Energia na Escalada
Qualquer movimento realizado, seja ele se exercitando ou no dia-a-dia, envolve gasto de energia. O ser humano consegue energia através dos alimentos, após ingeridos os alimentos precisam sofrer algumas reações químicas para que se transformem em energia química afim de ser usada como combustível para o corpo.
A principal fonte de energia encontra-se nos carboidratos, a sua composição é simples, o que facilita a degradação e a rápida absorção pelo organismo. Os alimentos que proporcionam energia de maneira imediata são encontrados na forma natural, frutas, mel, leite entre outros. Hoje já encontramos no mercado diversos suplementos alimentares, entre eles podemos destacar o gel de carboidrato, muito usado em atividades de longa duração para repor os estoques de energia.
O que vai ditar o quanto de energia se precisa, será a intensidade da atividade, ou seja, dependendo da atividade realizada iremos retirar energia dos estoques armazenados no organismo e se a atividade se prolongar ou ficar mais intensa, haverá a necessidade de produzir mais energia para que o exercício se estenda.
Todo alimento ingerido será metabolizado, transformado em um composto chamado ATP (trifosfato de adenosina) e armazenado no organismo. Podemos processar 3 tipos diferentes de sistemas para produção de energia:
1) ATP-CP: esse sistema providencia energia para contração muscular nos primeiros segundos do exercício (durante aproximadamente 5 segundos), necessita de poucas reações químicas e não requer oxigênio, mais presente nos exercícios de curta duração e com intensidade alta. Por durarem apenas alguns segundos, necessitam de um suprimento rápido de ATP que estão armazenados nos músculos. A sua ressíntese é realizada durante a recuperação do exercício. Na escalada, podemos encontrar o uso desse sistema na modalidade Bouldering, quando a quantidade de movimentos de um “problema” são pequenos e com lances explosivos como os “botes”, por exemplo.
Escalada em Boulder
2) Glicólise Anaeróbia ou Glicolítico: é um sistema de produção de energia intermediário, comduração entre 1 a 3 minutos. A quebra da molécula de ATP da origem ao piruvato que por sua vezquando degradado produz energia, porém o piruvato não convertido dará origem ao ácido lácticoem forma de lactato que ficam armazenados no sangue e nos músculos, podemos conseguirenergia a partir do lactato, porém quando suas concentrações se elevam, atingem asterminações nervosas, inviabilizando as contrações musculares e a continuidade do exercício. Acredita-se que seja esse o principal sistema responsável para a produção de energia na maioriadas vias de escalada esportiva (dependendo da duração da via), pois o tempo de duração égeralmente o mesmo de uma via esportiva com intensidade alta, por isso a preocupação com aquantidade de lactato sangüíneo.

Escalada em Falésia
3) Oxidativo ou Aeróbio: Basicamente é a produção de energia com a utilização de oxigênio.Por ordem, é a 3ª via energética e entrar em trabalho, geralmente a partir dos 3 minutos, antesdisso as outras vias metabólicas estão sendo utilizadas. Também por ordem, nesse sistemaenergético os carboidratos são metabolizados primeiros, após as reservas de carboidratos se esgotarem, só então as gorduras são degradadas. As proteínas a princípio não são degradadas,porém após um longo período de jejum em exercícios prolongados e ao final das reservas degorduras serem metabolizadas, as proteínas podem também entrar no processo metabólico. Diferente do sistema energético anterior (Glicólise Anaeróbia), o piruvato não é transformado emácido láctico. Muitos autores na área de treinamento em escalada não dão importância aotreinamento cardiorrespiratório e por isso essa última via metabólica não é levada emconsideração na montagem dos treinamentos, porém se levarmos em conta vias de escaladaque tenham longas caminhadas, tanto esportivas quanto tradicionais, esse sistema energético é importantíssimo e conseqüentemente o treinamento cardiorrespiratório.

Escalada em Via Longa
Fontes: FLECK & KRAEMER, 2006; PADRENOSSO, 2007; POWERS & HOWLEY, 2000.
André L. Padrenosso.
Graduado em Educação Física e Pós-graduado em Treinamento Desportivo.
Contato: padrenosso@hotmail.com
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Lanternas Princeton Tec ganham prêmio na Revista Mountain Biking UK (MBUK)!
Lanternas EOS e Swerve da Princeton Tec ganham BIG VALUE e MOST WANTED na revista Inglesa Mountain Biking UK!
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Relâmpagos
Os relâmpagos matam mais pessoas no Brasil do que qualquer outro evento meteorológico. Segundo o ELAT (Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em média, 150 pessoas morrem por ano. Mas, para alívio de todos, apenas 20 ou 30 % das pessoas atingidas por relâmpagos morrem. Estatisticamente, só as vítimas que sofrem parada cardíaca imediata vêm a falecer (a não ser que recebam tratamento adequado – Ressucitação Cardio-Pulmonar (RCP) – o que não é sempre possível). O restante sofre uma série de ferimentos, alguns sérios, mas sobrevivem.

Existem várias situações em que um relâmpago pode atingir uma pessoas.
Atingimento Direto: É quando o relâmpago atinge o objeto ou pessoa diretamente, atravessando o objeto até chegar ao solo. Os relâmpagos procuram o caminho mais curto e de menor resistência até chegar ao solo. Uma pessoa no cume de uma montanha durante uma tempestade, se torna um caminho perfeito para relâmpago chegar ao chão.
Descargas Laterais: Neste caso, o relâmpago atinge algo que não uma pessoa (uma árvore ou pedra) mas “pula” pelo ar, formando um arco, e atinge alguém cujo corpo ofereça uma resistência menor à carga elétrica do que o objeto atingido inicialmente. Descargas laterais também podem ocorrer de pessoa para pessoa.
Contato: É quando a descarga elétrica atinge alguém que estava em contato com algo que foi atingido por um relâmpago, seja diretamente ou por descargas laterais.
Flashover: Este tipo de evento se dá quando o raio passa por fora do corpo em vez de atravessá-lo. Roupas molhadas de chuva ou suor contribuem para que este efeito ocorra. Quando ele acontece, a umidade nas roupas e calçados evapora rapidamente, expulsando estes objetos de forma abrupta do corpo, quase como uma explosão, causando queimaduras na pele.
Corrente no Solo: A carga elétrica é conduzida pelo solo, após atingir um objeto qualquer. Se alguma pessoa estiver próxima ao objeto atingido pelo raio, ela pode se ferir como resultado do fluxo de eletricidade passando pela terra.
TIPOS DE FERIMETOS
Os relâmpagos podem causar ferimentos múltiplos, de tipos diferentes, indo desde parada cardíaca até queimaduras sérias e fraturas.
Quando alguém é atingido por um raio, a primeira coisa a se fazer é verificar o ABC da Vida (Vias Aéreas, Respiração e Circulação). Caso necessário, proceder a RCP.
