amarradão e mandou o 7c seguinte sem problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_6252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6252" title="Cabeção - André conquistando" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Cabeção-André-conquistando.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">André grampeando</p></div>
<p>Crux liberado (falta repetições para definir o grau), a via ainda tem mais uma enfiada de 4 grau até seu final.</p>
<div id="attachment_6267" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-6267" title="Cabeção - Cláudio conquistando" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Cabeção-Cláudio-conquistando.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Cláudio conqusitando</p></div>
<p>O nome da via é <strong>Cabeção</strong>, homenagem mais do que merecida ao <strong>Bernardo Collares</strong>. Fica no Morro Dona Marta, face Sul e tem uma vista linda da Lagoa e um ângulo diferente do Cristo&#8230; se escala com ele te  <em>encarando </em>de frente.</p>
<p>Sem dúvida é uma via que merece ser repetida&#8230; lances bacanas, vista diferente e uma parede bem fora do circuito “comum” do Rio.</p>
<div id="attachment_6270" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><img class="size-full wp-image-6270" title="Cabeção" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Cabeção1.jpg" alt="" width="461" height="640" /><p class="wp-caption-text">Croqui</p></div>
<p>A trilha é a mesma que está no<strong> Guia da Floresta da Tijuca</strong>, do Flavio Daflon (pág. 139), mas apesar de curta é complicadinha&#8230; na verdade permanece a mística que nunca fizemos o mesmo caminho para chegar na base&#8230; uma beleza.</p>
<p>Agradeço o convite da conquista e já me coloquei a disposição para novas roubadas.</p>
<p>Abs!</p>
<p><a href="marcus@proativa21.com.br "> Kiko Araujo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Floresta da Tijuca &#8211; História</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/floresta-da-tijuca-historia</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/floresta-da-tijuca-historia#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[floresta da tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[parque nacional da tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[PNT]]></category>
		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adventurezone.com.br/blog/?p=6175</guid>
		<description><![CDATA[Muitos já ouviram falar na Floresta da Tijuca, mas poucos a conhecem. Ela é a terceira maior área verde urbana do Brasil e fazia parte de diversas fazendas de café... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/floresta-da-tijuca-historia">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>Muitos já ouviram falar na Floresta da Tijuca, mas poucos a conhecem. Ela é a terceira maior área verde urbana do Brasil e fazia parte de diversas fazendas de café que existiam no Rio de Janeiro. Na época do segundo reinado ocorreu um grande reflorestamento, ordenado por D Pedro II, iniciativa pioneira na América Latina, pois foi constatado que as fazendas de café estavam acabando com a água potável da cidade, que na época era a capital do império. Houve uma enorme desapropriação desde 1854 de diversos sítios, terrenos e fazendas aonde as nascentes dos rios estavam.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6179" title="Floresta da Tijuca década de 20" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Floresta-da-Tijuca-década-de-20.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Esse trabalho, muito bem planejado, foi confiado ao barão Archer, que com alguns escravos começou o reflorestamento em 1861. Durante 13 anos de trabalho duro foram plantadas milhares de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, dentre as mudas algumas espécies exóticas foram inseridas na floresta o que causou alguns problemas, pois elas acabaram prejudicando a flora nativa. Um bom exemplo disso são as jaqueiras, que hoje são consideradas pragas. Sua fauna, com o reflorestamento, também ficou muito variada. É perfeito para se apreciar diversos pássaros, répteis, insetos e mamíferos.</p>
<p>A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão. Ela se tornou área de recreação e de esportes dos moradores, com suas diversas áreas de lazer, grutas, cachoeiras, montanhas, locais para ciclismo, corrida e vias de escalada. Suas trilhas e vias são muito conhecidas.</p>
<p>Hoje a floresta faz parte do Parque Nacional da Tijuca (PNT) que engloba diversas áreas verdes da cidade do Rio. O PNT foi criado em 1961 e é o parque nacional mais visitado do Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6180" title="parque-nacional-tijuca" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/parque-nacional-tijuca-2.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Todo o parque é um ponto de encontro de montanhista. Suas trilhas e vias tem diversas variantes, desde super fáceis a sinistramente pesadas. Todas as empresas de turismos (trilhas, city tour e jepp tour) estão todo fim de semana nos pontos turísticos principais.<br />
