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	<title>Adventure Zone &#187; Deuter</title>
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Caminho de Santiago &#8211; check list</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>Iniciei o <strong>Caminho de Santiago de Compostela </strong>em 18 de Maio de 2011, saindo de St. Jean Pied-de-Port, na França, em companhia da minha mãe. Percorremos cerca de 850km a pé (a medição das distâncias varia muito entre um guia e outro), passando por campos, montanhas e plantações, pequenas vilas e grandes cidades, com o clima variando entre sol escaldante, frio, vento e chuva. Tivemos sorte em termos sido muito bem orientadas quanto ao equipamento para a viagem, pois não sobrou nem faltou nada. Tudo foi bem escolhido, de acordo com a necessidade. Fizeram a diferença a leveza, impermeabilidade, praticidade, secagem rápida e conforto dos equipamentos, que, assim como nós, passaram por uma prova de fogo no Caminho.</p>
<div id="attachment_6190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6190" title="Caminho de Santiago 2 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-2-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6195" title="Caminho de Santiago 3 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-3-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Listamos abaixo tudo que havia nas mochilas, caso alguém precise de referências. O material coube com folga nas mochilas <strong>Deuter Futura Pro 34L</strong> que levamos, sobrando algum espaço para comida e extras que surgiram durante a viagem. Conhecemos peregrinos de todas as partes do mundo no nosso caminho, cada um com seu objetivo, seu modo de caminhar e seus costumes, mas todos especiais a ponto de sentirmos falta deles agora que estamos em casa. A chegada em<strong> Santiago de Compostela</strong> aconteceu em 14 de Junho, após 28 dias de caminhada.</p>
<div id="attachment_6192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6192" title="Caminho de Santiago 4 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-4-arq.-Geane-Derosso-Chu1.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6193" title="Caminho de Santiago - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6194" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6194" title="Caminho de Santiago 5 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-5-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Foi maravilhoso saber que cumprimos nosso objetivo, mas a melhor parte foi perceber que a chegada era apenas uma parte da jornada, nem melhor nem pior, comparada a todas as experiências que vivemos durante o Caminho. Após alguns meses em casa já estamos com vontade de arrumar as mochilas e ir novamente, atravessar a Espanha de Leste a Oeste a pé! Por que não?</p>
<p>LISTA DE EQUIPAMENTOS<br />
•         Mochila Deuter Futura Pro 34L;<br />
•         3 camisetas de secagem rápida – manga curta;<br />
•         1 camiseta de secagem rápida – manga longa;<br />
•         1 calça/bermuda leve;<br />
•         1 calça leve;<br />
•         1 bermuda de lycra;<br />
•         1 segunda pele de caminhada;<br />
•         1 capa de chuva;<br />
•         Roupa íntima (5 peças de cada);<br />
•         4 pares de meias Lorpen (a marca faz muita diferença, pois não forma bolhas nos pés);<br />
•         1 saco de dormir Deuter Dreamlite 500;<br />
•         1 par de botas para caminhada (já amaciadas);<br />
•         1 par de chinelos;<br />
•         1 par de sandálias tipo papete;<br />
•         Câmera fotográfica;<br />
•         Canivete;<br />
•         Lanterna de cabeça;<br />
•         1 canga de praia;<br />
•         1 toalha de banho (de secagem rápida e leve);<br />
•         Material de higiene (em frascos pequenos);<br />
•         Sabão de roupas líquido;<br />
•         Alguns grampos para roupa (ou alfinetes de segurança);<br />
•         Bloco para anotações e caneta;<br />
•         Primeiros – socorros</p>
<p><a href="geane_iav@hotmail.com" target="_blank"><em>Por Geane Derosso Chu</em></a></p>
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		<title>Jambo! Kilimanjaro o primeiro desafio</title>
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		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[7 cumes]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
		<category><![CDATA[Kilimanjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Uhuru Peak]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6151" title="Ayesha Zangaro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-61.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia de caminhada passamos por plantações de milho e de batata e todos que passavam nos cumprimentavam com seu simpático “JAMBO”. Pouco antes de entrarmos na floresta original da região encontramos algumas crianças muito fofas (e bem sujinhas) correndo ali. Já o primeiro habitante original dessa nova vegetação foi o tão famoso macaco Colobus, que nos deu o prazer de sua presença logo depois, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o caminho fomos ouvindo “pole pole”, uma expressão que é para andar devagar, calma. No fim do dia não aguentava mais ouvir isso, principalmente por causa de uma inesperada chuva perto do acampamento. Chegamos molhados, mas pelo menos chegamos. Com as barraquinhas montadas só tive que entrar e trocar de roupa no <strong>Sekimba Camp</strong>, à 2.800m. Caiu mais uma chuvinha mais tarde e depois saímos para ver o por do sol em um lugar um pouco mais para cima.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6152" title="Ayesha Zangaro  2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="479" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acabei acordando até antes da hora por causa do desconforto dentro da barraca. Mais para frente notei que a pior coisa para mim era ir dormir; queria ficar o máximo de tempo acordada. Tomamos café na barraca refeitório, que estava enfeitada com as comidas muito bem feitas. Duffles fechados, mochilas arrumadas, últimos preparativos para sair. Menos de 5 minutos antes de começarmos a caminhada a Andrea, nossa guia, nos alcançou, ela tinha ficado para trás pra resolver um problema com a bagagem dela. O primeiro tempo do dia foi todo ocupado com as discussões sobre o que tinha acontecido, o que devia ser feito, etc, etc. A mala dela além de ter atrasado alguns dias para chegar, quando chegou a abriram e roubaram todo o equipamento de montanha!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6153" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-4.jpg" alt="" width="640" height="479" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordar no outro dia foi tão fácil quanto antes, sair da barraca era uma felicidade muito grande haha. Saímos rumo ao <strong>acampamento Mawenzi</strong>, à 4300m! Voltamos de uma caminhada de aclimatação e já fomos tomar chá. Um frio do inferno e ficamos na barraca refeitório mesmo e o resto de nós ficou conversando por ali. De filosofias a histórias de vida, demos muitas risadas juntos. Preciso falar que o céu visto daquela altitude é maravilhoso! Igualzinho ao do Brasil, em questão de constelações e tudo, mas acho que o céu mais lindo que já vi.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia antes de atacar o cume (MEDO!). Na nossa frente o que nos esperava era uma planície enorme! O nosso ponto de referencia de onde passaríamos a noite era longe pra caramba! Muito sol, paramos de hora em hora para beber água e descansar. Foi uma manhã bem cansativa e minhas forças estavam se esvaindo quando chegamos ao tão esperado School Hut, à 4700m.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" title="Ayesha Zangaro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">As 6h da tarde todos abrindo seus sleepings, trocando de roupa, colocando segunda pele e todas as outras roupas que tínhamos para enfrentar o frio da madrugada… Já me deu a maior reviravolta na barriga só de ver o pessoal todo se arrumando e animado para sair!</p>