Parada Cardíaca: A corrente elétrica muitas vezes interrompe o ritmo natural dos batimentos cardíacos. Se o coração está sadio, normalmente ele volta a bater sozinho. Porém, ele pode não voltar caso tenha sofrido alguma lesão, ou voltar e parar de novo, caso o coração tenha sofrido uma privação prolongada de oxigênio, como no caso de uma parada respiratória. Neste caso, a RCP deve ser iniciada imediatamente.
Ao contrário do que muitos acreditam, uma pessoa que foi atingida por um relâmpago não permanece com carga elétrica. Portanto, nunca espere para iniciar a RCP.
Parada Respiratória: A área do cérebro que controla a respiração e os músculos utilizados podem ser paralisados pela corrente elétrica. Esta interrupção na respiração pode ser prolongada, levando a vítima a ter uma segunda parada cardíaca, quando o coração retorna os batimentos depois de uma primeira parada. Em caso de parada respiratória, ventilação artificial deve ser iniciada imediatamente.
Problemas Neurológicos: De um modo geral, a vítima entra em um estado de inconsciência. Algumas pessoas irão sofrer uma paralisia temporária, principalmente nas extremidades inferiores. A descarga elétrica também pode resultar em perda de memória.
Queimaduras: São raros os casos de queimaduras profundas de pele e músculos, mas queimaduras superficiais são comuns. A maioria das queimaduras são de primeiro ou segundo grau, mas podem ocorrer queimaduras de terceiro grau.
Queimadura de primeiro grau é aquela que deixa a primeira camada da pele vermelha e dói ao ser tocada. Um exemplo são as queimaduras solares. As dores passam em 3 ou 4 dias e a pele começa a descascar. Medicamentos tópicos para alívio da dor podem ser usados, como nos casos de queimaduras pelo sol.
Queimaduras de segundo grau danificam tanto a primeira camada quanto a camada intermediária da pele. Estas queimaduras doem muito quando tocadas. A pele fica vermelha, úmida, com bolhas, e fica esbranquiçada quando aplicada pressão. As bolhas podem levar até 24 horas para se formarem e as feridas podem levar de 5 a 25 dias para ficarem completamente curadas, se não houver infecção. O local queimado deve ser limpo com água, se possível, água esterilizada, resfriado apenas com água (atenção: nunca use gelo) e coberto com bandagem ou atadura úmida. Não aplique nenhum tipo de pomada ou creme, nem pasta de dente, manteiga ou outros ensinamentos populares. Leve a vítima até um médico.
Queimaduras de terceiro grau são extremamente sérias. Elas destroem todas as camadas da pele, chegando a queimar músculos e outros tecidos sob a pele. A pele queimada fica ressecada e com aparência de couro, com coloração acinzentada. Porém, a pele fica insensível, pois a maioria dos nervos e vasos sangüíneos do local foram destruídos. O que geralmente acontece são queimaduras de primeiro e/ou segundo grau ao redor da queimadura de terceiro grau. O tratamento inicial é o mesmo das queimaduras de primeiro e segundo grau, porém, é necessário que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.
Um outro problema resultante das queimaduras é a desidratação. Se a vítima estiver consciente, ministre líquidos.
Outros Ferimentos: Quando os músculos são atingidos pela descarga elétrica, são forçados a contrações violentas, causando fraturas, danos à coluna cervical e deslocamento. O impacto de um raio pode ser forte o suficiente para jogar uma pessoa alguns metros a frente.
MEDIDAS DE SEGURANÇA
Existem várias maneiras de se evitar problemas com relâmpagos. A primeira delas é saber a previsão do tempo. Se existir a possibilidade de chuvas fortes e tempestade, fique atento à formação ou chegada de nuvens pretas ou não saia de casa.
Caso você não dê atenção à previsão do tempo e saia de casa assim mesmo, cuidado. No meio de uma tempestade com relâmpagos, procure um local com muitas árvores baixas ou blocos de pedras. Para reduzir as chances de ser atingido em um local com árvores e pedras grandes, fique longe de qualquer objeto com mais de 5 vezes o seu tamanho, mantendo uma distância de pelo menos uma vez e meia o tamanho do objeto.
Ao contrário do que muitos acreditam, não se abrigue debaixo da árvore ou pedra mais próxima. O relâmpago pode atingi-lo de forma indireta, como visto anteriormente.
Afaste qualquer objeto que possa conduzir eletricidade. Se você estiver com um grupo, espalhe as pessoas ao máximo, para evitar descargas laterais e correntes vindas pelo solo.
Se possível, entre em uma caverna profunda. Fique longe da entrada e não encoste nas paredes.
O local mais seguro para ficar é dentro do carro (com as janelas fechadas). O metal do carro irá dispersar a corrente elétrica, fazendo com que a mesma passe ao redor do veículo. Não toque em nenhuma parte metálica do carro.
Por fim, esteja sempre atento. Não espere a tempestade começar. Vá embora antes!
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Por quê Caminho de Santiago?
Há séculos, o caminho de Santiago fascina e atrai gente de todo o mundo.
Localizado na Espanha, o Caminho de Santiago não é UM caminho.
Há várias rotas que levam este nome, e que cortam toda a Espanha, pelo menos umas dez, as mais conhecidas.

Algumas rotas do Caminho de Santiago na Europa
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Clinete Lacativa iniciando a Coluna do Peregrino!
Olá! Sou Clinete Lacativa, médica, neurologista e peregrina.
Sou casada com um médico, cirurgião vascular e também peregrino, e tenho 4 filhos, todos muito ligados a esportes, um deles até foi da seleção brasileira de pólo aquático e a menina é triatleta.

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WooHoo Riders testam a GoPro Helmet HERO
Testamos a filmadora GO PRO Helmet Hero em Visconde de Mauá/RJ
No Natal realizamos alguns treinos na localidade de Visconde de Mauá/RJ, embora a chuva tenha castigado a região, muitas trilhas ficaram ótimas para treinos após alguns dias de sol. Contamos, também, com a presença de amigos de São Paulo como o atleta Tiago Velardi que nos acompanharam em diversas trilhas. Confira:
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Enfermidades Relacionadas ao Calor e ao Balanço de Fluidos
O verão chegou! E com ele, muitos problemas. Infelizmente, nesta época do ano, com o aumento da temperatura, muitas pessoas praticantes de esportes extenuantes como sofrem de enfermidades relacionadas ao calor e ao balanço corporal de fluidos.
Balanço de Fluidos
Grande parte de nosso organismo é composta por água, que se encontra em diversos fluidos corporais. Todos estes fluidos estão em balanço. A perda de fluido de qualquer fonte é refletida nos níveis de todos os outros fluidos corporais. Por exemplo, sudorese profusa vai resultar em uma diminuição do volume de sangue. Se uma vítima perde muito fluido, por qualquer meio – por hemorragia, suando, vomitando ou por diarréia – o resultado final é o mesmo: desidratação e, potencialmente, choque hipovolêmico.