Quem é o do Rio ou virá, eu recomendo conhecer, pelo menos, uma das áreas.  O Parque funciona diariamente das 8h as 17h, e até as 18h no verão. A sede tá localizada na Estrada da Cascatinha, 850 &#8211; Alto da Boa Vista &#8211; RJ</p>
<p>Mais informações acessem o site: <a href="http://www.parquedatijuca.com.br"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">PARQUE NACIONAL DA TIJUCA</a></p>
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		<title>Jambo! Kilimanjaro o primeiro desafio</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6151" title="Ayesha Zangaro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-61.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia de caminhada passamos por plantações de milho e de batata e todos que passavam nos cumprimentavam com seu simpático “JAMBO”. Pouco antes de entrarmos na floresta original da região encontramos algumas crianças muito fofas (e bem sujinhas) correndo ali. Já o primeiro habitante original dessa nova vegetação foi o tão famoso macaco Colobus, que nos deu o prazer de sua presença logo depois, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o caminho fomos ouvindo “pole pole”, uma expressão que é para andar devagar, calma. No fim do dia não aguentava mais ouvir isso, principalmente por causa de uma inesperada chuva perto do acampamento. Chegamos molhados, mas pelo menos chegamos. Com as barraquinhas montadas só tive que entrar e trocar de roupa no <strong>Sekimba Camp</strong>, à 2.800m. Caiu mais uma chuvinha mais tarde e depois saímos para ver o por do sol em um lugar um pouco mais para cima.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6152" title="Ayesha Zangaro  2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="479" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acabei acordando até antes da hora por causa do desconforto dentro da barraca. Mais para frente notei que a pior coisa para mim era ir dormir; queria ficar o máximo de tempo acordada. Tomamos café na barraca refeitório, que estava enfeitada com as comidas muito bem feitas. Duffles fechados, mochilas arrumadas, últimos preparativos para sair. Menos de 5 minutos antes de começarmos a caminhada a Andrea, nossa guia, nos alcançou, ela tinha ficado para trás pra resolver um problema com a bagagem dela. O primeiro tempo do dia foi todo ocupado com as discussões sobre o que tinha acontecido, o que devia ser feito, etc, etc. A mala dela além de ter atrasado alguns dias para chegar, quando chegou a abriram e roubaram todo o equipamento de montanha!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6153" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-4.jpg" alt="" width="640" height="479" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordar no outro dia foi tão fácil quanto antes, sair da barraca era uma felicidade muito grande haha. Saímos rumo ao <strong>acampamento Mawenzi</strong>, à 4300m! Voltamos de uma caminhada de aclimatação e já fomos tomar chá. Um frio do inferno e ficamos na barraca refeitório mesmo e o resto de nós ficou conversando por ali. De filosofias a histórias de vida, demos muitas risadas juntos. Preciso falar que o céu visto daquela altitude é maravilhoso! Igualzinho ao do Brasil, em questão de constelações e tudo, mas acho que o céu mais lindo que já vi.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia antes de atacar o cume (MEDO!). Na nossa frente o que nos esperava era uma planície enorme! O nosso ponto de referencia de onde passaríamos a noite era longe pra caramba! Muito sol, paramos de hora em hora para beber água e descansar. Foi uma manhã bem cansativa e minhas forças estavam se esvaindo quando chegamos ao tão esperado School Hut, à 4700m.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" title="Ayesha Zangaro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">As 6h da tarde todos abrindo seus sleepings, trocando de roupa, colocando segunda pele e todas as outras roupas que tínhamos para enfrentar o frio da madrugada… Já me deu a maior reviravolta na barriga só de ver o pessoal todo se arrumando e animado para sair!</p>
<p style="text-align: justify;">Demorei a cair no sono, em parte por causa da altitude, outra parte por conta da ansiedade… Afinal em pouquíssimas horas estaria saindo para o meu PRIMEIRO cume! Mas o cansaço dominou e apaguei totalmente!  