<p style="text-align: justify;">Demorei a cair no sono, em parte por causa da altitude, outra parte por conta da ansiedade… Afinal em pouquíssimas horas estaria saindo para o meu PRIMEIRO cume! Mas o cansaço dominou e apaguei totalmente!  Meus pais sairiam uma hora antes, para termos mais chance de estar na mesma hora no cume. Desliguei tão completamente do mundo de noite que não cheguei nem a ouvir eles saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acordei uma hora depois, acho que eram 23h30’. Não estava com o menor estomago para tomar sopa, e tomei só duas tigelas com chá. O nervosismo estava chegando perto e o medo de andar de noite não estava ajudando. Lá fora só dava para ver algumas luzinhas bem ao longe e as sombras se mexendo… Cada segundo eu me convencia mais que aquilo era loucura. Mas quer saber, qual é a graça de não se arriscar? Acho que na montanha mais do que em qualquer outro lugar, seus sentimentos afloram muito mais fácil e tudo é muito mais emocionante. Vale muito mais a pena. Mas vou deixar essas reflexões e o que tirei dos meus monólogos noturnos para depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Parávamos de hora em hora, para comer algum doce e descansar. Na primeira parada meus nervos já estavam em frangalhos, e minha visão embaçou. O que me ajudou ali foram as estrelas, aquele céu maravilhoso que se estendia como um tapete sobre nós, as estrelas se mostravam com tanta intensidade… e tentei me encher daquele brilho que elas mostravam, que para mim representava o número de pessoas que correm atrás de seus sonhos ou que acreditam em algo e só o que falta é acharem o caminho para encontrar o que procuram. Eu estava no meu caminho, não precisava me preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;">O frio aumentava cada vez mais e a única imagem que vinha na minha cabeça era o cume, aquela plaquinha que indicava o tal <strong>Uhuru Peak</strong>. Mas não o cume realmente como ele é, e sim um lugar quente, agradável e protegido do vento, onde eu só me preocuparia com aproveitar o premio que a montanha estava me dando.</p>
<p style="text-align: justify;">Horas mais frias da madrugada here we come! Depois das quatro da manhã olhava de minuto em minuto para trás para ver se o sol estava nascendo. Minha tosse que me acompanhou desde o Brasil até o fim da viagem começou a me incomodar mais. O ritmo continuava o mesmo, mas fazia tempo que eu estava andando no automático, sem prestar muita atenção em nada. Sentia minhas pernas cansadas e uma dor no fundo da cabeça, como se o ar estivesse congelando tudo por dentro. Aliás, esse foi um dos meus problemas depois, como tinha emprestado meu gorro para a minha mãe, tive que usar meu buff como gorro e fiquei sem nada para cobrir a boca. Claro que podia ter pedido emprestado, mas nem me passou pela cabeça que era tão importante. A trilha passou a ficar mais acidentada, com muitas pedras e alguns degraus chatos de subir… Eu tentava já não levantar muito os pés para não fazer força e desisti do rest pace, adotado pelo resto do grupo, logo no começo, porque me dava muito frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao<strong> Gilman’s Point</strong>, 5685m perto do amanhecer. Ali é o ponto onde muitos desistem por causa do frio e do cansaço. De um lado conseguimos ver o sol nascendo e do outro a cratera do vulcão começava a ser iluminada. Recomeçamos a andar o mais rápido possível para não ficarmos muito tempo parados. O sol devagarzinho dava o ar da sua graça, mas ainda tínhamos quase uma hora até o verdadeiro cume. A surpresa do ano para todos foi a neve que tinha lá em cima. Nos últimos anos as neves eternas do<strong> Kilimanjaro</strong> vinham derretendo e havia tempo que a cratera não ficava branca. Isso fez com que tudo lá em cima ficasse lindo! Muito mais bonito do que vi ultimamente em fotos. Mas por outro lado tivemos que passar em algumas partes cobertas de gelo. Eram partes pequenininhas, mas mesmo assim eu nunca tinha andado nessas condições e fiquei meio nervosa, o que não ajudou minhas pernas, que já estavam bambas de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Paramos em um lugar sem vento para tirar algumas fotos e continuamos a andar. Pensei que era mais perto, mas estava demorando tanto para chegar. Tudo bem, tudo bem, liguei o automático mais uma vez. Quando olhei para cima de novo faltavam mais ou menos 200m para a tão esperada plaquinha, rs. Meu cérebro se apressou em pensar com alguma racionalidade e me veio de novo aquele pensamento de o que eu estou fazendo aqui. Vim atrás dessa placa, num frio do inferno, depois de ter passado uma noite horrivelmente cansativa, o que estou fazendo aqui?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quer saber, valeu a pena. Vale a pena saber que sonhar é mais do que meio caminho andado para conseguir o se quer. Vale a pena conhecer os limites do corpo humano. Vale a pena acreditar em si mesmo. Vale a pena se arriscar para correr atrás dos seus sonhos, do que aprendi com uma pessoa maravilhosa, vale a pena ir atrás do seu Everest.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6156" title="Ayesha Zangaro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">Às 7h30’ do dia 9 de Março de 2011 eu cheguei ao topo da África, ao <strong>Uhuru Peak</strong>, o Pico da Liberdade. Me tornei a brasileira mais jovem a atingir tal feito, e talvez uma das latino americanas mais novas também. Mas foi o que tanto falamos durante a expedição; o cume foi mais um presente, um prêmio extra para tudo o que ganhamos passando este tempo na montanha. Cada cume tem uma mensagem a passar, diferente para cada pessoa, quer ela chegue ao topo ou não. O esforço feito para chegar ali, a força demonstrada para buscar o que se quer é o que realmente chamo de obstáculos superados.</p>
<p>por <a href="ayeshazangaro@hotmail.com" target="_blank">Ayesha Zangaro</a></p>
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		<title>Corrida de Montanha La Mission &#8211; Geovane Rento</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 10:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; La Misión não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>La Misión</strong> não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força, estratégia, planejamento e autossuficiência dos atletas.</p>
<p>Em 2011 tem sua 7a. Edição disputada entre os dias 12 e 15 de dezembro por 160km de trilhas e caminhos na Cordilheira dos Andes, cruzando rios e riachos, subindo e descendo montanhas e contornando lagos.</p>
<p>A <strong><a href="http://www.adventura.com.br " target="_blank">Adventura</a></strong> aceitou o desafio e está patrocinando junto com a<strong> Deuter</strong>, <strong>Lorpen</strong> e <strong>Sea toSummit</strong> um atleta brasileiro: <strong>Geovane Rento</strong>.</p>
<div id="attachment_6112" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6112" title="Giovane Rento - La Misión" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Giovane-Rento-La-Misión-.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Giovane com o material que vai usa na corrida</p></div>
<p>A largada já foi dada. Acompanhe Geovane PC a PC e vamos torcer por este atleta brasileiro! (<a href="http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973">http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973</a> )</p>
<p>Ao retornar vamos marcar um encontro na<strong> <a href="http://www.adventura.com.br" target="_blank">Adventura</a></strong> para conhecer um pouco das experiências vividas nesta grande jornada.</p>
<p><em>Equipe Adventura</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Educação Ambiental na Floresta da Tijuca &#8211; Moleque Mateiro</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moleque Mateiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Minimo Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá Mateirada!!! O ano de 2011 passou voando, e já estamos quase no fim&#8230; Por isso, vamos correr aqui para ver se dá tempo de apresentarmais um trabalho realizado pelo... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/educacao-ambiental-na-floresta-da-tijuca-moleque-mateiro">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Olá Mateirada!!!</p>