Se uma pessoa está perdendo fluidos (por diarréia ou vomitando), então você está com uma verdadeira emergência nas mãos. Trate a causa da perda de fluidos da melhor maneira possível e hidrate a vítima. Evacue-a o mais rápido possível.
Prevenir a desidratação é muito mais fácil do que tratá-la. Portanto, é importante que todos os membros de seu grupo bebam água regularmente, na quantidade adequada, para repor a perda de fluidos. O corpo absorve líquidos melhor quando bebemos pequenas quantidades e com freqüência, do que quando bebemos grandes quantidades de uma só vez. Comer enquanto bebemos também ajuda na absorção. Se não tivermos comida, colocar uma pitada de sal e de açúcar também ajuda.
Não espere ficar com sede para beber água. Ficamos com sede quando já estamos com uma grande perda de fluidos corporais. O melhor indicador do nível de fluidos é a cor e quantidade de urina. Quanto mais urina e quanto mais clara for sua coloração, melhor. Isto indica que o corpo está com o nível de fluidos elevado. Porém, urina escura indica que o corpo está com baixa quantidade de água, e está tentando conservar o pouco que tem. Isto faz com que a urina fique mais concentrada, portanto, mais escura.
Recomendação de Ingestão de Fluidos
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Estação do Ano |
Litros/Dia |
Explicação |
| Primavera & Outono* |
1,8 – 2,8 |
Isto é o que uma pessoa, em média, precisará para suprir suas necessidades em um dia, em condições gerais de temperatura. |
| Verão e Tempo Quente* |
2,8 – 3,7 |
Em tempo quente e úmido, perdemos mais fluidos através do suor, que deve ser reposto. |
| Inverno e Tempo Frio* |
2,8 – 3,7 |
No inverno, perdemos água através de evaporação para o ar seco e, principalmente, através da respiração. O ar seco que entra nos pulmões é aquecido é exalado saturado de umidade. |
| *Todas as Estações |
Adicionar 1,8 litros |
Em altitudes elevadas o corpo perde mais fluidos. Aumente a ingestão de fluidos se você estiver acima de 2.400 metros. |
Fluidos & Sais:
Um outro fator no balanço global de fluidos é a reposição de sais perdidos na transpiração. Na maioria dos casos, o sal encontrado nos alimentos é suficiente. Nos casos de desidratação severa, uma solução de ½ colher de chá de sal e ½ colher de chá de bicarbonato de sódio para 900 mililitros de água pode ser usada para reposição de sais. Use líquidos mornos. Pare de ministrar se a pessoa ficar nauseada ou vomitar. Continue a ministrar líquidos assim que a vítima tolerar.
Termoregulação
O corpo possui uma série de mecanismos para manter a temperatura interna do corpo ótima (37 ºC). Acima de 40 ºC, muitas enzimas começam a se desnaturar e as reações químicas deixam de acontecer, levando o indivíduo à mortes. Abaixo de 37 ºC as reações químicas ficam mais lentas, levando a várias complicações, que também podem levar à morte.
Como o Corpo Regula a Temperatura Interna:
- Vasodilatação – aumenta o fluxo de sangue na superfície, que aumenta a perda de calor (quando a temperatura ambiente é inferior à temperatura corporal);
- Vasoconstricção – diminui o fluxo sangüíneo periférico, diminuindo a perda de calor;
- Suor – diminui a temperatura corporal através da evaporação;
- Tremor – gera calor através do aumento de reações químicas requeridas em atividades musculares. Tremores visíveis podem aumentar a produção de calor superficial em até 500 %. Porém, este mecanismo é limitado em apenas poucas horas por causa da diminuição de glicose nos músculos e por causa da fadiga;
- Aumento/Diminuição de Atividade - irão aumentar/diminuir a produção de calor;
- Respostas Comportamentais - colocar ou tirar camadas de roupa irão resultar em termoregulação.
Perda de Calor
Sempre que estamos em um ambiente cuja temperatura é inferior à do nosso corpo, estamos expostos a uma Perda de Calor. Enquanto os níveis de Produção de Calor e Retenção de Calor forem maiores do que a Perda de Calor, o organismo estará se termoregulando de forma adequada. Porém, se o frio for maior do que a Produção e Retenção de calor juntas, estaremos suscetíveis a problemas provocados pelo frio, como a hipotermia e o congelamento.
Perda de Calor – (fatores negativos)
- Temperatura
- Corpo molhado (chuva, transpiração, água)
- Vento
Retenção de Calor – (fatores positivos)
- Forma e tamanho do corpo – a relação superfície / volume afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Isolamento – tipos e camadas de roupas;
- Gordura Corporal – quantidade de gordura também afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Vasoconstricção/Vasodilatação - aumenta/diminui a quantidade de sangue na superfície do corpo, aumentando/diminuindo a perda de calor.
Produção de Calor – (fatores positivos)
- Exercícios
- Tremores
|
Retenção de Calor |
+ |
Produção de Calor |
< |
Perda de Calor |
= |
Enfermidades provocadas pelo Frio |
| Forma e tamanho do corpo
Isolamento Gordura corporal Vasoconstricção/Vasodilatação |
|
Exercícios
Tremores |
|
Temperatura
Corpo molhado Ventos |
|
Hipotermia
Congelamento |
Ganho de Calor
Em clima quente, especialmente com umidade elevada, podemos perder uma grande quantidade de fluidos através de exercícios. Isto pode levar a uma variedade de enfermidades provocadas pelo calor, como Exaustão por Calor e Golpe de Calor. O ganho de Calor é uma combinação de alguns fatores externos. Em balanço com o Ganho de Calor estão os mecanismos do organismo de Perda de Calor (mecanismos passivos e ativos) . Quando o Ganho de Calor é maior do que a Perda de Calor, passamos a estar suscetíveis a enfermidades relacionadas ao calor. Para reduzir o risco, devemos diminuir o Ganho de Calor ou aumentar a Perda de Calor.
Ganho de Calor – (fatores negativos)
- Temperatura
- Corpo molhado (chuva, transpiração, água)
- Vento
- Exercícios
- Umidade
Perda Passiva de Calor – (fatores positivos)
- Forma e tamanho do corpo – a relação superfície / volume afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Isolamento – tipos e camadas de roupas;
- Gordura Corporal – quantidade de gordura também afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Vasoconstricção/Vasodilatação - aumenta/diminui a quantidade de sangue na superfície do corpo, aumentando/diminuindo a perda de calor.
