35 dias viajando! Um rolê pela Argentina e Chile. Com uma motivação principal: atingir uma montanha de 6.000 metros de altitude.
Após baixarmos e descansarmos um dia movemos, nosso acampamento base para a região de El Salto, a 4.200 metros de altitude. E de lá, dois dias depois e as quatro da manhã partimos em direção do Cerro Plata, com 6.300 metros. O plano de aclimatação até então se mostrava perfeito, estávamos fortes e motivados. No entanto a apenas 100 metros do cume a somos vencidos pelo mal da montanha que chegou rapidamente. Lígia começou a vomitar e ter alucinações e decidimos baixar imediatamente, mesmo com o cume ao alcance próximo, menos de vinte minutos com certeza.
Graças a Deus nada de mais grave ocorreu. Com a redução da 35 dias viajando! Um rolê pela Argentina e Chile. Com uma motivação principal: atingir uma montanha de 6.000 metros de altitude.
Com essa idéia na cabeça eu, George Volpão e minha esposa, Lígia Maria deixamos o Brasil por via aérea dia 25 de janeiro rumo a Córdoba, Argentina. Estivemos por lá apenas um dia, pois a ansiedade em chegar logo a região do Cordón del Plata era grande. Como o principal cume da região tem 6.300 metros e possui uma aproximação teoricamente fácil, é muito procurado por quem pretende se aclimatar antes de encarar o Teto das Américas. Para chegar até lá passamos na cidade de Mendoza, onde rolaram os preparativos finais antes de encarar dez dias na montanha. O acesso se faz pela estação de esqui de Vallecitos, a 90 quilômetros de Mendoza.Escalar uma alta montanha exige paciência, pois o corpo precisa se aclimatar. Porém já no terceiro dia por lá uma conquista. Junto com a Lígia atingimos o cume do Cerro Franke, com 5.100 metros de altitude. O primeiro cume nos Andes a gente nunca esquece! Mas esse não era o objetivo principal. Após baixarmos e descansarmos um dia movemos, nosso acampamento base para a região de El Salto, a 4.200 metros de altitude. E de lá, dois dias depois e as quatro da manhã partimos em direção do Cerro Plata, com 6.300 metros. O plano de aclimatação até então se mostrava perfeito, estávamos fortes e motivados. No entanto a apenas 100 metros do cume a somos vencidos pelo mal da montanha que chegou rapidamente. Lígia começou a vomitar e ter alucinações e decidimos baixar imediatamente, mesmo com o cume ao alcance próximo, menos de vinte minutos com certeza.
Graças a Deus nada de mais grave ocorreu. Com a redução da altitude, Lígia retomou o controle de sua situação. Aprendemos a lição: ouvir os sinais do corpo e ter muita humildade e respeito pela montanha.
Após esses dias no Plata partimos para o Chile. Antes, uma passadinha rápida em Puente Del Inca, onde começa a caminhada rumo ao Aconcágua. Infelizmente a comercialização excessiva da montanha a torna menos atraente que tempos atrás. Muita gente buscando o Aconcágua apenas como troféu, por ser o mais alto das Américas. Esquecem que o mais legal da montanha é simplesmente “estar” nela, vivenciar cada momento… Mas essa é outra história.
Já no Chile eu e Lígia partimos para um trekking de quatro dias na região do El Plomo, fazendo cume do La Parva, com 4.047 metros de altitude. Região espetacular!
Antes do retorno ao Brasil decidimos por uma atividade mais turística e urbana: Conhecemos mais profundamente a capital chilena e visitamos Valparaíso, importante e histórica cidade do país. Fomos também a San José de Maipo, pitoresca cidade aos pés dos Andes.
O retorno também foi via Córdoba, na Argentina, agora com alguns dias livres para rodar bem a cidade antes de tomar nosso vôo ao Brasil.
Para mais informações visite: www.georgenasnuvens.blogspot.com ou me envie um mail: george@territorioonline.com.br
Um grande abraço y Buenas!
George “Pepe” Volpão