<p>O ano de 2011 passou voando, e já estamos quase no fim&#8230; Por isso, vamos correr aqui para ver se dá tempo de apresentarmais um trabalho realizado pelo Instituto Moleque Mateirode Educação Ambiental(isso mesmo, agora somos um Instituto!!!) neste segundo semestre.</p>
<div id="attachment_5884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5884" title="mateiro 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Na entrada do PNT, uma olhada no mapa para a localização</p></div>
<p>Pois é pessoal, algumas escolas já perceberam que para contribuírem para uma formação cidadã de seus alunos, devem investir na Educação Ambiental. Por isso, temos realizado diversos trabalhos de campo interdisciplinares, visando a passagem de alguns conteúdos de forma prática e mesclando os temas estudados em sala de aula por diversas disciplinas. Pretendemos assim, mostrar que o meio ambiente é um fenômeno complexo, onde todos os elementos se ligam uns aos outros, por isso, apenas uma matéria não pode dar conta de trabalhar toda esta complexidade ambiental. É preciso que cada professor se faça valer da educação ambiental no seu dia-a-dia na escola para que realmente possamos preparar as futuras gerações para uma sociedade mais justa e ativa, no que diz respeito à ética socioambiental.</p>
<div id="attachment_5885" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-5885" title="mateiro 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">&quot;mateirada&quot; subindo a trilha, sempre de olho no chão para não cair!</p></div>
<p>A partir desta concepção, o Moleque Mateiro montou o projeto “Clima, Tempo e Condições Atmosféricas”. A idéia foi levar os alunos do 3°ano do Ensino Fundamental para terem uma aula diferente, em meio à Mata Atlântica. Contando com a participação dos professores de História e Ciências, o percurso escolhido foi a Trilha dos Estudantes, na Floresta da Tijuca.</p>
<div id="attachment_5886" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5886" title="mateiro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A turminha dando uma descansada, enquanto recebe explicação da equipe do Moleque Mateiro</p></div>
<p>Esta trilha, de fácil acesso e baixo nível de dificuldade possui várias placas informativas ao longo do percurso. Estas placas falam da dinâmica da floresta e dos serviços ambientais prestados por ela. Você sabe o que são serviços ambientais? São benefícios ambientais que a floresta gera às pessoas que com ela se relacionam, e vão muito além de belas paisagens, cachoeiras deliciosas e parquinhos infantis para os visitantes. Estes serviços influenciam toda a dinâmica ambiental da cidade e trazem benefícios ambientais para a população do Rio de Janeiro, tais como: regulação do clima na cidade, armazenamento de água doce, sustentação das encostas dos morros, produção de oxigênio e filtragem de carbono, biodiversidade e produção de alimentos (frutos) e remédios (ervas medicinais).  Mesmo que você nunca tenha ido à Floresta da Tijuca, ela continua prestando estes serviços básicos à nossa vida!</p>
<div id="attachment_5887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5887" title="Mateiro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Mateiro-6-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Mata Atlântica: nossa sala de aula viva!</p></div>
<p>Pois é, tudo isso e mais um pouco foi discutido neste dia, e os alunos saíram de lá com a idéia de que a floresta é tão importante para as nossas vidas como o ar que respiramos e a água que bebemos. Se você não conhece ainda o Parque Nacional da Tijuca, dê um pulinho lá com seus filhos, amigos ou alunos. Vocês aprenderão muitas coisas, além de se divertirem à beça em meio à nossa rica Mata Atlântica e todos os atrativos que ela nos apresenta.</p>
<div id="attachment_5888" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5888" title="mateiro 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">As crianças não perderam tempo em sacar os celulares e registrarem a visita do Quati, espécie nativa da floresta</p></div>
<p>Só mais uma dica mateira: quando for fazer um passeio na floresta, não se esqueça de levar roupas confortáveis e acessórios úteis e resistentes, como uma boa mochila <strong><em>Deuter</em></strong> com água e alimentos leves. Para aproveitar bem a aventura use sempre os produtos de mínimo impacto <strong><em>SeaToSummit</em></strong> como a toalhinha de secagem rápida Drylite Micro Towel e o saco estanque para o lixo orgânico. E é claro, máquina fotográfica sempre à mão!  É isso pessoal, o verão está chegando e quem quiser fugir das praias lotadas, faça como o Moleque Mateiro e aproveite a floresta!</p>
<p>Se estiver procurando colônia de férias para seus filhos, fique de olho nas próximas publicações do <strong>Moleque Mateiro</strong>&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5889" title="mateiro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/mateiro-5-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Até a mata!!</p>
<p><a href="http://www.molequemateiro.com.br/"><em>Equipe Moleque Mateiro</em></a></p>
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		<title>Um olhar sobre os esportes de aventura</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 11:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Canyoning]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rafting]]></category>
		<category><![CDATA[equipe Kaapora]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes de Aventura]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[
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<p>O esporte de aventura, ou esportes radicais, são práticas esportivas que muitas vezes provocam certo receio ou até medo na maior parte das pessoas. Isso muitas vezes acontece por ser praticado em meio à natureza, por desafiar os limites do praticante ou ainda por imagens fortes vistas em meios de comunicação, onde atletas atingem o ápice de seu desempenho.</p>
<div id="attachment_5870" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5870" title="1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<p>Muitos não sabem, mas os esportes de aventura estão muito mais presentes em nossas vidas do que percebemos. Podemos definir que toda prática esportiva em meio à natureza, que libere de alguma forma adrenalina, é considerada esporte de aventura. Portanto, pedaladas, caminhadas, mergulhos, entre outros, são modalidades deste esporte. A intensidade com que se pratica estes esportes é que vai definir em que nível cada um se encaixa.</p>
<div id="attachment_5871" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5871" title="1.jpg" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/1.jpg-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<div id="attachment_5872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5872" title="08124638_tompapp_5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/08124638_tompapp_5-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<p>Para estas atividades são necessários, além de valências motoras e aspectos intelectuais, um planejamento estratégico, sejaem uma corrida de orientação, pista de arborismo, trilhas, entre outros. Deste modo inserindo a cooperação de todos nas atividades e construindo o conhecimento junto aospraticantes com possibilidade de integração com outras áreas do conhecimento de forma multidisciplinar.</p>