Perda Ativa de Calor - (fatores positivos)
- Calor radiante do corpo
- Transpiração, que causa perda de calor por evaporação. Quantidade de suor é limitada por:
Nível de Fluidos;
Nível de Condicionamento Físico.
|
Perda Passiva de Calor |
+ |
Perda Ativa de Calor |
< |
Ganho de Calor |
= |
Enfermidades provocadas pelo Calor |
| Forma e tamanho do corpo
Isolamento Gordura corporal Vasoconstricção/Vasodilatação |
Calor radiante
Transpiração |
Temperatura
Exercícios Umidade Corpo molhado Vento |
Sincope de calor
Exaustão do calor Golpe de calor |
Índice de Calor:
A temperatura ambiente não é o único fator que desempenha um papel em criar uma condição favorável para o aparecimento de enfermidades relacionadas ao calor. A umidade também é importante. Uma vez que o organismo conta com a evaporação do suor como um dos mecanismos principais de diminuição de temperatura, umidade relativa elevada reduz a habilidade do organismo de resfriar o corpo, aumentando o risco de uma enfermidade relacionada ao calor. O Índice de Calor mostra o efeito relativo da temperatura e da umidade.
|
ÍNDICE DE CALOR |
|||||||||||||||||||||||
| Temperatura Ambiente (Cº) | |||||||||||||||||||||||
|
|
21 |
24 |
27 |
29 |
32 |
35 |
38 |
41 |
43 |
46 |
49 |
||||||||||||
|
Umidade Relativa |
Temperatura Aparente (Cº) | ||||||||||||||||||||||
|
0% |
18 |
20 |
23 |
26 |
28 |
31 |
33 |
35 |
37 |
39 |
42 |
||||||||||||
|
10% |
18 |
21 |
24 |
27 |
29 |
33 |
35 |
38 |
41 |
44 |
47 |
||||||||||||
|
20% |
19 |
22 |
25 |
28 |
30 |
33 |
37 |
41 |
44 |
49 |
54 |
||||||||||||
|
30% |
19 |
23 |
26 |
29 |
33 |
36 |
40 |
45 |
51 |
57 |
64 |
||||||||||||
|
40% |
20 |
23 |
26 |
30 |
34 |
38 |
43 |
56 |
58 |
66 |
|
||||||||||||
|
50% |
20 |
24 |
27 |
31 |
36 |
42 |
49 |
57 |
66 |
|
|
||||||||||||
|
60% |
21 |
24 |
28 |
33 |
38 |
46 |
56 |
65 |
|
|
|
||||||||||||
|
70% |
21 |
25 |
29 |
35 |
41 |
51 |
62 |
|
|
|
|
||||||||||||
|
80% |
22 |
26 |
30 |
36 |
45 |
58 |
|
|
|
|
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||||||||||||
|
90% |
22 |
26 |
31 |
39 |
50 |
|
|
|
|
|
|
||||||||||||
|
100% |
22 |
27 |
33 |
42 |
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| Temperatura Aparente (Cº) | Risco de estresse térmico com atividade física e/ou exposição prolongada. |
| 32 – 40 | Cãibras de Calor ou Exaustão por Calor. |
| 31 – 54 | Cãibras de Calor ou Exaustão por Calor. Possível Golpe de Calor. |
| Acima de 54 | Golpe de Calor. |
| Atenção: Esta tabela indica, em linhas gerais, a severidade potencial do estresse térmico. As reações individuais ao calor irão variar. Enfermidades relacionadas ao calor podem ocorrer a temperaturas inferiores às indicadas. Exposição total ao sol podem aumentar estes valores em até 9 ºC. | |
Enfermidades Relacionadas ao Calor
Estas enfermidades são o resultado da temperatura corporal elevada, devido a uma inabilidade de dissipar o calor corporal e/ou uma diminuição do nível de fluidos. Lembre-se sempre que uma enfermidade moderada, se não for tratada corretamente, pode se transformar em uma enfermidade severa com risco de vida.
Cãibras de Calor
Cãibras de Calor são uma forma de cãibra muscular provocadas por esforço e pela baixa concentração de sais. Ocorrem espasmos musculares, seguindo-se uma redução de cloreto de sódio no sangue, de modo a atingir concentrações inferiores a um certo nível crítico. A alta perda de cloreto é facilitada pela sudorese profusa e pela falta de aclimatização.
Tratamento das Cãibras de Calor
Reponha sais e fluidos e alongue a musculatura. Treinamento apropriado e uma correta hidratação e alimentação irão ajudar a prevenir as Cãibras de Calor.
Síncope de Calor
A Síncope de Calor (desmaio) é uma forma moderada de enfermidade relacionada ao calor, que resulta do exercício físico em um ambiente quente. No esforço para aumentar a Perda de Calor, os vasos sangüíneos periféricos dilatam de tal maneira que o fluxo de sangue para o cérebro diminui, resultando em sintomas de desmaio, tontura, dor de cabeça, taquicardia, inquietude, náusea e vômito, podendo levar à inconsciência. Reposição inadequada de fluidos (que leva a uma desidratação) contribui de forma significativa para este problema.
Tratamento da Síncope de Calor
A Síncope de Calor deve ser tratada como um desmaio. A vítima deve permanecer deitada ou sentada, de preferência, na sombra ou em local fresco. Os pés devem ser elevados e a vitima deve ser hidratada com fluidos de hidratação (que contenham sais). A vítima não deve fazer atividade física, pelo menos até o fim do dia.
Exaustão do Calor
Ocorre quando a perda de fluidos por transpiração e respiração é maior do que a reserva interna de líquidos. (diminuição de volume). A Exaustão do Calor é uma forma de choque hipovolêmico. A falta de fluidos faz com que o organismo promova uma vasoconstricção periférica (dos braços e pernas, principalmente). Uma baixa pressão arterial é o evento crítico resultante, devido, em parte, a uma inadequada saída de sangue do coração e, em parte, a uma vasodilatação que abrange uma extensa área do corpo. Os sintomas da Exaustão do Calor são:
- Sudorese
- Pele – Pálida e mole (devido à vasoconstricção periférica)
- Pulso – Acelerado
- Respiração – Acelerada
- Temperatura – normal ou ligeiramente elevada
- Eliminação de Urina – Diminuída
- A vítima sente-se fraca, tonta, com sede e ansiosa.
- Náusea e vômitos (devido ao decréscimo de circulação no estômago)
Tratamento da Exaustão do Calor
A vítima deve ser hidratada e deve ser muito cuidadosa ao reiniciar a atividade física (é melhor consultar um médico antes). O tratamento é o mesmo utilizado na Síncope de Calor, mas deve-se ser mais cauteloso quanto a voltar aos exercícios. O organismo precisa de algum tempo para se restabelecer. Os pés devem ser elevados e a vitima deve ser hidratada com fluidos de hidratação (que contenham sais). A vítima deve beber lentamente, pois beber rápido, ou em grande quantidade, pode causar náuseas e vômito. A Exaustão por Calor pode se tornar um Golpe de Calor, se não for tratada corretamente. A vítima de Exaustão do Calor devem ser monitoradas de perto para termos certeza de que a temperatura do corpo não ultrapasse os 39 ºC. Caso isto ocorra, tratar a vítima como Golpe de Calor.