Meus pais sairiam uma hora antes, para termos mais chance de estar na mesma hora no cume. Desliguei tão completamente do mundo de noite que não cheguei nem a ouvir eles saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acordei uma hora depois, acho que eram 23h30’. Não estava com o menor estomago para tomar sopa, e tomei só duas tigelas com chá. O nervosismo estava chegando perto e o medo de andar de noite não estava ajudando. Lá fora só dava para ver algumas luzinhas bem ao longe e as sombras se mexendo… Cada segundo eu me convencia mais que aquilo era loucura. Mas quer saber, qual é a graça de não se arriscar? Acho que na montanha mais do que em qualquer outro lugar, seus sentimentos afloram muito mais fácil e tudo é muito mais emocionante. Vale muito mais a pena. Mas vou deixar essas reflexões e o que tirei dos meus monólogos noturnos para depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Parávamos de hora em hora, para comer algum doce e descansar. Na primeira parada meus nervos já estavam em frangalhos, e minha visão embaçou. O que me ajudou ali foram as estrelas, aquele céu maravilhoso que se estendia como um tapete sobre nós, as estrelas se mostravam com tanta intensidade… e tentei me encher daquele brilho que elas mostravam, que para mim representava o número de pessoas que correm atrás de seus sonhos ou que acreditam em algo e só o que falta é acharem o caminho para encontrar o que procuram. Eu estava no meu caminho, não precisava me preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;">O frio aumentava cada vez mais e a única imagem que vinha na minha cabeça era o cume, aquela plaquinha que indicava o tal <strong>Uhuru Peak</strong>. Mas não o cume realmente como ele é, e sim um lugar quente, agradável e protegido do vento, onde eu só me preocuparia com aproveitar o premio que a montanha estava me dando.</p>
<p style="text-align: justify;">Horas mais frias da madrugada here we come! Depois das quatro da manhã olhava de minuto em minuto para trás para ver se o sol estava nascendo. Minha tosse que me acompanhou desde o Brasil até o fim da viagem começou a me incomodar mais. O ritmo continuava o mesmo, mas fazia tempo que eu estava andando no automático, sem prestar muita atenção em nada. Sentia minhas pernas cansadas e uma dor no fundo da cabeça, como se o ar estivesse congelando tudo por dentro. Aliás, esse foi um dos meus problemas depois, como tinha emprestado meu gorro para a minha mãe, tive que usar meu buff como gorro e fiquei sem nada para cobrir a boca. Claro que podia ter pedido emprestado, mas nem me passou pela cabeça que era tão importante. A trilha passou a ficar mais acidentada, com muitas pedras e alguns degraus chatos de subir… Eu tentava já não levantar muito os pés para não fazer força e desisti do rest pace, adotado pelo resto do grupo, logo no começo, porque me dava muito frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao<strong> Gilman’s Point</strong>, 5685m perto do amanhecer. Ali é o ponto onde muitos desistem por causa do frio e do cansaço. De um lado conseguimos ver o sol nascendo e do outro a cratera do vulcão começava a ser iluminada. Recomeçamos a andar o mais rápido possível para não ficarmos muito tempo parados. O sol devagarzinho dava o ar da sua graça, mas ainda tínhamos quase uma hora até o verdadeiro cume. A surpresa do ano para todos foi a neve que tinha lá em cima. Nos últimos anos as neves eternas do<strong> Kilimanjaro</strong> vinham derretendo e havia tempo que a cratera não ficava branca. Isso fez com que tudo lá em cima ficasse lindo! Muito mais bonito do que vi ultimamente em fotos. Mas por outro lado tivemos que passar em algumas partes cobertas de gelo. Eram partes pequenininhas, mas mesmo assim eu nunca tinha andado nessas condições e fiquei meio nervosa, o que não ajudou minhas pernas, que já estavam bambas de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Paramos em um lugar sem vento para tirar algumas fotos e continuamos a andar. Pensei que era mais perto, mas estava demorando tanto para chegar. Tudo bem, tudo bem, liguei o automático mais uma vez. Quando olhei para cima de novo faltavam mais ou menos 200m para a tão esperada plaquinha, rs. Meu cérebro se apressou em pensar com alguma racionalidade e me veio de novo aquele pensamento de o que eu estou fazendo aqui. Vim atrás dessa placa, num frio do inferno, depois de ter passado uma noite horrivelmente cansativa, o que estou fazendo aqui?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quer saber, valeu a pena. Vale a pena saber que sonhar é mais do que meio caminho andado para conseguir o se quer. Vale a pena conhecer os limites do corpo humano. Vale a pena acreditar em si mesmo. Vale a pena se arriscar para correr atrás dos seus sonhos, do que aprendi com uma pessoa maravilhosa, vale a pena ir atrás do seu Everest.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6156" title="Ayesha Zangaro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">Às 7h30’ do dia 9 de Março de 2011 eu cheguei ao topo da África, ao <strong>Uhuru Peak</strong>, o Pico da Liberdade. Me tornei a brasileira mais jovem a atingir tal feito, e talvez uma das latino americanas mais novas também. Mas foi o que tanto falamos durante a expedição; o cume foi mais um presente, um prêmio extra para tudo o que ganhamos passando este tempo na montanha. Cada cume tem uma mensagem a passar, diferente para cada pessoa, quer ela chegue ao topo ou não. O esforço feito para chegar ali, a força demonstrada para buscar o que se quer é o que realmente chamo de obstáculos superados.</p>
<p>por <a href="ayeshazangaro@hotmail.com" target="_blank">Ayesha Zangaro</a></p>
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