<div id="attachment_5873" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5873" title="DSC05544" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/DSC05544-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<p>Visto isso, as escolas estão sempre <strong>buscando possibilidades para proporcionar um desenvolvimento sólido e continuo dos alunos</strong>. Na educação física os problemas são ampliados pelo fato da exposição, geralmente, em período de transformações corporais. Então a <strong>Equipe Kaapora de Ivoti/RS</strong> vem organizando diversos eventos vinculados as atividades de aventura com crianças, adolescentes e adultos da região do Vale dos Sinos.</p>
<div id="attachment_5874" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5874" title="SONY DSC" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/DSC06859-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<p>Buscando <strong>apresentar novas possibilidades para a educaçãoe fatores multidisciplinares</strong>, neste contexto, mostrando alternativas para as práticas educacionais, aproximando o aluno da natureza e a partir deste movimento conscientizando-os da importância da relação harmoniosa entre o ser humano e o meio-ambiente, incluindo neste aspecto as relações entre as pessoas, criando um olhar ampliado sobre meio ambiente.</p>
<p>Ainda asatividades de aventurasão vistas muitas vezes como perigosas, com elevados preços de equipamentos e pouco conhecimento técnico de pessoas que se interessam em realizar este tipo de atividades.</p>
<div id="attachment_5875" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-5875" title="DSC07886" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/DSC07886-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">arquivo equipe Kaapora</p></div>
<p>Estes eventos geralmente não tem um cunho competitivo, segundo Schwartz (2006) os aspectos de competitividade são facilmente superados por outras emoções, como o confronto individual humano com suas próprias limitações, compreensão de seus comportamentos e escolhas, a contemplação da natureza e o colocar-se em risco controlado neste ambiente.</p>
<p>Para os eventos, inicialmente são feitosestudos de público e análise da áreadisponível para as atividades e troca de modalidades.Sempre tentando viabilizar desta formauma maior variedade de atividades para os praticantes, desde orientação até mesmo técnicas verticais.</p>
<p>Estes eventos, segundo diretores de escolas, estão sendo bem aceitos pelos alunos, <strong>contribuindo para o aumento de sua autoestima, autoconfiança e confiança no próximo, sem falar no estreitamento dos laços entre alunos e professores</strong>.</p>
<p>Acreditamos que com esse tipo de atitude o esporte será melhordivulgado, deixando de lado o “Bicho Papão” que existe em frente aos esportes de aventura e, o que é mais importante, levar para dentro da escola, junto às crianças, experiências até então inusitadas, <strong>objetivando desenvolver características fundamentais para o ser humanos que aos poucos estão se perdendo diante a sociedade</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <a href="chicorm@equipekaapora.com.br">Francisco Rotta  Muller</a></p>
<pre><strong><em><a href="http://www.equipekaapora.com.br">www.equipekaapora.com.br</a></em></strong></pre>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Deuter te ajuda a trocar de mochila!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Gear Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[troque a sua mochila]]></category>

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		<description><![CDATA[Por essa você não esperava&#8230; Sua mochila velha vale R$120,00 na compra de uma Deuter da linha Act Trail ou Act Lite!! E não importa o estado, a marca ou... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/a-deuter-te-ajuda-a-trocar-de-mochila">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5861" title="az troca a mochila" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/az-troca-a-mochila-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></p>
<p>Por essa você não esperava&#8230; Sua mochila velha vale R$120,00 na compra de uma <strong>Deuter</strong> da linha <strong>Act Trail</strong> ou <strong>Act Lite!! </strong>E não importa o estado, a marca ou o tamanho da mochila&#8230; qualquer mochila vale para pegar uma<strong> Deuter!!!</strong></p>
<p>Veja nesse link <a href="http://www.deuter.com.br/promocao/a-deuter-te-ajuda-a-trocar-de-mochila?utm_source=Adventure%2BZone&amp;utm_medium=Blog%2BAdventure%2BZone&amp;utm_term=Troque%2BSua%2BMochila&amp;utm_campaign=Troque%2BSua%2BMochila">Troque sua Mochila</a></p>
<p>Caso seu interesse seja em uma mochila de hidratação, a Deuter também te da uma força&#8230; sua mochila velha vale R$70,00 na compra de uma Hydro Lite.</p>
<p>Além de sair de mochila nova, você ainda da uma força a quem precisa, pois todas as mochilas trocadas serão doadas para instituições que precisam desse tipo de produto, como por exemplo grupos de escoteiros de baixa renda.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5863" title="trocar-de-mochila" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/trocar-de-mochila2-171x300.jpg" alt="" width="171" height="300" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5864" title="Troque Sua Mochila de Hidratação" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Troque-Sua-Mochila-de-Hidratação-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></p>
<p>Então fica combinado, você se livra da mochila velha, pega uma <strong>Deuter</strong> novinha e ainda ajuda a quem precisa!!!</p>
<p>Abs</p>
<p><em><strong>Equipe Deuter Brasil</strong></em></p>
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		<title>Alison Hargreaves, mulher, mãe e alpinista</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/alison-hargreaves-mulher-mae-e-alpinista</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 14:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>História do Montanhismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>

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		<description><![CDATA[Suas maiores contribuições para o montanhismo não permaneceram somente em ter se tornado a primeira pessoa que escalou solo todas as grandes faces norte dos Alpes em uma única temporada,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/alison-hargreaves-mulher-mae-e-alpinista">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Suas maiores contribuições para o montanhismo não permaneceram somente em ter se tornado a primeira pessoa que escalou solo todas as grandes faces norte dos Alpes em uma única temporada, ou por ter realizado a ascensão ao cume do Everest solo, sem o auxílio de sherpas ou oxigênio engarrafado. Mais que uma mulher corajosa, foi uma forte representante das mulheres no montanhismo, mas foi significativamente incompreendida pela mídia.</p>
<p>Alison Jane Hargreaves nasceu em 17 de fevereiro de 1963, na cidade inglesa de Derbyshire. Estudou na Escola de Belper. Quando ela estava com seis anos de idade, gostava de subir as colinas da Inglaterra e da Escócia com sua família. Quando ela chegou aos nove anos, escalou a montanha mais alta na Grã-Bretanha. Logo ela apaixonou-se por escalada e queria fazer isto o tempo todo. Alison conheceu um montanhista amador chamado Jim Ballard, que tinha o dobro da sua idade, quando ela estava trabalhando em uma loja de escalada e eles se apaixonaram. Eles se casaram em 1988 e tiveram dois filhos, Tom e Kate.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/hargreaves_kantgea1.jpg" alt="" title="hargreaves_kantgea1" width="640" height="463" class="aligncenter size-full wp-image-5760" /></p>
<p><strong>Escaladas respeitadas</strong></p>
<p>Em 1º de maio de 1986, Alison Hargreaves, Jeff Lowe, Marc Twight, e Tom Frost estavam saindo do acampamento alto para o cume do Kangtega, uma montanha localizada nas proximidades do Everest.</p>
