
Todo mundo já ouviu falar de chá verde alguma vez na vida. E longe do estereótipo de chazinho pra doentes ou super-mega dietas, esta bebida pode realmente ajudar seu corpo em alguns sentidos e vou tentar mostrá-los agora.
Muitas pessoas bebem café porque acham que a cafeína os ajuda a se manterem acordados e ativos para suas práticas diárias. A verdade, porém, é que café em excesso pode causar um esgotamento do corpo por excitar, em demasia, o sistema nervoso central. E o café nada mais é que um shot de cafeína, que é absorvido pelo seu corpo instantaneamente. O chá verde, por outro lado, contém metade da cafeína do café* e juntamente com seus outros componentes (antioxidantes e taninos) aumentam os benefícios para sua saúde diminuindo os efeitos colaterais da cafeína. Ele é absorvido durante um certo tempo e por isso seus efeitos são mais prolongados.
* Verificar tabela nutricional do chá verde antes da compra. Existem chás verdes de alta qualidade que contém mais cafeína que o café! – A sugestão que deixo é o Bancha Yamamotoyama de preço bom, nacional, qualidade satisfatória e pouca cafeína!
[fonte: Amazing Green Tea]
Existem muitos especialistas que acreditam que os antioxidantes têm o poder de aliviar o ácido lático formado em nossos músculos. Uma explicação básica: Os radicais livres, em nosso organismo, juntamente com outras susbstâncias, destroem as células dos músculos e o resultado é aquela famosa sensação de dor latente. Os estudos mostram que após treinamentos físicos pesados, os antioxidantes conseguem criar uma barreira contra os radicais livres reduzindo, significantemente, os danos aos músculos. Daí podemos dizer que o chá verde é uma mão na roda pois ele é uma conhecidíssima fonte natural de antioxidantes! Tudo o que você tem de considerar é tomar uma boa xícara de chá antes dos treinamentos e tentar adotá-lo em seu dia-a-dia sem exageros! Tudo o que é demais, prejudica também.
[fonte: Skyward Mountaineering]
Os outros benefícios do chá verde são: combate ao câncer e ao envelhecimento, prevenção de doenças cardíacas e circulatórias, diminuição das taxas do colesterol ruim além de ser diurético e um excelente laxante natural. O chá verde também possui manganês, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina K, vitamina B1 e a vitamina B.
[fonte: Wikipedia]
Parece um milagre mas ele está longe de ser o elixir da vida. Ele apenas nos dá uma mãozinha na nossa saúde assim como tantos outros alimentos quando estudados e corretamente preparados. Achei que seria legal dar uma divulgada neste assunto já que sou uma apaixonada por chás e uma escaladora. Espero que tenha sido útil para vocês!
(Originalmente publicado em lojinhadeescalada.blogspot.com)
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Abraços da Yuri!
Todo mundo já ouviu falar de chá verde alguma vez na vida. E longe do estereótipo de chazinho pra doentes ou super-mega dietas, esta bebida pode realmente ajudar seu corpo em alguns sentidos e vou tentar mostrá-los agora.

Este artigo visa esclarecer escaladores e excursionistas sobre a leishmaniose tegumentar, uma doença que tem se tornado do interesse geral de todos, uma vez que tem acometido alguns escaladores de Belo Horizonte.
Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que a doença que é conhecida popularmente como Leishmaniose na verdade são duas: leishmaniose visceral (também conhecida como calazar), que ataca órgãos internos, e leishmaniose tegumentar (também conhecida como úlcera de Bauru), que causa feridas na pele. Há também a forma mucocutânea da doença, que é um agravamento da leishmaniose tegumentar.
As leishmanioses são causadas por protozoários flagelados do gênero Leishmania. Estes parasitas atacam e destroem células de defesa do nosso corpo chamadas de macrófagos, que geralmente são encontrados no tecido conjuntivo-tecido no qual estes parasitas causam grande destruição. No Brasil, a leishmaniose tegumentar é causada pelas espécies do complexo Leishmania braziliensis, e a leishmaniose visceral pelas espécies do complexo Leishmania chagasi (diz-se “complexo” porque o que se acreditava até algum tempo ser duas espécies, agora se sabe que são várias).
Este artigo visa esclarecer escaladores e excursionistas sobre a leishmaniose tegumentar, uma doença que tem se tornado do interesse geral de todos, uma vez que tem acometido alguns escaladores de Belo Horizonte.
Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que a doença que é conhecida popularmente como Leishmaniose na verdade são duas: leishmaniose visceral (também conhecida como calazar), que ataca órgãos internos, e leishmaniose tegumentar (também conhecida como úlcera de Bauru), que causa feridas na pele. Há também a forma mucocutânea da doença, que é um agravamento da leishmaniose tegumentar.