Golpe de Calor – Hipertermia
O Golpe de Calor é uma das poucas ameaças à vida em enfermidades relacionadas ao calor. A vítima pode morrer em questão de minutos se não for tratada de forma adequada. A Hipertermia ocorre quando a temperatura do núcleo do corpo é tal, que põe em risco algum tecido vital que permanece em contínuo funcionamento. Temperatura interna acima de 41 ºC pode levar à morte. Esta enfermidade se dá por um distúrbio no mecanismo termoregulador, que fica impossibilitado de manter um equilíbrio térmico adequado entre o indivíduo e o meio.
Existem dois tipos de Golpe de Calor – por diminuição de fluidos (início lento) e com o nível de fluido intacto (início rápido).
- Nível de Fluido Diminuído (início lento) – A vítima apresenta Exaustão do Calor devido à perda de fluidos por transpiração e/ou inadequada reposição de fluidos, mas continua a “funcionar” em uma situação de Ganho de Calor. Finalmente, a falta de fluidos minimiza a capacidade de perda ativa de calor do organismo a um nível que a temperatura do núcleo do corpo começa a se elevar. Exemplo: Escalar em um dia quente com pouca água.
- Nível Fluido Intacto (início rápido) – A vítima está sob uma situação extrema de Ganho de Calor. O Ganho de Calor ultrapassa o mecanismo de perda ativa de calor do organismo, mesmo com um nível de fluidos suficiente. Exemplo: Escalada longa em um dia com temperatura acima de 40 °C.
Sintomas do Golpe de Calor
- A chave para indicar o Golpe de Calor é a pele quente. Algumas vítimas podem apresentar pele quente e seca, outras, pele úmida e quente. Isto porque a vítima pode Ter acabado de passar de uma Exaustão do Calor para uma Hipertermia.
- Vasoconstricção periférica (a pele fica pálida)
- Pulso – aumentado
- Respiração – aumentada
- Nível Urina – diminuído
- Temperatura – aumentada (pode estar acima de 41 °C)
- Pele – seca ou úmida
- AVDI (Alerta, Verbal, Dor, Inconsciência) – Mudanças severas no estado mental e motor/sensorial
- Pupilas – podem estar dilatadas e não responderem à luz
Tratamento do Golpe de Calor
- A temperatura do corpo deve ser abaixada imediatamente! Mova a vítima para a sombra ou para um local mais fresco. Remova o excesso de roupas. Derrame água nas extremidades e abane a pessoa, para aumentar a circulação de ar e a evaporação. Se possível, coloque a vítima em água fresca (Gelada NÃO). Massageie vigorosamente as extremidades que estão sendo refrescadas, para que o sangue resfriado possa voltar para o núcleo do corpo.
- Após a temperatura ser reduzida a 39 ºC, diminua o resfriamento ativo, para evitar hipotermia (tremores produzem mais calor). A vítima deve ser monitorada para evitar que a temperatura suba de novo.
- Reposição de fluidos – a vítima irá precisar de fluidos, independente do tipo de início da Hipertermia.
- Ressuscitarão Cardio-Pulmonar se necessário.
- A vítima pode apresentar várias complicações sérias. Prepare-se para evacuar a vítima.
Balanço de Fluidos
Grande parte de nosso organismo é composta por água, que se encontra em diversos fluidos corporais. Todos estes fluidos estão em balanço. A perda de fluido de qualquer fonte é refletida nos níveis de todos os outros fluidos corporais. Por exemplo, sudorese profusa vai resultar em uma diminuição do volume de sangue. Se uma vítima perde muito fluido, por qualquer meio – por hemorragia, suando, vomitando ou por diarréia – o resultado final é o mesmo: desidratação e, potencialmente, choque hipovolêmico.
Se uma pessoa está perdendo fluidos (por diarréia ou vomitando), então você está com uma verdadeira emergência nas mãos. Trate a causa da perda de fluidos da melhor maneira possível e hidrate a vítima. Evacue-a o mais rápido possível.
Prevenir a desidratação é muito mais fácil do que tratá-la. Portanto, é importante que todos os membros de seu grupo bebam água regularmente, na quantidade adequada, para repor a perda de fluidos. O corpo absorve líquidos melhor quando bebemos pequenas quantidades e com freqüência, do que quando bebemos grandes quantidades de uma só vez. Comer enquanto bebemos também ajuda na absorção. Se não tivermos comida, colocar uma pitada de sal e de açúcar também ajuda.
Não espere ficar com sede para beber água. Ficamos com sede quando já estamos com uma grande perda de fluidos corporais. O melhor indicador do nível de fluidos é a cor e quantidade de urina. Quanto mais urina e quanto mais clara for sua coloração, melhor. Isto indica que o corpo está com o nível de fluidos elevado. Porém, urina escura indica que o corpo está com baixa quantidade de água, e está tentando conservar o pouco que tem. Isto faz com que a urina fique mais concentrada, portanto, mais escura.
Recomendação de Ingestão de Fluidos
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Estação do Ano |
Litros/Dia |
Explicação |
| Primavera & Outono* |
1,8 – 2,8 |
Isto é o que uma pessoa, em média, precisará para suprir suas necessidades em um dia, em condições gerais de temperatura. |
| Verão e Tempo Quente* |
2,8 – 3,7 |
Em tempo quente e úmido, perdemos mais fluidos através do suor, que deve ser reposto. |
| Inverno e Tempo Frio* |
2,8 – 3,7 |
No inverno, perdemos água através de evaporação para o ar seco e, principalmente, através da respiração. O ar seco que entra nos pulmões é aquecido é exalado saturado de umidade. |
| *Todas as Estações |
Adicionar 1,8 litros |
Em altitudes elevadas o corpo perde mais fluidos. Aumente a ingestão de fluidos se você estiver acima de 2.400 metros. |
Fluidos & Sais:
Um outro fator no balanço global de fluidos é a reposição de sais perdidos na transpiração. Na maioria dos casos, o sal encontrado nos alimentos é suficiente. Nos casos de desidratação severa, uma solução de ½ colher de chá de sal e ½ colher de chá de bicarbonato de sódio para 900 mililitros de água pode ser usada para reposição de sais. Use líquidos mornos. Pare de ministrar se a pessoa ficar nauseada ou vomitar. Continue a ministrar líquidos assim que a vítima tolerar.
Termoregulação
O corpo possui uma série de mecanismos para manter a temperatura interna do corpo ótima (37 ºC). Acima de 40 ºC, muitas enzimas começam a se desnaturar e as reações químicas deixam de acontecer, levando o indivíduo à mortes. Abaixo de 37 ºC as reações químicas ficam mais lentas, levando a várias complicações, que também podem levar à morte.