<p>Jeff Lowe descreveu esta ascensão: &#8220;Hargreaves, Twight, Frost e eu fomos para o Kangtega (6.779 metros). Em uma viagem de dez dias desde o acampamento base, abrimos uma difícil nova rota no lado direito da crista noroeste, encontrando gelo muito técnico e escalada mista no lado direito da língua de gelo do cume. Em 1º de maio de 1986, Frost e eu chegamos no ligeiramente inferior pico noroeste, enquanto Hargreaves e Twight seguiram para o pico principal através de um íngreme final na face de gelo. Descemos o couloir nordeste, escalado pela primeira vez pelos japoneses em 1979.&#8221; (AAJ 1987). &#8220;As dificuldades técnicas dessa escalada foram bem além do meu nível de experiência.&#8221;, disse Tom Frost.</p>
<p>Uma de suas maiores realizações foi a escalada solo de todas as seis grandes clássicas faces norte dos Alpes em uma única temporada, em solo, no ano de 1993, sendo também a primeira vez para qualquer alpinista. Essa façanha incluiu a escalada da famosa e difícil face norte do Eiger pela rota de 1938, o Grandes Jorasses (rota Esporão Walker), o Matterhorn (via Schmid), o Dru (rota normal da face norte), o Piz Badile (via Cassin), Grande Cima di Lavaredo (via Hasse-Brandler). Com estas escaladas Alison começava então a se tornar uma das alpinistas mais destacadas do mundo na época. Hargreaves também subiu o Ama Dablam (6.812m) no Nepal.</p>
<h2>O Everest</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A história no Monte Everest começou em 1994, quando Alison fez sua primeira investida nesta montanha. Mas nesta tentativa, ela decidiu parar de subir a 8.382 metros, porque estava preocupada com congelamentos, devido aos ventos gélidos, as pontas dos dedos estavam dormentes e já tinha perdido toda a sensibilidade em seus dedos.</p>
<p>No ano de 1995, ela planejava subir as três montanhas mais altas do mundo, o Monte Everest (8.848m), o K2 (8.611m), e o Kangchenjunga (8.586m). Neste mesmo ano, ela alcançou status de celebridade, quando em 13 de maio, aos 33 anos de idade, Alison Hargreaves se tornou a primeira mulher a atingir o cume do Monte Everest sem o auxílio de sherpas ou oxigênio engarrafado.</p>
<p>Alison chegou ao cume, (8.847,7m) as 12:08h, hora local, num sábado, e imediatamente chamou pelo rádio seu acampamento base. Queria enviar um fax para seus dois filhos, Tom e Kate, com idades de seis e quatro anos respectivamente, e que estavam em sua casa perto de Fort William, na costa oeste da Escócia. A mensagem foi: &#8220;Eu estou no topo do mundo e eu amo muito vocês&#8221;.</p>
<p>Seu marido Jim Ballard, um fotógrafo de escalada, que ficou em casa para cuidar dos filhos, disse: &#8220;Estou muito orgulhoso de Alison, eu sempre tive confiança em sua habilidade para chegar ao teto do mundo&#8230;&#8221;. Antes de iniciar a sua descida, ela plantou uma flor de seda no cume. Ela chegou em 11 de Abril no acampamento base, realizando todo o percurso de subida e descida sem auxílio de porteadores.</p>
<p>Alison subiu pelo lado norte, do Tibete, após mais de um ano de treinamento, nas encostas do Ben Nevis, o ponto mais elevado do Reino Unido, com 1.344 metros, que se localiza na Escócia. Cally Fleming, porta-voz da pista de esqui Nevis Range, onde Hargreaves treinava disse: &#8220;&#8230;esta é a subida mais importante já realizada por uma mulher, ela é fabulosa.&#8221;</p>
<p>Ela foi a segunda pessoa na história a alcançar o topo do Everest sem auxílio de oxigênio e sem um parceiro de escalada, ficando atrás apenas de ninguém menos que Reinhold Messner, a primeira pessoa a conseguir tal façanha em 1980.</p>
<p>A notícia de seu sucesso rapidamente repercutiu na Inglaterra, sendo manchete dos principais meios jornalísticos britânicos. Alison foi aclamada na Inglaterra como uma heroína nacional.</p>
<p><strong>As duras críticas</strong></p>
<p>Alison era mãe de dois filhos e começou a experimentar algumas críticas da imprensa pouco antes de sua escalada programada para o K2. De repente, a comunidade de escalada e imprensa questionaram a ética de uma mãe na prática de um esporte tão perigoso, se era moralmente responsável para uma mãe deixar os filhos pequenos em casa para ir escalar. Seu passado de escaladas também foi posto em questão, quando Alison subiu o Eiger Nordwand em 1988, estava no 6º mês de gravidez. Sua resposta a essa crítica é que ela estava grávida, não estava doente e que ela pensou em levar o marido e os filhos para o seu acampamento base, mas ela sentiu que seria &#8220;inóspito&#8221; lá. Além disso, nenhum dos seus parceiros masculinos de escalada levavam suas famílias enquanto realizavam suas escaladas.</p>
<h2>A escalada do K2</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois desta bem sucedida escalada, e de um breve retorno ao Reino Unido e a sua família, Alison rapidamente se organizou para subir a montanha K2, no Paquistão, a segunda mais alta do mundo, com 8.611 metros. Ela partiu em junho de 1995 para se juntar a uma equipe americana que conseguiu a licença para escalar o K2, uma montanha que sempre foi considerado como uma escalada muito mais difícil e perigosa que o Everest.</p>
<p>Alguns dias depois, ela enviou um desenho da montanha para os seus filhos a partir do acampamento-base no K2. Para Hargreaves, o K2 era apenas uma parada em um ambicioso e bem divulgado projeto, ser a primeira mulher a escalar os três picos mais altos do mundo, (Everest, K2 e Kanchenjunga) sem oxigênio suplementar.</p>
<p>No acampamento base, o Capitão Fawad Khan, oficial de ligação entre a equipe de Hargreaves e os serviços de resgate do Exército, disse que pediu para Alison Hargreaves não seguir com o seu ataque no K2, advertindo-lhe que a subida seria &#8220;suicídio&#8221;. Ele disse que pediu a ela para não deixar o acampamento base, pois o clima no pico havia piorado, mas ela o ignorou.</p>
<p>&#8220;Ela era uma suicida e eu disse isso a ela&#8221;, disse Fawad Khan. Ela já tinha tentado duas vezes e desceu até o acampamento base. Havia uma grande conferência lá, onde a maioria dos outros alpinistas decidiu não voltar a tentar o cume. Havia neve acumulada dos 10 dias anteriores, e ele estava deitado sobre 60 centímetros de neve no acampamento base e tinha 2 metros de espessura no Acampamento 4.</p>
<p>&#8220;Eu disse a ela: &#8216;Se você voltar, você vai se matar, porque no Acampamento 2 já está impossível de encontrar suas cordas, barracas e equipamentos sob a neve.&#8221; O Capitão Fawad Hargreaves disse que ela chegou a ceder, e pediu-lhe para arranjar porteadores. &#8220;Ela estava pronta para sair quando de repente disse: &#8216;Eu vou escalar.&#8217; Fiquei muito surpreso. Achei que ela estava louca &#8220;, disse ele.</p>
<p>&#8220;Houve momentos em que eu pensei que ela iria desistir, não por causa da montanha, mas apenas porque ela disse que sentia saudade de seus filhos e do marido. Mas então, a paixão pela montanha parecia pegá-la de novo, e ela disse que iria escalar.&#8221;</p>
<p>No que parecia ser um dia perfeito em agosto na cordilheira do Karakoram, no Paquistão, Alison Hargreaves olhou para o cume do K2 e deve ter sentido por um breve momento, que a sorte não a tinha abandonado. Afinal, já tinha passado seis semanas sofrendo com as tempestades no acampamento base, e depois de uma subida cansativa de quatro dias através do ar rarefeito para um local a 8.000 metros, o acampamento 4, onde uma equipe, incluindo o americano Rob Slater, iriam agora debater os riscos de uma subida final. Porém, todos estavam esgotados, o tempo sempre cheio de fúria e dentro de uma barraca na segunda montanha mais alta do mundo, poderiam desistir a qualquer momento. Mas nesta noite o céu estava impecável, e a decisão parecia óbvia, o cume estava a menos de 12 horas de distância.</p>
<p>Enquanto isso, Slater, líder de sua equipe de expedição e um escalador de grandes paredes dos Estados Unidos, nunca tinha estado acima de 8.000 metros, mas o que lhe faltava em credenciais e celebridade, ele compensou com uma abordagem quase fanática nas grandes montanhas. Aos 34 anos de idade, ele largou o emprego no setor financeiro para treinar para o K2, e antes que ele partisse para o Paquistão, uma revista de escalada citou o seu comentário: &#8220;Cume ou morrer, de qualquer forma eu ganho&#8221;. Embora ele e Hargreaves nunca tivessem se encontrado antes de chegar ao acampamento base, eles pareceram se dar bem imediatamente. Como um membro da expedição, disse sucintamente: &#8220;Eles trabalharam muito bem juntos.&#8221;</p>