Postado por Administrador em 27 de março de 2009
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As mochilas geralmente aguentam as adversidades encontradas em atividades ao ar livre. Porém, são necessários alguns cuidados e manutenção, para que sua companheira de aventuras dure por muito tempo.


Postado por Administrador em 25 de março de 2009
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O equipamento a ser usado pelo peregrino deve ser de boa qualidade, impermeável e confortável.
Calçado

O primeiro deles, o que deve ser primeiro adquirido, é o calçado. Botas ou tênis, o importante é que sejam amaciados, sejam confortáveis e impermeáveis. Devem ser em numero maior que o usado habitualmente (um a dois números, dependendo do peregrino), pois os pés edemaciam e ao final do dia o calçado se torna desconfortável e há o risco de unhas serem perdidas.

Postado por Coluna do Peregrino em 20 de março de 2009
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Surf e Música Mundial em Essaouira
Após dias no calor escaldante de um microônibus, viajamos por três horas, só eu e Taty em um busão de verdade, com ar condicionado! Luxo absoluto! Paramos na estrada para uma água e o calor parecia nos cozinhar como em um microondas.
Surf e Música Mundial em Essaouira
Após dias no calor escaldante de um microônibus, viajamos por três horas, só eu e Taty em um busão de verdade, com ar condicionado! Luxo absoluto! Paramos na estrada para uma água e o calor parecia nos cozinhar como em um microondas.

Passeio pelo colorido mercado

Pode parecer muito simples, mas montar sua mochila corretamente tem seus detalhes. Já vimos em outro post, como ajustar a mochila corretamente. Agora, vamos aprender como colocar as coisas dentro da mochila para que a caminhada seja excelente!

Temos sempre que pensar em centro de massa. Para evitar perdermos o equilíbrio ao caminhar nas trilhas, o centro de massa da mochila deve estar próximo às costas do usuário.
Os itens mais leves (geralmente o saco de dormir) devem ser colocados no compartimento inferior, como mostra a ilustração acima. É importante que este compartimento esteja separado do compartimento maior, pois a mochila é projetada de forma que o peso da mochila seja deslocado para a barrigueira, e consequentemente para as pernas, onde temos mais força.
Os itens mais pesados devem ser colocados no compartimento principal, próximo às costas do usuário, e centralizado entre as alças. Com isso, naturalmente, o centro de massa da mochila fica próximo do usuário. Você pode colocar mais itens leves atrás destes equipamentos mais pesados.
Objetos pequenos devem ser colocados na tampa da mochila, para que o acesso seja facilitado.
Cuidado para que a mochila esteja sempre balanceada. Nunca coloque algo mais pesado de um lado, pois ao longo do dia, você vai acabar sentindo um desconforto por esta diferença de peso de um lado para o outro da mochila.
Além disso, o ideal é que todo o seu equipamento esteja dentro da mochila, e não pendurado do lado de fora, pois além da possibilidade de deslocar o centro de massa de forma desfavorável, você não vai conseguir usar a capa de chuva da mochila e pode danificar seu equipamento em algum arbusto, por exemplo.
Lembre-se: se o seu equipamento não cabe na mochila, ou ela está pequena demais ou você está levando coisa demais!
Boa caminhada!

Postado por Administrador em 13 de março de 2009
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Raquel Guilhon no Mau Olhado V9. Foto: Ricardo Cosme
No intuito de divulgar o que as mulheres andam escalando por aí e também estimular outras mulheres com seus projetos, este artigo será publicado de tempos em tempos com as atualizações das cadenas brasileiras. Se você quiser compartilhar sua conquista conosco ou para nos enviar qualquer informação à respeito, basta clicar aqui.
Aqui não é disneylândia!
O que lhes conto aqui hoje, e uma passagem absolutamente especial.
Rumo ao Deserto do Saara
Logo cedo, encontramos nosso grupo de 14 pessoas de diversas partes do mundo e embarcamos em um minibus rumo ao temido Deserto do Saara.
Aqui não é disneylândia!
O que lhes conto aqui hoje, e uma passagem absolutamente especial.
Rumo ao Deserto do Saara
Logo cedo, encontramos nosso grupo de 14 pessoas de diversas partes do mundo e embarcamos em um minibus rumo ao temido Deserto do Saara.

Após escalar o Tronador e no Frey era a vez de Arenales.

Campanille Alto no fundo

Postado por Arthur Estevez em 9 de março de 2009
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