Como o Corpo Regula a Temperatura Interna:
- Vasodilatação – aumenta o fluxo de sangue na superfície, que aumenta a perda de calor (quando a temperatura ambiente é inferior à temperatura corporal);
- Vasoconstricção – diminui o fluxo sangüíneo periférico, diminuindo a perda de calor;
- Suor – diminui a temperatura corporal através da evaporação;
- Tremor – gera calor através do aumento de reações químicas requeridas em atividades musculares. Tremores visíveis podem aumentar a produção de calor superficial em até 500 %. Porém, este mecanismo é limitado em apenas poucas horas por causa da diminuição de glicose nos músculos e por causa da fadiga;
- Aumento/Diminuição de Atividade - irão aumentar/diminuir a produção de calor;
- Respostas Comportamentais - colocar ou tirar camadas de roupa irão resultar em termoregulação.
Perda de Calor
Sempre que estamos em um ambiente cuja temperatura é inferior à do nosso corpo, estamos expostos a uma Perda de Calor. Enquanto os níveis de Produção de Calor e Retenção de Calor forem maiores do que a Perda de Calor, o organismo estará se termoregulando de forma adequada. Porém, se o frio for maior do que a Produção e Retenção de calor juntas, estaremos suscetíveis a problemas provocados pelo frio, como a hipotermia e o congelamento.
Perda de Calor – (fatores negativos)
- Temperatura
- Corpo molhado (chuva, transpiração, água)
- Vento
Retenção de Calor – (fatores positivos)
- Forma e tamanho do corpo – a relação superfície / volume afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Isolamento – tipos e camadas de roupas;
- Gordura Corporal – quantidade de gordura também afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Vasoconstricção/Vasodilatação - aumenta/diminui a quantidade de sangue na superfície do corpo, aumentando/diminuindo a perda de calor.
Produção de Calor – (fatores positivos)
- Exercícios
- Tremores
|
Retenção de Calor |
+ |
Produção de Calor |
< |
Perda de Calor |
= |
Enfermidades provocadas pelo Frio |
| Forma e tamanho do corpo
Isolamento Gordura corporal Vasoconstricção/Vasodilatação |
|
Exercícios
Tremores |
|
Temperatura
Corpo molhado Ventos |
|
Hipotermia
Congelamento |
Ganho de Calor
Em clima quente, especialmente com umidade elevada, podemos perder uma grande quantidade de fluidos através de exercícios. Isto pode levar a uma variedade de enfermidades provocadas pelo calor, como Exaustão por Calor e Golpe de Calor. O ganho de Calor é uma combinação de alguns fatores externos. Em balanço com o Ganho de Calor estão os mecanismos do organismo de Perda de Calor (mecanismos passivos e ativos) . Quando o Ganho de Calor é maior do que a Perda de Calor, passamos a estar suscetíveis a enfermidades relacionadas ao calor. Para reduzir o risco, devemos diminuir o Ganho de Calor ou aumentar a Perda de Calor.
Ganho de Calor – (fatores negativos)
- Temperatura
- Corpo molhado (chuva, transpiração, água)
- Vento
- Exercícios
- Umidade
Perda Passiva de Calor – (fatores positivos)
- Forma e tamanho do corpo – a relação superfície / volume afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Isolamento – tipos e camadas de roupas;
- Gordura Corporal – quantidade de gordura também afeta em quão rápido o corpo perde calor;
- Vasoconstricção/Vasodilatação - aumenta/diminui a quantidade de sangue na superfície do corpo, aumentando/diminuindo a perda de calor.
Perda Ativa de Calor - (fatores positivos)
- Calor radiante do corpo
- Transpiração, que causa perda de calor por evaporação. Quantidade de suor é limitada por:
Nível de Fluidos;
Nível de Condicionamento Físico.
|
Perda Passiva de Calor |
+ |
Perda Ativa de Calor |
< |
Ganho de Calor |
= |
Enfermidades provocadas pelo Calor |
| Forma e tamanho do corpo
Isolamento Gordura corporal Vasoconstricção/Vasodilatação |
Calor radiante
Transpiração |
Temperatura
Exercícios Umidade Corpo molhado Vento |
Sincope de calor
Exaustão do calor Golpe de calor |
Índice de Calor:
A temperatura ambiente não é o único fator que desempenha um papel em criar uma condição favorável para o aparecimento de enfermidades relacionadas ao calor. A umidade também é importante. Uma vez que o organismo conta com a evaporação do suor como um dos mecanismos principais de diminuição de temperatura, umidade relativa elevada reduz a habilidade do organismo de resfriar o corpo, aumentando o risco de uma enfermidade relacionada ao calor. O Índice de Calor mostra o efeito relativo da temperatura e da umidade.
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ÍNDICE DE CALOR |
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| Temperatura Ambiente (Cº) | |||||||||||||||||||||||
|
|
21 |
24 |
27 |
29 |
32 |
35 |
38 |
41 |
43 |
46 |
49 |
||||||||||||
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Umidade Relativa |
Temperatura Aparente (Cº) | ||||||||||||||||||||||
|
0% |
18 |
20 |
23 |
26 |
28 |
31 |
33 |
35 |
37 |
39 |
42 |
||||||||||||
|
10% |
18 |
21 |
24 |
27 |
29 |
33 |
35 |
38 |
41 |
44 |
47 |
||||||||||||
|
20% |
19 |
22 |
25 |
28 |
30 |
33 |
37 |
41 |
44 |
49 |
54 |
||||||||||||
|
30% |
19 |
23 |
26 |
29 |
33 |
36 |
40 |
45 |
51 |
57 |
64 |
||||||||||||
|
40% |
20 |
23 |
26 |
30 |
34 |
38 |
43 |
56 |
58 |
66 |
|
||||||||||||
|
50% |
20 |
24 |
27 |
31 |
36 |
42 |
49 |
57 |
66 |
|
|
||||||||||||
|
60% |
21 |
24 |
28 |
33 |
38 |
46 |
56 |
65 |
|
|
|
||||||||||||
|
70% |
21 |
25 |
29 |
35 |
41 |
51 |
62 |
|
|
|
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||||||||||||
|
80% |
22 |
26 |
30 |
36 |
45 |
58 |
|
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||||||||||||
|
90% |
22 |
26 |
31 |
39 |
50 |
|
|
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|
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||||||||||||
|
100% |
22 |
27 |
33 |
42 |
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| Temperatura Aparente (Cº) | Risco de estresse térmico com atividade física e/ou exposição prolongada. |
| 32 – 40 | Cãibras de Calor ou Exaustão por Calor. |
| 31 – 54 | Cãibras de Calor ou Exaustão por Calor. Possível Golpe de Calor. |
| Acima de 54 | Golpe de Calor. |
| Atenção: Esta tabela indica, em linhas gerais, a severidade potencial do estresse térmico. As reações individuais ao calor irão variar. Enfermidades relacionadas ao calor podem ocorrer a temperaturas inferiores às indicadas. Exposição total ao sol podem aumentar estes valores em até 9 ºC. | |
Enfermidades Relacionadas ao Calor
Estas enfermidades são o resultado da temperatura corporal elevada, devido a uma inabilidade de dissipar o calor corporal e/ou uma diminuição do nível de fluidos. Lembre-se sempre que uma enfermidade moderada, se não for tratada corretamente, pode se transformar em uma enfermidade severa com risco de vida.