<p>E assim, na manhã de 13 de agosto, uma semana depois de dividir com o resto da equipe, que tinha decidido retornar à civilização, Hargreaves e Slater se juntaram com quatro montanhistas de uma equipe da Nova Zelândia e Canadá, Bruce Grant, Jeff Lakes, Kim Logan, e Peter Hillary, filho de Sir Edmund, o primeiro ocidental a escalar o Monte Everest. Eles deixaram as suas barracas no Acampamento 4 rumo ao cume pela rota da aresta Abruzzi.</p>
<p>Na metade da manhã os montanhistas tinham subido ao declive suave chamado &#8220;The Shoulder&#8221; e foram agrupados em uma rampa íngreme conhecido como &#8220;Gargalo&#8221;, junto com cinco alpinistas espanhóis que haviam iniciado a partir de um acampamento um pouco mais elevado, Javier Escartín, Javier Olivar, Lorenzo Ortiz, Lorenzo Ortas e José Garces. Considerado uma espécie de ponto de não retorno, o Gargalo é uma passagem transversal, que apresenta uma determinada exposição, com penhascos de gelo acima e abaixo. De acordo com Hillary, foi neste momento que o tempo começou a piorar.</p>
<p>&#8220;Grandes Nuvens Altostratus estavam se movendo, e um vento forte soprava neve&#8221;, Hillary se lembraria mais tarde. &#8220;Eu vi todos os que fizeram a travessia. Em seguida, eles desapareceram nas nuvens.&#8221;</p>
<p>Enquanto o resto dos alpinistas continuou em condições de nevasca, Hillary e Logan desceram, convencidos de que uma grande tempestade estava se formando. Visto a uma distância maior, o K2 estava envolto em nuvens. Enquanto isso, um vento polar foi ganhando força ao norte.</p>
<p>Jeff Lakes finalmente decidiu retornar também. Mas como o crepúsculo se aproximava, Hargreaves agora escalando com Olivar, pressionou, e com Slater não ficando muito atrás. Às 18:45h, mais de 12 horas depois da partida, Hargreaves e Olivar informaram por rádio ao Acampamento 4 que eles chegaram ao cume. Estranhamente, não estava nevando em cima. De fato, as condições estavam supostamente esplêndidas. &#8220;O tempo estava bom, realmente excepcional&#8221;, diz Ortas, que atendeu a chamada. &#8220;Eles poderiam facilmente ter descido à luz da lua cheia.&#8221;</p>
<p>Isso, claro, não era bem o caso. De acordo com Ortas, um vento assassino (supostamente soprando a 140 km/h) soprou nesta hora. Os espanhóis tiveram suas barracas destruídas, e Ortas e Garces passaram o resto da noite amontoados em um único saco de dormir. Só poderia ter sido pior se estivessem em altitudes mais elevadas, onde estavam Hargreaves, Olivar, Slater, Grant, Ortiz e Escartín, todos que estiveram no cume, e estavam realizando a descida. Alguém no acampamento base, observando a montanha com binóculos, informou que teve uma visão terrível: alguns alpinistas presos por causa do vento. Não houveram chamadas de rádio, e nenhum corpo foi recuperado.</p>
<p>O alpinista que se arriscou acima do Gargalo, Jeff Lakes, e que conseguiu escapar do turbilhão, levou 30 horas para realizar a descida, nos dentes da tempestade, conseguindo chegar ao acampamento 2, onde ele foi arrastado para uma barraca por um companheiro da Nova Zelândia, mas infelizmente acabou morrendo durante a noite devido aos efeitos da exposição.</p>
<p>De acordo com o espanhol Pepe Garces, Hargreaves passou por ele rumo ao cume, e sua última hora antes da tempestade deve ter sido da maneira como ela tinha imaginado que seria. &#8220;O sol estava se pondo&#8221;, Garces relatou, &#8220;o tempo estava bom, e Hargreaves estava subindo forte&#8221;. Suas palavras só para ele quando ela passou foram: &#8220;Estou indo para o cume&#8221;.</p>
<p>Naquela noite, Hargreaves chegou ao cume do K2, no dia 13 de agosto de 1995, e entrou no livro dos recordes como a primeira mulher no planeta a escalar os dois picos mais altos do planeta, sem oxigênio suplementar. Mas, como os jornais e emissoras de rádio iria relatar alguns dias mais tarde, Alison (considerada por muitos como a melhor alpinista mulher na história) e seis outros alpinistas, nunca desceriam da montanha. Seu corpo nunca foi encontrado. Sua morte foi comentada em todo o mundo, pois ela era uma mulher incrível que fez história no montanhismo.</p>
<p>No dia seguinte, os dois alpinistas espanhóis, Pepe Garces e Lorenzo Ortas, estavam descendo a montanha. Eles haviam sobrevivido à tempestade no Acampamento 4, mas estavam sofrendo de queimaduras e exaustão. Antes de chegar do Acampamento 3, encontraram um agasalho manchado de sangue, uma bota de escalada e um pedaço de corda. Eles reconheceram os equipamentos como pertencentes a Hargreaves. Do Acampamento 3 eles também conseguiram ver um corpo a distância. Mas eles não se aproximaram do corpo, por isso não foi identificado, mas tinham poucas dúvidas de que fosse Hargreaves e concluiram que ela tinha sido arrancada da montanha durante a tempestade.</p>
<p>&#8220;Ela nunca disse que esta teria sido sua última subida&#8221;, disse o Capitão Fawad Khan do Exército paquistanês que estava na base do K2. &#8220;Na verdade, ela disse que logo estaria de volta.&#8221;</p>
<p>No ano seguinte, em 1996, seu marido Jim Ballard acompanhado por seus dois filhos, fizeram uma peregrinação ao Paquistão para ficar na sombra do K2. Ambas as crianças desenvolveram o interesse pela escalada e Jim pretendia fazer dela a sua profissão.</p>
<p><strong>Alison Jane Hargreaves (17/02/1963 &#8211; 13/08/1995 †)</strong></p>
<h2>Mais informações</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FONTES DE PESQUISA:</strong></p>
<p>&#8220;The Last Ascent of Alison Hargreaves&#8221;, Texto de Greg Child, originalmente da revista Outside, Novembro de 1995.<br />
&#8220;1995: British woman conquers Everest&#8221;, news.bbc.co.uk/onthisday/hi/dates/stories/may/13/<br />
&#8220;K2: the final hours&#8221;, The Independent, Londres, Domingo, 20 de Agosto de 1995<br />
&#8220;Alison&#8217;s Last Mountain&#8221;, TV Review: Inside Story, BBC1, 9/2/96<br />
Climbing Magazine Issue no. 156<br />
www.mounteverest.net/news.php?id=10298<br />
www.answers.com/topic/alison-hargreaves<br />
www.everesthistory.com/climbers/alisonhargreaves.htm<br />
www.marktwight.com/<br />
www.pocanticohills.org/womenenc/hargreaves.htm</p>
<p><strong>VIDEO</strong></p>
<p>Entrevista com Jim Ballard, marido de Alison<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=eNtt0PqzA6w" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=eNtt0PqzA6w</a></p>
<p><strong>LIVRO</strong></p>
<p>A HARD DAY&#8217;S SUMMER: SIX CLASSIC NORTH FACES SOLO. Hargreaves 1994 1st UK edition. By Hargreaves, Alison.</p>
<p><strong>FOTOS:</strong></p>
<p>1- Alpinistas no KANGTEGA, a subida na face noroeste do Kangtega, Solu Khumbu, Nepal, por Jeff Lowe, Alison Hargreaves, Marc Twight, Tom Frost, na pré-monção de 1986. Imagem www.frostworksclimbing.com<br />
2- Abril 1986, Alison Hargreaves durante a primeira ascensão da aresta noroeste do Kangtega (6.799m). Imagem www.marktwight.com<br />
3- Climbing Magazine Issue no. 156 &#8211; Alison Hargreaves na Aresta Noroeste do Kangtega, 1986. Foto Marc Twight / climbing.com<br />
4- Abril 1986, Alison Hargreaves durante a primeira ascensão da aresta noroeste do Kangtega (6.799m). Imagem www.marktwight.com<br />
5- Alison Hargreaves antes de sua tentativa no Everest. Imagem blog.ca.jpeg<br />
6- Alison Hargreaves e seus filhos Kate (esquerda) e Tom (direita). Imagem  Fotodailymail.co.uk<br />
7- Alison Hargreaves no Everest. Foto blog.ca<br />
8- Livro escrito em 1994 por Alison: A HARD DAY&#8217;S SUMMER: SIX CLASSIC NORTH FACES SOLO<br />
9- Alison Hargreaves em atividade na montanha. Foto independent.co.uk</p>
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		<title>Ranzinza e Rabugento &#8211; Nova via de Escalada na Pedra da Gávea</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Estevez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Paulo Faria]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Mais uma viazinha&#8230;.<br />
Dessa vez conquistada com meu amigo Rabugento <strong>Antonio Paulo Faria</strong>.</p>
<div id="attachment_5741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a rel="attachment wp-att-5741" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/ranzinza-e-rabugento-nova-via-de-escalada-na-pedra-da-gavea/dsc01768"><img class="size-medium wp-image-5741" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC01768-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">AP se empenhando <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Segue relato enviado pelo AP à lista da FEMERJ:</p>
<p>“Nova via na Pedra da Gávea. Abrimos nesta quarta (28/09), em apenas 6 horas! A nova linha possui uma enfiada e meia muito variada: fendas técnicas, agarras, teto e aderência, com proteção mista (10 grampos de 12 mm), podendo ficar na casa do sexto grau (VI E2). Ela começa da Chaminé Ely, logo acima da grutinha.</p>
<p>O começo é um sistema de fendas técnicas (V ou VI), com boa proteção para Camalot de médio a grande. O primeiro grampo fica a 10 m de altura. Do segundo grampo a via segue em diagonal para a direita (III), passando por outro sistema de fenda/canaleta (V), protegida com peças média ou grande. Dai segue em horizontal por debaixo do teto, por uns 6 m. O domínio do teto (maneirissimo!!) é feito na extrema direita. Depois a linha segue em diagonal para a esquerda, mesclando lances de agarras e aderência até o final (V) com cinco proteções fixas.</p>
<p>Um jogo de Camalot até o #4 é suficiente, entretanto, para quem gosta de mais &#8220;conforto&#8221;, pode levar os números 1, 2 e 3 repetidos (opcional). Mas se não tiver não tem problema, pode-se parar em qualquer grampo para recuperar as peças. Por isso a via não tem parada definida, depende do &#8220;freguês&#8221; e pode ser repetida com corda única de 50 m.</p>
<p>Fica na sombra de manha (até as 10h) e a tarde. O visual dispensa comentários.</p>
<p>Conquistadores:<br />
Antonio Paulo Faria<br />
Arthur Garcia Solleiro Estevez (mais conhecido como Arthurzinza)”</p>
<p>Tenho que completar esse relato&#8230;&#8230;<br />
Já escurecendo e chegando no carro, sentamos para separar os equipos.<br />
Quando Antonio Paulo vê o pacote de Bonu de Morango e “rabuja”: “Vê se da próxima vez trás um biscoito que preste&#8230;. que demorando essa porcaria não tem nada&#8230;.”<br />
Caracoles&#8230;&#8230;&#8230;. até o biscoito que eu levo pra escalada o cara quer regular??!?!?!?!?!?!? <img src='http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5742" href="http://www.adventurezone.com.br/blog/ranzinza-e-rabugento-nova-via-de-escalada-na-pedra-da-gavea/ranzinza-e-rabugento"><img class="aligncenter size-large wp-image-5742" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/ranzinza-e-rabugento-722x1024.jpg" alt="" width="650" height="922" /></a></p>
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		<title>ABADALADA &#8211; Nova via de escalada na Zona Sul do Rio</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/a-badalada-nova-via-de-escalada-na-zona-sul-do-rio</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Estevez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur estevez]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Xaropinho]]></category>

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		<description><![CDATA[ABadalada. Em alguns países Católicos a badalada de um sino serve para avisar aos fieis que a hora de rezar por Deus chegou, na Holanda o badalar de um sino... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/a-badalada-nova-via-de-escalada-na-zona-sul-do-rio">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><strong>ABadalada.</strong></p>
<p>Em alguns países Católicos a badalada de um sino serve para avisar aos fieis que a hora de rezar por Deus chegou, na Holanda o badalar de um sino serve também para localizar o gado e aqui no Morro dos Cabritos as badaladas do sino da Igreja São Benedito indica a hora que você deve descer da escalada antes que frite a moleira no sol de meio-dia.<br />
ABadalada também é o nome da via que terminei de conquistar com Xaropinho (Gideão Mello) no dia 17 de setembro de 2011 e que vou relatar aqui nesse post.</p>
<h5><img class="aligncenter size-full wp-image-5638" title="03355" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/03355.jpg" alt="" width="640" height="480" /></h5>
<p>Deixei a moto no mecânico e andava perdido pelas ruas do Bairro Peixoto só de olho naquela face que sempre me atraíra. Subi e descia a Rua Santa Clara até perceber que o melhor ponto de vista que teria da montanha seria a partir da pracinha chamada de Vereador Rocha Leão. Ali fiquei namorando uma linha, até encanar em procurar saber como ia fazer pra chegar à base da parede. Voltei em direção a Santa Clara e via uma escadaria que sabia que daria no meio da Comunidade, mas eu com essa cara de “Alemão” não ia me atrever&#8230;..<br />
Eu ainda meio hipnotizado pela parede escuto: “Coe maluco&#8230;. ta perdido ae??”<br />
Era o Xaropinho descendo as escadas. Troquei uns bons minutos de papo com ele e no final já estávamos combinando abrir uma linha, só ainda não sabíamos qual.<br />
Poucos dias depois nos encontramos na Praça Ver. Rocha Leão de onde pude mostrar a linha que queria abrir e pensamos qual a melhor maneira de chegar à base.</p>
<h5>
<div id="attachment_5639" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5639" title="C03651" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/C03651.jpg" alt="" width="640" height="415" /><p class="wp-caption-text">Parede onde abrimos ABadalada e onde Xaropinho vem abrindo algumas vias.</p></div></h5>
<p>Devido ao sol que bate na parede, combinamos no fim do dia e por isso, esse não foi um dia de conquista muito longo, mas posso afirmar que produtivo. Abrimos toda a trilha que percorria por uma vegetação de encosta e muito Arranha Gato. Ainda batemos mais 3 chapas e demos o dia por finalizado, deixando a primeira fendinha para a próxima investida.</p>
<h5>
<p><div id="attachment_5640" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5640" title="03208" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/03208.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Segunda chapa da via.</p></div></h5>
<p>A segunda investida de conquista na via o Xaropinho estava tirando umas fotos do HighLine que tinha montado na mesma montanha e não pode ir. Nesse dia eu estava com Rodrigo (Sampaio Primo). Rapidamente tinha passado as três primeiras chapas que deve dar um 4º e entrei na tão “namorada” fenda.<br />
No mesmo momento chegava o casal, Xarope e Stephany que fizeram umas fotos alucinantes a partir de um costão.</p>
<h5><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Passando a primeira fenda bati uma chapa em um lance mais em pé que também não dá mais que um 4º, acessei a segunda fenda e bati a primeira parada.</span></h5>
<p>Já sabendo que em pouco tempo a luz ia cair demos o segundo dia por encerrado.<br />
Antes da nossa terceira investida o Xaropinho tinha acessado com a Stephany o vara mato que nossa via iria passar por outro caminho mais fácil e tinha feito uma “limpa” e deixou também uma corda fixa da P1 até a base.<br />
A corda fixa nos ajudou a ganhar tempo em nossa terceira investida, dessa vez tínhamos combinado na parte da manhã. Jumariamos até P1 e remanejamos a posição da P1, buscando uma linha mais limpa e reiniciamos o trabalho.<br />
Xarope conquistou esse trecho, que foi “esticado”, mas bem fácil e logo entrou no vara-mato onde batemos a segunda parada.<br />
Já com a P2 batida reiniciei a conquista por uma bela fendinha que em seu domínio me pareceu dar um 5+ (pode ser que algumas pessoas de um 6º), nessa fendinha protegi com um 0.5 (Camalot) e após dominar a fenda, bati uma chapeleta para evitar a queda de base. Toquei mais alguns metros e bati uma segunda chapeleta passando as honras para o Xarope que bateu mais duas proteções chegando a um platô que dá acesso à canaleta que vinha mirando desde o “asfalto”.<br />