Cãibras de Calor
Cãibras de Calor são uma forma de cãibra muscular provocadas por esforço e pela baixa concentração de sais. Ocorrem espasmos musculares, seguindo-se uma redução de cloreto de sódio no sangue, de modo a atingir concentrações inferiores a um certo nível crítico. A alta perda de cloreto é facilitada pela sudorese profusa e pela falta de aclimatização.
Tratamento das Cãibras de Calor
Reponha sais e fluidos e alongue a musculatura. Treinamento apropriado e uma correta hidratação e alimentação irão ajudar a prevenir as Cãibras de Calor.
Síncope de Calor
A Síncope de Calor (desmaio) é uma forma moderada de enfermidade relacionada ao calor, que resulta do exercício físico em um ambiente quente. No esforço para aumentar a Perda de Calor, os vasos sangüíneos periféricos dilatam de tal maneira que o fluxo de sangue para o cérebro diminui, resultando em sintomas de desmaio, tontura, dor de cabeça, taquicardia, inquietude, náusea e vômito, podendo levar à inconsciência. Reposição inadequada de fluidos (que leva a uma desidratação) contribui de forma significativa para este problema.
Tratamento da Síncope de Calor
A Síncope de Calor deve ser tratada como um desmaio. A vítima deve permanecer deitada ou sentada, de preferência, na sombra ou em local fresco. Os pés devem ser elevados e a vitima deve ser hidratada com fluidos de hidratação (que contenham sais). A vítima não deve fazer atividade física, pelo menos até o fim do dia.
Exaustão do Calor
Ocorre quando a perda de fluidos por transpiração e respiração é maior do que a reserva interna de líquidos. (diminuição de volume). A Exaustão do Calor é uma forma de choque hipovolêmico. A falta de fluidos faz com que o organismo promova uma vasoconstricção periférica (dos braços e pernas, principalmente). Uma baixa pressão arterial é o evento crítico resultante, devido, em parte, a uma inadequada saída de sangue do coração e, em parte, a uma vasodilatação que abrange uma extensa área do corpo. Os sintomas da Exaustão do Calor são:
- Sudorese
- Pele – Pálida e mole (devido à vasoconstricção periférica)
- Pulso – Acelerado
- Respiração – Acelerada
- Temperatura – normal ou ligeiramente elevada
- Eliminação de Urina – Diminuída
- A vítima sente-se fraca, tonta, com sede e ansiosa.
- Náusea e vômitos (devido ao decréscimo de circulação no estômago)
Tratamento da Exaustão do Calor
A vítima deve ser hidratada e deve ser muito cuidadosa ao reiniciar a atividade física (é melhor consultar um médico antes). O tratamento é o mesmo utilizado na Síncope de Calor, mas deve-se ser mais cauteloso quanto a voltar aos exercícios. O organismo precisa de algum tempo para se restabelecer. Os pés devem ser elevados e a vitima deve ser hidratada com fluidos de hidratação (que contenham sais). A vítima deve beber lentamente, pois beber rápido, ou em grande quantidade, pode causar náuseas e vômito. A Exaustão por Calor pode se tornar um Golpe de Calor, se não for tratada corretamente. A vítima de Exaustão do Calor devem ser monitoradas de perto para termos certeza de que a temperatura do corpo não ultrapasse os 39 ºC. Caso isto ocorra, tratar a vítima como Golpe de Calor.
Golpe de Calor – Hipertermia
O Golpe de Calor é uma das poucas ameaças à vida em enfermidades relacionadas ao calor. A vítima pode morrer em questão de minutos se não for tratada de forma adequada. A Hipertermia ocorre quando a temperatura do núcleo do corpo é tal, que põe em risco algum tecido vital que permanece em contínuo funcionamento. Temperatura interna acima de 41 ºC pode levar à morte. Esta enfermidade se dá por um distúrbio no mecanismo termoregulador, que fica impossibilitado de manter um equilíbrio térmico adequado entre o indivíduo e o meio.
Existem dois tipos de Golpe de Calor – por diminuição de fluidos (início lento) e com o nível de fluido intacto (início rápido).
- Nível de Fluido Diminuído (início lento) – A vítima apresenta Exaustão do Calor devido à perda de fluidos por transpiração e/ou inadequada reposição de fluidos, mas continua a “funcionar” em uma situação de Ganho de Calor. Finalmente, a falta de fluidos minimiza a capacidade de perda ativa de calor do organismo a um nível que a temperatura do núcleo do corpo começa a se elevar. Exemplo: Escalar em um dia quente com pouca água.
- Nível Fluido Intacto (início rápido) – A vítima está sob uma situação extrema de Ganho de Calor. O Ganho de Calor ultrapassa o mecanismo de perda ativa de calor do organismo, mesmo com um nível de fluidos suficiente. Exemplo: Escalada longa em um dia com temperatura acima de 40 °C.
Sintomas do Golpe de Calor
- A chave para indicar o Golpe de Calor é a pele quente. Algumas vítimas podem apresentar pele quente e seca, outras, pele úmida e quente. Isto porque a vítima pode Ter acabado de passar de uma Exaustão do Calor para uma Hipertermia.
- Vasoconstricção periférica (a pele fica pálida)
- Pulso – aumentado
- Respiração – aumentada
- Nível Urina – diminuído
- Temperatura – aumentada (pode estar acima de 41 °C)
- Pele – seca ou úmida
- AVDI (Alerta, Verbal, Dor, Inconsciência) – Mudanças severas no estado mental e motor/sensorial
- Pupilas – podem estar dilatadas e não responderem à luz
Tratamento do Golpe de Calor
- A temperatura do corpo deve ser abaixada imediatamente! Mova a vítima para a sombra ou para um local mais fresco. Remova o excesso de roupas. Derrame água nas extremidades e abane a pessoa, para aumentar a circulação de ar e a evaporação. Se possível, coloque a vítima em água fresca (Gelada NÃO). Massageie vigorosamente as extremidades que estão sendo refrescadas, para que o sangue resfriado possa voltar para o núcleo do corpo.
- Após a temperatura ser reduzida a 39 ºC, diminua o resfriamento ativo, para evitar hipotermia (tremores produzem mais calor). A vítima deve ser monitorada para evitar que a temperatura suba de novo.
- Reposição de fluidos – a vítima irá precisar de fluidos, independente do tipo de início da Hipertermia.
- Ressuscitarão Cardio-Pulmonar se necessário.
- A vítima pode apresentar várias complicações sérias. Prepare-se para evacuar a vítima.
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Modalidades de Trekking: a nuvem e o relógio
Estabelecer uma diferença entre as “modalidades” de Trekking é uma tarefa complicada. Afinal, não há uma regularização do esporte. No entanto, para seus praticantes há uma nítida diferença entre o “Trekking de competição” e o “Trekking de longa distância”. Seja qual for a fronteira dessas duas modalidades, resta-nos como praticantes definir seu conteúdo, destacar suas lógicas, atualizar suas funções e virtualidades, tomando-se o cuidado de tornar nítidas suas diferenças.