Ele gritou: “Arthur&#8230;.. vou te deixar onde você queria.”<br />
E a empolgação batia.</p>
<p>Ele me chamou desse platô e fiz uma pequena travessia fácil para esquerda por cima de umas bromélias, bati a chapa que seria a P3 e chamei meu parceiro.<br />
Ficamos namorando a canaleta que se mostrava cega e linda.<br />
Estávamos em cima da hora para as badaladas, mas mesmo assim me veio um estimulo de bater nem que fosse uma chapa dentro da canaleta e iniciar a quarta enfiada.<br />
Iniciei meio torto a escalada, não sabia se entrava em “chaminé, em “tesoura”, ou de cabeça pra baixo na canaleta, mas fui lagarteando e cheguei a uma pequena fenda onde coloquei o 0.3 e praticamente colado o 0.5, dei mais algumas passadas utilizando a técnica “sobe pra não cair” e arrumei uma posição “boa” onde pude livrar uma das mãos para bater a primeira proteção da enfiada.</p>
<p>A furadeira cantou, a chapa entrou e deixamos e resto pra depois, antes que o sol maltratasse a gente mais do que deveria.</p>
<p>Nossa quarta investida era pra finalizar e rolava uma expectativa sobre a canaleta.<br />
Com uma corda fixa até a P2 ganhamos tempo, repeti a terceira enfiada e vi que ainda tem muito o que quebrar. Subia com uma parte das tralhas pendurada em meu baudrier, outra parte ia com o Xaropinho na mochila.<br />
Organizamos tudo na P3 para reiniciar os trabalhos, fui leve até a chapa repetindo o “lagarteio” de antes, de lá provei como seriam os próximos movimentos e percebi que essa chapa iria ser batida pendurado em um buraco de Cliff, chapa batida.<br />
Novamente provei os movimentos do lance seguinte, desescalei e refiz o lance em buraco de Cliff batendo mais uma proteção.</p>
<p><div id="attachment_5641" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-5641" title="03809" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/03809.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Conquistando o lance de 7a.</p></div>
<h5><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">O lance ficava interessante, mas faltava uns metros para dominar a barriga final.</span></h5>
<p>Acreditava que esses metros iam ser fáceis, mas quebrei a cara e tive que fazer um movimento pagando pra ver, mas nada quebrou e eu dominei o platô, subi mais alguns metros e cheguei ao costão, bati nossa ultima proteção e demos a via como acabada.<br />
Xarope veio de segunda pra confirmar se a via era um 6º ou um 7º. Ele deu sétimo, principalmente pelos movimentos serem “alongados” e a envergadura fazer total diferença.</p>
<h5>
<div id="attachment_5642" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-5642" title="C03826" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/C03826.jpg" alt="" width="480" height="640" /><p class="wp-caption-text">Dominando o crux</p></div></h5>
<p>Gastamos um tempo tirando fotos e andando por um costão até o cume. De cima podemos ver os últimos metros da Chaminé Cinqüentenário e avistamos o cabo de aço do final da via.<br />
Iniciamos o rapel e antes das badaladas estávamos de volta ao chão e com a via devidamente terminada.</p>
<h5>
<p><div id="attachment_5643" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-5643" title="C03835" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/C03835.jpg" alt="" width="640" height="475" /><p class="wp-caption-text">Final da via.</p></div></h5>
<p>Grau sugerido da via: 4º VIIa E2/3 D1 – 160m.</p>
<p><div id="attachment_5649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><img class="size-full wp-image-5649" title="abadalada vertical c" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/croqui-abadalada.jpg" alt="" width="431" height="640" /><p class="wp-caption-text">Croqui</p></div>
<h5></h5>
<p>Essa via foi conquistada com as proteções fornecidas pela CUMES e será doada ao Clube Excursionista Rio de Janeiro.</p>
<p>Equipamento sugerido: 11 costuras, .3 ao 3 (Camalot) podendo repetir do .5 ao 1 e corda de 60 metros.<br />
Os rapeis são feitos por chapeletas de argola.</p>
<p>Como Chegar: Existem duas maneiras de chegar, uma é subir a escadaria no final da Rua Santa Clara até a Rua Euclides da Rocha. Outra maneira e subir a Ladeira dos Tabajaras e seguir pela Rua Euclides da Rocha, no final da Euclides subir um costãozinho que logo chega a uma trilha ainda pouco batida, mas evidente.<br />
O final da rua é onde os caminhões fazem o retorno, então não deixar carro ou moto no final da rua.</p>
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		<item>
		<title>Enduro de Bike &#8211; Ivoti RS</title>
		<link>http://www.adventurezone.com.br/blog/enduro-de-bike-ivoti-rs</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 23:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Enduro de Bike]]></category>
		<category><![CDATA[equipe Kaapora]]></category>
		<category><![CDATA[Ivoti]]></category>

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		<description><![CDATA[11 de Setembro. Uma data marcante para a história do mundo e que agora ganha mais destaque para a Cidade de Ivoti/RS, pois, neste último domingo foi realizado o 3º... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/enduro-de-bike-ivoti-rs">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>11 de Setembro. Uma data marcante para a história do mundo e que agora ganha mais destaque para a Cidade de Ivoti/RS, pois, neste último domingo foi realizado o 3º <strong>Enduro Bike</strong> de Regularidade, evento válido pela quinta etapa do campeonato gaúcho da modalidade.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5630" title="bike 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/bike-4.jpg" alt="" width="720" height="478" /></p>
<p>O anúncio de um final de semana de tempo firme e com sol confirmou a presença de uma grande quantidade de atletas. Foram 9 duplas na categoria Elite, 9 competidores na categoria Solo e mais 29 duplas na categoria Iniciante. Muitos participantes, de todas as partes do estado, a fim de curtir as trilhas da região.</p>
<p>A <strong>Equipe Kaapora</strong>, assim como no ano anterior, fez parte da organização da prova, ajudando na montagem do trajeto, arrecadando brindes e também no dia da prova e nos PCs. E falando em brindes, a <strong>Proativa</strong>, parceira de nossa equipe de aventura, conseguiu enviar algumas bolsas de selim (que foram sorteadas) e adesivos da marca <strong>Deuter</strong> (incluídos nos kits entregues aos atletas). Os que foram contemplados ficaram surpresos e curtiram muito os brindes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5631" title="bike 1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/bike-1.jpg" alt="" width="720" height="478" /></p>
<p>Além disso, cada equipe recebeu um Kit contendo o numeral da prova, mais alguns brindes e a última edição a <strong>Revista Go!Faster</strong>, que deixou este ainda mais completo. Outros parceiros<strong> Kaapora</strong> que apoiaram o evento foram Ciclista <strong>Dione</strong> e <strong>Diego Fávaro </strong>Graphic Design.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5632" title="bike 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/bike-2.jpg" alt="" width="720" height="478" /></p>
<p>A <strong>Prefeitura Municipal de Ivoti</strong>, através do Departamento de Desporto, forneceu o apoio necessário para a realização e sucesso do evento, demonstrando seu respeito por todos os tipos de esportes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5633" title="bike 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/bike-3.jpg" alt="" width="720" height="478" /></p>
<p>Muito obrigado a todos os envolvidos na organização, aos apoiadores, patrocinadores e também aos atletas que prestigiaram o nosso evento e conheceram um pouco mais da região.</p>
<p>Um grande abraço!</p>
<p><a href="chicorm@equipekaapora.com.br" target="_blank">Francisco Rotta Muller</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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