O “Trekking de competição”, ou enduro a pé como ficou conhecido no Brasil interessa-se, antes de tudo pela precisão do relógio; o “Trekking de longa distância”, por outro lado, mais pelas nuvens. Gosto dessa analogia porque o importante no enduro a pé não é a velocidade e sim manter-se no percurso correto e no tempo certo. Utiliza-se planilhas com velocidades médias, distâncias e símbolo-referência. Rígidos e controlados os participantes se pautam pela precisão do relógio.
Por outro lado, o que predomina na natureza e na nossa modalidade é a nuvem, forma definitivamente simples, imprecisa, flutuante, mutável, sempre em movimento. Nossa modalidade se encaixa nessa ordem da realidade: a variedade das paisagens, do clima, do tempo e claro, das próprias nuvens e dos nossos passos durante o percurso. Vale mais a pena olhar o céu e a natureza ao nosso redor do que o tempo passando a conta gotas nesses aparelhinhos atrelados ao nosso braço.
Normalmente realizado entre dois pontos visíveis no mapa, o objetivo final do “Trekking de longa distância” é percorrer o trajeto pré-estabelecida aproveitando o que há de melhor pelo caminho. Não existe competição, é praticado por grupos com equipamentos para pernoites, alimentação própria e suprimentos. Três bons exemplos são a Trilha Inca no Peru, que percorre as principais ruínas incas no país (duração de 4 dias), a Trilha do Nepal (duração de 10 dias) e os Passos de Anchieta, caminhada entre os municípios de Vitória e Anchieta no estado do Espírito Santo (duração de 4 dias) que busca reproduzir o mesmo trajeto percorrido a cada 15 dias pelo Padre Anchieta durante o século XVI.
Trekking na Patagônia - Parque Nacional Los Glaciares - Argentina
Cada uma dessas modalidades exige equipamentos, preparação e vigor físico diferenciados. Nós do Litoral Trekking somos praticantes do “Trekking de longa distância”. Utilizamos mochilas cargueiras da marca Deuter com o sistema Aircomfort. Essas mochilas ainda dispõem de sistema de hidratação, item indispensável para qualquer modalidade do esporte. Como nossos trajetos duram 4 dias ou mais, enfrentamos sol a pico, ventos litorâneos, chuvas tropicais. Essa mochila mostra-se uma companheira inseparável para enfrentar qualquer uma dessas situações: mantendo-nos hidratados com o Streamer (reservatório de água) de 3 litros, dispondo de grande espaço interno para guardar um Anorak e a capa de chuva embutida para enfrentar qualquer tempestade.
Fazer uso dos equipamentos corretos e de qualidade reconhecida garantem um trajeto seguro e prazeroso para essa modalidade. Afinal, já imaginou percorrer 22 quilômetros até a cidade mais próxima com uma das alças da mochila arrebentada? Ou então perder seus alimentos porque a água encharcou a mochila? Ou pior, um dos membros desmaiar por desidratação? Por isso, escolha com cuidado seus equipamentos antes de sair de casa.
Nós do Litoral Trekking desejamos a todos nesse ano de 2009 aventuras inesquecíveis.
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Uruca (7º VIIIc E4)
O projeto pessoal de Erick Grigorovski, animador e desenhista industrial desde 2000, e escalador nas horas vagas, contou com muita ajuda dos amigos, também escaladores de rocha, tem 8 minutos de duração, foi animado digitalmente em 2D e levou aproximadamente 10 meses para ser produzido. O DVD vem com legendas em português, inglês e espanhol.

Num domingo perfeito para a escalada em rocha, Hugo e Felipinho tentam subir por uma das vias mais exigentes e cobiçadas do Pão-de-Açúcar, a “Uruca”. Além de toda concentração e técnica necessárias, os dois enfrentam vários contratempos, que aumentam ainda mais o desafio.
Assista ao trailer http://br.youtube.com/watch?v=92-v943x61k
PREMIAÇÕES
8º Mostra Internacional de Filmes de Montanha | 2008
Melhor Filme pelo Júri Oficial
Melhor Diretor pelo Júri Oficial
IV FATU – Festival Brasileiro de Filmes de Aventura e Turismo | 2008
Melhor Diretor pelo Júri Oficial
FICHA TÉCNICA
Direção, Roteiro e Animação
Erick Grigorovski
Consultoria Técnica
Sérgio Pranzl
Música e Sonoplastia
Caio César Braga
Dublagem
Felipe Assad
VENDAS
R$15,00
Erick Grigorovski
egrigo@gmail.com
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Proteja-se do sol!
Quebre um ovo no teto de um carro e deixe-o estacionado no sol por mais de uma hora. Certamente ele irá fritar. Exponha-se ao sol sem proteção apropriada e você experimentará resultados similares em sua pele.
A dor da queimadura, mais cedo ou mais tarde, desaparecerá. Porém, danos como rugas e melanoma (câncer de pele), não irão embora. Todos os praticantes de atividades que envolvam exposição ao sol, devem tomar alguns cuidados para que, no futuro, não venham a sofrer.
Algumas Verdades
O sol é mais forte entre 10:00 e 14:00 horas (11:00 e 15:00 horas durante o horário de verão). Minimize sua exposição neste período.
Dias nublados não são garantia de proteção contra o sol; os raios são tão prejudiciais quanto em um dia ensolarado.
Quanto maior a altitude, mais intensos serão os raios solares, uma vez que existe menos atmosfera para dispersar os raios nocivos.
Areia, água e até mesmo concreto irão refletir os raios solares na sua pele.
Loções & Poções
FPS (Fator de Proteção Solar) refere-se ao nível de proteção às queimaduras, que pode se esperar em um determinado tempo. Em outras palavras, se sua pele desprotegida fica vermelha após 15 minutos de exposição ao sol, um protetor solar com FPS 10 irá protege-lo de queimaduras por 150 minutos.
Aplicar protetor solar com FPS 15 ou maior, pelo menos 30 minutos antes de se expor ao sol. Para lugares mais elevados, usar um protetor com FPS no mínimo 25.
Reaplicar o protetor freqüentemen-te, de preferência a cada 2 horas. Reaplicar após suar muito ou se molhar, mesmo que o protetor seja resistente a água.
Se você está tomando algum medicamento, pílulas anti-concepcionais ou usando algum cosmético, o protetor solar pode causar reação alérgica. Portanto, procure o seu dermatologista antes de usar qualquer protetor.
Últimas Dicas
Use sempre um chapéu de abas largas, suficientes para proteger seu rosto e sua nuca.
As roupas não garantem proteção contra os raios solares. Roupas largas e molhadas permitem a entrada dos raios. Portanto, use também protetor solar por debaixo da roupa.
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